História Heart Criminal - Capítulo 42


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Khalil Sharief, Lil Za, Lucy Hale, Pattie Mallette
Exibições 447
Palavras 3.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de umas semanas eu posso dizer que estou feliz em dizer: VOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLTEEEEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Desculpem a demora, mas juro que depois explico tudo e peço a compreensão das/dos leitoras(es) melhores do mundo.

Capítulo 42 - Proposta


Fanfic / Fanfiction Heart Criminal - Capítulo 42 - Proposta

  Virei-me para ver quem foi o filho da puta que me atrapalhou, e vi um cara loiro metido a machão me encarando, logo percebi que suas roupas eram iguais as do cara da moto. Agora que eu consegui ver o rosto do filho da puta. Meu sangue começou a esquentar pelo fato de ele ter interrompido meu diálogo completamente civilizado com Sophie, que por um acaso olhava tudo com os olhos quase saltando para fora das órbitas, ela intercalava seu olhar entre mim e ele que encarava tudo com um ar sério e de superioridade como se exigisse explicações, o que me fez ficar mais irritado ainda.

  - Jack. - Ela falou quase em um sussurro.

  - Eu estava entrando na minha casa quando vi ele entrando e você gritando. Eu fiquei preocupado. - Explicou e eu a vi engolir a seco ainda sem saber o que dizer.

  Me afastei dela e a encarei com uma sobrancelha arqueada como se dissesse "o que eu disse sobre seus amigos se meterem no meu caminho?"

  - É que... É que... - Começou a gaguejar.

  - Está acontecendo algo? - Ele perguntou desconfiado.

  - Sim está. - Me pronunciei. - Está acontecendo que você está atrapalhando, não viu que estávamos conversando? - Perguntei sarcástico.

  - Quem é você? - Esse cara estava pedindo para levar uma bem no meio e testa.

  - Não te interessa quem sou eu. - Falei entre dentes. - Vaza.

  - Se não interessasse eu não teria te perguntado e por que eu deveria sair, não vou deixá-la com você, por que quando eu cheguei não parecia nada que vocês estavam tendo uma conversa civilizada. - Fiz impulso para o meu corpo ir para frente na direção daquele merda, mas Sophie entrou na minha frente me impedido de continuar.

  - A gente estava apenas conversando Jack, só foi um momento de irritação está tudo bem depois a gente conversa pode ser? - Falou com a voz mansa e temerosa.

  - Não é o que parece. - Ele falou se aproximando dela. - Está tudo bem mesmo?

  - Você é surdo caralho? Vaza daqui cuzão.

  - E se eu não estiver afim?  - É agora que esse mano morre.

 

  P.O.V. "Sophie Cooper"

 

    Parece que minha vida não pode ter um momento de sossego, algo sempre tem que vir algo atrapalhar, mas infelizmente esse "algo" tem nome e sobrenome. Eu devo ter feito algo de muito errado em outras vidas para estar acontecendo tudo isso comigo agora.

  Eu sempre me pergunto, "o que o Justin ganha me atormentando?", "Para que ele faz isso?" Mas eu tenho certeza que nunca irei ter as respostas para tais perguntas. Não tem como saber o que se passa na cabeça de um louco como ele.

  A chegada repentina de Jack me deu uma sensação de alívio e temor ao mesmo tempo. Me senti aliviada pelo fato de que Justin não poderia fazer mais nada comigo, ele não deixaria, eu acho. Mas também me deu medo pelas ameaças que Justin havia feito sobre qualquer um que entrar em seu caminho, tinha medo de que ele sacasse a sua arma em direção a Jack causando uma tragédia.

  Os dois discutiam de uma forma que dava medo, a expressão de ódio na face do Justin era visível e Jack também não estava muito diferente.

  - E se eu não estiver afim? - Jack provocou e estava morrendo de medo das consequências que teria no final essa discussão. - Você vai fazer o que?

  Quando dei por mim Bieber avançou na direção de Jack o socando no olho esquerdo fazendo-o cambalear para trás, soltei um gritinho assustada, não demorou muito para que ele revidasse o soco acertando o lado direito do rosto de Bieber que virou o mesmo. Os dois começaram a se espancar no meio do hall enquanto eu fazia de tudo para separa-los, eles se afastaram um pouco respirando ofegantes enquanto travavam uma batalha com o olhar, percebi Justin fazer um movimento com um dos braços levando ele para trás do seu corpo, assim que ele levantou um pouco a camisa pude perceber que ele estava tentando pegar sua arma.

