História Healer - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Nórdica, Pantera Negra, Thor
Tags Allya, Asgard, Diana, Freyja, Frigga, Loki, Redenção, Thor
Visualizações 33
Palavras 2.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Eu demorei séculos a fio pra postar, mas eu tô aqui, então VAMO LÁ!
Tô muito animada porque esse capítulo é muito bom e as tretas começam a partir dele.
Só segurem o core!
Aliás, tava com saudades e vocês????
Estão lendo Brave também?
Conto mais sobre isso, pra quem não sabe, nas notas finais!

Capítulo 6 - O homem que vive nos sonhos, vive!


 

Allya já não sabia mais onde estava, quanto tempo fazia desde a sua luta com o homem misterioso. Ela só sabia que seus olhos se abriam e fechavam de tempos em tempos enquanto seu corpo era envolvido em dores lancinantes e tremores que a faziam lembrar das febres fortes que teve quando criança.

Dores e febres assim a fizeram lembrar de sua mãe, não Diana, mas sua mãe biológica que morreu não antes de agonizar por inúmeros dias na cama do quarto ao lado do dela.

Tudo parecia esquisito demais, como se Allya estivesse presa dentro de si mesma sentindo dor, frio e cansaço.

Era quase como um inferno particular e ela mal podia sentir os dedos dos pés e das mãos. Ela não conseguia se mexer, apenas abrir os olhos e diferenciar as cores do céu que passavam de um azul meio cinzento até o escuro da noite onde a lua se escondia atrás das nuvens carregadas.

Mesmo que ela não sentisse a chuva cair por sobre ela, podia sentir o cheiro de terra molhada sob seu corpo e também o gelado do vento que dançava sobre ela como se fosse uma pira e alguém estivesse dançando sobre seus restos mortais.

Talvez o homem que a atacou não estivesse morto, afinal. Talvez fosse seus pés dançando sobre ela alegremente por ter derrubado uma guerreira e a deixado ali à deriva de qualquer perigo.

Allya tentou concentrar seus pensamentos, que viajavam de sua infância até os atuais dias, nas batidas audíveis de seus dentes. E enquanto ela lutava contra as rajadas de acusações que seus demônios gritavam para ela, mal pôde sentir seu tigre deitando sobre suas pernas a fim de esquentá-la enquanto mais uma chuva caía na madrugada.

Por dias, Allyana se manteve imóvel, inconsciente na maior parte do tempo, acreditando que morreria. Mas, Freyja havia lhe prometido proteção, assim como Diana pedia todos os dias.

Uma guerreira como ela não morreria por um simples veneno, por mais forte que fosse.

E por dias, o tigre lambeu a ferida de seu braço que parecia ainda mais terrível do que um dia depois a luta. Por dias, ele manteve seu pelo branco sobre ela até que as chuvas dessem uma trégua e até que a febre se dissipasse de seu corpo.

Enfim, quando a temperatura dela normalizou, Allya pode abrir os olhos e se manteve consciente o dia inteiro. Seus pensamentos embaralhados, hora por hora, começaram a se conectar e sua mente parecia se curar da insanidade.

Dias depois, ela conseguia mexer os dedos dos pés, das mãos e até sentir os pelos do tigre sobre seu corpo. Ele se recusava a sair do lado dela.

E assim, um dia, quando a luz da alvorada subiu ao céu e coloriu a mata de Wakanda, Allya abriu os olhos e se sentiu forte o suficiente para se sentar e se arrastar até uma árvore enquanto o tigre a rodeava.

Pouco tempo depois, ele apareceu com pequenos roedores o que a obrigou a se arrastar por mais vezes na floresta à procura de madeira para uma fogueira. Mesmo que seu corpo estivesse dolorido, Allya sentia-se de tempos em tempos um pouco mais forte para lutar pela sua sobrevivência.

E assim, aquele dia terminou com um bom roedor assado dividido entre um tigre e uma guerreira.
 

Asgard

''Minha vida, meu amor, meu ímpeto, vieram da

Dor!

Você fez de mim alguém que acredita, acredita...''

Mal parecia que tinham se passado dez anos após a grande guerra. Hela e todas suas sombras malditas e malignas tinham voltado para o Helheim graças a Diana e Loki que a mandaram de volta para o inferno de onde viera. E mesmo que ela fosse sua mãe, Diana não podia estar mais satisfeita do que ela ter se tornado o próprio inferno de si mesma.

De acordo com Freyja, que agora tinha acesso aos deuses antigos e poderosos, Hela tinha se tornado a alma de Helheim, ela era a própria terra obscura que mantinha os mortos, mas que agora, não eram mais atormentados sem razão.

