História Hearts on Fire (TaeGi) - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Muito Drama, Muito Fluff, Namjin, Piadas Sem Graça, Taegi
Exibições 135
Palavras 2.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de um mês, eu finalmente consegui postar um capítulo em menos de uma semana *grito da vitória*
Boa leitura!

Capítulo 24 - A carta



Tae's POV
Uma semana depois 
Acordei cambaleando, quase sem forças para fazer qualquer coisa. Levantei-me da cama e procurei pelo meu celular, que se encontrava carregando em cima da cômoda. Liguei o mesmo e vi as horas. 5:00. Droga, nem nas férias eu consigo dormir direito, mas, já que acordei, vou fazer as minhas coisas. Comecei a caminhar em direção ao banheiro, pisoteando a infinidade de folhas de papel rasgadas e amassadas no chão. Quis excepcionalmente pisar em todas infinitas vezes, as rasgar ainda mais do que como fiz ontem à noite. Quis urrar e xingar para as paredes, quis bater nelas, mais uma vez. 
    Abri a porta do banheiro e, antes de fazer qualquer coisa, acabei hipnotizado pelo espelho me chamando para que eu pudesse olhar o meu estado. Quando vi o jeito que estava, deixei escapar um suspiro triste. Minha expressão era exausta, com direito a olheiras ainda piores, que me deixavam assustador. Sentia-me fraco fisicamente, porque não comi muito nesses últimos dias, e dizendo isso me lembrei do prato de comida do lado do celular quando acordei.
    Aquela maldita carta. Isso resumia todos os meus sentimentos, pois eu vim tentando decifrar aquela merda por uma semana inteira, e perdi esse tempo que eu poderia ter me despreocupado de tudo. Mas não. Eu tive que ser teimoso e me importar com essa coisa inútil.
    Nesse tempo em que discuti comigo mesmo eu já estava debaixo do chuveiro tomando um banho, ou melhor, sentindo a água molhar o meu corpo enquanto ficava lá parado feito um poste olhando fixamente para a parede questionando a vida. 
    Depois de um tempo refletindo, resumi que minha semana foi uma merda.
    
