História Heart and Soul - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Visualizações 170
Palavras 2.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


(Leiam, é importante!)

Oi, anjinhos. Dou um IMENSO obrigada para as meninas que ajudaram com os likes na foto da minha irmã, infelizmente ela não conseguiu ficar entre as top 20 e permanecer na competição, mas mesmo assim estamos muito felizes com a estadia dela, pra gente ela não perdeu, pelo contrário: ganhou experiência, aprendeu muitas coisas boas e temos certeza de que ela vai voltar ainda mais madura. Não foi a hora dela ainda. Porém, ela conseguiu fechar contrato com uma empresa internacional. ou seja, todo o esforço, suor e trabalho valeu a pena.

Sei que falei que teria maratona, mas apenas cinco meninas curtiram e avisaram nos comentários, eu deixei bem claro que para a proposta ser válida, vocês tinham que me avisar e somente essas cinco meninas lindas se manisfestaram. Então eu não acho nada justo fazer uma maratona, sendo que, a maioria não se opuseram. Então o que eu vou fazer? Essas cinco meninas irão fazer as perguntas para os personagens de HAS, quantas e para quem quiserem.

Elas:
~raiguttierez
~SuperPanda_Fofa
~viciadassouluna
~Danigatuxxa
~Sophiavalente

Irão fazer as perguntas no meu perfil pessoal e quando eu aprontar tudinho com as respostas, postarei aqui a "entrevista". Peço desculpa a vocês, meninas, por não fazer a maratona - que mais do que nunca - mereciam. Mas não acho certo quem não participou ter esse privilégio. Esperam que me entendam! Caprichem nas perguntas e espero que tirem qualquer dúvida. Mais uma vez MUITO OBRIGADA pela ajuda, foi muito importante para nós.

Boa leitura!

Capítulo 14 - XIV


             ━   CAPÍTULO 14   ━ 

 

Demorei muito no banheiro. Também chorei um pouquinho para aliviar minha dor no coração. Deus, eu quase havia cometido um pecado. Como eu havia chegado aquele ponto? Era Ruggero, simplesmente o Ruggero. Ele era meu quase bro, o irmão das crianças que eu cuidava. Ele tinha namorada e um dos melhores amigos dele estava super a fim de mim. E nós quase nos beijamos.

Eu lavei meu rosto com a água da pia e coloquei meu pijama. Voltei para o quarto carregando minhas roupas emboladas e, assim que entrei, coloquei-as lado do colchão. Fechei a porta de novo. Ruggero estava deitado de lado, de frente para a porta. Ele já estava coberto com um edredom, mas eu ainda conseguia enxergar parte de seu peito nu. Deitei no colchão, determinada a dormir.

– Karol? – ele chamou.

– O que, Ruggero? – respondi, bufando.

– Você acha que o Maxi está gostando de você? Tipo... de verdade?

Suspirei.

– Acho que sim.

– E você está gostando dele?

– Ele é legal.

– Eu fiquei com ciúmes – ele disse, meio cauteloso. 

Meus olhos, que já estavam quase fechando, se arregalaram.

– Do Maxi? – eu perguntei, deixando escapar uma risada.

– É – ele respondeu, ficando carrancudo. – Você é minha irmãzinha. Não quero nenhum marmanjo atrás de você.

– Ele é um dos seus melhores amigos, Ruggero!

– Ainda assim, não quero – ele falou, rabugento.

Eu soltei outra risada.

– Tá bom, então – respondi, me virando e ficando de frente para a porta de novo.

– Você não vai mais sair com ele?

– Vou, é claro. Só que vou avisá-lo que a gente vai ter que sair escondido.

Ruggero deu risada.

– Ka? – eu soltei um som incompreensível e ele continuou. – Ele é um cara legal. Só não quero que ele te machuque. Se ele te machucar, pode me falar que eu quebro a cara dele. Sendo meu amigo ou não.

Dei outra risadinha, mas com os olhos úmidos de novo.

Oh, Deus! Eu não podia chorar ali, não naquele quarto.

