História Heartbreaker - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford
Visualizações 74
Palavras 2.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


mano eu to bem triste, já tenho prova amanhã. Desculpem pela demora, talvez eu recompense vocês hahahaha
comenteeeeeeeeeeeeeeem
favoritem
compartilhem
beijosssssss

Capítulo 5 - Problem


Fanfic / Fanfiction Heartbreaker - Capítulo 5 - Problem

You told me not to worry 'bout
Those guys
You told me that you left it all
Behind

It's a lie
I catch you every time
-Secrets, The Weekend

 

 

Minhas mãos soavam frio enquanto me aproximava da porta. Quando a abri, haviam três pares de olhos me fitando curiosos.

-Cade o Michael?

-Teve que resolver umas paradas com o pai dele, mas disse que passaria mais tarde aqui – Amy disse, entrando.

-E também disse que te mandou mensagem – Ashton arqueou as sobrancelhas.

Peguei meu celular, confirmando que tinham novas mensagens.

Suspirei aliviada.

-Mais tempo – murmurei.

-Pra? – Amy se virou

-Falar com ele. – Ashton disse como se fosse óbvio.

-Ok, vai – Calum se jogou no sofá – Estamos ouvindo.

-Nos beijamos. – falei de uma vez. Os três não esboçaram reação.

-Só? – Amy torceu o nariz, e eu assenti.

-Meu Deus garota, nunca mais nos assuste desse jeito. – Ashton me chacoalhou.

-Achei que tinha rolado mais. – Amy olhou pra cima, pensando – Por um lado eu estou triste.

-Triste? – Cal riu

-Sim, que o Michael não me leve a mal, mas eu amo vocês juntos. Mas por outro, estou feliz. Ele é ridículo. – dei um sorriso fraco.

-Não era – Ash defendeu.

-Não foi o que ele ter ido embora provou – Calum grunhiu. Depois disso ficamos quietos.

-Tá – Amy quebrou o silencio – Como vocês chegaram até o ponto dele sair daqui de manhã?

Expliquei tudo, de como o encontrei chorando até eu acordar abraçada com travesseiros.

-Ele não foi nem um pouco babaca. Não comigo ontem. - conclui.

-Realmente, ele não parece ter sido. – Amy me olhou, sorrindo.

-O que foi? – ri de sua cara.

-Desculpa, mas vocês são perfeitos juntos – suspirou – Um pirralho loirinho de olho azul atentado, perfeito. – riu, e eu dei uma leve risada junto.

-Só não vamos esquecer que ele fodeu duas garotas no banheiro do colégio – Calum gritou abafado, já que estava com a cara na almofada. Fiz careta.

-É horrível dizer isso.

-O que? Foder? – riu e eu concordei.

-Desculpa, prefere fazer amor? – levantou a sobrancelha.

-Vamos ficar com foder que está ótimo. – eu bufei, e eles riram.

-O que vai falar para o Michael? – Amy perguntou, sentando no colo de Ash, que estava na poltrona do outro lado da sala

-Não sei – me joguei em cima de Cal, que gemeu de dor.

-Gorda.

-Cala a boca. Voltando – olhei para Amy – Esse é o problema.

-Ele teria razão em ficar bravo – Ash disse, e deu um beijo no pescoço da morena em cima dele.

-Não, não teria – Calum, que estava de bruços, se virou comigo em cima. Me aninhei em seu peito.

-Sim, ele teria – suspirei – Ele foi uma parte importante em me manter sequer viva, assim como vocês. Eu o amo.

-Não do jeito que ama o Luke – Cal bufou.

-Eu não quero magoar o Michael. E não posso ter esse tipo de sentimentos pelo Luke.

-Mas tem. – Amy disse alto.

-Pretende o que? Esquecer ele com o Michael? – Ash me fitou.

-Se for, já sabe que não da certo. – Amy complementou.

-Cara, vocês não estão ajudando – enterrei minha cabeça em Cal.

-Não tem muita coisa que possamos dizer. É a verdade, pequena. Sabemos que não está usando o Mike, mas você tem que se decidir. – Ele beijou minha testa.