  - NÃO! - Gritei de repente fazendo os dois me olharem. Lancei um olhar suplicante para Justin como se implorasse para que ele não fizesse aquilo, em troca recebi um olhar frio e duro, e levemente ele meneo a cabeça em direção a Jack e eu entendi perfeitamente que era para eu manda-lo ir embora se não ele mesmo faria isso. - PAREM COM ISSO VOCÊS DOIS.

  - Desculpe-me Soph, mas esse idiota não tem o direito de falar assim.

  - Eu falo do jeito que eu quiser.

  - Não aqui.

  - E quem vai me impedir? - Justin desafiou.

- Justin para. Jack, por favor, depois a gente conversa pode ser? - Perguntei com a voz mais mansa possível. - Juro que depois a gente conversa. - Reforcei dando um sorriso sem mostrar os dentes seguido de um beijo na bochecha.

  - Pode ser. - Ele disse completamente contraditório, depositando um beijo na minha testa e logo fuzilando Justin que também o fuzilava. - Até mais. - Ele então saiu da minha casa contra vontade.

  - Para que isso Justin? - Perguntei em um tom bravo olhando o mesmo que estava com um roxeado começando a se formar em seu rosto, mas assim que meu olhar cruzou com o dele engoli a seco vendo o me fuzilar e o ódio explícito em sua feição.

  - Quem é ele? - Perguntou entre dentes.

  - Ninguém. - Respondi em um fio de voz.

  - Ah ninguém? - Ele riu debochado. - Então agora eu sai no murro com um fantasma? - Alterou a voz me fazendo encolher os ombros e recuar alguns passos. - Eu irei perguntar só mais uma vez e eu espero que você me responda, quem é ele porra?

  - É um amigo meu Justin, por favor, não faz nada com ele. - Praticamente implorei.

  - Não acho que eu deva poupar alguém que ousou encostar o dedo em mim. - Disse sorrindo maldoso enquanto olhava para o nada.

  - Justin, você não tem esse direito! Você não tem o direito de simplesmente chegar e querer arruinar minha vida por completo. Se você não quiser me deixar em paz tudo bem, mas, por favor, não meta meus amigos e família no meio disso, eles não tem nada haver com isso, não tem nada haver com sua loucura. - Eu já sentia meus olhos marejarem. - Eu não aguento mais, você está fazendo da minha vida um inferno e você não tem esse direito. Você tem mais o que fazer. Por quê eu? Existem outras milhões de garotas no mundo para você atormentar então, por favor, me deixe em paz. - Praticamente gritei a última parte encarando ele que me encarava sério sem esboçar nenhuma reação, mas por pouco tempo pois logo sua risada debochada foi escutada.

  - Lindo discurso. - Ele debochou. - Mas querida Soph quem decide o que eu tenho direito ou não de fazer sou eu, quem decide se sua família vai ficar no meio disso tudo sou eu, e quem decide o que vai acontecer com cada um deles sou eu. - Ele disse se aproximando e eu engulo a seco sentindo meu nariz arder e meus olhos marejarem. - Mas minhas ações serão controladas pelas suas. A cada passo em falso que você der irá ter grandes consequências, então eu sugiro que seja uma menina inteligente o suficiente para não fazer nenhuma merda.

  - Você é louco. - Sussurrei.

  - Louco é uma palavra forte de mais, eu diria excêntrico. - Falou caminhando até a sala de estar onde se jogou no sofá e eu fiquei apenas o olhando em pé. - Ah o que é isso Soph? Não precisa de convite para sentar em um sofá da sua própria casa certo? - Perguntou debochado.

  - O que você veio fazer aqui? - Perguntei ignorando completamente o que ele havia dito.

  - Eu mandei sentar. - Disse completamente sério. - Eu vim apenas conversar. - Mudou repentinamente seu tom de voz para espontâneo, como se fossemos amigos em uma conversa saudável e amigável.

  - Diga o que você quer e vá embora. - Falei cruzando os braços o encarando e o mesmo fechou a cara me olhando com o maxilar travado.

  - Eu acho que te mandei sentar caralho. - Disse entre dentes e eu me sente o fazendo abrir um sorriso.

  - Diga o que quer.

  - Para que tanta pressa querida Soph?