– Tudo bem. Obrigada, Ruggerito. Boa noite.

– Boa noite – ele soltou, antes que sua cama rangesse um pouco.

Peguei no sono logo em seguida. Não sei se ele também dormiu, mas sei que não acordei no meio da noite. Só fui acordar no dia seguinte, às oito da manhã. Ruggero ainda dormia, então resolvi não acordá-lo. Peguei minha roupa velha e caminhei para fora do quarto. Não podia trocar de roupa ainda, porque não sabia se Bruno, Antonella e as crianças já haviam acordado, então desci as escadas de pijama mesmo. Senti o cheiro de café e caminhei diretamente para a cozinha.

Geovana estava de costas quando eu entrei, terminando de colocar os pratos na mesa da cozinha. Pigarreei e ela olhou para trás, assustada, e quando me viu, soltou uma risada.

– Karol, não tinha te visto aí! – ela comentou, ainda rindo. – Senta, vamos tomar o café da manhã.

Eu deixei meu bolinho de roupas numa cadeira ao lado e me sentei para tomar café com Geovana. Não conversamos muito. Éramos as únicas almas vivas acordadas naquela casa, então a gente também não podia ficar fazendo muito barulho. Comi duas torradas e um pedaço de cheesecake e tomei café com leite. Quando Antonella levantou, eu já havia acabado de tomar café, então me levantei e fui para o quarto em que ela estava dormindo pegar algumas roupas para vestir. Peguei uma simples roupa e um casaquinho. Estava começando a ficar frio.

Mari e Leo acordaram pouco depois e eu fiquei brincando com eles até o horário do almoço. A menininha deu conta de desenhar na parede da sala de estar, então tive que ficar de olho nela. Leo queria correr a todo instante, então eu também tinha que ficar atrás dele. No fim, quase tive que me dividir em duas, mas deu tudo certo.

No almoço, Ruggero e Candelária desceram de mãos dadas e eu tive que fingir que nada havia acontecido. Coloquei meu melhor sorriso falso no rosto e tentei ignorar a vontade que eu tinha de bater nos dois. O que eu estava sentindo era incompreensível. Eu e Ruggero havíamos cometido um erro, que seria brevemente esquecido. Não havia razão nenhuma para ficar remoendo o assunto.

Depois do almoço, Ruggero, sua tia, seus avós, seus pais e sua namorada foram arrumar a casa para o aniversário de Leo, então eu tive que subir com Mariela e Leonardo para que eles não vissem a casa arrumada e para que não atrapalhassem. Ficamos brincando no quarto que eles haviam dormido. Não foi tão difícil. Eu coloquei um pouco de música para eles ouvirem e eles dançaram bastante. Mari gostava de desenhar também, mas não estava querendo usar folhas de papel naquele dia, então desenhou na parede do quarto. Leo e eu brincamos um pouquinho de tudo. Eles ficaram cansados depois de um tempo e eu deixei que eles tirassem um cochilo de uma hora, para que pudessem aproveitar mais a festa à noite.

Quando desci, a casa estava linda. Em cima da lareira haviam fotos espalhadas do Leo e um cartaz escrito: ❛❛Buon compleanno, Leo!❜❜  em grandes letras espalhafatosas. A mesa que ficaria o bolo estava toda arrumada e a sala estava completamente limpa.

Nem parecia que um bando de gente havia chegado um dia antes.

– E aí, gostou? – perguntou Ruggero, atrás de mim.

– Ficou lindo – eu respondi, me virando de frente para ele.

Assim que o encarei, minhas bochechas arderam. Diabo. Não havia razão para aquilo.

Ruggero se aproximou, sorrindo.

– Onde eles estão? – perguntou ele.

– Tiraram um cochilo agora, mas Antonella vai subir para acordá-los e para arrumá-los logo – eu respondi, sorrindo.

Abaixei a cabeça.

Eu devia estar muito corada. Aquilo ia acabar trazendo problemas; Candelária poderia perceber alguma coisa estranha.

