História Heartbreaker - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Ciumes, Justin, Possessão, Possessivo, Romance
Visualizações 69
Palavras 2.694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO, PESSOINHAS LINDAS! ❤
♛ Agradeço pelos comentários e favoritos, CONTINUEM ASSIM!!!
♛ Espero que gostem desse capítulo, acabou de sair do forno.
♛ Boa leitura, amorzinhos. ❤

Capítulo 3 - II. Droga de sentimento


Fanfic / Fanfiction Heartbreaker - Capítulo 3 - II. Droga de sentimento

Blair Stone’s Point of View
Portland, Oregon – 16:19 PM

Após o término das aulas, como de costume, fui para o café onde eu trabalhava.

Tudo corria bem, meu turno terminaria em no máximo quarenta minutos e caminhada tudo normalmente, até ele adentrar o estabelecimento.

Filho da puta! Ele sabia que eu trabalhava no café, então por que trouxe sua namoradinha até aqui? Para esfregar na minha cara?

Engoli a raiva e chateação, pois nós nunca havíamos tido encontro algum fora do colégio para lugares normais, e em menos de dois dias, ele foi ao cinema e agora ao café com Chelsea.

— Blair, vá atender a mesa sete. – Meu chefe pede, e eu concordo, engolindo a seco.

Eles estavam na mesa sete.

Peguei meu bloquinho, respirando fundo e indo até lá.

— O que desejam? – indago, tentando não fazer contato visual com ambos.

— Um suco de laranja para mim. – Chelsea diz, e eu anoto.

Sinto o olhar de Justin em mim, mas me esforço para ignorar.

— Uma porção de fritas e um refrigerante. – o loiro finalmente se pronuncia, e eu concordo, anotando.

Saio sem proferir uma única palavra, entregando o pedido na cozinha.

Me sento no balcão, disfarçando meu olhar no casal, soltando um longo suspiro.

Eu sou tão idiota, meu coração doía apenas em vê-los juntos. O jeito que ele parecia rir de cada frase proferida por ela, o jeito que ele parecia tranquilo, despreocupado e menos idiota. Com ela, Justin não parecia ser o completo grosseiro e babaca que normalmente era.

Se Chelsea o fazia ser alguém melhor, mais do que eu ou qualquer outra garota, então ela era a certa para ele, e não nenhuma de nós. As iludidas, transas legais uma vez ou outra, assuntos confidenciais.

Justin a assumia, estava com ela, mostrava para todos “sua garotas”, andando de mãos dadas no corredor, trocando carícias e beijos. Algo que eu nunca teria da parte dele.

Eu invejava Chelsea, sentia raiva dela, queria chacoalhar a mesma pelos ombros e perguntar como ela conseguiu tê-lo, o que ela fez, qual o seu segredo. Essa garota tinha noção da sorte que tinha? Ela estava com o Justin Bieber, o garoto que eu amo e faria qualquer coisa para estar sentada à sua frente agora.

Antes que eu percebesse, uma vontade de chorar absurda tomou conta de mim. Justin não se importava, não dava mínima para mim e veio ao café justamente por isso, por não ligar para os meus sentimentos e se trazê-la até aqui iria me magoar.

Enxuguei as lágrimas, observando meu reflexo no porta guardanapo.

Fui atender outras mesas, evitando olhá-los.

Essa merda doía muito, e saber que ele não se importava, nem mesmo um pouquinho, doía ainda mais. Eu era só uma garota que ele se divertia às vezes, como muitas outras.

Enfim, meu turno acabou e finalmente pude ir embora. Eles ainda estavam ali, rindo e falando sobre algo desconhecido por mim.

Fechei a cara, saindo rapidamente do ambiente.

— Hey, gatinha do café. – alguém chama por mim.

Olho para trás, desconfiada.

— Venho aqui todos dias, mas como você nunca parece me notar… me liga. – me estende um papelzinho, que continha o número do seu telefone e seu endereço.

Fico extremamente sem graça com sua atitude, e não sei o que dizer.

— Ahn… ‘tá. – é tudo o que respondo.

O mesmo solta uma piscadela, e vai embora em sua moto.

Suspiro, indo para minha casa.

Assim que chego, sinto um cheiro horrível de algo queimado.

— O que está acontecendo? – pergunto, preocupada, indo até a cozinha. – Devin! – exclamo, assustada, ao vê-lo tentar apagar o fogo de uma panela no fogão com uma toalha, soltando alguns gritos e minha irmã logo atrás o acompanhado.

Assumo a frente, correndo até eles e apagando o fogo.

— O que aconteceu aqui? – questiono, com os olhos arregalados.

— Bee, que bom que chegou a tempo. – meu padrasto suspira, colocando a mão no peito.

