História Hearts For One - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin Mahone, Bella Thorne, Chris Evans, Josh Hutcherson, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Personagens Originais
Visualizações 19
Palavras 2.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


No avião, a garota vai ter sorte em esbarrar no seu ator preferido que é um Astro de cinema... O que vai acontecer depois?
Espero que vocês gostem! *-*

Capítulo 1 - Astro de Cinema


Fanfic / Fanfiction Hearts For One - Capítulo 1 - Astro de Cinema

 

NÃO ACHO MUITO NORMAL para uma adolescente sair de um país para outro, acho muito desnecessário de ficar mudando de colégio. Era um saco! Por que eu?

Não queria essa bolsa de estudos. Não queria passar. Mas tive que fazer mesmo assim.

E no fim eu ganhei uma bolsa de estudos no Colégio de Los Angeles. Minha mãe ficou em êxtase quando soube que ia ser transferida para Los Angeles. E eu? Fiquei feliz por ela e ao mesmo tempo fiquei foi triste por deixar minhas melhores amigas – elas não vivem sem mim e eu não vivo sem elas, somos um trio. Minhas adoráveis amigas me chutaram na verdade, cansei de ouvi a mesma frase “É sua grande oportunidade!” eu sei, eu sei. Tudo bem, se é assim... Eu me rendo. Será uma aventura entanto para mim.

Pensei melhor depois da minha crise de aborrecimento. É uma muita pressão! Sabe? Por eu ter crescido no Brasil e nunca pensei que voltaria aos Estados Unidos, meu país natal. Por outro lado, Nunca era tarde demais pra mim, voltar às raízes. Eu era muito nova quando eu fui junto com a minha família para o Brasil e dali eu cresci e conheci novos amigos. Posso dizer que eu vivi entre duas culturas totalmente diferente. Também aprendi falar inglês e português desde ao berço. Eu sonho fazer minha faculdade de Direito em Harvard na mesma onde o meu irmão mais velho estuda Medicina.

Agora estou dentro do avião, junto com a minha irmã e a minha mãe. Nessas alturas o avião suspenso ao ar, dá um pouco de medo, mas superei com a decolagem. Sou tão apegada com meu pai que ele preferiu ficar no brasil. Tinha muita coisa pra resolver. Estava um pouco apertada e eu precisava ir muito ao banheiro.

 

- Mãe, eu preciso ir ao banheiro! – sussurrei no seu ouvido, aguentando.

Minha mãe estava lendo um livro com um título interessante “A Cabana”.

- Pode ir, filha! – disse minha mãe dando espaço para passar.

Já a minha irmã me ignorou, concentrada na música que está escutando no fone do ouvido. Crianças! Estava indo, e uma aeromoça indicou onde era o banheiro, entrei e fechei a porta eu relaxei e não demorou muito. Coisa que não faria em banheiros do avião é fazer numero dois e dar descarga. Vai que o avião cai? A culpa seria a minha. Eu estava encarando a privada, aperto ou não aperto? Eis a questão!

- Senhorita, está com algum problema? – aeromoça perguntou atrás da porta.

Estava encarando ainda a privada, talvez a aeromoça, percebeu que eu estava demorando muito.

- Oh... Tenho sim! – fui sincera. – Eu... Bom eu... Estou com medo de dar descarga. – será que eu expressei mal? Fui totalmente sincera.

- É primeira vez que a senhorita viaja de avião? – perguntou a moça.

- Sim! – respondi mais sincera possível.

- É só apertar o botão PUSH! – me aconselhou. Fiquei procurando e achei.

- Sim, Ok! – sorri apertando o botão. – Obrigada.

Que alívio! Respirei aliviada e sair de lá.

- Não tem problema de dar descarga, não vai acontecer nada. – foi compreensiva se segurando para não rir, mas no fundo dos seus olhos estava sim rindo da minha cara. - É normal ter esse medo... Está bem agora? – ela achou graça e rimos juntas.

- Estou bem... Sem dúvidas! – respondi sorrindo.

Eu estava rindo de mim mesma fui me virar para outro lado e sem querer esbarrei no moço e o seu champanhe caiu sobre sua camisa.

- Me desculpe, foi sem querer! – desesperei-me.

- Calma... Está tudo bem! – responde o homem entregando a taça para aeromoça e limpando sua camisa.

Eu estava encarando para a camisa branca dele ensopada. Ah eu tenho que parar com essa mania!

- Oh eu sinto muito mesmo!  – pedi lamentando e levanto meu olhar pra ele.

- Relaxe, vai ficar tudo bem! – ele olha para mim.

