História He Is Gay - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Kendall Jenner, Nicola Peltz, Purple_ninjas2, Sexo
Exibições 897
Palavras 3.943
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláaaaaaa meus amores! Aqui estou eu, com o coração na mão, dando fim a mais uma Fanfic </3
Sei que essa Fanfic não foi tão grande como normalmente é, mas acabei me apegando pra caralho nela e espero que todos vocês gostem desse final <3
Boa leitura <3

Capítulo 7 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction He Is Gay - Capítulo 7 - Epílogo

...Justin Drew Bieber Point Of View...

Minha adolescência inteira foi baseada em incertezas, das mais variadas, sobre o que eu gostava, como meus pais reagiriam, como as pessoas me tratariam, mas com vinte e seis anos eu não era mais assim, e me sentia orgulhoso por toda a minha insegurança ter se dissipado.

Eu precisei de ajuda, dos mais variados profissionais da área até ter certeza de que era algo totalmente normal, que era algo do qual todos partilhavam, mas havia alguém que tornava essa insegurança totalmente invisível.

Ryan não era só o meu melhor amigo, ele era o cara capaz de provar todos os dias que eu merecia amor ao invés de ódio, com seu jeito engraçado e doce de tornar os fins das minhas noites algo muito melhor.

Tinha me mudado logo após o término do ensino médio, achei que seria melhor me afastar um pouco, andar sem precisar da ajuda de terceiros.

Acabei por conseguir fazer parte da Universidade Columbia, Ryan se mudou para Nova Iorque comigo alguns meses depois da minha partida, diferente de mim, ele preferiu trabalhar por lá ao invés da faculdade. Alugamos um apartamento pequeno, não tínhamos muita coisa, mas apesar de tudo, meu pai tentou nos ajudar no que fora necessário.

Eu consegui concluir a faculdade de arquitetura, nós deveríamos ter voltado após isso, mas eu gostava de lá, e me sentia confortável mesmo vivendo em um apartamento pequeno.

Ryan subiu de cargo onde trabalhavam e eu consegui um emprego, tudo foi evoluindo e melhorando, com o tempo comprados um apartamento nosso, da forma como desejávamos, e a mais ou menos dois meses, tínhamos aderido a ideia de abrir um negócio, algo simples, mas que tivesse o nome de ambos.

— Estou com um pressentimento ruim sobre voltar ao Canadá — resmunguei, observando-o escolher quais casacos colocar na mala.

— Sobre voltar ou sobre reencontrar pessoas que não gostaria? — Ryan tinha me feito perder a fala, fora totalmente instantâneo, ele estava, certo.

O final do último ano do ensino médio não foi um dos melhores, não para mim. Apesar de Ryan estar ali em todos os momentos e tentar não se sentir constrangido com a nossa aproximação, ter Faith me tratando da pior maneira possível, fora as minhas piores lembranças de uma adolescência ruim.

Não era possível que alguém que sempre foi considerada uma das minhas melhores amigas não pudesse olhar na minha cara se não para me tratar com frieza.

Certamente ter um amor não correspondido a magoaria, mas eu não podia fingir um amor entre homem e mulher que não existia tratando-se dela, eu a amava como um bom amigo, nada mais que isso, tal como April, eu esperava conhecer a pessoa pelo qual ela dizia estar apaixonada, mas ela nunca falou sobre o assunto.

— Você sabe que eu perdi o contato com ambas.

Ryan deu de ombros, mostrando sua indiferença, mas eu sabia que apesar de terem passado tantos anos ele ainda odiava Faith por ter tentado se vingar de mim, tratando-me mal.

— Eu não consigo odiá-la, sei que parece o certo para você, mas ódio não nos levará a lugar algum, e eu a perdoo por tudo o que tenha feito comigo no passado.

O loiro respirou fundo, deixando o tecido de lado e me encarando nos olhos.

— Me desculpe, as vezes é difícil entender como consegue ser tão doce e bondoso com quem não deveria — ele se aproximou, sentando-se ao meu lado e segurando em uma das minhas mãos. — Me prometa deixar falar poucas e boas a ela caso a vejamos nessa festa de ex-alunos e ela me provoque? — soltei uma risada antes de concordar, e Ryan sorriu, aproximando-se. — Temos algumas horas antes do vôo, o que acha que devemos fazer? — seu tom de voz baixo e sensual enquanto encarava a minha boca.

