História Heart Attack - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Hunhan, Kaisoo, Xiuchen
Exibições 69
Palavras 3.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Adiantei o capítulo porque eu tava inspirada
E SAÍ CORRENDO!
Espero que gostem.

Capítulo 4 - Tell Me


- Eu já disse mil vezes! – Lu Han revirou os olhos, não aguentava mais a insistência do policial em questionar a mesma coisa, sendo que o menino já havia respondido milhares de vezes da mesma forma.

Ainda estava no hospital, tendo os últimos cuidados no ombro e logo poderia ir para casa. Sua mãe estava completamente transtornada, não queria deixar o filho sozinho de maneira nenhuma – foi quase impossível convencê-la de deixar o filho sozinho com o policial – e ficava perguntando ao médico se ele ficaria bem ou se a facada não traria problemas ao seu braço futuramente.

Talvez o corte tenha sido o de menos, não havia atingido nenhum ponto de risco e nem havia sido tão profunda assim para comprometer o movimento. O que realmente havia sido pior, foi a torção em seu pulso que obrigou os médicos a imobilizarem a mão direita de Lu Han. Alguns hematomas surgiram em suas costas e pernas, mas nada tão preocupante.

Em outras palavras, Lu Han estava bem.

Pelo menos, era o que haviam concluído.

- Eu fui até a casa do Zhang Xi Ying para falarmos sobre a comissão de formatura, ficamos até nove horas da noite debatendo sobre isso e depois fomos comer algo. Ele disse que ia pegar algumas pizzas no porão, eu fiquei segurando a porta enquanto ele descia, mas um som alto soou e ele começou a pedir ajuda. Eu desci para ajudar, então as luzes se apagaram, eu rolei as escadas e Lay tentou me matar com um punhal.

- Quem te encontrou? – O policial indagou, finalmente uma pergunta diferente. Ele anotava tudo em uma caderneta pequena que cabia em seu bolso.

- Um rapaz alto, cabelo preto, rosto sério e sobrancelhas marcantes. Ele estava com uma camiseta escura e casaco de couro. Ele atirou no Zhang, estancou meu ferimento usando a própria camiseta e me levou para a ambulância. Eu não sei o nome dele, mas ele era colega do Lay no meu colégio.

- Espera, um colega seu estava armado e atirou no suspeito?

- Sim.

- Tem certeza de que não foi um policial nosso?

- Claro que tenho! – Outro revirar de olhos. – Na verdade, ele até conversou com alguns policiais seus enquanto me ajudava e fora ele que avisou a todos que podiam entrar. Eu pensei que ele estivesse com vocês. Esse rapaz já havia me alertado sobre o Lay, não sei como ele sabia de alguma coisa.

- Está certo, garoto. Acho que já tenho o suficiente. Qualquer coisa eu torno a ligar para você. Recupere-se, ok? – Ele bagunçou os cabelos de Lu Han, estava prestes a sair pela porta quando Lu o chamou fazendo-o se virar. – Sim? Lembrou de algo?

- Eu só queria saber se... O Lay está bem.

- É sério garoto? Ele tentou te matar tem algumas horas. – O tom do policial parecia debochado.

- Eu sei, mas... Não é porque ele fez isso que eu preciso odiá-lo, não é? Não sei o motivo que o levou a isto, mas eu também não quero que ele morra.

O homem suspirou e passou a mão pelo pequeno cavanhaque. – Ele está se recuperando. Foi atingido no peito, mas não teve nenhum órgão importante comprometido.

- Vocês já sabem por que ele fez isso? Quero dizer... Quando fui encontrado, todos pareciam saber quem ou como Lay era.

- Acho melhor você não saber sobre o passado do Lay agora, não é bom ter muita pressão quando se precisa relaxar. Descanse garoto, você precisa. – E sumiu pela porta, deixando que Lu Mei adentrasse o quarto novamente e fosse até o filho, abraçando-o tão forte temendo que ele fosse embora de algum modo.

- Você está bem, meu amor? Ele fez alguma pergunta indecente?

- O quê? Não, mãe, está tudo bem. – Tentou acalmá-la, mas estava sendo quase impossível.

- Por Deus, como isso foi acontecer? Nunca mais vou deixar você ir à casa dos outros. Mesmo se tratando das suas amigas. Seul-gi me ligou tão preocupada, estava em prantos e quase tão desesperada do que eu. Disse que havia visto tudo na televisão e Ji Yoong está aqui querendo te ver, mas não permiti porque você deve estar exausto e...

- Mãe, calma. – Lu agarrou as mãos da mulher, encarando-a nos olhos e depois sorrindo de leve. Agora sabia de onde havia puxado a tagarelice pelo nervosismo, Mei tremia como se estivesse congelando de frio.  – Está tudo bem, ok? Não precisa se preocupar mais.

