História Hearts and boys - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Gays, Kawaii, Lemon, Romance, Sexo, Yaoi
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Palavras 3.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Atualizada >♡<
Desculpa a demora, tive muitas dores corporais q me imposibilitaram de escrever e foi um capítulo pessoalmente difícil...

Capítulo 17 - 17


Em quanto Jazz dormia, fritei bacon e ovos, arrumei a mesa e prendi na parede da sala “Feliz Aniversário” e em cada ponta do cartaz coloquei dois balões.

- Pronto, aniversário de Jazz parte um completa.

Subi a escadaria, antes que o garoto acordasse alientei Victor com leite morno e o deixei dormindo na pequena cama.

“Acho que já está na hora de acorda-lo, ele tem teste de direção hoje.” – Pensei.

Me joguei sobre a cama, o ruivo era incrivelmente lindo dormindo, na verdade ele era lindo fazendo qualquer coisa, mas dormindo principalmente.

Passei a mão levemente pela pele macia de seu rosto, ainda não tinhan intenção de acorda-lo, passei as mãos pelos seus cabelos cor de fogo, minhas mãos escorregaram pela sua bochecha, eu apenas queria sentir o calor da sua pele, ele levemente abriu os olhos, olhou nos meus e sorriu. Seus braços se enroscaram no meu corpo e antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele me abraçou.

Seu corpo estava quente, parecia até febril, suas mãos quentes estavam em minhas costas, a esquerda foi levada ao meu rosto, seus quatro dedos apoiavam meu queixo e seu dedão estava sobre meu lábio inferior.

- Fe-feliz aniversário. – Falei olhando diretamente nos seus olhos.

- Obrigado. – Jazz sorriu e me beijou.

*vrruuummm vrruuummm*

Ele parou o beijo.

- Droga! – Exclamou irritado.

Mal olhando para o celular do seu lado se virou a mim.

- Hoje, para onde eu for com você, eu não levo o celular. – Ele falou me olhando mais ainda nos olhos.

Corei.

“Vamos Harry! Mais atitude de same, você comsegue!” – Isso ecoou na minha mente.

Meus olhos voltaram ao garoto ruivo, coloquei o braço direto em seu ombro pouco atrás do pescoço e o beijei.

- Ahm… Harry, teria problema se depois do teste de direção eu ir para o treino?

- Hoje você tem treino?

- Como o jogo está próximo o técnico organizou um treino extra para hoje, só vai quem quiser, eu pretendia ir porque preciso de o máximo de treinos possíveis.

- Tudo bem, tudo bem, pode ir, eu vou estar assistindo seu treino e depois você vai sair comigo entendeu!?

- Claro, eu não quero atrapalhar seus planos de forma alguma.

Sorri, me levantei e peguei a roupa completa dele usando a minha velocidade.

- Vamos comer algo, depois você se veste.

Cruzei a cama e estiquei as mãos levantando o ruivo.

Descemos e ele viu o cartaz, a mesa arrumada e a comida.

- isso é tão você Harry, é aquele tipo de coisa que você não precisa nem assinar que eu já sei que foi você.

- Você…? – Me arrepiei, ele falou de uma forma tão grosseira.

- Ei, foi por isso que eu amei, é simples e adoravel, como você.

Corei.

- O-obrigado.

Nos sentamos nas cadeiras da mesa e começamos a comer em silêncio.

“o que eu falo, o que eu falo!?”

- Parabéns! – Falei sorrindo.

“Porque eu falei isso de novo!? Estou parecendo um disco quebrado…”

- Obrigado. – O garoto inesperadamente sorriu e bagubçou meus cabelos. – Não poderia ser melhor e o dia mal começou.

O ruivo riu, aquela risada mais mais linda do mundo que me fez me perder naquele belo rosto.

Terminamos de comer e Jazz subiu para se vestir, depois ele saiu se despedindo de mim com um beijo, a partir do momento que ele fechou a porta começei a organizar tudo para aquela tarde.

Peguei o telefone fixo da casa o colocando no viva voz, em quanto chamava eu começei a lixar as unhas.

- Olá, aqui é Chistine, você ligou para o hotel dominós, o que deseja?

- Olá Chistine, queria reservar um quarto de casal para a noite.