– Então, sobre ontem à noite… – Ruggero começou.

– Não há nada para conversar sobre isso – o interrompi, ficando séria. – Eu já esqueci.

– Você tem certeza que está tudo bem mesmo? Porque não me pareceu tudo bem – ele se aproximou um pouco mais.

Ele pegou na minha mão e olhou em meus olhos. Senti um arrepio passar pela minha coluna e puxei minha mão de volta. Mandei-lhe outro sorriso falso.

– Está tudo ótimo – respondi numa voz controlada.

Ruggero sorriu de volta, mas nem de longe era seu sorriso de sempre. Aquele era frio e falso como o meu. Seus olhos ainda pareciam preocupados. Eu me afastei dele enquanto pude, para que não começasse a dizer besteiras. Eu tinha que ser forte e ser falsa. Pelo menos até que aquele clima mega chato entre nós desaparecesse.

Fui procurar algo para fazer. Por sorte, eu pude até escolher em que área queria ajudar. Fiquei com Antonella e nós enchemos algumas bexigas. Penduramos na parede atrás da mesa do bolo. Ficou bem bonito.

Depois disso, ela me liberou para ir tomar banho. Já eram seis e meia da tarde, a festa começaria às sete e meia. Subi correndo e tomei um banho. Em seguida, coloquei uma roupa que ia ficar também simples, mas eu não precisava de muito. A única coisa ousada na minha roupa era a jaqueta de couro de Ruggero. Ele ia rir quando a visse. Só de pensar naquilo e de me lembrar que nossa relação estava esquisita, eu quis chorar novamente. Mas me controlei e não fiz nada disso. Quando estava definitivamente pronta, desci para o primeiro andar. Quase todo mundo já estava lá, para minha surpresa.

Maxi sorriu ao me ver, assim como Agustín e Ruggero. Havia um outro rapaz com eles, mas eu não o conhecia. Cheguei mais perto do grupo e sorri para todo mundo. Percebi que Candelária não estava ali ainda, mas não comentei nada.

– Ka, esse é o Marcos – Ruggero apontou o garoto que eu não conhecia.

– Oi – eu disse, sorrindo para ele.

Ele me mandou um sorriso e assentiu com a cabeça.

Maxi rapidamente passou para o meu lado – deixando o Agustín ficar ao lado do Marcos – e eu sorri para ele.

– Sua camiseta é legal. É vermelha. E essa é uma bela jaqueta – Ruggero disse, fazendo com que eu o olhasse.

Dei risada e mandei-lhe uma piscadela.

– Pois é, foi um presente. Um amigo muito chato me deu – eu disse, brincalhona.

– Ah, que isso! Coitado. Ele não devia ser tão chato assim.

– Ele era. Tentava ser meu chefe toda hora – eu sorri de novo e lhe dei um soquinho no braço. – No fim, ele ainda queria virar meu irmãozinho.

Ruggero soltou uma gargalhada.

– Mas ele virou seu irmãozinho, no fim das contas.

Revirei os olhos, sorrindo.

Quando voltei a olhar para frente, todo mundo na rodinha estava nos olhando estranho. Ruggero soltou outra risada.

– Era a minha jaqueta – ele explicou.

Então todo mundo deu risada. Maxi me puxou ainda mais para perto dele e passou o braço pelos meus ombros. Acho que ele também tinha ciúmes de mim, mais da minha relação com Ruggero. Um dia antes eu teria achado aquilo completamente sem sentido, mas eu já não estava mais tão certo.

Candelária de repente apareceu do nada, usando uma roupa meio chamativa. Eu olhei para baixo, para minhas próprias roupas; Eu devia estar parecendo uma mendiga ao lado dela. Fiquei meio brava e passei alguns minutos ignorando a conversa da roda.

– Ei, essa parece a jaqueta do Ruggero! – disse ela, apontando para mim.

– O que? Não, imagina – Ruggero respondeu, com um sorriso amarelo.

– Não, não. Essa jaqueta é minha – eu respondi, de imediato.