— O papai queimou nossa comida. – Vallie comenta, entristecida.

— Eu quis fazer algo diferente, mas não deu certo. – comenta, apontando para a panela incinerada.

— Tudo bem, deixa que eu faço. – suspiro, pegando uma espátula de suas mãos.

— Você é a melhor. – ele beija minha bochecha, e eu nego com a cabeça.

Devin conseguia ser mais criança que a Valerie, às vezes. Portanto, apesar de brigar com ele algumas vezes, eu considerava uma “bronca de mãe”, já que ele sempre foi bacana comigo.

— Bee, podemos pedir uma pizza? – Devin sugere, e eu concordo.

Como minha mãe trabalhava fora, eu era a responsável por cuidar da casa e, consequentemente, da Vallie e até mesmo do próprio Devin, apesar do mesmo ser um marmanjo feito.

Eu estava calada e extremamente para baixo hoje, Devin e Vallie falavam algumas coisas aleatórias, engraçadas e até meio idiotas, mas eu sequer conseguia rir.

Mamãe chegou antes do previsto e nos fez companhia, mas, logo foi dormir, pois estava exausta.

Despertei no dia seguinte, sem a menor disposição para ir ao colégio, porém, fui mesmo assim.

Eu ainda era meio “novata”, então não tinha muitas amigas, apesar andava com um grupo de garotas, que eram mais minhas colegas de turma e não amigas próximas.

O único amigo que eu tenho é Sam, alguém muito legal, por sinal.

Caminhei em direção à classe de matemática, e tive a infelicidade de ver Justin e seus amigos aglomerados nas carteiras mais ao fundo.

Nossos olhares se cruzaram, e eu desvio rapidamente, me sentando em uma carteira vaga.

O senhor Austin entra na sala, dando início a sua tediosa e interminável aula. Eu contava os minutos para o sinal soar de uma vez.

— Blair! – Sam chama por mim, e eu dirijo meu olhar a ele. – Como vai? – ele passa seu braço pelos meus ombros.

— Bem, eu acho. – solto uma risada abafada. – E você? – indago.

— Também, mas ficaria melhor se fosse comigo na loja de discos, preciso comprar algo para alguém. – pede disfarçadamente, e eu assinto, sorrindo.

— Por mim tudo bem, quando? – indago.

— Hoje, depois da aula. – responde, me lançando um sorriso.

— Fechado. – digo. – Bem, então até daqui a pouco. – aceno, entrando na minha sala. 

Agora eu teria literatura, e realmente gostava e me dava bem na matéria.

Assim que a aula acabou, guardei minhas coisas na bolsa, indo ao encontro de Sam. Como não o encontrei, decidi mandar uma mensagem, perguntando onde o mesmo estava.

— “Cadê você?” – Justin lê a mensagem em voz alta, após arrancar o celular da minha mão.

— Me devolve. – peço, sem paciência.

— Sam. – ele lê é o nome do contato.

— Me dá o meu celular. – estico minha mão, tentando tirar o aparelho das suas. – Eu não estou brincando, Bieber. – meu tom se torna mais sério.

— E eu pareço estar, Stone? Está cheia de gracinha com esse cara, hein? – comenta, nitidamente incomodado.

— Justin, me dá a droga do meu celular agora! – exijo, exaltando minha voz.

— Por que perguntou onde ele estava? – arqueia a sobrancelha.

— Não é da sua conta! – eu já estava ligeiramente irritada.

— Por que não me mandou mensagem ontem? – franze o cenho, “escondendo” meu celular atrás de suas costas, enquanto eu tentava a todo custo pegar.

— Por que eu tinha que mandar? – rebato, de maneira seca. – Só devolve o meu celular, eu não estou para brincadeiras, Justin. – suspiro, parando de tentar arrancá-lo de suas mãos.

— Você sempre manda. – ele responde, rindo fraco. – O que estava fazendo ontem? – indaga, curioso.

— Estava trabalhando, você deveria saber, já que estava no café com a Chelsea. – o alfineto.

— Ah, já entendi o porquê de estar estranha comigo. – o loiro revira os olhos. – Quantas vezes vou precisar repetir que… – o interrompo, antes que ele continue sua frase e acabe me machucando.

Ele com toda certeza iria falar sobre nós não termos um relacionamento sério, que somos apenas diversão, não temos compromisso algum ou coisa assim. E eu, definitivamente, não queria escutar essas coisas.

— Não, você não precisa repetir absolutamente nada. – disparo, ressentida. – Só me entrega o meu celular. – peço, mais uma vez.