- Qual tipo de quarto? Bronze, prata ou ouro?

- Ouro, para a noite inteira, pretendo sair pela manhã.

- Claro, já está reservado, preciso do eu nome completo.

- Sou Harry Walker.

- Ha-harry!? Walker…?... Me desculpe! Seu quarto já está reservado, obrigada por se hospedar no hotel dominós.

- Por nada… Tchau.

*Plip*

- Agora é só...

*Prrinnnn*

Fui até a porta onde haviam quatro garotas. Abri e elas pareceram surpresas em me ver.

- Licença, essa não é a casa do Jazz Moore? – Disse a loira

- Sim, mas ele não está.

- Você é aquele garoto da minha sala! O cara que está sempre com o Jazz! – Uma garota de cabelos castanhos disse.

- Sim…

- Eu queria tanto ser próxima do Jazz como você é, ele te deixou sozinho na casa dele?

- É normal isso. – Eu ri ajeitando os cabelos.

As meninas falaram um monte de coisas sobre o Jazz e sobre que ele já está fazendo sucesso com o albúm de outono.

- Então você poderia nos responder uma coisinha? – A a loira perguntou muito dengosa. – O Jazz tem uma namorada?

- Erm… Ele tem sim.

As garotas se entreolharam.

- Espero que não seja nada sério, que termine tudo isso logo, estou louca para poder seduzir ele. – A morena falou provocando muitos gritos e risadas de todas as meninas.

Elas acabaram me prendendo na porta por muito tempo até que o Jazz chegou.

- Oi? O que está acontecendo aqui?

- Jazz! – As meninas gritaram em sintonia.

- Erm… elas estavam loucas para te ver.

As garotas o abraçaram e uma delas foi em direção para beija-lo, mas ele empurrou seu rosto.

- Jazz, e verdade que você tem uma namorada?

- Quem disse isso? – Ele perguntou rindo.

- O emo ali. – Uma garota de cabelos negros apontou para mim.

Me arrepiei todo e entrei percebendo que o Jazz ficou me encarando com o olhar mais pervertido possivel.

Fui até o segundo andar, me sentei sobre a cama, ainda dava para ouvir as vozes das garotas como de quem não quisesse nada.

- Arf… - Respirei fundo colocando os cabelos negros para trás. – Não quero escutar…

Coloquei as mãos nos ouvidos e fechei ao olhos, segundos depois me levantei e tirei a blusa para ir tomar banho. Eu ignorei todo tipo de barulho e então o Jazz surgiu na minha frente.

- Harry?

- O que foi? – Olhei para ele tirando a bermuda.

- Passei! – Jazz sorriu com sua carteirinha de motorista em mãos.

- Legal. – Dei um sorriso torto.

- Você está irritado com… - Ele apontou para a escadaria e riu. – Aquelas meninas era muito chatas.

- Eu… Eu apenas não me senti confortável com a presença delas.

O ruivo tirou a blusa com um belo sorriso no rosto e me abraçou, meu rosto estava apoiado em seu ombro.

Ele começou a acareciar meus cabelos negros que quase mais não tinham as pontas loiras.

- Harry… Se você não se sente confortável não abra mais a porta para as garotas, se quiser também não abro.

- Você está ficando famoso, eu… Eu tenho que me acostumar.

- Não precisa se acostumar com algo que não gosta. – O ruivo falou sorrindo e segurando minhas mãos.

Ele me beijou.

- Está bem... – Sorri e olhei para ele.

- Vamos tomar banho.

Tiramos o resto da roupa e tomamos banho normalmente como sempre faziamos, depois vestimos roupas comuns.

- Então, onde vai me levar agora? Sou seu pelo resto do dia.

- Preciso que você dirija até um lugar um pouco longe… Não vai para o treino?

- Não, decidi passar o dia com você... Então vamos? – Jazz estava aparentimente animado.

Descemos a escadaria encarpetada e assim fomos até a moto, subi na garupa logo depois que o ruivo estava confortavel na frente, a moto foi ligada fazendo um alto barulho, que era comum naquela moto super cara.

Fomos dirigindo e eu sussurava no ouvido dele as esquinas que ele deveria virar ate que o mandeiparar.