– Ah, sim. Desculpa – Candelária disse, com um sorrisinho tímido.

Agustín me encarou e me mandou uma piscadela, o que me fez ficar desconfortável. Será que ele sabia da noite passada? Ele era o melhor amigo do Ruggero, ele poderia ter contado alguma coisa. Mas, ainda assim, eu achava improvável. Era um segredo. Um segredo do qual apenas eu, Ruggero e Antonella sabíamos. Ninguém mais podia saber.

– Eu vou subir e ver como estão as crianças, tudo bem? – eu disse, olhando para Maxi.

Todo mundo na roda me olhou, mas ninguém disse nada. Senti o olhar do Ruggero sobre mim e me virei, subindo as escadas. Fui em direção ao quarto do Leonardo e da Mariela. Antonella estava pronta, sentada na cama, mas parecia ter dificuldade em cuidar dos dois ao mesmo tempo. Bati na porta e sorri.

– Ah, Ka, graças a Deus. Você é uma santa! – ela sorriu. – Cuida da Mari por um instante enquanto eu termino de arrumar o Leo?

Eu assenti, sorrindo e me aproximei da pequena, pegando-a pela mão e levando-a para o corredor. Ela carregou folhas em branco e o estojo de lápis de cor com ela.

– Então, princesa, o que você vai dar de presente para seu irmão? – perguntei, me sentando no chão.

– Nada – ela respondeu, de bracinhos cruzados.

– Nada? Ah, não! Ele vai ficar triste. Por que você não desenha alguma coisa para ele?

Ela sorriu e bateu palminhas, gostando da ideia; se inclinou sobre uma de suas folhas em branco e abriu o estojo de lápis de cor.

– Vou desenhar o papai, a mamãe, o Leo, eu, o Rugge e você – ela começou a desenhar e então parou. – Vou desenhar a Any também.

Meu coração doeu só de pensar na minha bebê. Eu sentia tanto a falta dela. Eu era uma irmã terrível, nem havia ligado para saber como ela estava. Pude presumir que ela estava bem, já que minha própria mãe não havia ligado. Afinal de contas, eu havia saído de casa há menos de quarenta e oito horas. O que poderia ter acontecido?

– Ka? – Agus chamou do outro lado do corredor, perto da escada.

– Estou aqui – acenei para ele.

Mariela deu risada e acenou também, mas depois voltou sua atenção para o seu desenho.

– Será que a gente podia conversar? Em particular? – ele perguntou, assim que se aproximou o bastante.

– Tenho que cuidar da Mari, então esse é o máximo de privacidade que você vai ter – respondi, olhando para cima.

Agus deu risada e se sentou ao meu lado.

– Tudo bem, então – ele sussurrou.

Não o encarei. Fiquei prestando atenção na garotinha. Ela desenhava as pequenas pessoas de palitinho, mas não sabia escrever os nomes delas. Foi apenas observando o desenho dela que me toquei que ela não havia incluído a Candelária na família.

– Você não vai desenhar a Candelária? – perguntei.

– Ah, é verdade! – ela olhou pra mim, escondendo um sorrisinho. – Esqueci ela.

Dei uma risada e afaguei seus cabelos.

– Eu nunca gostei muito da Candelária, pra falar a verdade. A Mari não fez nada de errado em esquecê-la – disse Agustín, aos sussurros de novo.

A menina pareceu não escutá-lo, estava concentrada demais no desenho.

– Ela parece ser uma boa pessoa – eu me virei para encarar ele. – Ela foi gentil comigo. Foi legal. Não tenho nada do que reclamar.

– Mas eu tenho! – ele sussurrou de volta. – Ela está sendo um grande problema.

Dei de ombros e respirei fundo.

– Ela é a namorada do Ruggero. Você não tem que concordar, Agus – eu afirmei.

– Sei que não tenho, mas ela tem tomado todo o tempo dele. Eu e o Maxi já falamos milhares de vezes que ela não é a mulher certa pra ele, mas ele não acredita na gente.