  - Para com os joguinhos Justin.

  - Eu vim te propor um acordo. - Falou simples.

  - Eu não faço acordo com pessoas da sua laia. - Falei com repugno fazendo ele que encarava qualquer ponto da sala me encarar com maxilar travado e com os olhos em chamas.

  - Então veja seus amigos morrerem. - Disse normal se levantando.

  - Deixe os em paz! Seu ódio é de mim e é em mim que tem que desconta-lo não nas pessoas que eu amo. - Meus olhos ardiam fortemente, mas eu não queria deixar que uma só lágrima fosse derramada.   - E quem foi que disse que eu te odeio? - Perguntou e eu o olhei como se fosse um doente mental, não que ele estivesse muito longe de ser um. - Ah linda, eu não te odeio, é só questão de você ser uma garota inteligente e ouvir minha propostas. - Falou cínico.

  O olhava sem expressão alguma, o que eu poderia fazer? Cumprir meu desejo e expulsa-lo da minha casa, mas tendo plena certeza de que quem pagaria pelos meus erros seria que eu amo? Eu acho que não! Eu estava com as mãos atadas, não tem para onde eu correr. Respiro fundo fechando os olhos e logo as abrindo e encarando ele que me olhava esperando uma resposta vinda de mim.

  -  E qual é sua proposta? - Perguntou derrotada o vendo sorrir.

  - Sexo sem compromisso. Você gosta do que eu tenho a te oferecer e vice-versa

  -  Você só pode estar ficando muito louco. Você acha mesmo que eu me atreveria a foder com você de novo depois de tudo o que você me disse? Depois de tudo o que me fez? - Perguntei indignada me levantando bruscamente do sofá.

  - Acho! - Falou antes que eu falasse qualquer outra coisa.

  - Foi uma pergunta retórica. E não, eu não transaria com você de novo, não vou cometer nunca mais esse erro.

  - Eu acho que você o faria novamente pelo simples fato de que você não tem muita escolha. - Falou olhando em meus olhos enquanto eu fazia o mesmo com ele.

  - E o que você quer dizer com isso? - O olhei com os olhos semicerrados já imaginando o que ele queria dizer com aquilo.

  - Ah, seja uma garota esperta, você sabe muito bem o que eu estou querendo dizer. - Sorriu cínico levantando-se do sofá e andando de um lado par o outro enquanto fala, hora ele me olhava hora olhava para o chão... - Transe comigo sem compromisso por vontade própria e tudo fica suave, recuse a minha proposta e seus pais saberão a vadia que a filinha deles é, a final, onde já se viu foder com o sequestrador? Cuidado isso pode ser síndrome do Estocolmo. - Ele riu maldoso e eu senti meu rosto ferver em ódio, como alguém consegue chegar a esse ponto? Já me cansei de perguntar por quê diabos ele faz isso pois sei que não ha resposta para essa pergunta.

  - À que ponto você consegue chegar em Justin. O grande Bieber tendo que ameaçar alguém para conseguir sexo. - Bati palmas de lentamente, mas de forma alta e o vi visivelmente irritado.

  - Ameaçando? Já mais. Apenas fazendo uma proposta e um aviso caso essa proposta seja recusada. - Deu de ombros.

  - Já chega. Eu já ouvi de mais, sai da minha casa Justin. - Falei apontando para a saída. - Agora! - Veciferei.

  - Quem você pensa que é para mandar eu ir embora? - Perguntou andando em minha direção, mas eu permaneci no lugar não demonstrando qualquer tipo de intimidação.

  - Sou alguém que você não pode mais manipular. - Disse firme e ele riu debochado.

  - Olha só ela de repente ficou corajosa. Vem cá, essa coragem toda veio de onde? Você acha que tem moral para falar assim comigo por quê? Deixa eu te contar uma coisa... Eu ainda estou no comando, eu tenho você na palma da minha mão e é a mim que você tem que temer, agora cabe a você decidir o que vai acontecer daqui para frente. Eu vou ser muito legal com você eu vou deixar você pensar, te dou cinco dias para pensar na minha propostas. Se você aceitar, ótimo, agora se você recusar... Bom você já sabe. Seja uma boa garota até lá porque eu saberei se fizer algo errado princesa. - Então ele soltou uma risada de dar arrepios e em seguida me deu um selinho rápido e saiu da minha casa me deixando com a maior cara de tacho parada lá.