- Daqui vamos andando.

Dei as mãos a ele e fomos andando pela rua cheia de folhas marrões.

- Eu conheço esse lugar. – O ruivo olhou em volta franzindo as sombrancelhas.

- Claro que conheçe.

Andamos mais um pouco e eu disse:

- Agora feche os olhos, vou lhe guiar.

Ele me deu as mão eu andei com ele até um pequeno restaurante que era muito arrumado, mas estava aparente que ninguém da classe de Jazz iria num lugar daquele.

Quando ele abriu os olhos, seu corpo travou completamente.

Eu ri em quanto ele estava apenas ali, parado, olhando para a portinha de vidro com uma placa escrito “ABERTO”.

- Você sabe sempre o que fazer… - Jazz colocou a mão sobre a boca em quanto falava.

Ele sorriu, com o sorriso mais largo possível e sua expressão deixaria qualquer um que a visse feliz.

Logo que entramos ele olhou para uma mulher mais velha no caixa, ela era baixa, tinha a pele morena e os cabelos negros com frios brancos amarrados para trás.

- Ja-Jazz!? – A mulher se levantou saindo de trás do balcão.

- Nina!

Eles se abraçaram por alguns segundos e logo se afastaram, ela apertou o rosto do ruiva sorrindo.

- Como está bonito! Cresceu tanto, lembro da época que você vinha para aqui comer e depois ficava na sua fortaleza.

- Sim… Senti saudades Nina.

Quando o Jazz era pequeno ele não gostava muito de ficar em casa então sempre ia para aquele pequeno restaurante onde logo a dona a Sra. Nina se apaixonou pelo garotinho e o teve como seu filho dando para ele tudo dos seus filhos e deixando ele ficar com a casa na árvore do seu antigo filho que morreu de complicações cardiacas.

- Achei que você nunca mais viria aqui depois que se mudou com seus pais, soube que foi morar sozinho… O que te trouxe aqui querido?

Num leve ato o ruivo apontou para mim parado sorrindo vendo o momento nostálgico deles.

- Ele acabou de me trazer aqui de surpresa porque hoje é meu aniversário.

- Parabéns Jezzinho, e você garoto… - Ela se dirigiu a mim. - Muito obrigada, você fez uma senhora feliz.

- Não foi nada… - Falei corado.

- Ele é o que seu querido? – A mulher se dirigiu a Jezz.

- Meu namorado. – Jazz sussurou as palavras.

“O que ele acabou de dizer!?” – Pensei travado.

A mulher pareceu chocada por alguns instantes mas logo mostrou um largo sorriso no rosto e olhando para nós dois ao mesmo tempo falou:

- Que bom que você encontrou alguém Jazz, estou orgulhosa dos dois!... Vamos se sentem, hoje tudo que vocês comerem é cortezia.

A mulher arrumou uma mesa e nos sentamos, pedimos o almoço e ficamos conversando, falavamos de várias coisas que iam e vinham. Falamos sobre a Meiko e a Mary, sobre o futebol e sobre a faculdade de artes.

Comemos ainda conversando, era um conversa divertida e legal, falavamos sobre a vida, não era como namorados e sim como amigos.

- Ah! Você soube que a Meiko esta vindo aqui para Miami? – Jazz falou colocando o garfo com um pedaço de bolo.

- A Mary não me contou! – Falei sorrindo.

- Ela pediu para eu te passar o recado. – Ele sorriu. – Quer que a gente encontre elas e parece que os garotos amigos dele também vem, elas falaram querendo um encontro gay.

Rimos muito.

- As principais gays são elas duas. – Comentei.

Depois de terminarmos de comer ficamos conversando por mais algum tempo até que a Sra. Nina apareceu na nossa frente.

- Jazz, a casa na árvore ainda está lá nos fundos, gostaria de ir lá ver?

- Vamos.

O ruivo respondeu sorrindo para mim e para a mulher de cabelos presos para trás. Nos levantamos e entramos nos fundos do restaurante por um estreito corredor, logo estávamos num gramado verde com uma árvore, nela havia uma casa, era imensa e muito bem arquitetada.

- O arquiteto a fez tão bem que está ai até hoje.

- Verdade. – Jazz sorriu ao ver a casa.