-Ótimo. Amor ou segurança – grunhi.

-Anne, o Luke nunca te machucaria – Ash revirou os olhos.

-Ah, jura? – disse irônica – foi embora, voltou, me beijou, fez sexo com duas garotas. Ele me deixa confusa e tudo isso me machucou.

-Vai ter que se decidir. – Amy olhou com pena.

Olhei pra Calum em busca de conforto ou palavras, mas ele apenas encolheu os ombros. Depois de uma hora e meia assistindo episódios aleatórios de friends e how I met your mother que, segundo Amy, seria injusto favorecer uma série só, Amy e Ash se levantaram para ir embora.

-Pensa direito, amiga. – me abraçou e eu assenti.

-Boa sorte – Ash me deu um beijo.

-Obrigada, gente – fechei a porta e olhei pra Cal, que ainda estava deitado.

-Cuidado pra não criar raízes – brinquei, encostando na parede.

-Já criei.

Ficamos em silencio. Fiquei encarando o nada enquanto sentia seus olhos sobre mim.

-Tá preocupada? – apenas assenti.

-Vem cá – abriu os braços, e eu caminhei até ele, deitando ali. – Eu acho que você tem que se dar um tempo. Vive a tua vida, conta para o Michael, vê se o Hemmings vai parar de ser um idiota – respirou fundo – Em público, no caso.

-Tenho medo de perder o Mike.

-Você não vai. Acredita em mim.

-Mesmo se eu ficasse com o Luke?

-Você estava com o Luke no começo, lembra? – rimos fraco.

-Obrigada, Cal.

-De nada, anjo.

Depois de algum tempo assistindo série, a campainha tocou. Olhei pro lado e Cal estava praticamente roncando. Ri de leve e levantei, abrindo.

-Ei – sorri, o dando passagem pra entrar.

Ele arqueou a sobrancelha ao ver Calum babando em meu sofá, e começou a rir levemente.

-Lá em cima? – perguntou, e eu assenti, o seguindo pela escada.

-Então – fiz careta – ele veio ontem.

-Aconteceu algo?

Contei as mesmas coisas que disse aos garotos, e quando chegou na parte do beijo eu mordi a boca, ficando em silencio.

-E?

-E nos beijamos. Foi um só e eu disse que não podia acontecer mais. E nada além disso.

-Nada além? – cruzou os braços.

-Nada. E não aconteceria de novo.

-Anne, eu preciso que não aconteça. Sei que não namoramos ou coisa assim mas – pausou, fitando o chão – Eu me importo com você. E fica ainda pior quando é com o Luke.

Quase perguntei por que, mas me segurei e não o fiz.

-Eu sei.

-Anne eu te

-Eu prometo que não vai acontecer nada do tipo de novo. – o interrompi – Pode me perdoar?

-Só essa – parecia decepcionado.

-Fica comigo hoje? – o fitei.

-Claro que sim, Ann. – ele estava bravo e triste, isso era claro. Mas ele tentava esconder. Mordi o lábio inferior pensando por um segundo.

-Espera aqui? – ele assentiu.

Peguei um cobertor e um travesseiro enquanto Michael me observava atentamente. Desci as escadas e Cal ainda estava praticamente desmaiado, ri e o cobri, levantando sua cabeça e a colocando de volta. O sono dele era pesado.

-Anne? – disse de olhos fechados.

-Sou eu, Cal. – passei a mão por seu cabelo – Dorme aqui hoje. Amanhã te acordo a tempo de ir pra casa – sussurrei. Ele parecia estar dormindo ainda.

-Anne, eu te amo – sussurrou, e eu sorri. Cal não falava muito isso. Depois de Luke ir, ele teve meio que um bloqueio por essas palavras.

-Também te amo – beijei sua testa, e me virei desligando a tv.

Quando subi, Michael estava deitado sem camisa em minha cama. O olhei por algum tempo, admirando seus músculos, que não eram extremamente visíveis, mas bem perceptíveis. Fui até o meu guarda roupa pegando minhas roupas e uma toalha.