— Blair, eu te avisei para não envolver sentimentos nisso, gatinha. Não entendo o motivo de estar tão brava… – profere, me fazendo fuzilá-lo, pelo tom despreocupado que ele usa. Eu queria esmurrar sua cara linda.

— Gatinho, eu tenho mais o que fazer, e se estou brava, já parou para pensar que eu tenho outros problemas na minha vida além de você? – arqueio a sobrancelha. – Então será que dá para parar de falar como se o universo girasse ao seu redor, e devolver meu celular? Sam está me esperando, e você está desperdiçando o meu tempo. – uso o tom mais ríspido possível, em nome de todo o resquício de dignidade e amor próprio que ainda me restava.

— Como quiser, Bee. – Justin debocha, me chamando pelo apelido e entregando meu celular.

Essas são suas últimas palavras dirigidas a mim, antes de me deixar e ir na direção de Chelsea, colocando as mãos em sua cintura e a beijando, como deveria estar me beijando.

Eu o odeio. E odeio mais ainda amá-lo tanto, a ponto de não conseguir realmente odiá-lo e superar essa droga de sentimento. Eu estava sendo extremamente tola, a rainha das tolas, no reino das “garotas do Bieber”.

Era uma bela facada nas costas. Em um momento, Justin estava na minha frente e, por mais estranho que fosse, parecia se importar, mesmo que um por cento que fosse, com o fato de eu não ter ligado, enviado mensagens e estar agindo “estranho”. E, no instante seguinte, ele me joga um balde de água fria, deixando claro que não, ele não se importa, nem um por cento que seja.

Então, eu caio em sã consciência, finalmente percebendo que esse “um por cento”, na verdade, é inexistente e foi meramente uma ilusão da minha cabeça para que eu me sentisse menos pior.

Eu estava sendo tão ridícula. Eu realmente me apaixonei por ele? Como eu pude chegar tão longe com esse sentimento, se ele nunca deu um sinal que sentia o mesmo? Eu me enganei tanto, criei tantas ilusões e me afundei em todas elas. Me apaixonei pelo que inventei, não pelo que, de fato, era real.

Corri para o banheiro, apoiando minhas mãos na pia e me permitindo chorar. Não seja estúpida, Blair, ele não merece suas lágrimas!

Justin Bieber era um cafajeste, um canalha, insensível, idiota, rude, quebrador de corações!

E, mesmo sabendo de tudo isso, eu ainda assim fui capaz de me apaixonar perdidamente, não medindo consequência alguma.

Olhei meu rosto no espelho, e eu não estava lá essas coisas. Lavei o rosto, o enxugando e saindo do banheiro, correndo até Sam, que havia respondido minha mensagem a alguns minutos.

— Demorei muito? – indago, tentando disfarçar o mau momento que tive agora a pouco.

— Não, relaxa. – ele solta um riso nasal. – Vamos? – concordo com a cabeça, e nós entramos em seu carro, rumo à loja de discos.

— E então, o que quer comprar? – pergunto, curiosa.

— É para uma garota. – ele comenta, envergonhado.

— Awwn! – exclamo, arrastando a palavra e fazendo biquinho. – Como ela é? – me animo.

— Bonita, inteligente, interessante, gosta de coisas clássicas, pinturas, museus, livros, documentários, é fascinada por história, e seu sonho é fazer biologia marinha. – a descreve, e eu não posso evitar sorrir.

— Ela parece incrível. – comento, impressionada.

— Emma tem uma ONG de animais, nos conhecemos em uma dessas, quando eu resgatei um cãozinho atropelado. Ela é uma pessoa inspiradora. – Sam diz, com um brilho nos olhos.

— Minha nossa, Sam! – uno as mãos, encantada com sua fofura ao falar sobre ela. – Emma é uma garota de sorte. – declaro.

— Me considero ainda mais sortudo. – afirma, e eu estava ainda mais impressionada com suas palavras.

Enfim, encontramos o disco que Sam queria dar à ela de presente.

Sam me deixou em casa, e assim que entrei, encontrei minha mãe no sofá.

— Mãe! – exclamo, contente em vê-la.

— Oi, meu bem, onde esteve? – indaga, sorrindo docemente para mim.

— Na loja de discos com o Sam. – respondo. – Acredita que ele está apaixonado? É tão fofo, ele fala dela com um brilho nos olhos. – me derreto.

— Awn, um dia também vai encontrar alguém, querida. – afirma, e eu concordo.

— Um dia, não é? – dou de ombros.

Mamãe e eu continuamos um conversando um tempão, até Vallie e Devin chegarem, e a minha irmã colocar todos nós para assistirmos um filme.

Enfim, a noite caiu e eu fui me deitar.

Evitei Justin a manhã inteira, tínhamos apenas uma aula juntos e ficava mais fácil de ignorá-lo.