- Oh, Lu Han. Você não entende como eu ficaria se te perdesse? Primeiro seu pai e... Agora... – Mei abaixou os olhos já marejados e Lu sentiu seu peito doer por fazer a mãe relembrar do falecido. Não havia sido proposital, mas... – Eu vou trazer algo para você comer e beber. Tenho certeza que está com fome. – Ela tentou sorrir ainda com o rosto abaixado e deixou o quarto, fazendo um Lu Han sentir-se a pior pessoa do mundo.

Merda! Mas o que diabos estava acontecendo aqui?

 

Por que Lay tentou matá-lo?

Por que aquele rapaz o ajudou, além de alertá-lo?

Quem era o tal “Oh” que Lay havia comentado?

E por que Lay havia agido como se soubesse quem Lu Han era – ou quem estava escondendo ser?

 

Eram tantas perguntas. Nada estava fazendo sentido, tudo estava girando e começando a assustar Lu Han plenamente. Tentou levar o braço sobre os olhos, evitando que a luz o atingisse, mas seu ombro reclamou fazendo Lu dar um pequeno gemido de dor.

Precisava saber de tudo, ir atrás das devidas respostas. Sentia que precisava encontrar aquele rapaz na escola e exigir dele uma explicação plausível.

Sim, faria isso.

Mesmo que estivesse completamente exausto e com muita dor, iria a aula no dia seguinte e procuraria incansavelmente aquele rapaz.

Era um direito de Lu Han saber de tudo, não? Claro que sim. Ele quase foi morto e pelas palavras do Zhang parecia como se Lu estivesse metido em alguma coisa complicada. Precisava saber o que era, mesmo que quaisquer problemas viessem no pacote.

 

* * *

- Hannie! – Seul-gi o abraçava tão forte que sentia seus pulmões incapacitados de receberem oxigênio. A menina estava com lágrimas nos olhos, beijando o rosto de Lu Han e temendo que ele pudesse sumir de algum modo.

Ji Yoong também havia o abraçado, dizendo que estava feliz por nada mais grave ter acontecido, mas era discreta e nem um pouco parecida com a escandalosa e amorosa Seul-gi.

- Calma, Seul-gi. – O Han pediu, tentando afastá-la de si. – Eu estou bem. Não precisa ficar desesperada.

- Hannie você estava a um passo de morrer. Eu não consigo imaginar o trio Ji-Gi-Lu sem o menino mais amorzinho do mundo. Ainda bem que você conseguiu sair dessa situação.

- É mesmo. Você não disse como conseguiu se salvar. – Yoong comentou, colocando outro chiclete na boca, totalizando quatro mastigados e restando cinco ainda no bolso.

- Os policiais conseguiram entrar antes que o Xi Ying tentasse algo. Não sei como conseguiram nos achar e não quiseram me dizer nada. – Mentiu. Nunca contaria sobre a aparição do rapaz estranho que o salvou da morte. Elas não entenderiam – nem o próprio Lu Han conseguia entender.

- Isso é muito estranho. Lay não parecia ser um psicopata até anteontem, e do nada ele tenta matar alguém? Tem algo de errado nessa história. – Ji comentou.

- Também acho, mas é melhor não nos envolvermos mais. – Lu deu de ombros.

Não havia encontrado o rapaz de cabelo preto o dia inteiro e a aula já estava prestes a acabar, estavam no lugar de sempre quando tinham aulas de educação física e logo poderiam ir para casa. Estava um pouco chateado por ter abandonado o descanso para tentar resolver a situação e não conseguir nada de novo.

O sinal tocou avisando que a aula havia acabado. Juntaram seus materiais e seguiram para a entrada do colégio. O pai de Seul-gi havia ido de carro buscá-la – depois do ocorrido com Lu Han, a segurança sobre a menina duplicou – e Yoong estava esperando a escolar chegar da outra escola. Lu iria a pé como sempre, gostava de ir caminhando até em casa porque colocava a saúde e o corpo em forma – já que não praticava os esportes da escola, pelo menos uma caminhada se fazia necessário.

- Yoong. – Lu a chamou, fazendo a menina – que agora tinha o cabelo preto com pontas rosadas – virar o rosto e fitá-lo. – Eu queria agradecer pela preocupação.

- É sério? Agradecer por ter pessoas que se importam com seu bem-estar? – Ela sorriu largamente. Tinha um sorriso lindo e que contagiava qualquer pessoa em qualquer situação ou dia. – Da próxima vez vou cobrar.

- Sua boba. – Lu riu timidamente. – Sei que você foi até o hospital, mas minha mãe não deixou que você entrasse. Tenho certeza que ela fez isso para te proteger de algo, mas creio que você conseguiu protegê-la de ter algum colapso de desespero.

