História Heartbeat - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Dinah Jane Hansen, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Vampire
Exibições 69
Palavras 2.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey pessoal estou de volta. Espero que gostem do capítulo .

Capítulo 8 - VIII. The Game


Fanfic / Fanfiction Heartbeat - Capítulo 8 - VIII. The Game

 Residência dos Jauregui-Hansen. 

 

– Lauren Hoje é Quinta – Meu tio Ian abriu a porta pra mim meio assustado. 

 

– É mesmo? - Fingi uma cara de espanto e passei pra ele o ignorando – Onde estão todos? – Perguntei ainda de costas pra ele. 

 

– Brincando com os convidados, mas suponho que você não veio aqui pra isso, nunca foi a favor dos jogos – Ele calmamente fechou a porta e se encaminhou para o meu lado. 
 

— Supôs errado... titio – Dei um sorriso para mim mesma e andei até o salão. 
 

Logo que entrei vi minha tia com seus filhos Tristan e Megan dividindo o pescoço de uma só mulher, a mesma me lançou um olhar como um pedido de socorro. Desvio o olhar dela rapidamente, não posso ter compaixão eu tinha que voltar a ser focada vim aqui pra isso. 

– Lauren ? – Titia me olhou espantada largando a mulher . 

 

– Vocês deveriam disfarçar o espanto, isso me pouparia tempo e explicações. - disse já entrando na sala onde eles mutilavam a sua convidada. 

 

– Já estamos satisfeitos, acabamos por hoje querida. — Me olhou com pesar. 

 

– Fale por você mamãe, pra mim ia ser um prazer continuar com Lauren, minha priminha nunca vem aqui — Diz Tristan sorrindo maliciosamente apenas o ignorei e ajeitei melhor os meus cabelo que agora teimavam em cair sobre meus olhos. 

 

– Então fiquem a vontade - deu um sorriso cínico e foi embora da sala, revirei os olhos em resposta, já disse muitos da minha família são hipócritas?. 
 

– Então, vamos começar, estou devendo uma revanche pro Jamezinho – Megan agora parecia feliz com a proposta do jogo, mais eu estava ali para isso não é mesmo? 
 
 

O jogo. 

 

Existiam cartas com habilidades das quais tínhamos que usar nos convidados, ganhava o jogo quem conseguisse praticá-las com êxito, elas eram: Persuasão, Força, Audição, Olfato e Sedução. As outras cartas eram numeradas com os números correspondentes aos convidados, cada habilidade tinha um tempo máximo para ser completada. 

 

Porque eu era contra? pra mim era cruel deixar todas aquelas pessoas lá presas, vendo o que estávamos fazendo com as outras sabendo que ia chegar a hora delas, eram como pinos de jogos de tabuleiro. 

 

Por ordem alfabética eu era a primeira... Megan tirou uma carta pra mim, Olfato. 
As luzes se apagaram e Tristan me vendou, escolheram um homem dos que estavam amarrados nas cadeiras e deram um corte leve em seu pulso, para que eu não escutasse os gritos desesperados dele nem os passos atrapalhados, havia uma espécie de tampão de ouvido.  

 

Foi difícil achar a concentração do sangue, a muito tempo eu não tentava isso, nunca precisava. O aroma se espalhou pela sala inteira e muitas vezes eu andava até Megan sem querer, o cheiro dela de mulher parecia mais doce e isso sempre me confundia. 
 

 

Minha sorte foi que o sangue pingava no chão e eu senti o rastro, o agarrei. Um dos outros problemas desse jogo para mim é que quando se capturava a vítima, deveria arcar com ela sozinha, ou seja, não deveria sobrar sangue e não seria dividido, eu ia passar mal. 

 

Como os jogos demoravam quase 4 dias, pedi pra repetir, eu estava com pressa, a carta era Sedução mas veio uma carta dupla seriam duas vítimas, um homem e uma mulher. 

 

Pra mim esse era um dos que deveriam ter mais habilidade, a regra era você levar o convidado ao o enquanto o mordia. Quase impossível, no meio do desespero e da morte, quem iria relaxar? 

 

Resolvi começar pelo rapaz que parecia menos desesperado, andei até ele o encarando pensando no que faria, passei a mão delicadamente pelo ombro dele dando uma volta na cadeira, senti que o corpo dele estremeceu, mas provavelmente de medo. Agachei atrás dele na cadeira jogando minhas mãos para seu peitoral, acariciei por ali tentando deixá-lo mais calmo, ele respirou fundo. 