O Hel sempre foi o lugar onde os não guerreiros, mortos por doença, mortos de velhice, tivessem um lugar para descansar. Os injustos tinham sim um lugar especial dentro do Helheim. O lago da agonia onde suas almas permanecia para sempre, mergulhados em sua própria agonia, porém, antes, Hela havia feito com que todas as almas, até mesmo as justas passassem por maus bocados.

Agora, eles tinham paz e o Helheim ficava cada vez mais esquecido nas mentes dos asgardianos. Geralmente, midgardianos iam para lá. Não era o descanso que os esperava, mas sim os brindes e as festas de Valhala junto com as Valquírias.

Diana pensou e repensou em como seria desconfortável andar sobre um cavalo pelas ruas da cidade de Asgard junto com sua mais nova família para a comemoração da paz. Sua mente continuava em Allya perdida em alguma parte da Yggdrasil pronta para cumprir uma missão tão perigosa quanto ela mesma passou.

Tudo que O’connor queria era que sua filha de coração não passasse por maus bocados assim como ela. Que sua mente não fosse sequestrada e que nada dela fosse roubado assim como seu primeiro filho.

Ainda era difícil pensar naquele pequeno guerreiro ou guerreira que crescia dentro de si enquanto Hela tomou controle de Asgard e o arrancou de seu ventre para obter ainda mais poder pelos laços de sangue que tinha com ela.

Sua mãe não havia sido nada além de egoísta e uma psicótica ambiciosa que colocou na frente seus desejos de vingança do que a própria filha que dizia amar tanto a ponto de querer destruir pedaço por pedaço o reino de Odin por puro ódio e vontade de devolver seu sofrimento na mesma moeda.

Diana sabia que o que Odin tinha feito a Hela não havia sido bom. Ele tinha matado seu pai, o amor de sua mãe, a separou de sua filha fazendo com que a irmã a tivesse enviado para terra. Uma criatura de outro planeta em um lugar onde a ciência poderia transformá-la em um rato de laboratório. E mesmo que seu passado estivesse pintado de dor, traição, morte e sangue, Diana não odiava Odin. Mesmo que ele tivesse condenado Loki a uma dor emocional tão grande quanto ela passou, O’connor não odiava o rei de Asgard e nem queria vingança enquanto ele permanecia em seu sono profundo.

Ele era só mais um.

Alguém com um coração estranhamente maluco quanto qualquer um ali.

Todos tinham feito coisas ruins. Diana era uma dessas pessoas. Mesmo sua mente sendo controlada, ela sentia desejo de sangue, tinha vontade de matar quem perturbava sua pequena paz e sabia que se alguém fizesse mal a Allya, ela faria o inferno na terra, em Asgard e onde fosse, ela ainda era uma pessoa que refreava essa vontade, esse ponto escuro que todos tinham dentro de si.

Alguns apenas alimentavam isso, outros, decidiam repreendê-lo e guardá-lo no mais fundo de sua alma a fim de se tornar uma pessoa boa.

Diana fez isso, assim como Loki.

Então, os pontos de escuridão estavam adormecidos e permaneceriam assim, exatamente como Odin em seu sono, exatamente assim como Hela, dormindo em seu próprio inferno.

Diana se olhou no espelho de seu grande quarto. A barriga protuberante fazia com que seus lábios permanecessem em um levantar gracioso enquanto ela avaliava o vestido roxo púrpura que escolheu para o evento.

Loki a esperava no salão assim como os outros. Eles estavam prestes a começar a caminhada de celebração pela cidade e ainda assim, Diana se sentia nervosa por participar de eventos assim como parte da família real.

Era esquisito.

Uma simples astrofísica, texana, uma mulher que jurava ser humana agora fazer parte de uma família real, ser uma guerreira e ter por dono de seu coração um Gigante de Gelo de sangue real.

Qualquer um bateria a cabeça na parede ao tentar entender sua história e como os caminhos de seu futuro a levaram para esse presente desconcertante, porém, amável.

Diana não amava ser de uma família nobre, isso pouco importava. Mas ela amava ao sentir os dedos cálidos de Loki em seu cabelo enquanto eles ficavam em silêncio admirando a noite cair de sua cama.

Ela amava estar em casa, nos braços dele, pois ele era sua casa, então, aquele era um presente amável. Algo ainda maior e melhor do que um dia sua mente pediu.

Ao descer as escadas e encontrar os olhos verdes de Loki, ela tentou ao máximo empurrar aquela sensação ruim de medo por participar da caminhada e assim que suas mãos se tocaram, nada mais importou.

O trote do cavalo levou a ela e os demais para fora e enquanto eles passavam pelas ruas, o povo acenava, jogava pétalas de flores asgardianas, dançavam e brindavam a favor dos heróis da Grande Guerra.

