História He Called Me Angel - Capítulo 9


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Categorias Cameron Dallas, Debby Ryan, Holland Roden, Magcon, Max Irons, Teen Wolf
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Debby Ryan, Holland Roden, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Matthew Espinosa, Max Irons, Nash Grier, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Drama, Holland Roden, Magcon Tour, Revelaçoes, Romance, Teen Wolf, Traição
Exibições 536
Palavras 2.546
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ooooooooooi amigos, me desculpem por não ter postado na semana passada mas eu estava com muitos trabalhos pra fazer, não escapei da escola nem no sábado! Eu realmente fiquei sem tempo pra escrever e postar, mas já passou agora e eu vou voltar a postar quarta e sábado (apesar de hoje ser quinta), isso quer dizer que nesse sábado também vai ter capítulo! Eu to sempre cheia de ideias mas as vezes não da tempo de escrever, sorry.
Tentei compensar esses dias que fiquei sem postar com um capítulo grandee e bem detalhado, talvez tenha ficado um pouco chatinho de ler por ter ficado grande e só com um assunto mas eu gosto muito de escrever os detalhes e quando eu embalo não paro mais. Prometo que vai ter muitas emoções no capítulo de sábado! Muitas mesmo haha
Obrigado pelos favoritossss e pelos comentárioss, é muito bom saber que vocês estão gostando pois isso me deixa confiante para continuar! Obrigado por tudoooooo <3

Capítulo 9 - We Sacrifice For Love


Fanfic / Fanfiction He Called Me Angel - Capítulo 9 - We Sacrifice For Love

P.O.V Cameron Dallas

    -Sim! Mas talvez não juntos -Emily disse e começou a sair dali.

    Eu não posso acreditar que ela decidiu desistir de nós dois justo agora que eu estou descobrindo os meus sentimentos.

    Ela decidiu sozinha que nós não podemos ficar juntos. Ela nem me deixou falar, nem me deixou contestar sobre suas decisões, Emily me deixou ali sozinho e foi embora.

    Apesar dela ser mandona eu não consigo ficar bravo, não consigo desistir.

    A culpa não é dela. Emily só acabou ficando insegura com o tempo. Eu sei que dói nela como dói em mim se afastar. Ela só esta fazendo o que acha certo pra mim, ela acha que assim estará me poupando de ficar ao seu lado mas o que ela não entende é que isso não é um fardo pra mim.

    Eu não me importo de deixar de fazer algumas coisas pra ficar com ela, eu largaria toda minha vida pra cuidar dela. Seja como um amigo ou mais do que isso. Eu descobriria um novo lado da vida ao lado dela, mas ela simplesmente...desistiu.

    Eu beijei minha melhor amiga, meu possivél amor. Eu beijei a Emily Marshall, na frente de várias fãs e dos meus amigos e ela basicamente me deu um fora. Eu planejei tudo, pensei em como tentaria ajudar ela a voltar a andar, como mostraria a ela que a vida pode ser boa. Não posso desistir agora.

    Sai do meu estado catatônico e comecei a ir em direção à saída do shopping, ela provavelmente foi para lá. Andava em passos rápidos e olhava pra todos lados pra ver se encontrava Ems, eu estava quase correndo para fora do shopping. Finalmente cheguei a saída do shopping, logo atravessei as portas duplas e comecei a olhar pelo estacionamento.

    Não sabia com que carro ela havia vindo então não pude imaginar pra onde ela ia. Desviei de alguns carros que entravam no estacionamento e comecei a procurar Ems, felizmente eu consegui encontrá-la. Ela rodava sua própria cadeira rapidamente e apesar de estar de costas, podia ver uma expressão brava e irritada em seu rosto.   

    -Emily -Gritei e comecei a ir em sua direção, ela provavelmente ouviu mas não parou -Espera! Precisamos conversar, não podemos terminar assim -Continuei gritando e isso chamou atenção das outras pessoas no estacionamento, pelo menos eram poucas.

    -Não podemos terminar algo que nem começou -Emily virou sua cadeira em minha direção e parou.

    -Podia ter começado se você não fosse tão egoísta -Gritei mas logo me interrompi.

    -Babaca! -Emily gritou e ficou vermelha. Estava enfurecida, sendo que ela que brigou comigo. 

    Não adiantaria em nada gritar ou brigar com ela. Emily sempre foi cabeça dura e marrenta e eu sempre soube lidar com ela, apesar de ser bem díficil. Comecei a me aproximar dela, estávamos a alguns metros de distância. 