  Minha vida é uma merda mesmo. Que porra eu faço agora?

 

  (...)(...)

 

  - Oi minha vadia preferida. - Rebeka chegou toda animada do meu lado no corredor da escola.

  - Oi Beka.

  - Nossa! - Fez uma voz indignada então eu a olhei. - Te chamo de preferida e você me vem com um "Oi Beka"?

  - É mas me chamou de vadia antes de me chame de preferida então não reclama. - Revirei os olhos.

  - Que cara de preocupação é essa? - Perguntou notando que eu não prestava atenção em nada.

  - Apenas pensando na prova de física de hoje. - Menti e ela pareceu engolir direitinho, pois seus olhos arregalados e surpresos denunciavam que ela não lembrava da prova e consequentemente não havia estudado.

  - Eu te passo as resposta. - Falei revirando os olhos assim que ela abriu a bica pois sabia que era isso que ela pediria.

  - E é por isso que eu te amo. - Me deu um abraço exagerado e novamente eu revirei os olhos.

  - Falsa. - Falei rindo. - Vamos logo. - Então fomos andando até a sala que já estava quase cheia.

  - Está tudo mundo falando da festa que vai ter na casa do Troy na sexta para comemorar os jogos, mas nem todos foram convidados ele está entregando os convites hoje. - Rebeka comentou. Troy é o quarterback do time de futebol da escola o cara se acha um máximo, eu seria estúpida se dissesse que ele não é bonito, ele é até de mais, mas em compensação é um completo babaca que se acha melhor do que os outro e se garante de mais.

  - Eh? - Perguntei tentando entender onde ela queria chegar.

  - Eh que essa festa vai ser muito foda e a gente tem que ir. - Disse animada.

  - Mas... - Eu ia começar a falar que do fui interrompida por alguém do meu lado.

  - Mas vocês não foram convidadas. Que peninha. - Madison disse debochada.

  - Garota fala daqui com essas sua casa de puta mal comida fazendo um favor? - Rebeka disse apontando para o lugar da Madison.

  - Você me chamou de que cabelo de fogo? - Madson provocou sabendo aí Rebeka odiava esse apelidei.

  - Relaxa Beka não vale a pena de se sujar por tão pouco. - Disse assim que ela fez menção de se levantar.

  - Aceite vocês são estranhas ninguém seria louco de convidar vadias como vocês para uma festa em casa. – Madison disse e no momento seguinte Troy apareceu atrás dela entregando suas folhas de digite coloridas para eu a Rebeka.

  - E ai gatinhas já devem estar sabendo da festa que vai ter na minha casa sexta. Eu exijo vocês lá. - Ele disse sorrindo para nos e a cara da Madison era simplesmente impagável. - Ainda mais se tiverem com um vestidinho curto e apertado, ai terão tratamento vip. - Disse sendo estúpido enquanto sorria malicioso então saio.

  - O que foi mesmo que você disse Mad? - Beka debochou e Madison revirou os olhos indo para seu lugar. - E ai amiga vamos?

  - Não sei... - O que Justin disse não saia da minha cabeça "Seja uma boa garota até lá porque eu saberei se fizer algo errado princesa. " Então provavelmente tem alguém me vigiando e eu não queria me ferrar mais do que eu ha estou.

  - Ah qual é o que te prende? Vamos logo para de fazer doce. - Ela implorava então eu resolvi por um ponto final nisso ir ele não é meu dono e eu quero que ele vá tomar no cu.

  - Okay nós vamos e vamos nos divertir para caramba. - Ela assentiu fazendo uma comemoraçãozinha escrota.

  Seja o que Deus quiser...

 

  Cheguei na minha casa jogando minha bolsa no sofá e indo direto para a cozinha.

Senti meu celular vibrar no bolso da minha calça e peguei o mesmo vendo a mensagem de um número desconhecido.

 

  "Quatro dias, pequena Soph. Seja uma menina esperta e escolha a melhor opção."

 

 Revirei os olhos para tamanha idiotice e guardei o celular novamente no bolso mandando mentalmente Justin ir a merda e continuei comendo meu lanche. Até que meu celular vibrou novamente avisando sobre uma mensagem e eu ignorei, várias outras mensagens foram chegando e eu continuei ignorando até que mudou de mensagens para ligação então eu resolvi atender já sabendo que era o viado do Bieber.