-Vai precisar de duas – comentou.

-Pra que? – ri confusa.

-Eu vou com você – arqueou as sobrancelhas.

-Não acho que vai, Clifford. – o olhei desafiadora.

-Ah é?

Levantou e caminhou para o meu banheiro, mas eu corri e cheguei primeiro. Quando fui fechar a porta, ele me impediu.

-Você não é mais forte que eu, anjo.

-Droga – murmurei o deixando entrar.

-Desistiu tão fácil?

-Me respeita – fiz cara de deboche e ele riu.

-Só verdades – me deu um selinho, que aos poucos se tornou um beijo. Arranhei seu pescoço e ele arfou contra minha boca. Michael passou a mão no móvel atrás de mim e me colocou em cima dele. Poderia até brigar por meus cremes no chão, mas estava distraída demais para tal. Eu sentada ali era perfeitamente da altura dele, então envolvi minhas pernas em sua cintura enquanto ele me puxava pra mais perto. Senti o volume em sua calça e dei uma risada leve.

Eu estava de vestido, o que tornou tudo mais fácil. Ele o tirou lentamente, deslizando sua mão em minhas curvas.

-Michael? – sussurrei perto de seu ouvido enquanto distribuía beijos e mordidas leves em seu pescoço.

-ahm – murmurou em êxtase. Eu quase desisti da ideia, mas me mantive forte.

-Obrigado por tirar minha roupa por mim, mas eu preciso tomar banho.

Ele me olhou indignado e eu contive a vontade de rir, então desci dali. Saiu do banheiro bravo, quase me arrependi, mas ele iria superar.

Tirei o que faltava e entrei de baixo da água, sentindo meu corpo relaxar. A consciência estava começando a me perturbar demais. Fechei os olhos e escutei ele entrando no box comigo.

-O que está fazendo aqui?

-Não vai me deixar assim. – me encostou na parede me beijando, e logo desceu para meu ponto fraco: pescoço. Ele fazia o mesmo que eu fiz nele, e era tortura.

-Não mesmo. – ele me pegou no colo.

-Não mesmo – repeti.

Pisquei diversas vezes tentando me acostumar com a claridade vinda da janela. Meu celular apitava e eu bufei o desligando e deitando em Michael novamente.

-Não vai levantar? – sua voz era rouca e ele ainda estava com os olhos fechados.

-Não quero levantar – reclamei imitando voz de choro.

-Precisamos – riu.

-Eu sei – fiz careta e sentei, pegando o celular em minhas mãos. Tinha uma hora.

Levantei e fui ao banheiro dar um jeito na minha situação, logo depois descendo a procura de Calum, que ainda estava na mesma posição.

-Você é uma pedra mesmo hein – ri deitando em cima de suas costas.

-Uma pedra linda – murmurou – que horas são?

-Seis.

-Me mata – implorou.

-Pode deixar – ri.

Michael desceu e ao nos ver riu.

-Para de ser preguiçoso, Hood – jogou uma almofada em sua cabeça.

-Cala a boca, Clifford – levantou o dedo do meio e eu ri me levantando

-Já vai? – fiz biquinho ao notar que ele estava completamente vestido e com suas coisas em mãos.

-Preciso passar em casa antes da aula – me beijou – Te vejo mais tarde.

Assenti e abri a porta, o beijando novamente.

-Cal? – chamei quando não o vi jogado no sofá.

-Cozinha.

Ao chegar lá me deparei com farinha, ovos e mais algumas coisas na mesa.

-O que tá fazendo? – ri.

-O café da manhã, gatinha. Não to afim de morrer de fome – disse sarcástico.

-Nem eu – senti meu estomago roncar. Quando se tratava de cozinhar, os únicos do grupo que conseguiam fazer algo descentemente eram Calum, Amy e Luke. Se colocassem eu, Ash e Mike na cozinha, faríamos algo pegar fogo, ou tudo.

-Então vai se arrumar enquanto eu cuido disso aqui, tá precisando – me zoou rindo, e eu não tive como não rir também.