Então eu reconheci o rosto dele, eu sabia quem ele é... Sim, era o Robert Snave o ator mais SEXY do mundo. Bem ali na minha frente! Fiquei nervosa na hora. “Ai meu Deus! Eu derramei o champanhe na camisa do meu ator preferido! Que benção divina!”

- Com licença... Eu tenho que voltar para meu acento. – falei trêmula.

Eu ia saindo, quando ele pegou leve no meu antebraço.

- Por favor, gostaria de sentar junto comigo para fazer companhia? – convidou ele com sorriso malicioso.

Estava tremendo por fora, mas por dentro eu estava histérica e não acreditando no que estava acontecendo. Eu deveria recusar? Não pensei duas vezes...

- Está bem. Cinco minutos! – rendi.

Fui com ele até no seu assento da primeira classe e me sento ao seu lado.

- Cinco minutos é pouco... – disse sorrindo pra mim. - Você está sozinha ou está acompanhada? – se preocupou olhando pra cima.

- Estou com a minha mãe e a minha irmã de seis anos. – respondi com sorriso de lado.

A conversa não será tão ruim assim... Pensei.

- Quantos anos você tem? – ele inicia.

- 17 anos. Por que essa pergunta? – respondi séria e curiosa.

- Você é... – limpou a garganta. - Brasileira? – pergunta olhando nos meus olhos.

Eu achei graça. Meu pai é brasileiro e a minha mãe é americana. Meu irmão e eu somos americanos e a minha irmã mais nova é brasileira.

- Na verdade eu cresci no Brasil, eu nasci nos Estados Unidos! Por que está me perguntando isso? – eu quis saber.

- Eu diria pelo seu sotaque, mas é pela sua beleza, não é comum nos EUA. – foi sincero.

Ele não disfarça e me olha de baixo pra cima. Esses homens! Reviro os olhos.

- Me deixe respirar um pouco? – pedi mesmo me resistindo não olhar para aqueles olhos azuis.

- Claro! – Senti o olhar dele sobre mim. – Você já andou de avião antes? – mais outra pergunta.

 Respirei bem fundo e suspirei.

- É a minha primeira vez! – fui sincera.

Ele ri e eu também.

- Você está apenas viajando? – agora é ele que queria saber.

- Não... Eu ganhei uma bolsa de estudos em Los Angeles. – respondi e continuei - Meu sonho... É fazer faculdade em Boston. – coloquei o meu cabelo atrás da minha orelha.

- Legal! Eu sou de Boston! – revelou.

- Verdade? – perguntei fingindo a minha surpresa.

- Sim, talvez você já ouvisse falar de mim... – foi convencido.

Na verdade, eu sabia tudo sobre ele.

- Já deu mais de cinco minutos! – aviso me levantando. – Foi legal a nossa conversa! – sorri tímida.

- Espere moça ainda é cedo e saiba que estamos no mesmo avião! – murmurou ele.

Então me senti envergonhada o modo que ele falou... Refleti estamos no mesmo avião, pra quê fugir?

- Desculpe, acho que a minha mãe não vai se preocupar comigo por está aqui com você. – falei por fim quebrando o silêncio e voltei a sentar ao lado dele.

- Então... Como se chama? – me surpreendo quando ele pega levemente na minha mão.

- Me chamo Laurielly Schneider. – respondi educamente. – E todos me chamam de Laully.

- Ah sim! É bonito seu nome Laurielly! Prazer em conhecê-la, eu sou Robert Snave! – ele sorri.

- O prazer é todo meu! – fui gentil e apertei a sua mão. - Ao propósito... – começo a falar. - Eu gosto muito do seu trabalho nos filmes... É realmente incrível... – fugiu as palavras e pensei como o mundo é pequeno, depois de achar as palavras certas, eu continuei. - De encontrar um ator de Hollywood, famoso, aliás, no avião. – fui sincera, tentei ser discreta ao olhar nos olhos dele, mas eu fui capaz de resistir. Ele estava atento cada palavra minha. E assentiu no final.

- Obrigado! – ele foi carinhoso e beijou na minha bochecha. – Nós veremos por aí?

- Foi legal te conhecer! – falei sorrindo. – Posso te perguntar uma coisa?

- Claro! O que você quer saber? – pareceu mais altruísta possível.

Tinha tantas perguntas, mas essa pergunta era mais óbvia.

 

- O que você estava fazendo no Brasil?

- Meu compromisso como ator é dar entrevistas em vários países por onde passa filmes que eu estou circulando. – respondeu explicando.

- Interessante! – assenti. – Então, se incomoda eu voltar ao meu lugar?