    -Cameron! -Emily Gritou e levou as mãos a boca e eu não entendi.

    Não deu tempo de nada. Não deu tempo de ouvir o que a Emily gritou nem o que as outras pessoas em volta gritaram, eu não consegui ouvir nem a buzina, nem consegui ver o carro que vinha em minha direção. Eu não pude desviar, não pude me salvar.  

P.O.V Emily Marshall

    -Cameron! -Eu gritei enquanto um carro vinha em sua direção, provavelmente querendo estacionar.

    O carro estava longe, imaginei que daria tempo de Cam sair da frente, eu gritei pra ele, eu avisei-o, mas ele não ouviu. O carro buzinou e eu gritei. Cam estava estático e eu só pude levar a mão aos olhos enquanto ouvia um baque surdo.

    Eu não conseguia olhar. Meu Deus, será que Cameron não sai da frente do carro? Abri meus olhos desesperada e senti meu coração parar de bater. O carro não estava mais lá, acelerou e foi embora e algumas pessoas estavam em um montinho. 

    Não consegui pensar em nada, simplesmente fui o mais rápido possível até o meio daquelas pessoas. Dos meus olhos já escorriam lágrimas e meu coração já estava apertado antes mesmo de olhar.

    As pessoas não me deixaram passar, ficaram em volta do que eu imaginei ser meu melhor amigo atropelado. Empurrei as pessoas que eu pude e consegui ver. A pior cena da minha vida.

    Cameron estava jogado no chão, seus olhos estavam fechados e havia sangue à sua volta, muito sangue. Eu conseguia ver cortes por seu lindo rosto e por seu corpo. Eu gritei assim que vi seu corpo. Não conseguia pensar em nada, eu simplesmente apoiei meus braços na minha cadeira de rodas e joguei-me dela pra cima do Cameron.

    Não me importava se eu não devia tocar nele, eu precisava saber se ele estava vivo.

    -Alguém liga para a-ambulância -Falei soluçando e as pessoas apenas me olharam, claro, era uma garota cadeirante atirada em cima de um garoto atropelado -RÁPIDO! -Eu gritei desesperada.

    Quando vi pessoas tirarem o celular de seus bolsos, tentei checar a pulsação de Cam, eu realmente não sabia o que fazer. Eu não conseguia pensar no que fazer, estava desesperada e logo deitei minha cabeça em seu peito pra ver se ouvia seus batimentos cardíacos. Quando ouvi as batidas de seu coração soltei o ar que nem sabia que estava prendendo.

    -Sai dai garota! -Uma voz masculina falou e senti braços tentando me puxar.

    -N-não -Falei soluçando enquanto continuava em cima de Cam.

    Eu não devia ter encostado nele. É culpa minha tudo isso. Ele me beijou, disse que gostava de mim e eu dei uma de louca, mostrei meu lado insegura. Eu fiz ele vir atrás de mim, fiz ele se estressar e gritar. Eu dizia que ele era culpado pelo meu acidente, pois no momento em que o carro bateu eu estava mandando uma mensagem de voz já que ele não atendeu o telefone, isso era uma mentira, mas o acidente de Cam, é realmente minha culpa.

    Eu estava em cima do corpo de Cam chorando. Ele não abria seus olhos, mas seu coração ainda batia. Seu sangue manchava o chão e minhas roupas, eram muito sangue e eu queria poder fazer alguma coisa, queria poder correr atrás do carro que atropelou ele, dirigir e levar Cam até o Hospital, mas eu não podia fazer nada.

    Eu não sei quantos minutos se passaram, eu só sei que eu chorei muito até a ambulância chegar. Os paramédicos logo gritaram pra mim sair de cima dele, mas eu não podia. EU NÃO ANDO e o acidente de Cam parece tão grave que eu tenho medo que ele não possa andar. Tenho medo que minha história se repita com meu melhor amigo. Eu não vou aguentar.

    Logo os paramédicos notaram que eu era cadeirante e botaram-me na minha cadeira novamente. Eu estava suja de sangue e chorando enquanto via os paramédicos botando Cam em uma maca.

    -O que você é dele? -Um dos paramédicos perguntou.

    -Sou a melhor amiga, m-me deixa ir junto! -Falei e ele assentiu.

    O paramédico chamou uma mulher que estava na ambulância e pra ser mais prático os dois simplesmente pegaram minha cadeira, um em cada lado e conseguiram botar-me dentro da ambulância.

    Logo estávamos em movimento. O paramédico que me ajudou a subir estava cuidando de Cam, o homem botou um aparelho para ajudar Com a respirar e conectou algo a ele que mostrou seus batimentos cardíacos fracos.

