História Hearts and boys - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Gays, Kawaii, Lemon, Romance, Sexo, Yaoi
Exibições 206
Palavras 3.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Desculpa o século que levei, é que eu estou viajando, mas arranjei um tempinho para terminar esse capitulo.
Espero que gostem.

Capítulo 9 - 9


Acordei dentro do abraço do ruivo, fiquei vermelho, mas era tão confortável que acabei me aconchegando naqueles braços musculosos.
   Fechei os olhos inevitavelmente pensei nele, eu o amava tanto, amava tudo nele, que iam dos seus belhos olhos, até aquele jeito de ser que me deixava suspirando.
   Abri os olhos e Jazz estava abrindo os olhos.
   - Que horas são? – Ele pergunta passando a mão pelo rosto.
   - Ainda é muito cedo, desculpa se te acordei.
   - Vou dormir mais um poucou, ok?
   - Sim.
   Ele me deu um leve toque de lábios e se virou pareceu adormecer segundos depois, ainda eram quatro da manhã e eu já estava sofrendo de abestinencia de sangue, já havia um dia sem beber nem uma gota.
   Me afastei da cama e sai do quarto com cuidado, me sentei no sofá da sala e tentei e manter acordado e forte.
   Eu não poderia desmaiar.
   Me peguei quase apagando por duas ou três vezes, aquela sensação era horrivel. Era como se eu estivesse bebâdo, cambaleei pela casa quase caindo a cada passo, me apoiei na bancada da cozinha, e repeti baixinho:
   - Eu não posso desmaiar… Eu não posso desmaiar…
   Abri o armário alto, ficando na ponta dos pés, passei a mão a escorregou e acabei não conseguindo pegar o copo, coloquei toda minha força na minha segunda tentativa bati minha mão em vários copos e do nada perdi toda a noção do meu corpo, derrubei em torono de sete copos e cai junto com eles.
   Ouvi passos apressados e Jazz estava no pé da escada, me virei lentamente para ele, logo o ruivo correu até mim, me pegou no colo, ignorando os cacos de vidro espalhados pelo chão.
   - HARRY!
   Ele me colocou no sofá, cortes superficiais sangravam, virei meu rosto lentamente para ele.
   - Calma… Eu estou bem.
   - É MENTIRA!
   - A… Abstinência de sangue…
   Ele subiu em cima de mim e colocou o pescosço em cima de meus lábios.
   - Vamos! Beba logo!
   Abri minha boca com os caninos afiados prontos para perfurar a pele do garoto, os afundei e senti o doce gosto do sangue morno, bebi acho que mais do que eu podia, quando parei Jazz caiu no chão.
   - JAZZ! – Minha força inteira voltou imediatamente.
   - Você bebeu demais… - pegou um caco de vidro no chão e rasgou um de um buraco ao o outro parecendo um corte comum. – Agora vamos! Ligue para a emergência! RÁPIDO!
   Me levantei as pressas, peguei o telefone fixo e digitei rápidamente, gritei com a atendente que ele estava sangrando e o endereço.
   Logo uma ambulância chegou e nos levou para o hopital.
   (…)
   - … Eu derrubei os copos que cortaram minha garganta. – O ruivo disse para a médica. – Foi apenas um acidente. – Ele deu uma risada leve.
   Estava com uma bolsa de sangue na veia, eu sentado ao seu lado na cadeira de acompanhante.
   - Pode nos deixar a sós? – Jazz falou apontando para mim.
   - Claro, obrigada, Sr. Moore.
   Ela saiu pela pela porta grande.
   - Jazz… Me desculpa… - Eu olhava para o chão não queria olhar paraa o rosto dele. – Eu não queria te machucar… - Segurei minhas lágrimas ao máximo mas elas já escorriam pelo meu rosto. – E-eu… Eu sabia que não era uma boa ideia e…
   Fui interrompido.
   - Shii… Vem aqui. – Ele se mexeu para o lado, me dando um lugar para eu me sentar.
