História Heartbreak Hotel - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT U
Personagens Doyoung, Hansol, Johnny, Ten
Tags Drama, Romance, Yaoi
Exibições 76
Palavras 1.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oioioi!
espero que gostem do capítulo.
boa leitura!

Capítulo 9 - Talk


Fanfic / Fanfiction Heartbreak Hotel - Capítulo 9 - Talk

Ten subiu pelo elevador e finalmente entrou em seu quarto.

Logo ao entrar, teve um rápido colapso de felicidade pelo dia espetacular que teve.

Ele quase não acreditava em todas as coisas que lhe aconteceu em menos de vinte quatro horas. Era surreal.

Chittaphon havia dado seu primeiro beijo em um homem, feito sexo, e ainda teve a bendita chance de conquistar o garoto. Pelo menos era o que pensava.

Mas tudo estava muito bom para ser verdade.

Sobre o namoro, Ten não acreditava. Quer dizer, Johnny parecia animado e achou a ideia incrível, mas não era sério. Talvez ele tenha dito somente pelo momento. Como seu primo disse tudo estava recente. Ten estava confuso.

Logo ao pensar no garoto, ouviu a porta bater que rapidamente foi aberta pelo seu primo.

– Oi? – Seu primo perguntou entrando aos poucos no quarto.

– Oi. – Ten disse envergonhado.

O clima era muito estranho. Parecia que nem se conheciam.

– Por onde começamos? – Bhuwakul andou até uma poltrona que ficava ao lado da cama de Chittaphon e se sentou.

– Por que me abandonou lá?

– Ok, primeiro você tem que me prometer que vai me escutar até o final, e não vai me julgar.

– Tudo bem. Mas... a parte de julgar, talvez.

– É sério, Ten.

– Desculpe, pode dizer. – Chittaphon se sentou na cama cruzando as pernas.

– Eu estava lá. Como eu te disse, eu tive um imprevisto e tive que ir cedo. – O garoto abaixou a cabeça e respirou fundo.

– Eu conheci uma pessoa e bebemos demais. O que levou... ah! Você sabe... ficamos no banheiro do bar.

Ten não entendia. O que tinha demais? Ele realmente se preocupou atoa.

– Você parece confuso. Imaginei que ficaria. Então vou ser direto. Foi um homem, Ten. Nós fizemos sexo no banheiro do bar. Quer dizer, não foi totalmente sexo. Sabe?

Ten estava chocado. Estático. Imobilizado.

Ainda sentia que todos estes adjetivos não eram suficientes para descreve-lo naquele momento.

Ele falava como se fosse de fato experiente.

– Você foi forçado? –Ten disse sussurrando com medo da resposta.

– Não. Por deus... não. Eu quis isso. Não me interrompa. – Ele dizia sorrindo.

Ten estava furioso, mas curioso ao mesmo tempo. Ele nunca disse sobre se relacionar com um homem antes.

Desde quando Chittaphon se mudou para Coréia, Bhuwakul sempre deixou claro sua orientação sexual. E também do tanto de garotas que já havia saído. Ele era hétero. Era o que ele julgava ser.

Ten levantou da cama assustado e respirou fundo.

– Não termina aí. Ele me chamou para ir em um lugar mais reservado para terminarmos o serviço. - Seu primo o olhou cuidadosamente. – É essa hora que eu te peço perdão por te abandonar lá. Eu estava bêbado e excitado.

Ten voltou e se sentou na cama de novo sem o olhar nos olhos.

– Nós fomos até a casa dele onde fizemos. As mensagens hoje de manhã, eu estava voltando para casa quando as vi. Eu estava arrependido por te deixar na mão. Me perdoe, Ten.

O silencio se instalou no quarto mais uma vez.

– Você pode dizer algo agora.

– Mas que porra?!

Bhuwakul fechou os olhos com força e sorriu já aguardando pelo sermão do maior.

– O que você é? E por que não me disse sobre já ter ficado com um homem?

– É porque eu nunca fiquei. – Ele disse sério mas parecia desconfortável. – Sua mente é muito limitada, Ten.

– Do que está falando?

– Eu aprendi com ele que não faz sentido se auto rotular. Eu gosto de garotas. Claro que gosto. Mas gosto mais dele.

– Mas o que você está falando?

– Eu já me envolvia com ele há um tempo...

– Sério, Bhuwakul? Pensei que confiasse em mim.

– Eu confio, Ten. Mas, você tem coisas a se preocupar, não é?

– Tipo o que? Que bobagem.

– Olha, eu só achei melhor que fosse assim. Ninguém sabia além de nós dois.

Ten estava bravo. Mas, o entendia. Se ele preferisse assim.

– Sabe quando uma garota tem um amigo gay e aí ela descobre que o amigo gay não é gay? –Ten disse sorrindo tentando quebrar o clima sério.

– Qual é o ponto disso? - Bhuwakul disse rindo.

– Eu me sinto traído. Você podia até sentir atração por mim, já parou para pensar nisso?

– Credo! Aish, nem quero!

Os dois riram e perceberam que estava tudo bem de novo.

– Linda companhia... namorado... não é só eu que devo satisfações.

– Oh... não é nada.

– Explique.

– Eu dormi com um cara, só isso.

– Só isso? Ten, foi sua primeira vez. Não aja como se você fizesse isso todos os finais de semana.

Ele deu um pequeno riso e deu de ombros.

– Ele disse estar apaixonado por mim. Então sugeri o namoro. Mas foi só uma brincadeira.