    Eu não sabia o que fazer. Eu estava parada olhando e chorando em silêncio. E se Cam morresse? Deus, eu nem posso pensar nisso! 

    Lembrei do meu celular em meu bolso e logo tentei pegar ele, quando consegui pegá-lo a primeira coisa que fiz foi discar o número da Srª Dallas.

    -Alô, querida? -Gina atendeu o celular, provavelmente sabia meu número.

    -Gina, você precisa ir pro hospital agora! Houve um atropelamento... -Falei baixo.

    -O que aconteceu? Meu Deus, você está bem? -Ela perguntou e já parecia desesperada.

    -Não é nada comigo, eu estou na ambulância agora, com Cam, ele foi atropelado e não parece bem, por favor venha rápido -Falei chorando no telefone.

    Gina ficou quieta. Eu ouvia sua respiração pesada e podia imaginar que seu rosto já estava tomado por lágrimas, Cam era como um bebê pra ela, sempre seria. 

    -Estou indo! -Gina falou firme.

    -Avisa os garotos se puder! Vai ficar tudo bem Gina, eu prometo -Falei e logo a ligação foi finalizada.

    -Era a mãe dele? -O paramédico perguntou.

    -Sim -Segurei as lágrimas para responder.

    ''William houve um acidente com Cameron, estou no hospital, pode ir para a casa'' Aproveitei para mandar uma mensagem para Will já que ele provavelmente ainda estava no shopping e logo guardei meu celular.

    Nós chegamos ao hospital rápido e logo várias pessoas apareceram e abriram as portas da ambulância. Ninguém nem ligou pra mim ali, eles só gritavam uns com os outros e começaram a tirar a maca de dentro da ambulância.

    Carregarram a maca de Cam pra dentro do Hospital e o paramédico que estava na ambulância voltou para tirar-me de lá. Dessa vez ele deu um jeito de ajudar-me a descer sozinho e logo estava empurrando minha cadeira para dentro do hospital.

    -Obrigado -Agradeci assim que ele me deixou na sala de espera -Onde levou Cam?

    -Um médico vai analisar ele, quantos anos você tem? -Ele perguntou rápido.

    -Dezesseis -Respondi. 

    -Tudo bem. Vamos ter que esperar a mãe dele chegar e me diga qual o nome dela? -O paramédico perguntou.

    -Gina, Gina Dallas e ele se chama Cameron Dallas -Respondi e o homem assentiu e saiu dali.

    Na sala de espera tinham poucas pessoas até e eu não me incomodava de chorar na frente delas.  Alguns minutos ou até mesmo horas se passaram e eu estava nervosa esperando Gina, ela estava demorando demais. 

    -Srª Dallas? -Alguém saiu de uma porta e eu vi um homem, provavelmente o médico que estava cuidando de Cam.

    -Ela não chegou, por favor fale comigo -Falei e o homem olhou pra mim.

    -Quem é você? -Ele chegou perto enquanto trazia uma ficha na mão.

    -Sou a melhor amiga de Cameron Dallas, Emily Marshall -Respondi nervosa, não poderia esperar mais pela Gina -Você precisa me falar como Cam está! Agora!

    -Um dos paramédicos me falou que uma amiga dele estava aqui e também disse que você é menor de idade. Eu lamento  Srtª Marshall, não posso te dar informações -O médico falou.

    -Eu não sou só a melhor amiga dele, eu amo esse garoto, não posso esperar! Por favor, me conta como ele está -Falei e voltei a chorar sem vergonha nenhuma na frente daquele desconhecido.

    -Acalme-se! 

    -A mãe dele está demorando, por favor, me diga se Cam está bem! 

    -Tudo bem mocinha! Ele está com alguns arranhões e provavelmente vai ficar com alguns roxos nada grave até aí, mas também está com uma hemorragia interna, perdeu e está perdendo muito sangue, preciso levá-lo para cirurgia o mais rápido possível para parar o sangramento... -O homem falou calmamente mas eu o interrompi.

    -Então levem logo! Estão esperando o que? Por favor! -Falei desesperada.

    -Eu preciso da mãe dele aqui. Nós precisamos fazer uma transfusão de sangue urgente e o banco de sangue do hospital está basicamente falido, os acidentes aumentaram muito!  -O médico explicou pacientemente.

    -Qual o tipo sanguíneo dele? Será que eu posso doar? Eu estou falando sério, não quero nem saber se precisa da permissão de alguém, Gina vai aceitar a cirurgia -Falei irritada -Por favor! Não pode deixar ele morrer, eu estou aqui e sou como a família dele. 