Subimos e a mulher ficou do lado de baixo.

- Vou deixa-los a sós! - Ela falou alto e saiu para dentro do restaurante.

Entramos lá, o teto era alto o suficiente para os dois ficarem em pé normamente e ainda havia mais altura, havia também um quadro com alguns papeis colados.

- Era para o filho dela, mas ele morreu antes de aprender a subir as escadas. – Jazz falou olhando para os papeis colados.

Havia uma pequena bancada vazia no canto do quarto, o ruivo colocou seu iphone preto dele sobre ela e começou a tocar uma melodia conhecida.

- Seria Love Me Like You Do? – Perguntei.

- Sim… Eu vi seu desenho amassado de nós dois dançando e o nome dessa música no canto.

Ele pausou e voltou ao inicio.

Estendeu a mão para mim em quanto a melodia começava.

- Vamos. – O ruivo sorria para mim.

Aceitei, ele colocou a mão em minha cintura e a sua outra mão encontrou a minha.

- E-eu não sei dançar.

- Eu te ensino.

Eu ia seguindo os passos dele, nossos corpos estavam muito próximos e nossas testas juntas como nossos narizes colados, ele estava com um sorriso largo e a cada palavra da música meu coração papitava.

- Isso perfeito. – O Jazz disse me fazendo girar.

- Eu não consigo seguir seu rítimo.

Ele começou a ir mais lento, dava para sentir cada passo dele, que conseguiam ser tão suaves e calmos, nem acreditava que ele era um jogador de futebol.

Uma hora fomos aumentando o rítimo juntos e estávamos indo rápido e eu finalmente acompanhava e dançava de verdade.

Então a música finalizou e fomos parando até que estavamos parados de frente um para o outro, Jazz segurava minha cintura com as duas mãos agora e nossas bocas estavam a poucos centímetros.

- E-eu… Eu espero que esteja gostando dos meus planos… - Falei muito corado e tremia um pouco não sei porque.

- Eu estou amando.

Ele me beijou, sua mão subiu e agora segurava meu maxilar, ficamos por algum tempo naquele beijo.

- Que horas são? – Perguntei logo depois.

- Quinze e quarenta e cinco. – Ele falou olhando para o relógio negro.

- Ainda temos tempo, o que quer fazer?

- Uhm… Que tal irmos no cinema ver aquele filme? - O ruivo me olhou sorrindo.

- Qual?

- Aquele! – Jazz pulou. – Eu esqueci o nome!

- Ok, vamos. – Falei rindo dele.

Fomos assistir, era um filme de terror, um gênero que eu aprendi a gostar muito e dividiamos um amor sobre esses filmes. Comemos antes de entrar e depois de assistirmos passeamos um pouco conversado de mãos dadas, quando vi o horário já eram 19:46.

- Acho que podemos ir agora.

- Você tem planos para essa hora!? Vamos então.

Depois pegamos a moto e ele dirigiu ate um posto de gasolina, enchemos o tanque e fomos até o hotel.

- Olá, sou Harry Walker.

- Ah! Aqui está. – Uma mulher de cabelos vermelho pintado entregou-me uma chave dourada.

Subimos devagar, toda minha coragem do que eu queria fazer morreu naquele momento, eu apenas respirei fundo nos últimos degraus e me esforçei para não travar ali mesmo. A chave girou da fechadura e a porta se abriu, entramos.

O ruivo se sentou no baixo e largo batente da janela, e começou a observar as estrelas, me juntei a ele depois de fechar a porta e trancar com o aviso “Não incomode”.

Estavanos calados olhando para a vista, eu me sentia envergonhado.

“Diz logo na minha cara que você não gostou, diz logo!”

- Erm… Obrigada pelo dia Harry, está sendo incrível.

“O quê!?”

- Está realmente gostando!? – Eu olhei para ele em quanto perguntava, meus óculos escorregaram até a ponta do nariz.

- Sim. – Ele ajeitou meus óculos. – Porque acha que eu não gostaria? Nos dançamos e nos divertimos juntos hoje!

- É… - Eu falei com a voz muito fraca.

- Eu sei o que você estava planejando. – O ruivo falou rindo. – Perdeu a coragem?

