História Hearts For One - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin Mahone, Bella Thorne, Chris Evans, Josh Hutcherson, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Personagens Originais
Visualizações 15
Palavras 1.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Fantasia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Não há como não resistir uma carona de um ator famoso, não é mesmo?
Laurielly irá ceder essa chance?

Espero que vocês gostem do segundo capítulo! *-*

Capítulo 2 - A Carona


Fanfic / Fanfiction Hearts For One - Capítulo 2 - A Carona

No capítulo anterior:

Eu estava rindo, quando...

- Laurielly! – ouvi alguém me chamar e olho pra trás. Oh não é ele! - Oi... Achei que eu não ia alcançar você! – pareceu ele meio cansado.

Minha mãe e minha irmã ficaram de boquiabertas quando ouviram a voz do Robert Snave e viramos ao mesmo tempo para trás.

[...]

- OI ROBERT! – diz sem jeito me corando toda. – Essa é minha mãe... Lauren. – apresento a minha mãe abraçando de lado. – Manuela, minha irmã! – elas entreolharam entre mim e ele sem falar nada.

 

- Com todo respeito, é um prazer conhecer vocês – disse ele quebrando o silêncio apertando a mão da minha mãe e da minha irmã que sorriram. – Achei que a Laurielly estava me enganando... Pensei que vocês eram amigas de escola dela! – fez piada. Piscando o olho pra mim.

 

Elas riram e eu permaneci séria. Só observava o jeito que o Robert olhava direto pra mim.

 

- Gostei da sua camiseta! – disse minha irmã quebrando o silêncio.

- Obrigado querida...  – foi educado e murmurou. - Cunhada!

- O que foi que ele disse? – perguntou minha irmã olhando pra mim e depois pra ele.

- Nada não! – falei rapidamente nervosa.

 

Minha mãe me puxa para outro canto.

 

- Você tem certeza que não aconteceu nada entre vocês? – sussurrou ela.

- Nada de mais... – tentei fingir, mas ela percebeu.

- Não esconda nada de mim, Laurielly Moore Schneider!

 

Quando ela falou o meu nome inteiro, tive que contar toda a verdade.

 

- Relaxa mãe! Está bem... Ele meio que deu um beijo na minha bochecha e alguns elogios a minha pessoa. – falei verdade. – Só!

- Porque pra ele chamar a sua irmã de cunhada... – pensou ela e que me deixou preocupada.

- O que a senhora quer dizer com isso? – quis saber.

- Filha toma cuidado! – alertou minha mãe.

- Nada a ver! – disse revirando os olhos. – Ele só foi... Gentil comigo. – o defendi.

- Eu sei que você gosta muito dele! – contou ela a verdade.

 

Eu não quis dá a pista dos meus sentimentos. Murmurei alguma coisa, estava nervosa e corada. Voltamos onde estava o Robert e a minha irmã.

 

- Posso dar uma carona pra vocês?  – se ofereceu.

- Não quero incomodar você Robert! Nós vamos pagar o táxi. – fui bem fria.

- Eu insisto, só se a sua mãe concordar! – insistiu ele.

- Não temos outro jeito filha, não podemos recusar o pedido de um cavalheiro! – falou ela.

 

Pareceu que aquela alerta que ela me deu não adiantou nada. Mães!

 

- Mas mãe... – fiquei pasma.

 

Ela olhou para mim me forçando aceitar querendo ou não.

 

- Tá legal! Já que vocês dois insistem... - Olhei para o Robert e dei a resposta. - Podemos ir? – dei um sorriso.

- Não será incomodo algum! – disse ele sorrindo para gente.

 

Nós entramos no seu carro, achei discreto demais. Minha mãe foi na frente, eu e a minha irmã ficamos no barco de trás. O Robert queria que eu sentasse ao lado dele na frente, mas eu não quis e não insistiu mais. Já que eu não queria sua carona, ele respeitou por eu não querer ir à frente, do lado dele. Eu havia insultado ele?! Talvez, por causa disso.