— Me diga você…

— Talvez seja melhor, mostrar.

. . .

Minha antiga casa não estava tão diferente de como sempre foi, com aquele ar acolhedor e os flocos de neve cobrindo a calçada, pude respirar com mais leveza quando o táxi nos deixou em frente a casa.

Nós tínhamos optado por ficar em um hotel próximo ali, e tínhamos deixado todas as demais bagagens no quarto de hotel antes de decidirmos visitar a minha mãe.

Encarei Ryan vendo-o com um pouco de receio e tentei tranquiliza-lo, diferente da minha família, a de Ryan não tinha aceitado muito bem a ideia do único filho ser gay, o que só favoreceu para que decidisse se mudar comigo para Nova Iorque.

Eu não pretendia ficar muito tempo no Canadá, a festa de ex-alunos seria amanhã, e logo após, no dia seguinte iremos embora, eu não teria ao menos vindo se não fosse Ryan pedir tanto, já que diferente de mim, ele tinha vários outros amigos no tempo do ensino médio.

Pattie nos recebeu de maneira materna, usando toda a sua animação e surpresa ao nos ver ali, diante dos seus olhos.

— Tenho certeza de que não perderam a viagem, além de poderem rever a alguns amigos e familiares, ouço falar pela vizinhança que será uma festa memorável!

Tentei sorrir, aquela sensação de que algo muito errado ia acontecer, voltou a preencher o meu peito.

. . .

— Eu odeio gravatas! — murmurei, fazendo Ryan gargalhar.

— Você convive com uma todos os dias, babe. Já deveria ter acostumado.

— Eu sei, mas a cada tentativa sai um nó diferente, e nunca é o certo! — bufei.

Diferente de mim, Ryan não era apto a usar terno, e naquele dia ele tinha preferido algo mais confortável como jeans e uma camiseta social. Eu usava um terno a mais e gravata, a pior parte.

— Deixe-me tentar ajudá-lo — virei em sua direção, vendo-o levar os dedos até a gola da minha camiseta e tentar fazer um nó de gravata. — Não está tão bom quanto deveria, mas é o que eu sei fazer.

— Está ótimo! — sorri, inclinando-me em sua direção para selar nossos lábios rapidamente.

— Estamos atrasados.

Mordi o lábio, borrifando boa parte de uma perfume francês nos pulsos e no pescoço. Dei uma última ajeitada no cabelo e sorri olhando-o.

— Podemos ir.

A escola não tinha mudado muita coisa, agora tudo parecia mais rústico, os carros circulando o grande chafariz quando cada pessoa era deixada na porta do local, me senti nervoso, era como ir a minha formatura que propositalmente eu decidi faltar.

O táxi nos deixou no ponto certo, em frente às portas da escola, muitas pessoas circulavam por ali, carregando guarda-chuvas para levar os recém chegados até a parte interna da escola sem precisar passar pelos flocos de gelo que caíam lentamente em nossas cabeças.

— Sejam bem vindos! — sorri como agradecimento e Ryan apoiou uma das mãos no centro das minhas costas, guiando-me até o ginásio.

Eu não esperava ver tantas pessoas conhecidas, algumas pela qual eu jurava não ter um futuro muito bom, como Sarah Clarke que tinha uma recente barriga de grávida, ou ver uns dos garotos do time usando uma roupa formal com uma mulher doce e dedicada.

— O que quer beber? — virei rapidamente na sua direção e Ryan sorriu, percebendo o quanto eu estava calado, observando tudo e todos.

— Me traga qualquer coisa — ele concordou, beijando-me os lábios de maneira doce, sorri quando o vida tomar distância e sentei em uma das cadeiras vagas, passando o olhar vagamente sobre as pessoas ali presentes.

— Bieber? — ergui a cabeça tomando uma surpresa ao ver April, ela usava um vestido azul, saltos e os cabelos loiros estavam presos no topo da cabeça, apesar de mais velha, ela continuava com a mesma aparência de menina mulher.

— A-April… — engoli a seco, e ela gargalhou da minha feição assustada.