- E-eu não… Eu… - Me calei.

- Seria um desperdício você cortar as unhas para nada certo?

Meu corpo gelou totalmente.

- O-o quê!?

- Se você estiver pronto pode ser hoje.

O Jazz apoiou a cabeça no meu ombro.

- Ma-mas você sabe que dói muito e… e...

Jazz riu.

- Não é para tanto, você que exagera.

- Eu não exagero! – Peguei ele pega gola da camisa.

“Realmente dóia demais a primeira vez, ele estava enganado se pensava o contrário.”

Meus olhos estavam negros e meus dentes totalmente aparentes.

Jazz se aproxímou do meu roato com a mão no meu maxilar me beijou.

“Porque você faz isso comigo? Eu estava igual a um montro.” – Os pensamentos flutuaram e uma lágrima escorreu pelo meu rosto.

O ruivo pegou a minha mão esquerda a esticou para frente de nos dois. Passou a mão pelos meus dedos.

Meus olhos voltaram ao normal.

- Me desculpa por toda a inseguraça que eu te passo… Mas um dia eu vou colocar um anel aqui e jurar todo meu amor.

Ele olhou para o meu rosto, eu estava com um curto sorriso e corado.

- Ja-Jazz… Eu não quero te obrigar a fazer nada.

- Mas você não está me obrigando, eu realmente quero me casar com você e ficar o resto da vida ao seu lado.

- Eu também…

O abraçei e fui abraçado de volta.

Eu queria que tudo parasse naquele momento, o tempo e tudo mais, naquele abraço que era meu lugar favorito no mundo, eu poderia ficar ali por anos, sentindo aquele cheiro os cabelos ruivos e a pele quente dele. Essas coisas que vão ficar dentro de mim para sempre, os toques dele, cada plano e cada “eu te amo”, tudo isso esta dentro de mim e com certeza é algo que eu nunca vou esquecer.

- Você é meu tudo. – Sussurei.

- E você o meu. – Ele sussurou de volta.

Fomos nos soltando do abraço a os poucos. Ele se levantou da beirada da janela e foi ate o banheiro, bebeu água e voltou até ali, se sentou na cama ajeitando os cabelos para trás.

A cama não tinha apoios nas pontas era somente o colchão em cima de um alto bloco dourado. O ruivo tirou a camisa e prendeu o cabelo para trás, algumas mechas de cabelo ainda caiam sobre seu rosto.

- O que você esta fazendo? - Perguntei o vendo sem camisa.

- O que acha?

“Vamos lá Harry! ATITUDE CARALHO!” – Meus pensamentos berravam.

Franzi as sombrancelhas.

“É agora ou nunca.”

Me levantei indo até Jazz, tirei a camisa mostrando meu peitoral largo e com poucos músculos, Jazz estava sentado na borda da cama com as pernas para fora, fui até a frente dele e o coloquei deitado, subi em cima dele o colocando deitado com a cabeça para fora do colchão.

Lambi seu pescoço e senti algo queimar dentro de mim, ele sempre sentia isso? Continuei, lambi até seu peitoral, segurei a cabeca dele e o beijei, lambi seu mamilo e vi sua mão agarrar o colchão, continuei aproveitando daquele ponto fraco.

Coloquei uma das minhas pernas entre as dele.

“Eu consigo, eu consigo…”

Terminei de tirar a roupa dele e fiquei apenas de cueca.

“Eu consigo, vamos Harry, você será seme.”

- Eu não consigo… - Parei ali.

- Você estava indo bem, vou te mostrar mais uma vez como se fazer isso. – O Jazz falou se sentando na minha frente e tirando meus óculos para me beijar.

Me deitei e ele me beijou, eu acho que não conseguirei ser seme nunca, mas vou deixar as coisas continuarem do jeito que estão, se um dia tiver de ser, será.

   Fui uke por mais uma noite, mas por outro lado eu dei o melhor aniversário da vida do ruivo e o que realmente importava era ver ele sorrindo.


Notas Finais


Espero que tenho gostado desse capítulo super kawaii... Esse capítulo foi super difícil de escrever, porque me machucou muito algumas partes, por motivos pessoais... Mas não importa, espero que tenham gostado!
Kiss-desu ~ ♡


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