Soltei uma risada pelo nariz, que fez até Mariela me olhar. Mas a garotinha deu uma risada e voltou a se focar em seu desenho.

– Vocês não escolhem quem é a mulher certa para ele. A escolha é do Ruggero, você sabe disso.

– Uma mulher que o afasta dos amigos, da família e até das fãs dele não é a pessoa certa pra ele – ele disse, num tom amargo.

– Certo. Mas a escolha ainda é dele – retruquei, encarando-o.

– Mas ele é burro – Agustín balançou a cabeça. – Ele não vê que a escolha certa está bem na frente dele.

Dei de ombros mais uma vez e me virei para olhar a garotinha de novo.

– Sinceramente, eu não estou te entendendo. Por que você está me dizendo tudo isso? Não há nada que eu possa fazer. 

O garoto colocou a mão no meu braço, chamando minha atenção; Então eu olhei para ele.

– Karol, você não consegue ver? Você é a escolha certa.

Engasguei com a minha própria saliva e encarei-o de olhos esbugalhados.

– Agustín, você está ficando maluco! Acho que é o Ruggero. Ele é uma má companhia pra você. Logo logo você vai estar biruta que nem ele.

Ele deu risada e revirou os olhos.

– Ah, Ka, qual é! Você cuida bem de crianças, o Ruggero ama crianças. Você o trata como um garoto normal. Você é o tipo dele. Ruggero já até disse que te acha incrível e que fica fascinado com o jeito que você cuida dos irmãos dele. Só um idiota não perceberia como vocês dois se olham quando, supostamente, ninguém está vendo. Essa mentirinha de que vocês são irmãozinhos não tá colando.

Encarei-o abismada.

– Ele te contou sobre ontem à noite? – sussurrei, ficando vermelha.

– O que? Não. O que aconteceu ontem à noite?

– Esquece – fiz um gesto banal, ficando mais aliviada. – Agus, você está definitivamente louco. Eu não gosto dele desse jeito. Esqueça isso.

– Aham, sei. Você não me engana, Karolzinha.

– Estou te dizendo a verdade! – minha voz saiu um pouco mais aguda do que o normal. – E, além do mais, eu estou com Maxi agora.

– Karol, por favor. Não seja burra que nem ele – Agustín pausou, mas eu não ousei encará-lo mais. Voltei os meus olhos para a Mari e ele continuou. – Só me faça um favor, está bem? Você vai ficar na turnê com ele. Tente convencê-lo de que Candelária não é a mulher certa pra ele.

Soltei uma risada sarcástica.

– Claro que eu não vou fazer isso, Agustín. Não posso me meter na vida dele dessa maneira.

Ele suspirou e colocou a mão no meu ombro de novo.

– Eu queria que você soubesse o quanto são perfeitos um para o outro.

Dei outra risada sarcástica, me lembrando do quase beijo da noite anterior. Ruggero deixou bem claro que aquilo havia sido um erro. Como eu poderia ser perfeita para ele se ele não me queria?

– Não somos, Agus. Não somos nem um pouco – respondi, amargurada de novo.

Antonella apareceu naquele instante para me salvar. Carregava Leo no colo, todo arrumadinho. Levantei e peguei Mariela no colo. Segui minha patroa sem nem olhar para Agustín. Aquela nossa conversa estava definitivamente acabada.


Notas Finais


Sim, gente, o lindo do Agus é #teamRuggarol também! Parece que a Candelária não é tão querida assim na família, que tenso. Mas pausa aqui para dizer que o Rugge é a coisa mais linda do mundo com ciúmes, vocês que tanto queriam vê-lo assim, só digo uma coisa: não será a primeira vez.

O que vocês querem que aconteça no próximo capítulo? Alguma dedução?

Me contem aí embaixo. Nos vemos logo! Um bacho.

ps: meninas, não esqueçam de me mandarem suas perguntas! Quanto mais rápido, melhor. E obrigada pelos 70 favoritos, já disse que vocês são incríveis?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...