 

Ele ficou me fitando pelo retrovisor do carro. Mas aqueles olhos azuis ainda vão me deixar louca. Sacudi a cabeça. Por que será eu tenho queda por garotos de olhos azuis? Coloco os fones de ouvido, a música que estava tocando é “Alas” e comecei a cantar baixinho quando estava chegando já no final da parte da música minha irmã acompanhou.

 

- É real só quando há asas Como uma ponte em meu interior Deslizando para longe, longe É real só quando há asas Em meu mundo de liberdade Deslizando para longe, longe Cada vez mais longe E se não há como voltar atrás Temos que arriscar tudo Debaixo de meus pés não há gravidade Só há asas Nunca duvide Nada está proibido Quando um sonho é real Só há asas.

 

Quando terminou minha irmã estava tão empolgada que fez um pedido inesperado.

 

- Vamos de novo! – empolgou minha irmã e sorri. – Por favor, maninha! – implorou ela com seus olhos.

- Está bem. – respondi com um sorriso e rindo. Comecei. - Estou perto de alcançar meu céu desafiando a gravidade nada pode deter este sonho que é tão real... - Foi à vez da Manu cantar também.

- Sei que não existe medo, oh Se não deixo de tentar A emoção que me move É a força de um furacão.

- Isto que há em meu interior é mágico Porque tudo pode acontecer E se caio volto, vou, eu vou E volto e vou... – cantei novamente. Cantamos juntas empolgadas.

- E se não há como voltar atrás Temos que arriscar tudo Debaixo de meus pés não há gravidade Só há asas Nunca duvide Nada está proibido Quando um sonho é real Só há asas! - Batemos as palmas com ritmo da música.

- E não espero nada mais do que eu sinto É um desafio para enfrentar Algo quer despertar Meu destino é tão real... – cantei com vontade.

- Sei que não existe medo, oh Se não deixo de avançar A emoção que me move Tem a força de um furacão... – ela cantou se empolgando.

 - Isto que está em meu interior É mágico porque tudo pode acontecer E se caio volto, vou, eu vou E volto e vou E se não há como voltar atrás Temos que arriscar tudo Debaixo de meus pés não há gravidade Só há asas Nunca duvide Nada está proibido Quando um sonho é real Só há asas! – cantamos juntas. A última parte foi improvisada.

- É real só há asas – minha vez.

- Como uma ponte em meu interior – vez da Manu.

- Deslizando para longe, longe – minha vez.

- É real só quando há asas Em meu mundo de liberdade Deslizando para longe, longe. – Vez da Manu.

- Cada vez mais longe. – minha vez. E cantamos junto último refrão. - E se não há como voltar atrás Temos que arriscar tudo Debaixo de meus pés não há gravidade Só há asas Nunca duvide Nada está proibido Quando um sonho é real Só há asas! – cantamos até o fim com ritmo. Minha mãe aplaudiu.

 

Depois da nossa cantoria no carro. Eu olhava o vago no horizonte, eu fiquei rindo de mim mesma, o Robert me olhava, pareço boba? Balanço meu rosto, dou uma olhada no meu celular e eu abro os meus e-mails. Recebo e-mail do meu querido ex-namorado. O que será que ele quer? Será que ele não entende o fim do namoro?

 

De: Oliver Miller

 

“Eu penso em você todas as noites e eu sinto arrependido pelo que eu fiz você passar. Agora você está indo pra longe de mim, me abandonando completamente e não vejo a razão, que eu estou sentido muita sua falta. Mas certamente você vai ficar sempre no meu coração.”