 
 
– Fica calmo, meu nome é Lauren e o seu? - sussurrei atrás de sua orelha. 
 

– Br..Brad - Foi o que ele respondeu. 
 

– Fica calmo então Brad.. a gente vai brincar só um pouquinho, mas você não vai sentir dor que nem os outros.. ok? - falei baixo em seu ouvido enquanto meus primos me encaravam tentando escutar o que eu dizia. 

 

— Me tira daqui por fa.. - me levantei dando a volta rapidamente na cadeira, e sentei em seu colo deixando uma perna de cada lado do seu corpo. 

 

– Relaxa e só sente Brad.. - eu tinha que fazer de tudo para aquele homem se acalmar, estava um pouco escuro mas dava pra ver que ele era bonito, devia ter uns 22 anos, os cabelos longos numa mistura enrolado com liso e castanhos, até que era um rapaz bem atraente é uma pena que eu não goste mas minha tia escolhia muito bem. 

 

Eu comecei a me mexer pra frente e pra trás devagar no colo dele sem ter muito muito atrito porque ele poderia sentir...sabe né? enquanto o observava esperando alguma reação. Eu levantava muito pouco o quadril e sentava de novo fazendo uma pressão no volume que eu já estava sentindo ali embaixo. Passei a língua pelo queixo de Brad e ia contornando o canto da sua boca, ele a abriu.. já estava confiando em mim então eu arrisquei. Soltei um dos braços dele e levei sua mão até meu seio, quando ele o tocou eu rebolei sobre o volume com força e ele gemeu. 

 

– Ai ai hein... - escutei meu primo falando baixinho, ele foi um dos que sempre quis me ter e aquilo apenas me estimularam. Eu uniformizei o ritmo do meu quadril, e escutava os gemidos mais constantes.. 

 

– Deixa a sua morena louca deixa... - eu fingi gemer em seu ouvido enquanto continuava a rebolar, desci a boca até seu pescoço onde passei a língua deixando a parte onde estava a maior veia bem molhada, eu comecei a dar chupões com força ali no intuito da área ficar um pouco dormente, a respiração dele já estava bem ofegante e ele já parecia não sentir muita coisa... estava na hora. Eu tentei mordê-lo rapidamente e sugar o sangue sem muita força, deixando escorrer naturalmente para ele não sentir muito, contudo ele passou a mão sobre minha intimidade e bem...  

 

Brad ficou meio rígido e se assustou, mas eu acariciei sua nuca e comecei a rebolar com mais força fazendo exatamente o contorno daquele volume. Por um momento ele esqueceu que eu estava ali o mordendo mas foi o suficiente pra fazê-lo gozar. Ele deu uma forte respiração fechando os olhos tentando levantar o quadril e pronto.. eu tinha conseguido.. enquanto isso acontecia eu aumentei a velocidade da sucção e ele rapidamente desmaiou. Agora era só esperar escorrer as últimas gotas. 

 

Quando drenei todo seu sangue me aproximei  da garota sorrindo e levantei seu rosto, os olhos já estavam inchados e ela estava branca de medo, eu me senti no controle da situação quando comecei a rir da moça. 

 
 
– Tá com medo?— perguntei a desafiando; 

 

– Na- não me mata, por favor - disse se embolando nas lágrimas. 

 
 
Mas que bando de gente estúpida dos infernos. 

 
– Já esteve com alguma mulher antes? - ainda segurava seu rosto para que ela não desviasse o olhar do meu. 

 

– Não...por favor não.. 

 

– tem nojo? - eu a interrompi 

 

– Não gosto de mulheres. 

 

– Não gosta !? - eu repeti dando mais ênfase na frase, só esperava um sim ou não, mas ela parecia entender o que em breve eu teria que fazer com ela, acho que ela queria me fazer desistir, que inocente, muito inocente. 

 

– Sim..— dei um tapa bem forte mas não tanto em seu rosto fazendo-o virar, e pude ver um corte entre aberto em seu lábio, aquilo só fez com que minha vontade aumentasse. Agarrei sua cabeça e a fiz me olhar. 

 

– É.. meu amor, você não sabe o que está perdendo... eu vou te fazer gostar por bem ou por mal - e ri, da minha própria desgraça até, era como se eu estivesse me vingando de Cabello ter feito quase uma lavagem cerebral em mim. 
 