   Obedeci.
   - Harry, você acha que eu estou bravo com você? – Ele riu. – Olha para meu rosto.
   Olhei diretamente para aqueles belos olhos verdes, aquele rosto cheio de sardas, e os cabelos ruivos.
   Corei e voltei a chorar.
   - Ei, não chora. –A mão esqueda dele limpou minhas lágrimas. – Eu não estou bravo, você não ficou bem depois que bebeu tanto sangue?
   Fiz que sim.
   - Eu vou tomar essa bolsa de sangue e fico bem, você é diferente, você precisa estar ingerindo disso todo os dias. – Ele apontou para o curativo no pescoço.
   - Sim…
   - Harry, eu te amo, não quero toda essa culpa, venha, me abrace!
   Pulei nele e o abraçei com força e não larguei, começei a chorar no ombro dele, chorei muito, mas o ruivo não se mexeu, apens me deixou chorar.
   Eu chorava de felicidade por ele está vivo.
   Quando soltei o abraço com o rosto vermelho de choro, limpei o rosto com a mão. 
   Estava deitado ao lado dele.
   - Seu idiota, não fica chorando… Me dá um beijo? – Ele fez uma expressão que eu nunca havia visto, ele parecia um cachorro sem dono.
   Eu ri.
   - O que é isso agora Jazz?
   - Só quero um beijo. – Ele colocou a lingua para fora rindo.
   Abri um pouco a boca e me dirigi a ele, ele sempre que fazia essas coisas comigo, não eu com ele! Aquilo me espantou um pouco, mas eu segui, o beijei e beijei de novo.
   - Você é uma gracinha se achando o seme.
   - E-e-eu não estou me achando o seme! – Quase gritei, ficando vermelho sem perceber.
   - Está sim, e está gostando. – Ele riu mais zombando de mim.
   - Pare com isso seu idiota!
   - Está bem, está bem, me dê mais um beijo antes que apareça mais alguém aqui.
    O beijei e em meio ao beijo, me veio algo a cabeça, mordi o lábio inferior dele e sorri.
   Eu estava me achando o seme, só por isso, era boa a sensação de estar no controle, eu podeira fazer o que eu quisesse.
   O beijo terminou e eu pulei da cama quando ouvi barulho de passou próximo a porta, voei novamente na cadeira, coloquei os braços entre aspernas e olhei para abaixo.
   - Irmão!
   - Mary! – Ele exclamou.
   Os dois se abraçaram mesmo com ele deitado.
   - Pode ficar calmo, antes que pergunta a mamãe não sabe de nada, eu disse que na estudar na casa da minha… Amiga.
   - Mas como sabe que eu estou aqui?
   - Você tem um ótimo namorado. – Ela apontou para mim no canto. – Agradeça a aquele ser gótico no canto.
   O ruivo riu.
   - Eu estou bem, Mary, obrigada por vir.
   - Por nada. – Ela fez uma reverência real.
   - Agora vem aqui seu emo gótico, venha me abraçar.
   Me levantei e a abraçei.
   - Jazz, vou roubar seu namoradinho um pouco.
   Ela me puxou pelo pulso até fora da sala.
   - Queria pedir desculpas por interromper aquele dia, mas, desculpa a pergunta… Vocês continuaram depois que eu fui embora?... Não consigo parar de pensar nisso.
   - Não tem problema… Erm… N-não houve nada.
   - Serio que não houve nada? – Ela ficou triste. – A culpa é toda minha!
   - Não é não Mary! Eu e ele continuamos sim.
   - Serio!? – Ela quase gritou e seus olhos brilavam. – Ok ok… Vou para casa, escrever uma fanfic sobre isso.
   Eu ri, Mary era uma fujoshi maluca, e isso era muito engraçado.
   Entrei no quarto e Jazz já foi logo dizendo.
   - Ela te fez contar o a gente fez, não foi?
   - É…
    Ele riu.