Eles saudavam o rei Thor que sorria e acenava. Jane permanecia como uma fina dama. Ela se mantinha na frente de Thor enquanto ele a segurava por trás e segurava a crina do cavalo com as mãos.

Os braços robustos envolvendo Jane em seu tronco forte e grande de forma protetora.

Loki fazia diferente. Diana permanecia sobre o cavalo enquanto ele guiava o garanhão negro assim como seus cabelos. Ele permanecia ao lado de Thor regendo a caminhada enquanto Frigga vinha atrás regendo a multidão em seus cânticos.

Parecia algo extremamente mágico para Diana. O sol brilhava, o povo dançava, cantava. O cheiro de magia rodopiava no ar e nada parecia poder quebrar aquele clima de gratidão e paz.

Assim que chegaram na praça principal de Asgard, um local tão majestoso e enorme quanto o palácio, o povo os seguiram e se permitiram ficar algum tempo em silêncio por todos aqueles que perderam.

Diana observou lágrimas sorrateiras deslizarem por rostos contorcidos de dor. Os guerreiros ali lamentavam a perda assim quando a guerra estivesse acabada. Aquilo era uma representação de bravura porque, se ainda tivessem espadas injustas brandindo, eles lutariam e depois de adormecê-las para sempre, então eles lamentariam pelos caídos em batalha.

Enquanto houvesse guerra, eles lutariam e depois disso, poderiam descansar e lançar amor àqueles que foram perdidos.

Diana nunca tinha visto um povo tão bravo e forte e esperava que pudesse ser assim também.

Loki recolheu lágrimas sorrateiras de seus olhos, o que a surpreendeu, não pelos dedos carinhosos dele, mas sim por também se lamentar por seu filho, por Naveen, por inúmeros outros que ela não conhecia, mas que sentia em seu âmago a perda e a culpa por ter sido uma das razões pelo banho de sangue em Asgard.

— Você não tem culpa por nada disso — Loki sussurrou em seu ouvido fazendo com que seu corpo reagisse a ele.

Diana se recostou em seu peito. Ele havia subido no cavalo enquanto o momento de silêncio continuava e acariciou os cabelos negros da amada.

A morena assentiu limpando as bochechas com os dedos e aproveitou do carinho da pessoa que mais a apoiou e a salvou tanto de guerras como aquela, quanto de si mesma.

Diana mal podia agradecer a Loki por ter cedido naquele dia na Bifrost. Se não fosse por ele, se não fosse por seu amor, tudo, absolutamente tudo dentro dela estaria destruído hoje. Até mesmo a fé.

E enquanto o momento de silêncio se findava, Diana correu os olhos pela multidão encontrando paz interior, graça, amor, uma dor que, aos poucos, se findava, determinação e… ódio.

Ao encontrar aquele olhar, Diana não teve medo, na verdade, seu queixo se inclinou devagar e ela sustentou o desafiador e raivoso olhar do nobre Eivor.

 

Wakanda

 

Mais dias se passaram e a força de Allya se instalou pr completo. Ela caçava junto com seu tigre e voltava para o lugar onde passou dias cada vez mais perto da morte.

Seu braço havia ficado com uma cicatriz rosada, o que seria mais uma marca em seu corpo que a mostraria o quanto ela havia lutado por sua própria sobrevivência por mais que a vida tivesse perdido a cor.

Ela quis lutar naquele momento, não por ela, mas por Diana, pela missão e, surpreendentemente, pelo homem nos seus sonhos.

Ele aparecia de tempos em tempos enquanto ela gemia de dor e alucinava por conta da febre. Seus cabelos grandes ainda cobriam o rosto. Era difícil de vê-lo, mas seus olhos, seus olhos inconfundivelmente castanho esverdeados permaneciam lá, a olhando com um amor diferente de todos que um dia ela já viu em alguém.

Allya permaneceu ali, sob a estátua enorme da pantera até que Freyja a mandasse prosseguir. Ela o fez, sem questionar, pela primeira vez,

Sua espada empurrava as folhas das árvores enquanto ela caminhava cada vez mais pra perto da estátua. A deusa do amor disse que o ponto inicial de sua missão estava ali, no coração daquela floresta.

Allya não podia dizer que acreditava veemente na deusa, e que não duvidou sequer um minuto, mas, se manteve em silêncio enquanto prestava atenção a tudo ao seu redor. Não queria ter mais um encontro desagradável com um daquele homem que a envenenou.

Ela permaneceu andando com o tigre ao seu encalço. O silêncio deles dois a confortava, mesmo que o resto da floresta fosse imensamente barulhento, Allyana sentia um silêncio ansioso dentro de si.