    -Eu sei que a mãe dele vai aceitar, todas mães aceitam várias coisas para salvarem a vida dos filhos... Talvez eu deva fazer a cirurgia. O tipo sanguíneo de Cameron é A+ e qual seu tipo sanguíneo garota? -Ele perguntou e eu respirei aliviada.

    -É O+ -Respondi -Posso doar meu sangue para Cam? 

    -Sim, mas me diga o que aconte... -Interrompi ele, já sabia  a pergunta.

    -Foi só um acidente de carro, eu não tenho nenhuma doença! Chega, vamos logo com isso.

    O médico assentiu e falou seu nome, era Dr. Hale. Logo ele começou a empurrar a minha cadeira até uma sala e daí por diante aconteceu tudo rápido demais. Ele levou-me até uma sala totalmente branca e com aquele típico cheiro de hospital e produtos químicos. Uma mulher de uns 40 anos talvez estava lá e ela era a responsável pelas doações de sangue, mas antes eles fizeram-me assinar um papel, era algo sobre a confirmação da doação de sangue.

    O médico saiu da sala, dizendo que ia preparar tudo, já no corredor eu podia ouvir ele gritar, provavelmente para sua equipe. A mulher foi simpática comigo, mas eu estava tão nervosa que não conseguia retribuir. Logo tinha uma agulha no meu braço  e uma bolsa de sangue ao meu lado, meu sangue corria por um tubinho e pingava na bolsa.

    A partir de hoje, meu sangue correria nas veias de Cameron. Mais minutos se passaram e finalmente terminou, foi bastante sangue até e a moça ofereceu-me algo para comer e beber, mas eu não aceitei, apesar de me sentir um pouco tonta.

    A moça levou as bolsas de sangue  e me ajudou a voltar pra sala de espera, apesar de eu insistir para ver Cam antes dele entrar em cirurgia.

    -Você doou bastante sangue, precisa estar bem para falar com seu amigo! -A moça disse enquanto deixava-me na sala de espera e me alcançava um biscoito -que eu já tinha negado várias vezes-.

    -Tudo bem -Respondi e mordi o biscoito contra a minha vontade. Ela sorriu e saiu de perto de mim.

    Dr. Hale passou por mim e balançou a cabeça como se dissesse que estava tudo certo. Escorei-me na parede e fechei os olhos.

    -Emily -Alguém gritou e eu me assustei, mas logo reconheci a voz de Gina.

    Na minha frente apareceu, Gina e seu marido e infelizmente minha mãe e meu pai.

    -Tinha trânsito. Onde está o médico? Onde está Cameron? -Gina perguntou ofegante.    

    -Entrou na cirurgia a alguns minutos, ele teve uma hemorragia, perdeu muito sangue e precisam parar o sangramento. Eu disse que você daria permissão para a cirurgia -Respondi ela e sorri para tentar acalmá-la, Gina era como uma segunda mãe pra mim. Eu a amava e não podia ver ela sofrendo daquele jeito.

    -O que é isso Emily? -Minha mãe perguntou brava e puxou meu braço, olhando o curativo.     

    -Não podíamos esperar muito, ele precisava da cirurgia e precisava de sangue, o meu era compatível e eu doei para ele -Respondi minha mãe, estava fraca, triste e sem paciência para brigar hoje.

    -Por que diabos você fez isso? É menor de idade, eu não permiti! -Martha basicamente gritou e meus ouvidos doeram..

    -Por que é isso que fazemos pelas pessoas que amamos! Nós nos sacrificamos.

I tried to sever ties and I

Eu tentei cortar os laços e eu

Ended up with wounds to bind

Acabei com ferimentos para curar

Like you're pouring salt in my cuts

Como se você jogasse sal nos meus cortes

And I just ran out of band-aids

E os meus band-aids acabaram de acabar

I don't even know where to start

Eu não sei nem por onde começar

'Cause you can't bandage the damage

Pois não se pode fazer curativo nesse ferimento

You never really can fix a heart

Nunca se pode consertar um coração, na verdade


Notas Finais


obs: pessoas com tipo sanguíneo O+ podem doar para a maioria dos outros tipos.
a música no final é Demi Lovato - Fix A Heart
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=eY_qdWbCLE8
********ME RESPONDAM AQUI AMIGOS. VOCÊS GOSTAM DE CAPÍTULOS GRANDES? GOSTAM DOS DETALHES? por que se vocês ficarem entediados eu posso maneirar.*******
até sábado!


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