-Eu te odeio – fingi estar brava.

-O sentimento é mutuo.

-Não foi isso que disse noite passada – pisquei.

-Cala a boca – riu e eu subi para me arrumar.

-Seu café tá ai – avisou quando entrei na cozinha – vou pra casa tomar um banho e me trocar. Um dia eu trago um guarda roupa pra ter roupa minha aqui – ri.

-Obrigada, Cal – o abracei.

-Estou feliz que se acertaram, não sou obrigado – fez uma cara engraçada e eu ri mais ainda – passo aqui pra te levar, gatinha – piscou.

-Vou esperar, gatinho.

Cal saiu e eu olhei para mesa rindo com sua tentativa de panqueca com formato de coração. Quando acabei de comer, ouvi os garotos entrando em minha casa.

-Adoro o fato de terem a chave e não precisarem avisar que chegaram – revirei os olhos.

-Eu também – Ash sorriu e Amy riu do olhar mortal que eu fiz.

-Vamos logo – Cal suplicou e eu assenti.

Passaram-se algumas aulas entediantes e minha cabeça simplesmente não estava afim de focar. Quando entrei na aula de literatura, Luke estava sentado no fundo rodeado por algumas garotas, incluindo

-Anne, vem cá – incluindo Melanie. Sua voz estridente ecoou pela sala de aula e eu tive que me controlar para não dar meia volta. Fui até ela e ela fez sinal para que eu sentasse na cadeira vaga ao lado de Luke.

-Ficou sabendo da festa que vai ter esse final de semana? – assenti calada – Vamos?

-Não, valeu – estalei a língua no céu da boca, me virando pra frente.

-Não seja chata – reclamou.

-Quer que a chata vá pra que? – ri sarcástica.

-Só to tentando te enturmar.

-Obrigada, eu passo. – continuei encarando o professor escrevendo algumas coisas na lousa e ouvi Luke dar uma risadinha, mas percebi que Mel o olhava e ele fingiu uma tosse.

-Semana que vem é seu aniversário – Ouvi a voz de Luke.

-É, por que? – Melanie respondeu por mim.

-Não foi uma pergunta, eu sei que é. Só queria dizer que ela poderia ir pra comemorar lá.

-Tem algum interesse em ela estar lá? – Ela elevou o tom de voz e eu tive que me segurar para não voar nela.

-Logico que não. A presença dela não é relevante. Só estou dizendo. – levantei a sobrancelha. Não acredito.

-Ah sim, entendi.

Encarei minhas unhas tentando parar de me importar com aquela conversa idiota.

-É sério. Você sabe que é a única que eu quero lá. – a beijou. Eu acho que minha cara de choque deve ter sido clara. Luke e Melanie?

-Esqueci de te contar disso também. Estamos juntos. – sorriu vitoriosa.

-Eu percebi – sorri falsa – Parabéns, só toma cuidado.

-Por que? – me olhou intrigada.

-Acho que alguém esqueceu de te contar que ele fodeu – decidi usar a forma mais chula para expressar um pouco da minha raiva – duas no banheiro do colégio.

-Eu achei que isso tinha ficado só entre a gente. – olhou para o loiro brava – quem sabe?

-O colégio todo – ri.

-Pelo ou menos eu não fui deixada – arqueou a sobrancelha. Contei até dez mentalmente, percebendo os olhos azuis culpados dele em mim.

-E pelo ou menos eu nunca fui corna mansa só por faminha – mordi o lábio inferior a olhando e vi que Luke queria rir. – Mas assim, boa sorte no relacionamento né, tudo de bom.

Pisquei pra ela que estava quieta e levantei exatamente quando o sinal bateu, saindo daquela sala. Meus olhos queimavam. Eu queria chorar de ódio. Não sei exatamente por qual dos fatos eu queria chorar, talvez todos.

-Anne? – Luke correu até mim.

-Que é, droga – gritei.

 

 


Notas Finais


Por favorzinho comenteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem o que estão achando, eu preciso sabeeeeeer. Luke babaca.


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