 

Eu apenas ignorei, não respondi. Pra quê? Por tudo que já me fez passar... Eu não quero mais sofrer por um garoto e passar o mesmo que eu já me fizera passar. Não tinha a ideia que eu iria ser traída algum dia, mas tinha que está preparada para tudo. Ele era um garoto muito popular na escola e tinha fama de galinha, mas quando começou a namorar comigo ele deixou esse lado. Mas dá pra acreditar que ele teve coragem de voltar a ser um canalha de antes? E foi capaz de me trair? Foi exatamente o que aconteceu... E foi com a melhor amiga dele, Nathalie Vasconcellos e ainda por cima, ela me odiava e não suportava a relação dele comigo. Ciúmes? Inveja? Não sei exatamente o que se passava pela cabeça dessa vadia. O meu termino de dois anos com o imbecil do Oliver acabou no dia que eu soube pela vadia da Nathalie dizendo “Eu peguei o seu namorado e não me arrependo disso, nós nos amamos muito.” Eu me segurei, na verdade, foram as minhas melhores amigas que me seguraram para não bater nela e arrebentar a cara dela. Tive uma conversa séria com Oliver antes de partir. Eu fui fria com ele e terminei com ele. Insistiu muito para que eu não fizesse isso, mas eu estava determinada e decidida... “Sai da minha frente e vai ficar com ela, vocês se combinam muito!” e depois fui embora. Ao despertar da minha péssima lembrança. Fingir que eu não estava escutando.

 

- Desculpe pelo modo da minha filha no aeroporto – começou a minha mãe.

- Eu não me senti constrangido por isso. – responde ele tranquilo.

- Tudo bem. – minha mãe pareceu aliviada. O que é muito estranho.

- Vida de ator é difícil? – perguntou minha irmã.

 

Revirei os olhos pensando que a toda vida de um famoso é cansativo.

 

- Depende... Só no começo que o trabalho se torna difícil, eu amo meu trabalho e sendo famoso é um pouco complicado, mas, eu já acostumei com assédios de fãs, paparazzi e a rotina. – contou ele sendo sincero.

- Como é sua rotina? – quis saber minha mãe.

- Às vezes cansa, mas eu gosto. – foi sincero mais uma vez. – Entrevistas, testes e vários compromissos.

- Tem tempo pra namorar? – interferi minha irmã curiosa. Que eu até espantei olhando pra ela. Esperava a reação de ser um tanto surpreso, mas ele riu.

- Tempo até eu tenho, mas eu não achei uma garota certa pra mim. – revelou pra nós e minha irmã deu uma cotovelada em mim. – Mas na verdade, eu estou focado na minha carreira. – disse ele me fazendo aliviar. – Pode acontecer se eu encontrar uma pessoa especial aqui, mas sei que não vai ser fácil. – disse olhando pra mim pelo retrovisor.

- Minha irmã está solteira há seis meses! – disparou minha irmã me fazendo ficar vermelha de vergonha.

- Manuela! – saiu minha defesa. Olhando pra ela pasma. A engraçadinha ficou rindo de mim.

 

Coloquei meus fones de ouvido, estava bastante nervosa com olhar do Robert sobre mim, agora mais essa, da Manuela querer me arrumar para o Robert.

 

- Quando que começa suas aulas mana? – perguntou a minha irmã.

- Amanhã. – comentei no desanimo total.

- Eu já estou gostando daqui, mana! – disse minha irmã bem animada do que eu.

 

Uma hora depois, finalmente chegamos ao bairro que quase não mudou nada.

 

- Chegamos! – avisou minha mãe. - Obrigada pela carona!

- Disponha! – respondeu sorrindo. - Quer que eu ajude com as malas? – se ofereceu novamente.

- Não precisa! – disse minha mãe.

- Eu insisto! – insistiu ele.

- Está bem! – foi gentil minha mãe. – Só não quero abusar!

- Não está não! – disse ele suavemente.

 Fiquei bem admirada com ele, como se dirigiu a minha mãe e como ele se transmitia o seu lado tranquilo e calmo isso me irritava um pouco... Fiquei até com ciúmes! Qual é? Minha mãe não é muito velha e eles tinham quase a mesma idade. Fiquei bem quieta no meu canto.


Notas Finais


Terá muitas revelações nos próximos capítulos, não percam!
Faça suas perguntas sobre a fic no meu ASK e no meu TWITTER @BeliannyDreamer
Beijos e até o próximo capítulo!


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