- Ela estava abalada sim, mas eu não fiz nada além de abraçá-la forte.

- De qualquer forma, ajudou mais do que qualquer outra coisa. Obrigado!

Lu Han iria abraçá-la, mas quando seus olhos encontraram aquele rapaz alto com o cabelo escuro caindo sobre os olhos e a feição séria de sempre, não conseguiu reagir direito. Ali estava ele, o cara que havia salvo sua vida! Precisava ir até ele, impedir que ele sumisse de sua vista naquele dia sem dar alguma explicação.

- E-Eu preciso ir. Minha mãe me quer em casa cedo. – Beijou a bochecha da menina sem esperar alguma resposta e caminhou apressadamente.

O rapaz estava a bons passos de distância, fazendo Lu quase sair correndo ao seu encontro. Quando estava a poucos metros, um carro todo preto com vidros fumê apareceu parando frente ao rapaz. Ele já estava abrindo a porta para adentrar o veículo, mas Lu Han conseguiu ser mais rápido.

Fechou a porta entreaberta com o braço esquerdo e meteu o corpo entre a porta e o outro. Uma coragem desumana surgiu em si de uma hora para a outra, e desapareceu da mesma forma. Percebendo a cena que se encontrava e em como o outro cara se erguia sobre si, uma vergonha enorme tomou conta de si.

Estava prestes a sair correndo pedindo desculpas.

- O que está fazendo? – O outro indagou.

- Quero que você me explique o que aconteceu ontem. – Disse determinado, encarando o mais alto com seriedade.

- Eu te salvei. Fim de papo. Sai da frente.

- Espera... Eu mereço uma resposta. Quem é você? Como você sabia que o Lay iria me matar? Como você conseguiu entra... – Seus lábios foram tapados pela mão do outro.

- Cala a boca. Eu não te devo satisfações, apenas te salvei de um louco. De nada, agora saia da minha frente. – E com isso empurrou o corpo de Lu Han para o lado, abriu a porta e tentou adentrar o carro sendo impedido novamente pelo Han.

- Se você não me dar alguma explicação, eu vou gritar.

- O quê?

- Vamos logo! – A pessoa dentro do carro berrou abafado, puxando a atenção de ambos.

- Eu tenho que...

- ESSE CARA SALV... – Novamente a boca de Lu foi tapada, dessa vez com mais pressa e sobre um olhar de surpresa do rapaz.

- Você é louco? – Ficou instantes olhando para o mais baixo, pensativo sobre alguma coisa. – Merda... Você está envolvido de qualquer forma. – Revirou os olhos e soltou Lu. – Me dê uma caneta, quero assinar no seu gesso.

- Mas e quanto...

- Uma caneta!

- Ok, ok. – Lu alcançou a caneta que sempre tinha guardada no bolso de fora da mochila e o rapaz agarrou seu braço machucado, escrevendo algo no gesso de forma não muito persistente. Tampou a caneta, entregou a Lu e finalmente adentrou o carro.

O vidro foi baixado. – É bom não faltar.

- Fal... – O carro deu a partida, deixando o garoto sozinho. – Tar? – Lembrou-se do gesso assinado, olhou rapidamente e percebeu que se tratava de um endereço, um número e um nome.

Sehun.

Seria este o nome daquele rapaz? Será que deveria ir até a casa dele? E se fosse um louco assassino também? E como Lu Han poderia já estar envolvido?

A cada momento que passava, essa história ficava ainda mais estranha.

 

* * *

- Onde você pensa que vai, Lu Han? – Lu Mei indagou, olhando o filho quase saindo pela porta sem dizer nada a ela. – Está saindo sem avisar? O que está acontecendo?

- Desculpe mãe, eu... Descobri que tenho prova amanhã e estava indo a casa da Seul-gi para estudar. Não queria dizer para não a preocupar. – Mentiu. Não podia dizer que iria atrás de respostas de todo aquele problema que havia se metido sem querer. Sua mãe enlouqueceria.

- Tem certeza? Você fica vermelho quando mente.

- É-É verdade. Pode ligar para a Seul-gi e perguntar.

Mei suspirou e bateu as mãos nas próprias coxas. – Está certo. Vou ligar para vocês dois para ter certeza. Cuide-se meu amor. – Ela beijou a testa do filho e desapareceu pela cozinha.

Lu Han sentia-se extremamente mal por mentir para Mei. Ela não merecia suas mentiras mal contadas, mas também saber que o filho estava indo atrás de terríveis verdades poderia ser ainda pior. Não sabia o que viria pela frente, se o tal Sehun poderia matá-lo ou fazer algo bem pior, mas se ele havia salvo sua vida não faria sentido tentar assassiná-lo.