Peguei uma venda com Tristan. 

 

– O que os olhos não veem.. - disse enquanto amarrava a venda nos olhos da menina - você sente com prazer - É, parece que o ditado mudou. 

 

Megan me olhava em choque, ela nunca tinha visto esse lado meu, e a um bom tempo eu também não via. Quando eu tinha 14, algum idiota resolveu trazer uma criança de 3 anos junto à mãe, pra mim aquilo foi o mais traumatizante, a mulher foi a escolhida pra mim pela carta Força, e eu tinha que matá-la pela própria força, mas quando escutei a criança gritar quando me aproximei da mãe a criança choramingou: MAMÃE, CUIDADO COM O MONSTRO! - Desde então eu nunca mais consegui. 

 

Até meus 18 anos eu continuei participando desses jogos porque era obrigada pelo meu pai era como se isso honrasse nossa família, todos meus primos se orgulhavam de vencerem uns aos outros, quando meus pais e irmãos foram embora para Vancouver eu só compareci aos domingos por questão de sobrevivência. 

 

Me agachei diante da mulher e dessa vez não pude deixar de lembrar de Demi, ela usava um short jeans com uma blusa social branca, ela parecia ter um estilo diferente, mas isso não é coisa pra se pensar agora.. 

 

– Posso desamarrá-la? - me virei ainda agachada perguntando pra Tristan. 

 

– As regras não dizem nada sobre isso.. então ela é toda sua Lauren, apenas tome cuidado. - eu assenti. 

 

Comecei a desamarrar seus pés que já começavam a se mexer bem nervosos. 

 

– Seja boazinha... vai ser melhor pra você. - escutei um choramingo. 

 

Meio que engatinhei até chegar nas suas mãos que estavam presas atrás da cadeira, e eu as soltei mas ainda a segurava pelo pulso. 

 

– Se eu fosse você não levantaria da cadeira.. - disse no seu ouvido soltando as mãos dela uma por uma. Obviamente por um retardado impulso de sobrevivência humana ela correu pelo salão desastradamente, eu balancei a cabeça rindo. 

 

Quando ela estava quase chegando à porta do salão é que me lembrei que estava destrancada. Corri com toda a agilidade que fui treinada, num impulso a peguei pelo braço e arremessei na parede, escutei o barulho do corpo dela batendo, ela me olhou com desespero mas continuou na parede com medo do que eu faria. 
 

– Burra, eu te avisei. - disse me aproximando dela, quando encostei meu corpo deixando minha perna entre as dela ela virou o rosto, e acabou deixando o pescoço a mostra balancei a cabeça novamente e sussurrei em seu ouvido — Achou mesmo que eu fosse te beijar sua estúpida? —  
 

Ela balançou a cabeça fazendo que não, eu ri. Passei a língua pelo pescoço dela sem pressa nenhuma e cheguei até a orelha, senti ela se arrepiar mas não soube identificar o motivo. 

 

– Você está... me machucando - Ela disse quando eu puxei seu cabelo com força para ter total controle do seu pescoço, aquelas palavras entraram em mim quase como um tiro, lembrei de Camila, não sei se fiquei com ódio ou compaixão daquela menina. Eu a larguei e caí sentada no chão, me arrastando até a parede onde me recostei e comecei a chorar. Eu não estava entendendo absolutamente NADA, se eu lembrasse de Camila eu não conseguia ser quem eu era, imagina com ela por perto. 
 
Tristan em milésimos de segundos correu até mim e Megan deu um jeito na menina.. 
 

– Você estava indo tão bem...o que houve Lauren? 
 

– Eu.. estou ficando doida - disse entre os soluços do choro. 
 

– Você foi muito bem pra uma pessoa que recomeçou hoje. 
 

– Me ajuda Tristan... me ajuda a ser como eu era a anos atrás? - que merda, eu estava simplesmente pedindo ajuda a um primo.. que eu não falava a anos, é assim eu vou longe mesmo. 
 

— É como andar de bicicleta está tudo aí dentro de você, só precisa de algo pra despertar, e na hora que esse algo chegar, não quero nem ver - disse dando um riso. 

 

— É, eu vou buscar o que é meu de volta — liguei para DJ na mesma hora pedindo que ela descobrisse o endereço de Camila, e foi pra lá que eu fui.


Notas Finais


Até logo ou não.


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