— Mesmo depois de anos você ainda parece um garotinho que se perdeu da mamãe no supermercado. — arqueou as sobrancelhas, soltando uma risada nasalada.— Acho que eu mereço um abraço, certo? — olhei à minha volta e fiquei de pé, um pouco receoso, envolvi sua cintura com os braços e respirei fundo o seu perfume doce. — Seria bom vê-lo dizer algo além do meu nome, com a sua típica feição de quem acaba de ser pego de surpresa.

— Me desculpe, eu não esperava vê-lo tão depressa.

— Então você esperava me ver? — ela arqueou uma das sobrancelhas, me afastei um pouco do seu corpo e mexi no cabelo, nitidamente nervoso.

— É uma festa de ex-alunos, April. Obviamente eu pensei na possibilidade de encontrá-la — revirei os olhos, fazendo a loira me encarar fingindo um drama básico.

— Então, conte-me sobre sua vida depois de se mudar?

Respirei fundo, era definitivamente uma longa história.

. . .

— Você continua tão bobo como sempre foi — April gargalhou mais uma vez, deitando a cabeça em meu ombro.

Eu não lembro de ter dito algo muito engraçado, porém, ela já tinha bebido algumas taças de champanhe servidos pelo salão, e ria de qualquer coisa que eu tenha dito nos últimos quarenta minutos.

Ryan tinha sumido desde que chegamos, conclui que provavelmente tinha encontrado ex-jogadores do time, e poderia estar lembrando os velhos tempos, tal como eu fazia com April, comentando sobre como  ela era travessa em todos os testes da escola, procurando colar para se sair bem.

— Você ainda se lembra de… — ela engoliu a seco, encarando os meus olhos de maneira receosa. — De Faith?

Eu lembrava, mesmo que não quisesse, tentava manter viva todas as lembranças positivas que ela me proporcionou anos atrás, e não as que se tratava da sua raiva e mágoa para comigo.

— E-Eu lembro — meu tom de voz soara receoso. April sabia sobre como ela tinha agindo comigo no passado e tentou amenizar a situação, mas não melhorou muito.

— Me desculpe ter de dizer isso a você, mas ela está o encarando faz cinco minutos.

Arregalei os olhos, April apontou com o queixo na direção de Faith e mesmo que eu não devesse, acabei olhando-a, encontrando os olhos castanhos escuros me fitarem de maneira enigmática, sustentando um expressão de dúvida e nervosismo.

Ela usava um vestido cor de violeta, com uma pequena abertura na barriga e que realçava o seu corpo, ela estava linda.

Ela me reconheceu depois da troca de olhares, deixou o copo sobre uma das mesas e caminhou até onde eu estava, graciosamente, balançando o quadril para ambos os lados de maneira sensual, tive de engolir a seco quando ela parou diante do meu corpo, com um sorriso amplo marcando os lábios rosados da morena.

— Como vão? — ela soou educada, diferente da última vez em que nos falamos.

— Qual é, Faith? Nos falamos ontem por telefone — April resmungou.

— Então deixe-me consertar a pergunta — ela me olhou, inclinando o corpo para frente, ficando a poucos centímetros de distância. — Como você vai, Bieber?

— B-Bem, e você? — pigarreei, fazendo com que meu tom de voz não soasse tão fraco.

— Ótima! — tentei forçar um sorriso e fiquei de pé, fazendo com que ambas franzissem a testa.

— Desculpe, eu preciso ver onde Ryan está — Faith me olhou decepcionada, por perceber claramente que eu estava fugindo dela.

Forcei um sorriso e me distanciei, desviando de algumas pessoas pelo caminho, tentando encontrar o loiro em algum dos grupos de garotos do time, mas ele não estava em nenhum.

Encontrei Ryan próximo ao banheiro masculino, um garoto que devia ter dezoito anos parado a sua frente, pareciam ter uma conversa animada e divertida, ambos sorriam, mas eu conhecia aquele sorriso de Ryan, era o sorriso de quando soava malicioso de alguma forma, ele estava dando em cima do garoto ou vice-versa.

Engoli a seco, peguei meu telefone e decidi mandar um SMS a ele perguntando sobre onde estava, que o esperava na porta do local, o observei tatear o bolso da calça e pegar o aparelho, mordendo o lábio ao ver que se tratava de mim.

Ryan trocou mais algumas palavras com o garoto antes de provavelmente pedir o número de telefone do mesmo, minhas mãos fecharam-se em punho quando o vi selar propositalmente a boca do mais novo, fingindo um falso descuido quando se afastou, pedindo desculpas.