– Espero que seja. Não é só por ele estar apaixonado por você que devem namorar. Não é assim.

– Estou aprendendo, ok? Ele é diferente. Ele é fechado e reservado. Mas comigo... é outra pessoa.

– Oh, que gracinha! Estou tocado. Parece até aqueles filmes típicos.

– Engraçado. – Ten jogou uma almofada nele.

– Foi ótimo falar como mãe e filho com você. Precisamos fazer isso mais vezes. Mas tenho que ir.

– Vai encontra-lo?

– Não. Meus pais não são liberais como os seus, Ten.

Eles não devem saber disso nunca. Eles estão desconfiados, então tenho que passar mais tempo com eles. – Bhuwakul revirou os olhos.

– Boa sorte, então.

Ten pegou a almofada do chão e deitou-se enquanto o garoto se retirava.

Checou seu celular e havia uma mensagem de Doyoung.

“Yuta hyung está me deixando louco. Me ajude, Ten. ”

Ten sorriu e o entendia.

Qual o motivo? ”

“Ele quer me mostrar um tal de Hansol. Gostaria de ir? ”

“Ir? ” - Ten respondeu não dando muito a mínima.

“Sim. Passo aí daqui a pouco. Esteja pronto. ”

Ten ficou confuso. Nossa, ele estava exausto. Mas não queria deixar seu hyung sozinho.

Ten se levantou e entrou no banheiro para tomar mais um banho.

Ele se lembrava dos detalhes do dia de hoje perfeitamente e sorria sozinho enquanto massageava os seus cabelos.

Quem conseguisse o ver sorrindo assim para o nada, absolutamente o chamariam de louco.

Ten pegou sua toalha e enxugou rapidamente o seu corpo e os seus cabelos.

Colocou a toalha em sua cintura e saiu do banheiro.

– Johnny?

– Hey. – Ele disse sorrindo.

Johnny estava sentado na poltrona com os olhos vidrados em seu celular.

– O que faz aqui? Sou tão irresistível assim?

– Minha avó está tendo um encontro nesse momento. Eu estou entediado e estressado.

– Sua avó? – Ten ficou surpreso e riu alto.

– Com o vizinho de hoje mais cedo.

Ten revirou seu guarda-roupa e pegou uma bermuda e uma blusa simples e foi até o banheiro as vestir.

– Eu quero tirar a sua roupa. Por que está se vestindo? – Johnny gritou, mas não obteve resposta.

Ten pegou sua toalha e chacoalhou seus cabelos com intenção de seca-los.

– Você está de saída? – Youngho se apoiou no batente da porta enquanto observava o pequeno.

– Sim. Meu amigo está implorando por socorro. – Ele disse sorrindo debaixo da toalha.

– Pensei que não tinha amigos. – Johnny sorriu irônico.

Ten parou e colocou a toalha em seu lugar e logo após, olhou para o garoto sorrindo.

Chittaphon saiu do banheiro passando por Johnny e sentou-se na cama para vestir seus sapatos.

– Quando eu comecei na universidade fiz duas amizades.

Johnny abaixou a cabeça entediado.

– Então? Como eu estou? – Ten perguntou para Johnny erguendo os braços e dando uma volta.

Johnny caminhou em direção a Ten.

– Ficaria melhor nu. Mas está bonito. – Disse dando um breve selinho.

– Por que não vai comigo?

– Papos de universitários... – Fez como se estivesse pensativo. – não, dispenso.

– Bom, então vai ficar aqui reclamando que está entendido enquanto sua avó deve estar beijando seu vizinho... tipo agora?

– Tudo bem. Eu vou. – Ele disse revirando os olhos.

– Ótimo. – Ten beijou Johnny lentamente segurando em seu rosto.

O maior pegou Ten no colo e o colocou na cama enquanto espalhava beijos no pescoço do mesmo.

– Ainda tem como desistir.

– Você joga sujo. – Ten disse o olhando nos olhos.

Ten deu um beijo rápido no garoto e saiu rapidamente de seus braços.

– Você vem? – Ten estendeu sua mão.

Johnny levantou resmungando e saiu de mãos dadas com Chittaphon.

Entraram no elevador e Johnny cruzou os braços de imediato.

Ten o olhou de canto e teve uma ideia que talvez melhorasse o humor do maior, mas só de pensar ficou corado.

Chittaphon apertou todos os botões do elevador fazendo Johnny levantar a cabeça e perceber a intenção do menor.

Ele caminhou até ao lado de Youngho e ficou de costas para o espelho e sorriu no aguardo do maior ir beija-lo.

Johnny virou-se de lado e viu Ten sorrindo sem olhar para ele.

– Você é esperto.

– E você está perdendo tempo. – Ten disse o olhando de soslaio.

Johnny segurou em seu pescoço e o beijou intensamente descendo suas mãos por dentro da bermuda de Ten apalpando suas nadégas com força.

Ten arfava na boca do maior enquanto o mesmo espalhava beijos por todo o rosto do garoto.

– Você é lindo.

Johnny mordeu o lóbulo da orelha de Ten e logo após descendo para o pescoço.

O maior beijava Chittaphon com extrema vontade e desejo. Quase não perceberam quando o elevador apitou e as portas se abriram.

Youngho continuava prensando Ten contra o canto do elevador e o olhando.

– Johnny... O elevador. – Ten disse olhando para o lado.

– Oh. – Ele que parecia estar em transe desta vez. – Desculpe.

Ten riu, deu um beijo no rosto do garoto e logo após saiu segurando em suas duas mãos.

 



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