Algo aconteceria e seria agora, naquele exato momento.

Ela tinha uma rota para seguir. Freyja a tinha dito que ali, no coração da floresta, estava o ponto inicial de sua missão e, assim, seu coração bateu tão forte e descompassado ao achar uma esguia passagem para dentro da terra.

Allya exitou, mas ouviu a voz de Freyja cochichar que era ali, o coração da floresta, era ali, as respostas para sua missão. Estava ali, a razão de ter sido enviada pela Yggdrasil.

O tigre passou a caminhar ao seu lado e involuntariamente ela se viu com os dedos cravados no pelo branco dele. Aquela quentura e maciez a acalmava.

Ela passou pelas escadas de terra. Sua visão se acostumava à escuridão como uma boa asgardiana e guerreira. Seus ouvidos se aguçaram aos ecos dos passos e por um tempo ela continuou a descer as escadas, até que elas se tornaram uma íngreme subida.

Uma centelha de luz animou tanto ela quanto o tigre e assim que o ponto de luz se tornou uma porta de metal, Allya fez de tudo para abri-la.

Era um esforço e tanto, era pesada e forte. Mas, ela conseguiu concentrar toda sua força e arrombar a porta.

Os sussurros de Freyja a guiavam por todo o caminho e naquele momento, ela se calou. Era aquele o lugar onde Allyana deveria estar.

Seus olhos piscaram se acostumando a luz baixa do local. Ela içou o corpo pela porta facilmente assim como o tigre, dando um pulo ágil.

Allyana pôs os pés sobre o piso branco e seu corpo girou no eixo observando todo o local. Era uma sala, cheia de computadores, um local esquisito, cheio de coisas que ela não entendia. Estava meio escuro, mas, uma parte do corredor que dava acesso a um outro lugar parecia iluminado.

Então, seus pés a levaram até lá, cada passo mais devagar. Seu coração batia descompassado e o único som era de seus passos e de sua respiração. Seu tigre a seguia silenciosamente deixando o ar do local ainda mais sinistro e misterioso.

Era silencioso, mas ainda sim tinha um quê de que algo aconteceria.

Era o silêncio que vem antes da morte. O silêncio que vem antes de dizer algo importante como eu te amo, era o silêncio que vem antes de alguma coisa rara acontecer.

Assim que seus pés encontraram o final do corredor, Allya levantou os olhos para onde vinha a luz e seus lábios se abriram, surpresos.

Dentro de uma parede de vidro um corpo de um homem descansava.

Ele estava envolvido em água. Seus olhos estavam fechados e seus cabelos se remexiam devagar com a água. Ele tinha algo preso no nariz e na boca permitindo que Allya só visse suas sobrancelhas grossas e expressivas, porém, aquele empecilho não impedia que ela não o reconhecesse.

Suas mãos tocaram o vidro involuntariamente. Eles tocaram onde seria o cabelo e depois a testa daquele homem se não houvesse uma barreira entre eles.

Allya o examinou mais uma vez e teve certeza. Aquele era o homem que vivia em seus sonhos O homem de olhos castanhos esverdeados que sussurrava seu nome incessantemente.

Era ele e estava ali, em carne e osso, adormecido, à sua espera.

''Pela graça do fogo e das chamas

Você é o rosto do futuro, o sangue em minhas veias!

O sangue em minhas veias.

(...) Você me fez!

Fez de mim alguém que acredita.

 Acredita!''


Notas Finais


Tudo veio pela dor, será que tudo vai terminar pela dor? MUAHAHAHA.
O Bucky tá num feeling meio Wolverine, né? ahsuahus
A inspiração de hoje é Imagine Dragons - Believer, mas o cover é da AURORA. Essa versão é tão bela quanto a original. Escutem! https://www.youtube.com/watch?v=ucY21wLJhOo
Gente, alguns capítulos podem não ter gifs, porque é meio complicado achar da fc da Allya, então, sinto muito :(
Espero que vocês tenham gostado.
Pra quem não se lembra, o Eivor é o pai da Lorelei. Esperem muita treta, viu?
Tô achando minha escrita meio diferente nesse capítulo sem diálogo. Espero que não fique estranho pra vocês.
Ah! Pra quem não sabe, comecei uma fanfic de Spiderman, se chama Brave e TÁ muito legal. Vem ler também <3
Até mais, meninas e beijos.
O link do grupo e da playlist no spotify são esses:
Grupo: https://www.facebook.com/groups/1527140524264923/
Playlist Healer: https://open.spotify.com/user/22snsiw3b6v7vrwljmbp556oi/playlist/2h5Nycx71lZXrtrqoxBmTs
Meu twitter: https://twitter.com/mjonirr


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