Parecendo não se importar com o fato de ter sido beijado de surpresa, o garoto concordou com a cabeça, e Ryan o beijou, mais uma vez.

— Hei, o que você…? — Faith parou de falar ao encarar o mesmo ponto que eu olhava. A senti ficar tensa ao meu lado enquanto minhas mãos começavam a tremer pelo nervosismo. — Olha pra mim — suas mãos quentes pousaram nas laterais do meu rosto, me fazendo olhá-la. — Eu vou cuidar de você okay — me surpreendi com o seu tom de voz doce, Faith sorriu e segurou em minha mão, puxando-me para qualquer lugar fora daquele ginásio.

Reconheci a sala dos professores quando entramos nela, sentei em um dos sofás e escorei o meu corpo para trás, respirando pesado.

Faith procurou um filtro de água e me trouxe um copo com a mesma, sentando-se ao meu lado e olhando-me beber o líquido de maneira nervosa.

— Sei que você me odeia por ter estragado o seu último ano no ensino médio, eu só fui perceber anos depois o quanto eu tinha sido a pior pessoa do mundo em tratá-lo daquela maneira porque o amava e não era correspondida. Me perdoe por isso, sei que é difícil olhar para mim sem sentir raiva, mas eu amadureci, e reconheço o meu erro.

Eu podia sentir a sinceridade em suas palavras, segurei em sua mão, entrelaçando nossos dedos.

— Podia ser diferente se eu não tivesse quebrado o seu coração, não é mesmo? — a morena corou, e piscou, desviando o olhar totalmente constrangida.

— Eu não merecia seu amor de qualquer maneira, você era puro demais para mim, Justin — Faith tentou descontrair, dando um soquinho em meu ombro.

— Os opostos sempre fazem um bom time juntos — ela percebeu que eu não estava brincando, e ficou ainda mais envergonhada, tentando puxar a mão para longe da minha. — Desculpe, eu sei que é muito descaramento meu dizer algo assim, não quero que pense que é porque basicamente fui traído, mas sim porque, você pode ter um relacionamento agora — minhas bochechas coraram e Faith sorriu.

— Eu até tentei, mas todos os caras dessa cidade queriam algo apenas — deu de ombros. — Você está bem? — ela arqueou as sobrancelhas, tendo em vista que eu não parecia tão abalado quanto deveria estar.

— Você esperava que eu fosse chorar? — a morena manuseou a cabeça em sinal afirmativo. — Me diga o que isso fará em mudar o que Ryan fez? Ele pode se sentir arrependido amanhã ou depois, mas o que ele fez no passado não pode ser revertido, o máximo que eu posso fazer por ele é pedir que nunca mais troque um olhar comigo, que me dirija a palavra ou que me procure.

— Achei que pudesse perdoá-lo depois de ouvi-lo.

— Eu não preciso de explicações quando sei o que vi, Faith — ela concordou.

— Você quer ficar sozinho? — mordi o lábio, encarando o chão.

— Solidão é algo do qual eu não posso lutar — encarei seus olhos castanhos e a puxei para mais perto, fazendo a morena deitar a cabeça em meu ombro.

— Sinto muito pelo que Ryan fez.

— Ele fez comigo o que eu fiz com você, não se sinta culpada, talvez eu merecesse isso — suspirei, fechando os olhos.

— Você se tornou um príncipe, não se culpe por ter dito não a mim no passado, de verdade, eu precisava ouvir um não pela primeira vez — ela tentou me animar, com o tom de voz humorado.

— Faith? — a morena ergueu a cabeça, esperando-me dizer algo. — Posso pedir algo?

— Claro!

— Ligue para April, talvez seja bom relembrar os velhos tempos.

Eu sabia que me vingar de Ryan não me levaria a lugar algum, mas ter Faith tão próxima, os lábios carnudos e beijáveis me fazia lembrar de tudo o que já passamos.

Eu tinha descoberto pela minha breve conversa com April sobre sua antiga paixão, ela era apaixonada por Liam Lerman, um nerd do terceiro ano, e o fato de sentir vergonha sobre ele no ensino médio a fez perder alguém que amava verdadeiramente. Aquele tinha sido seu único e verdadeiro amor.

Aquela podia ser uma ótima maneira de lembrar como éramos, além de melhores amigos, dependentes um do outro.