    - Não tem problema, ela é assim mesmo, e eu confio nela, com certeza não é o tipo de pessoa que sairia espalhando.
   - Ainda bem, ainda não conheço bem ela.
  Silêncio.
   - Ei harry… - Olhei para ele. – Eu te amo. – Ele sorriu e piscou.
   (…)
   Jazz passou somente aquela noite no hospital, depois foi liberado e deveria ficar até o resto da semana sem fazer esforço físico, o que significava, não ir para os treinos de futebol.
   Isso o deixou arrasado.
   Chegamos do hospital em torno das cinco da tarde naquele dia. Eu e o ruivo nos deitamos no sofá para assistir a um filme de torror, o gênero favorito dele, mas eu morria de medo.
   A cada pequeno susto eu tremia e escondia-me atrás do braço de Jazz, então o telefone tocou, ele pausou o filme, me levantei e atendi.
   - Alô?
   - Olá, desejo falar com o Jezz Moore e Harry Walker.
   - Eu mesmo.
   - Suas fichas foram aceitas aqui no hospital, parabéns a os dois.
   - Muito obrigada mesmo moça!
   - De nada, vocês começa depois de amanhã às quatro da tarde.
   - Claro, estaremos ai!
   Desliguei o telefone e pulei dando um grito fino e alto de felicidade.
   - Fomos aceitos no hospital!
   - Que ótimo!
   Pulei nele o abraçando com muita força.
    Ele beijou meu pescoço e logo depois lambeu e deixou uma marca. Depois me beijou e colocou umas das mãos dentro da minha camisa.
   - E-ei! Lembra que a médica disse que sem atividades físicas até o final da semana!
   - Eu não ligo.
   - Mas eu sim! Nada de sexo até o final da semana e ponto Jazz! – Eu falava alto quase num grito.
   - Está bem, se acalma. – Ele riu. – Você fica tão fofo irritado.
   - Cala essa boca, seu idiota.
   - Também te amo. – Sorriso irônico.
   Mas que sorriso lindo.
   O beijei, ele se abraçou a mim com braços e pernas. Eu queria dizer tudo que eu pensava, que eu o amava e ele era a pessoa mais importante do mundo para mim, queria dizer que ele tinha meu coração para sempre e que tudo se resumia a ele, mas eu apenas sorri e olhei para ele, as pessoas dizem que os olhares são profundos e dizem muito, então apenas fiquei o observando.
   - Sinto que você quer dizer muitas coisas para mim, mas não consegue arrumar em palavras. – Disse o ruivo me assustando por acertar em cheio.
   - Sim… Eu… Eu queria dizer…
   Meu corpo estava em cima do dele, apoiei meu rosto sobre a blusa branca dele.
   - Eu queria dizer… Dizer que… Eu te amo muito, que… Vo-você é meu tudo, meu porto seguro, a pessoa que eu sinto que nunca vai me deixar, que me ama mesmo eu sendo um monstro… Eu acho incrível sua forma de demonstrar que me ama sem ao menos dizer uma palavra, mas eu sou horrível em expressar isso, então quero apenas que fique sabendo que eu não sou mais nada sem você.
   - Isso foi muito fofo. – O ruivo sorriu. – Eu também te amo muito.
   - E-ei, não diga que foi fofo.
   - Ah, porque? Você é tão fofo.
   - Eu não sou fofo!
   - É sim.
   - Você é insuportável Jazz. – Eu disse com um sorriso irônico.
   - Isuportávelmente seu.
   Ele me abraçou e eu fiquei o mais vermelho do que eu achava que eu podia.
   O Jazz é meu e ninguém vai rouba-lo de mim, essa era a melhor sensação do mundo.
   - Amanhã temos que explicar o motivo da falta. – Disse.
  - Um monstrinho de dentes pontudos bebeu mais do que podia. – Ele disse rindo.
   - Não zombe de mim!