Me juntei às garotas com quem eu andava, e eu não prestava a menor atenção no assunto, me concentrei apenas em comer.

“BRIGA, BRIGA, BRIGA!”

Levanto a cabeça rapidamente, encarando as meninas, que estavam tão assustadas quanto eu.

— Meninas, o Justin Bieber está dando a maior surra no Kevin Johnson! – Glenda, uma das meninas que andava conosco, vem afobada até nós dando a notícia.

Todas, sem exceção, nos levantamos correndo da mesa, seguindo até onde a briga ocorria, no meio do refeitório. Havia uma concentração e uma “muvuca” enorme de pessoas ali, em um círculo, incentivando a briga.

Justin estava por cima, distribuindo socos no rosto de Kevin, mas eu pude ver que ele também estava com um ferimento no rosto.

— PAREM! PAREM COM ISSO! – o diretor Duvall intervém, acompanhado de dois monitores. – Os dois para minha sala, agora! – ordena, severamente.

A confusão se desfez, e os dois seguiram até a sala do diretor.

Nas últimas aulas restantes, as pessoas só falavam nisso, era o assunto do momento, assim como quase tudo que Justin fazia.

Suspiro, encarando seu contato em meu celular, contendo a vontade de mandar uma mensagem, perguntando como ele estava.

Digito “Está tudo bem? Por que estavam brigando?”, mas apago logo em seguida, desistindo de mandar qualquer coisa que fosse destinada a ele, pela trigésima vez. Eu não posso fraquejar.

Justin se envolve em confusões o tempo todo, não é nenhuma novidade, mas eu nunca deixo de me preocupar.

O sinal indicando o término das aulas soa, e eu recolho minhas coisas, saindo apressadamente da escola.

Fui caminhando até em casa, pensando em dezenas de coisas, a maioria, se resumia nele.

— Entra aí. – me assusto, ao visualizar o veículo preto ao meu lado.

Justin estava na janela, me olhando impassível. Não pude deixar de reparar em seus machucados, que em hipótese alguma o deixava menos atraente.

— Não, obrigada, eu já estou pertinho. – dispenso, o agradecendo.

— Entra logo, Blair. – pede, já sem paciência.

— Justin, eu estou perto de casa, relaxa. – tento, mais uma vez, recusar sua carona.

— Não me faça ter que colocar você dentro desse carro, Stone. – ameaça, e eu reviro os olhos.

Certo, Blair, é só uma carona. O que pode dar errado? Respirei fundo, entrando em seu 
carro.

— Nem se preocupou em ir me ver, né? – comenta, amargurado, dando uma risadinha sem humor em seguida.

— É sério que precisa de todas as garotas que você fica vez ou outra, fazendo fila na porta da enfermaria? – arqueio a sobrancelha.

— Não, só pensei que estivesse falando a verdade, nas vezes em que disse que se importava comigo e gostava de mim. – me alfineta, e isso definitivamente. Ele era baixo, mesquinho e egoísta.

— Eu ainda me importo, Justin. – afirmo. – Mas, felizmente, estou deixando de me importar aos poucos. – meu tom salta repleto de orgulho.

— Tudo isso é culpa daquele cara, não é? – ele ri, sem humor.

— Se “aquele cara” for você, sim. – comento, dando de ombros.

Finalmente, chegamos até minha casa. Menos de cinco minutos em seu carro pareceu uma eternidade.

— Obrigada. – agradeço, mantendo uma feição inexpressiva.

Justin segura o meu braço, aproximando nossos rostos.

— O que… – ele interrompe minha fala, selando nossos lábios.

Seu beijo parece mais urgente e sem delicadeza alguma, uma vez que há uma “dureza”, incomum entre nós, em seu toque e na precisão de seus lábios sobre os meus.

— Podia me convidar para entrar, ou irmos daqui para algum lugar. – sugere, e eu balanço a cabeça, negando.

Eu estava decepcionada. Então é somente para isso que ele me queria? Suspiro, balançando a cabeça mais uma vez.

— Tchau, Justin. – me despeço, soltando o cinto de segurança.

— Está me recusando? – seu tom é confuso.

— Estou. – confirmo, abrindo a porta do carro e colocando o pé na calçada. – Obrigada pela carona. – Dito isso, eu fecho a porta, entrando em casa.


Notas Finais


Blair está tendo que ser forte, hein?
Bem, eu gostaria de falar algo importante: ela realmente gosta dele, e não é tão fácil quanto parece esquecer/super alguém que realmente gostamos e seguir em frente!
Portanto, tenham só um pouquinho de paciência, amores kkkkkk

Até breve, guys. ❤

xoxo.


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