A loira não demorou a aparecer logo após a ligação de Faith, abriu a porta com demasiada pressa e nos encarou, esperando por uma boa explicação para ver ambos encarando-a de maneira séria.

— Faith parecia aflita no telefonema, o que de errado aconteceu? — a loira ocupou a mesinha de centro, ficando a nossa frente.

Troquei olhares com a morena ao meu lado e voltei a fitar April, encontrando-a um pouco apreensiva.

Me inclinei na sua direção, vendo-a recuar um pouco constrangida.

— Faith e eu queríamos lembrar algumas coisas do passado — meu dedo indicador roçou na parte descoberta da sua coxa.

— Como o que, exatamente?

— Como vocês duas foram ousadas em me chupar durante a noite — a vi engolir a seco.

— M-Mas Ryan, ele…

— Ele provavelmente deve estar acompanhado, assim como eu — senti as mãos de Faith abraçarem a minha cintura, a mão passando um pouco abaixo do quadril, encontrando a minha genitália.

April ainda nos olhava esperando-me dizer algo, talvez um “brincadeira” mas nada aconteceu.

— Espere…

— April, você só precisa dizer se aceita ou não — Faith murmurou, a boca tomada por um enorme sorriso malicioso enquanto encarava a melhor amiga.

— Talvez seja bom lembrar do cara que sabe bem como tornar uma mulher em vadia entre quatro paredes.

Sorri, nada estava saindo como eu tinha planejado para essa viagem.

April ficou de pé a minha frente, segurei em sua cintura com uma das mãos, usando a outra para abrir o cinto da calça enquanto Faith me ajudava com tal coisa.

A morena puxou o meu pau para fora, usando as mãos para masturba-lo.

Encarei April e a fiz pousar uma das pernas sobre o estofado ao meu lado, quase perfurando o sofá com o salto, ergui seu vestido até a cintura, puxando a calcinha minúscula dentre as suas dobras até deixá-la no chão.

Deslizei meus dedos sobre a sua fenda molhada, mordendo o lábio ao ver a minha morena enfiar a cabeça entre as minhas pernas e beijar a cabeça do meu pau.

Puxei April para mais perto, ela segurou nos meus cabelos para um maior apoio e gemeu feito uma cadela quando lambi a sua boceta, brinquei com a minha língua sobre seu clitóris rosado, encarando seus olhos claros à medida que ela escorria cada vez mais, balançando o corpo contra a minha boca, desesperada.

Eu não tinha comida uma garota desde Faith, a anos atrás, era definitivamente estranho, mas ambas ainda possuíam o poder de me fazer ficar duro.

Suspirei, fechando os olhos, a boca de Faith chupando o meu caralho era uma das melhores sensações que eu já tinha experimentado na vida.

— Hm… — ela murmurou, engasgando-se com o meu pau, engolindo-o até o talo.

Comecei a latejar enquanto chupava a boceta de April, estava próximo de gozar em sua boca quando ela parou.

Fiquei de pé, respirando fundo.

— Preciso que Faith se incline sobre aquela mesa e que April deite-se na sua frente.

Ambas me obedeceram, April com sua boceta latejando de tesão enquanto os dedos de Faith a penetravam de maneira ritmada.

Subi seu vestido, colocando a calcinha da morena para o lado, sentindo-a totalmente encharcada em meus dedos, rocei a cabeça do meu pau em sua bocetinha gulosa e ela gemeu o meu nome.

Segurei em sua cintura, passando o meu caralho em suas dobras, mergulhando minha glande rosada entre os lábios encharcados da sua boceta.

Faith ergueu uma das pernas, colocando-a dobrada sobre a mesa e tomando impulso para mover o quadril de acordo com os meus impulsos, fazendo a penetração se tornar mais rápida e mais funda.

Eu socava meu pau em sua boceta, sentindo minha goza subir ao canal de maneira rápida, a morena gemia enquanto tentava acariciar o clitóris de April, mas suas mãos tremiam denunciando um orgasmo próximo.

— Oh céus, Faith… — meu pau escapou da sua entrada, mas tratei de colocá-lo de volta, sentindo seus sucos vaginais molharem e escorrerem pelo meu caralho.