   Me levantei rindo e vi o livro que David me emprestou sobre a mesa, o peguei e abri numa página aleatória, falava sobre os caninos, só coisas básicas, começei a pasar aleatóriamente as páginas em qunato andava até o sofá, me sentei e me apoiei nos braços de Jazz.
   - O que é isso? – Ele perguntou.
   - É o livro que eu queria ler com você, mas você ficou querendo transar comigo.
   - Eu consegui o que eu queria.
   Ele beijou minha bochecha com força.
   - Esse livro fala tudo que eu quero saber!
   - Então vamos! Começe logo!
   - Ok…
    Passei as folhas cuidadosamente, todas com desenhos explicando coisas que eu tinha medo de ler.
   Jazz pegou o livro da minha mão, parecia ler alguma coisa.
   - Porque essa página está rasgada? Logo quando iam falar sobre essa tal de família Walker.
   Tomei o livro da mão dele.
   - A família W. É como se fosse a corte.
   - Corte de que?
   - Da cidade dos vampiros.
   Eu estava animado, meu dentes estavam na forma de vampiro e eu nem havia percebido.
   - Porque seus dentes estão assim? – O ruivo perguntou.
   - Verdade… - Toquei nos dentes. – Eu não sei, mas não tem problema de você ver.
   (…)
   Foram horas de curiosidades e quando fomos para uma das últimas páginas, caiu uma página, como de um jornal.
               WALKER DESAPARECIDO
    DEPOIS DE DOIS DIAS, O FILHO ÚNICO DA FAMÍLIA MAIS IMPORTANTE DA CIDADE ESTÁ DESAPARECIDO.
      “Eu vi uma mulher velha e estranha correndo pelas ruas com algo no colo.” – RELATOU KELLY PEITON.
    AS BUSCAS JÁ COMEÇARAM MAS, É POUCO PROVAVÉL QUE UMA CRIANÇA TÃO NOVA CONTINUE VIVA NAS MÃOS DE UM COMUM.

   - Jazz! Olha isso aqui. – Apontei para a data no canto da folha. – Fazem quinze anos que isso aconteceu.
   - Se essa criança não já foi encontrada, está morta.
   - Sim, sinto pena dos Walker’s.
   - Eu também. – Ele disse.
   Passei mais um pouco as folhas até que uma folha mais grossa chamou a minha atenção.
   Era totalmente em branco, então começei a desdobrar que foi formando uma folha bem maior que o livro.
   - Que diabos é isso?
   - Deixa eu ver… - Respondi. – Meu deus! – Exclamei. – Pelo que está escrito aqui, dá para um vampiro se tornar humano.
   - Como!? Ser vampiro não seria uma maldição?
   - Sim… É um liquido preto, que é muitíssimo difícil de encontrar.
   - Em que lingua está escrita essa página, não consigo ler nada.
   - Está em inglês, porque não consegue ler? É a nossa língua… Espera. – Fechei um dos meus olhos e vi um monte de rabiscos, quando abri os dois se transformaram em palavras. – Só vampiros podem ler essa página.
   - Então me diga o que está escrito!
   - Humm… Uma vez ingerido não tem como voltar atrás… O vampiro para ingerir tem que ter pelo menos treze anos e é totalmento tóxico a comuns.
   - Comuns?
   - É como chamam pessoas como você.
   Ele fez que sim.
   - Esse liquido é guardado pela família W. Eles tem possuem apenas um pote, que foi consedido a eles no início da madição e os outros tem que ser encontrados e ninguém sabe como, mas eles precisam do primeiro pote para fazer qualquer coisa e é somente esse primeiro pote que pode transformar um vampiro em humano.
   - Bem expecifíco.
   - Sim, mas eu me pergunto porque um vampiro iria querer se tornar humano. – Eu falei rindo. – Perderiamos a força, velocidade, agilidade… Desperdício.
   - E para que serve todos os potes juntos?
   -  O ultimo feitiço com todos os potes, só pode ser feito pelo filho dos Walker’s, o filho deles não precisaria beber sangue e teria todos os poderes legais.