- Eu não me incomodo, pode voltar se quiser!  Afinal eu gostei de você. – piscou pra mim.

- Com licença e obrigada! – falei enquanto me levantava e passei por ele.

 

Eu tive uma estranha sensação de que ele estava olhando para minha bunda, quando me levantei. Enquanto eu voltava para o meu acento, eu não podia pular porque eu estava logicamente dentro de um avião. Meu Deus! Que homem era aquele? Minha mãe percebeu minha cara de que estava nas nuvens após de me sentar no lugar.

 

- O que aconteceu lá filha? – preocupou-se.

- Oi? – fiz desdém.

- Por que está com essa cara? – queria saber. Medindo a minha temperatura. – Está gelada! – se surpreendeu.

- Nada de mais! – falei rápido.

- Sei... – cerrou os dentes. Ela sabia que eu estava mentindo.

Depois de dois minutos pensando se eu deveria contar a novidade eu disparei.

- O Robert Snave está sentando lá na frente e ele conversou comigo. – olhei pra ela quando dizia baixo rapidamente.

- O seu ator preferido está aqui?! – sussurrou mais baixo possível.

- Sim, está ligada em filmes mãe? – queria saber.

- Não! Você não parava de falar sobre ele no Brasil! – atacou ela. - E como foi sua reação?

- Bom... Eu agir naturalmente... E ele nem percebeu que eu sou fã dele! – sorri de lado, porém animada.

- É por isso que você está com essa cara? – perguntou ela.

- Sim! – menti. - Ele é muito bonito pessoalmente. – fui sincera.

 

Eu só não contei a parte do beijo na bochecha, que ele me deu. Não ousaria. Eu não sair do meu acento depois disso.

 

Depois de uma eternidade no avião. Chegamos ao aeroporto da Califórnia! De volta ao Los Angeles! Estava, porém, muito animada! Pegamos nossas malas que demorou no máximo 1 hora. Depois paramos para comer alguma coisa. Minha mãe pediu três sanduiches um suco de laranja e duas latas de refrigerante. Após nós conversamos um pouco.

 

- Vou ligar para a sua madrinha daqui a pouco! – ela nos avisou.

- Achei que um dos filhos iriam nos receber aqui. – falei esperançosa.

- Talvez... Eles tinham outras coisas pra fazer... Coisas de garotos! – alfineta a Manuela.

 

Terminei de comer meu lanche. Estava satisfeita. Esperávamos a minha mãe terminar.

 

- Até agora não o vi filha! – muda assunto a minha mãe. 

- Quem? – faço de desdém.

 

- O seu ator preferido... – ela olha ao redor. – Nenhum sinal dele!

- Você queria o quê? Ele é muito famoso e aqui tem muitas câmeras e fãs enlouquecidas por ele, acha mesmo que ele ia parecer aqui atrás da gente e oferecer uma carona? – falei sarcasticamente.

 

Minha irmã entreolhou pra gente e não aguentou e ficou rindo e a minha mãe revirou os olhos.

 

- Pronto já terminei! - falou limpando o canto da boca com lenço de papel.

 

Peguei a minha mochila coloquei nas costas, arrumei meu cabelo colocando para meu lado direito. Assim que estávamos andando pelo aeroporto parecíamos que estamos perdidas. Mas uma coisa me intrigou, desde nós saímos da lanchonete, estava pressentindo que tinha alguém atrás da gente nos perseguindo, provavelmente. Minha mãe estava conversando com a minha madrinha no telefone e deixei que ela terminasse de contar as boas novas e depois por longo tempo ela desligou.

 

- Mãe, você sabe para onde vamos morar? – perguntei sem jeito.

- Eu sei do endereço que a sua madrinha Laurielly mandou pra mim para que possamos morar, ao lado da casa dela. – revelou pra gente. – Cadê esse papel? – murmurou ela procurando nas suas coisas dentro da bolsa.

- Temos uma casa! Que alivio! – disse minha irmã.

- Pelos menos não vamos morar aqui para sempre! – zombei com a minha irmãzinha.

Ela mostra a língua. Eu estava rindo, quando...

- Laurielly! – ouvi alguém me chamar e olho pra trás. Oh não é ele! - Oi... Achei que eu não ia alcançar você! – pareceu ele meio cansado.

 

Minha mãe e minha irmã ficaram de boquiabertas quando ouviram a voz do Robert Snave e viramos ao mesmo tempo para trás.

 


Notas Finais


É apenas o começo!
Faça suas perguntas sobre a fic no meu Twitter e no meu Ask: @BeliannyDreamer


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