— Hmmm… Isso, baby! — ela gemia feito uma vadia entre uma metida e outra, seu orgasmo veio, inundando tudo, facilitando os movimentos enquanto a morena apertava meu pau dentro de si, não tardou para que eu sentisse a mesma sensação e melasse-a por dentro com força, deixando sua boceta ainda mais encharcada.

Faith estava com as pernas fracas pelo recente orgasmo, a goza de ambos escorrendo pelas suas pernas enquanto ela respirava satisfeita, virando-se na minha direção e me encarando de maneira séria.

As mãos seguraram nas laterais do meu rosto e ela me beijou de maneira rápida.

— Foda a loira com força okay — assenti com a cabeça e Faith sentou-se em uma das poltronas próximas, assistindo a tudo.

April mal respirava, seu peito subia e descia de maneira brusca, seu corpo convulsionou quando me enfiei dentro dela, com o pau babando pela goza de Faith e a minha, penetrando-a com maior facilidade.

A loira se contorceu, erguendo o quadril e sussurrando o meu nome de forma fraca.

Engoli a seco, bombeando dentro dela da maneira como Faith havia ordenado, vendo-a assistir a cena de maneira satisfeita, com o lábio preso entre os dentes.

Me permiti ficar tenso quando a morena ficou de pé, ficando logo atrás de mim, uma das mãos contornou a minha cintura e a outra segurou-me pelo maxilar, me fazendo olhá-la.

— A faça gozar… — mordeu o meu lábio, apreciando de perto o momento em que April cobriu o meu pênis com o seu gozo.

Meti mais algumas vezes, enchendo sua boceta com o meu leite, deixando-a ainda mais molhada e cansada.

Arrumei as minhas roupas e fechei o zíper da calça, escorei-me na mesa, tentando regularizar a respiração, April fazia o mesmo.

— Eu preciso ir — murmurei, coçando a nuca.

— Tente não sumir — April brincou, mordendo o lábio. Sorri abraçando-a de lado, me sentia como da primeira vez em que transamos, mal conseguia olhar para ambas.

— Tudo bem.

Nós deixamos a sala em passos silenciosos, do corredor era possível ouvir o som abafado da música que vinha do ginásio.

— A relação romântica de vocês dois é repudiada pelo meu jeito estupido! — April nos abraçou apertado enquanto ria, logo virando o corredor. Me aproximei de Faith e fiz o mesmo, reprimindo os lábios ao me afastar, deixando-a ali, parada.

Eu definitivamente não era apto a despedidas.

— Justin? — ela me chamou de maneira receosa, deu um passo à frente mas recuou em seguida. — Posso visitá-lo em Nova Iorque? — seu tom de voz soara acanhado.

— Você precisaria do meu endereço — coloquei as mãos nos bolsos da calça e me aproximei da morena. — Posso dizer a você amanhã, o que acha de almoçar comigo? — seus lindos olhos castanhos tomaram uma proporção maior enquanto ela me olhava de maneira extasiada.

— Como amigos?

— Você quer que seja? — ela engoliu a seco, pigarreando logo após.

— E-Eu não sei.

— Então vamos descobrir — coloquei as mãos em sua cintura, aproximando o nariz da curvatura do seu pescoço, fazendo-a apartar o tecido do meu terno, Faith cheirava tão bem — Eu não vou quebrar seu coração novamente, tudo bem, Faith? — ela concordou, um pouco domada pela nossa proximidade. — Até amanhã, baby.

Ela sorriu para mim, a peguei de surpresa quando selei rapidamente os nossos lábios, não esperei por qualquer reação vinda dela e deixei o local.

Meu celular tinha várias mensagens de Ryan, mordi o lábio, olhando o visor, indeciso sobre responder ou não.

“Espero que tenha se divertido beijando outras bocas, eu me diverti vendo-o fazer tal coisa. Não volte para casa a menos que seja pra pegar o que é seu, Butler”.

Pela primeira vez eu tinha a sensação de que estava fazendo algo certo.

Notas finais:


Notas Finais


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Porn Star: https://spiritfanfics.com/historia/porn-star-6952203
Sex, Love And Lies: https://spiritfanfics.com/historia/sex-love-and-lies-7055885
Essa última tem uma temática que lembra um pouco HIG então se você curte esse tipo de Fanfic, corre lá!
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Um beijo suas lindas! Obrigada por tudo.

Não esqueça de deixar seu comentário de despedida okay <333333
Amo vocês <3


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