   (…)
   Ficou tarde, o céu já estava escuro, eu e Jazz comemos alguma coisa básica e fomos nos arrumar para dormir.
   - Você vai tomar banho? – Perguntei.
   - Sim.
   - Também vou. – Tirei minha blusa a jogando na cama e fui até a porta do quarto para descer até o banheiro do andar de baixo.
   - Ei!
   Jazz segurou meu braço.
   - Porque não toma banho comigo?
   - Po-porque e-e-e-eu… - Corei instantaneamente. – Acho melhor…
   - Ah… Vem, assim vamos economizar água para um planeta mais sustentável.
   - Como se você se importasse, você só quer me ver nu. – Sussurrei só para eu mesmo.
   - Disse algo? 
   - Nã-NÃO!
   - Vem logo seu besta.
   O ruivo me carregou. Bati nas costas dele.
   - Me larga se tarado!
   Usei minha maior velocidade e sai dele e fui até o canto do quarto.
   - Você é muito rápido, assim não vale.
   - Eu não vou.
   - Vem, por favor, só estou pedindo isso, você já me proibiu de fazer com você.
   - Ah! Eu te odeio seu imbecil! – Mostrei o dedo do meio em quanto entrava no banheiro.
   Os olhos do ruivo brilhavam.
   - Eu também te amo Harry!
   Saia um pouco de sangue do nariz dele Quando eu comecei a tirar a bermuda.
   Mostrei no dedo do meio para ele novamente.
   - Só você para me fazer tomar banho com…
   Ele foi mais rápido que meus pensamentos, me puxou e prendeu meu corpo grudado ao dele na pia.
   - Gracinha… - Ele sussurrou em meu ouvido. – Não reclama que eu sei que você gosta.
   A voz dele saiu de fofa para sexy, ele tinha esse dom de sair do modo fofo ao sexy em questão de segundos.
   Ele lambeu minha orelha, me fazendo arrepiar.
   - Eu disse que você gosta! – Ele voltou ao modo fofo e riu do meu rosto contraído e vermelho.
   O empurrei.
   - Vou tomar meu banho. – Eu disse grosso e frio.
    Tirei toda a minha roupa, e Jazz me observava.
   - PARE DE OLHAR PARA MIM!
   Ele riu.
   - Não.
   Me virei e entrei no chuveiro que era um espaço largo e comprido, Jazz entrou logo depois, eu estava de costas para o corpo nu dele, eu não queria me virar, mas eu já estava corado.
   Me virei lentamente tremendo, olhei para o rosto pervertido dele, depois abaixei minha cabeça para não olhar mais em seus olhos, então acabei olhando para seu membro, ficando mais vermelho ainda.
   Ele se aproximou de mim, colocou suas mão no meu rosto e o levantou até ele.
   - Calma. – O ruivo disse. – Pra que tanto nervoso?
   Debaixo d’água ele me beijou, nossos corpos se encostaram um no outro, eu estava muito vermelho, então tomei uma atitude, eu me ajoelhei no chão, segurei o membro dele com as duas mãos.
   Eu vou mesmo fazer isso – Pensei. – Fiz quendo ele me colocou para fazer, mas eu tomar a atitude?
   Decidi que sim.
   Abri a boca, coloquei aquele negoço gelatinoso, rosado, grande e grosso inteiro dentro dela.
   Eu quanto eu fazia o meu trabalho com a boca entre as pernas dele, vi que o ruivo estava vermelho tapando a boca e de olhos fechados.
   Ele estava segurando gemidos?
   Continuei ate ele gozar e engoli dessa fez.
   Vi que ele ainda estava vermelho, ri, que seme era esse?


Notas Finais


Gostou? Q bom! Não gostou? Aceito críticas!
Obrigada para quem está acompanhando a hisyória até hoje, e digo, ainda tem muita reviravolta por vir.
Kiss-desu >w<


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...