 

  Ligação: on

 

  - O que você quer? - Perguntei rude.

  - Nossa! Se eu estiver incomodando eu volto outra hora. - Ouvi Jack falar então rapidamente olhei no visor vendo que eu estava completamente errada, a chamada era dele não do Justin.

  - NÃO! Desculpa Jack achei que fosse outra pessoa. - Disse rindo da situação.

  - Hm. Da para você abrir a porta, por favor? Eu vou derreter aqui nesse calor. - Dei risada finalizando a chamada e caminhei até a porta.

 

  Chamada: off

 

  Assim que abri a mesma Jack estava parado a minha frente com a cabeça baixa, mas assim que levantou a mesma pude ver um sorriso lindo brotar em seu rosto.

  - Oi! - Falou sorrindo relaxando os ombros.

  - Oi! - Disse de volta.

  Jack estava sem camisa ficando suas tatuagens dos braços e tronco a mostra, uma bermuda com estampa camuflada e o cabelo lindamente bagunçado dava um toque a mais para fazer a perdição de qualquer uma.

  - Então... Não vai me convidar para entrar. - Perguntou erguendo uma de suas sobrancelhas.

  - Até parece que você precisa de convite para entrar, do jeito que é folgado acho um milagre que você ainda toque a campainha ou ligar par que eu venha abrir a porta, você apenas entraria e ponto. - Falei e ele fechou a cara.

  - Como você é engraçadinha. - Ele falou entrando em casa. - Como vai? - Perguntou beijando minha testa.

  - Bem, e você? - Questionei o puxando pela mão até a sala de estar.

  - Também.

  - E o que te trouxe aqui?

  - Que eu saiba minhas pernas, ainda não aprendi a voar. - Disse rindo, mas parou assim que viu minha cara. - Mas agora é sério eu só vim aqui agora para saber como você estava e você me deve explicações. Certo? - Perguntou se jogando na poltrona e eu fiz o mesmo no sofá assentindo.

  - Certo. – Afirmei. – Então... Basicamente ele é um carinha ai que eu conheci, nós nos tornamos colegas, a gente ficou uma vez e então ele acha que é meu dono, namorado, sei lá o que se passa na cabeça dele, ele é louco.

  - Entendi... – Semicerrou os olhos. - Você tem que tomar cuidado com essas coisas.

  - Eu sei. – Falei revirando os olhos.

  - E como é nome desse sei colega obsessivo e sem noção?

  - Kevin. – Disse o primeiro nome que veio em minha mente.

  - Okay. Vai fazer o que essa tarde?

  - Vou para casa da Rebeka, terminar uma maquete de um trabalho. – Ele assentiu.

  - Nada não. Então eu vou nessa. Até mais pequena! – Ele disse se levantando e depositando um beijo no topo da minha cabeça e indo até a porta.

  - Até mais nada e meu abraço? – Ele rio e me abraçou.

  - Que menina carente.

  - Sou mesmo. – Ele rio me soltando e indo em bora.

 

  (...) (...)

  - Cuidado sua lesada!  Você vai derrubar o que tivemos um trabalhão para fazer. – Rebeka reclamou enquanto carregava a grande maquete em meus braços no corredor da escola.

  - Cala a boca velho, eu não vou derrubar. – Falei irritada. Continuamos andando ate que no refexo de uma janela vi alguém atrás de mim com a mão levantada e pronta para bater na ponta do trabalho, mas eu consegui desviar e evitar que a pessoa derrubasse. Olhei para cara do ser e não m surpreendi ao ver Madison com cara de desapontada.

  - Eu juro que se você derrubasse esse trabalho no chão eu ia derrubar a sua cara nele também. – Rebeka falou brava a olhando.

  - Que meda. – Madison zombou e saiu andando.

  - É bom ter mesmo. – Beka sussurrou parra ela mesma em forma de aviso, eu a olhei interrogativa, mas a mesma deu d ombros e continuou andando.

 

  (...)(...)

 

  Eu já estava em casa tirando um cochilo no sofá quando meu celular vibrou.

  “Três dias... Sem visitas em casa pequena Soph.”

   - Vai a merda. – Falei para mim mesma.

  (...)(...)

 

  Finalmente sexta-feira a festa mais esperada a semana era hoje, e amanhã acabava meu prazo para falar com o Justin, mas eu procurava não pensar muito nisso.



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