Não é?

Em seu gesso dizia um endereço que, ao pesquisar no mapa regional, era quase do outro lado da cidade e cuja viagem de carro tinha em torno de quarenta minutos, de metrô ou ônibus chegava a mais de uma hora. Lu Han ainda não tinha a carteira de motorista e não pediria que alguma das meninas o levasse – até porque elas se recusariam e o impediriam de ir atrás de respostas.

Sua única opção era pegar um taxi que ficava num ponto pouco afastado de seu bairro. Não seria nem um pouco barato, mas suas economias ajudariam na despesa. Deu o endereço ao motorista, colocou o cinto e esperou os 40 minutos se passarem até finalmente se ver frente a porta da casa do tal Sehun.

Tocou a campainha duas vezes. Olhou no telefone celular e já estava passando das três da tarde daquele sábado. No visor, havia também uma mensagem de Seul-gi:

 

S: Por que sua mãe me ligou perguntando sobre você agora pouco?

L: Por favor, me cubra.

S: Eu já fiz isso. Disse que íamos ficar estudando.

L: Obrigado!

S: Lu, o que você está tramando?

 

Não teve tempo de responder, a porta havia sido aberta e um Sehun sem camisa e com um calção surrado apareceu na porta. Ele jogou os cabelos para o lado com os dedos longos e fez um sinal para que Lu Han adentrasse a casa.

Não podia negar que ficou uns bons instantes analisando aquele peitoril incrivelmente belo que o outro possuía. Até passou por sua cabeça se havia uma frase na sua testa pedindo para que homens gostosos o atendessem sem camisa.

Por um instante, parecia uma cena de um filme pornô barato. Porém, estava bem longe disso – o que talvez fosse uma pena, pois realmente ficou interessado naquele tanquinho.

A casa não era lá tudo isso, com móveis bem simples e poucos objetos para ocupar o espaço. A própria sala de estar tinha apenas uma mesa de centro, um sofá recostado a parede, uma televisão e uma estante com poucos livros e revistas.

- Sua casa é bem... Doce. – Lu Han comentou sem pensar, ainda olhando em volta.

- Não precisa mentir. – Sehun comentou rudemente. – Senta. Eu vou terminar de me vestir.

Ele sumiu pelo corredor, fazendo Lu Han pensar o quão desnecessário seria Sehun colocar uma camiseta sendo que se sentia bem à vontade olhando-o seminu. Não podia mentir, aquele cara era muito atraente e aquela feição séria deixava-o muito... sexy? Pelo amor de Deus Lu Han, o que diabos você está pensando?

Sehun apareceu novamente, sentando numa cadeira simples que havia próximo a televisão e colocou-a quase a frente do sofá, sentando-se ali e encarando Lu como se ele fosse a pessoa mais estranha do mundo.

- O que você quer saber?

- Tão fácil assim? Não vai implantar medo sobre as consequências que estou me metendo? Não vai me prevenir a não escutar nada e ir embora me salvando de qualquer problema futuro? Não vai manipular minha mente frágil fazendo com que eu tenha medo e peça para ir embora, nunca mais te procurando?

- Acabou?

Lu abriu a boca e ergueu o braço esquerdo para acrescentar algo a mais, mas desistiu. – É que isso geralmente acontece nos filmes e séries.

- Isso aqui não é filme, Lu Han. Sei que as coisas estão confusas, mas não é fácil de explicar. Há muitas pessoas envolvidas nisso, não somente você ou eu.

- Mas porque eu estou nisso? O que eu fiz? Até três dias atrás eu era um rapaz normal que estava vivendo uma vida simples. E agora eu estou com meu pulso machucado, meu ombro esfaqueado, o cara que eu gostava preso e conversando com alguém que eu nem sabia da existência sobre o porquê de eu estar metido em problemas.

Sehun franziu o cenho. – O cara que você gostava? – Balançou a cabeça. – Enfim. Sei que tudo está estranho, mas eu preciso te explicar para continuar salvando a sua vida.

- Continuar? – O rosto de Lu Han tornou-se totalmente desesperado. – Do que está falando? Eu ainda estou em perigo?

- Creio que sim. Se minhas suspeitas se comprovarem, pode ser que não, mas a princípio...

- O quê? Será que você pode falar algo sensato, por favor?

- Está certo. Eu explico. Mas quando você souber de tudo, você se afundará ainda mais em problemas e eu juro que você não conseguirá fugir deles.

- Finalmente a frase de filme. – Lu tentou descontrair.

- Você realmente quer saber? – Ele estava sério demais.

Lu mordeu os lábios, pensativo. Se estava tão envolvido como Sehun falava, por que saber o que estava acontecendo se tornaria errado?

- Sim, eu quero.


Notas Finais


O que acharam?


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