           ………………………
Tudo já começou na sexta passada, justo no dia em que havia acabado a aula, e eu já resolvi mexer na caixa. Joguei no google vários tipos de códigos, e foi aí que meus problemas começaram.
Sábado
    Nesse dia eu acordei calmo, olhei para a janela e vi o sol batendo na minha cara, dizendo-me para acordar de vez. Levantei-me e fui tomar café com meus pais, e, por incrível que pareça, o clima estava até um tanto...alegre. Terminou com eles dizendo que foi confirmado: teremos um inverno que vai começar daqui a três semanas e durará somente uma, a do natal porque...a melhor explicação possível é porque sim. Não tem absolutamente motivo nenhum. 
    Depois do café, eu tentei um único código, um da roda cypher, que era o seu favorito, pelo que eu lembrava. Comecei o código tentando decifrar qualquer coisa, mas não formava palavra alguma. Outra coisa que dificultava era o fato de as letras não serem hangul, mas sim o alfabeto de idiomas como inglês e português. Ok, não era o maior problema, por conta de eu ter um fascínio por inglês,  eu estudei e praticamente fiquei fluente na língua. Mas mesmo assim...
    Depois de traduzir, tentar achar um idioma que talvez representasse algo, e falhar, falhar como um idiota, resolvi desistir deste e deixar em cima da minha escrivaninha. Talvez servisse para algo, pensei me enganando. 
    Resolvi não mexer em mais nada pelo resto do dia. 
Domingo
    Meus pais disseram que nós iríamos a um shopping comprar algumas roupas para o inverno (porque como quase nunca fica frio a gente não costuma ter muita coisa para o inverno) e me convidaram para ir junto. Quase não aceitei, se não fosse pelo fato de que nós não nos reuníamos muito para fazer esse tipo de coisa, então decidi ir junto.
    Eu me arrependi depois, porque não aguentava mais omma saindo e entrando em lojas, demorando uma hora para se decidir, e saindo sem nada nas mãos. Pois é, foi triste.
    Depois de um longo e cansativo dia lá, finalmente me tranquei no meu quarto e voltei meu olhar para os códigos, mas decidi deixar quieto por enquanto, pois a única coisa que meu corpo desejava era uma cama.
Segunda-feira
Ouvi o maldito despertador que eu tanto odiava tocar. Bocejei e me espreguicei, finalmente lembrando de que ainda precisava ir para a escola só para saber se peguei recuperação ou algo do tipo. Arrastei-me até o banheiro, sem prestar muita atenção no que estava fazendo. Praticamente me joguei no uniforme e fui sem a mochila. Sim, eu sabia que podia quebrar a cara, mas, digamos assim que acordei meio Yoongi esta manhã. Caso ainda não tenha entendido, acordei num estado foda-se o mundo do meu ser. 
    Quando cheguei na cozinha, deparei-me com omma e appa conversando. Parecia importante, então resolvi esperar a uma distância segura, mas uma parte da conversa me chamou a atenção, e cheguei mais perto.
Sr. Kim: Você sabe que vai ter que aceitar mais cedo ou mais--
Sra. Kim: Já sei! Sei disso! Eu não vou fazer isso! Deve haver outro...jeito.
Sr. Kim: não não há! Amor, olha--
Sra. Kim: Não! Deve ter como fazer isso...
    Entrei na sala, fazendo-os bruscamente parar a conversa. Detestava ver omma e appa discutindo, e ainda por cima, ao que tudo indicava, sobre mim.
    Tomamos café em um absoluto silêncio, que eu achei meio assustador, mas acabei ignorando e indo para a escola. No caminho, encontrei quem? Isso mesmo, a Hannah.
Hannah: Ooooi!
Tae: Oi
Hannah: Parece ansioso, é por causa das recuperações não é?
Tae: Sim.
Hannah: Sempre ansioso...me lembra muito da sua irmã — congelei quando ela disse isso — hmmm, qual era o nome dela? —ela fez uma pausa dramática — Ah é! Hyerim!
    Quis gritar com ela, quis perguntar como ela conhecia Hyerim, se tinha algum contato com ela, mas ela já tinha desaparecido, como sempre. Fui preenchido por uma grande vontade de dar um soco na cara dela.
    Enfim, cheguei na escola e já previ gente morta. Procurei pela multidão de gente roendo as unhas ou contando do final de semana até achar Kookie sentado em um banco, até que isolado do resto do mundo. Conversei um pouco com ele, e este me contou a história de como voltou com o Jimin (de novo) e eu prestei atenção na história, para tentar me desconcentrar da minha ansiedade.
    Finalmente, alguns professores saíram da sala onde estavam e começaram a grampear os papéis contendo quem passou ou não. A diretora ia até tentar impedir que acontecesse um tsunami de alunos em cima das provas, mas foi inútil. Lá foi todo mundo ver as notas, e eu, como sempre, esperei a poeira baixar, e, estalando os meus dedos, fui ver. Em cima das matérias ao lado do meu nome estava escrito um tosco "Parabéns!" Mas, realmente, não dei a mínima para a parte de ser tosco. Deixei escapar um sorrisinho e simplesmente fui pra casa feliz. No caminho, parei para observar alguns detalhes inúteis, dos quais, por me acostumar com o caminho, ignorava. 
    Senti-me ainda mais feliz com o pensamento de que só faltava mais um ano e aí tudo estaria acabado. Fiquei mais confortável sabendo disso. 
    Cheguei em casa, que estava vazia, e chamei Suga para vir me ver hoje pelo celular. Eu sabia que se omma descobrisse eu estaria ferrado, mas pelo menos eu não estava saindo de casa. E afinal, eu o chamei para me ajudar a decifrar a carta.
Quinta-feira
Já era de noite, e me encontrei extremamente frustrado com isso. Tentei vários e intermináveis códigos e não consegui achar absolutamente nada. A lista com todos os tipos diferentes de códigos estava rabiscada com um "X" em todos, e a minha paciência estava acabando, e ainda por cima, a esperança esvaía-se aos poucos. Tentei entrar no quarto dela de novo, e nada. Tentei códigos que exigiam palavras chaves, e como eu não tinha,  qualquer combinação acabou falhando. E foi aí, só aí, que num momento de raiva, eu perdi completamente o controle sobre mim mesmo. 
   Olhei com raiva para a pilha de papéis que formei e num impulso joguei tudo no chão. Quando isso aconteceu, comecei a pisar em cima das folhas milhares de vezes, pegar outras nas mãos e rasgar em pedacinhos. Dei socos nas paredes causando o maior barulho, e só parei quando olhei para meu punho e seu redor estava meio roxo. Quando parei, joguei-me no chão e me encolhi em posição fetal, chorando. Por que eu não aceitei logo que a perdi? Por que estou sofrendo de novo? Eu nunca vou achar ela mesmo! Todas essas frases jogadas na minha cara foram afundando na minha consciência. Assim deitei e tentei dormir. Com um misto de raiva, frustração, ansiedade e tristeza. Desde segunda, eu me tranquei no quarto e passei noites em claro tentando resolver algo que provavelmente eu não conseguiria fazer nunca. Deixei-me desfalecer em cima da cama e dormir.
     
            ………………………
 
    Fiquei todo esse tempo no banho pensando nos acontecimentos dos últimos dias. Quando criei coragem, peguei a minha toalha e comecei a me secar cuidadosamente, e depois disso me vesti e sentei na cama com os cabelos molhados sem saber exatamente o que fazer. Eu não tinha mais aquele objetivo, muito menos podia ver Suga, e estava sozinho em casa, então me vi virar uma vítima do tédio. Fiquei lá fazendo altos nadas até que a pessoinha indesejável que todos já sabem quem é brotou de todos já sabem de onde (autora: do cu do amigo, desculpa, piada interna, não resisti, agora continuando)
Hannah: Olha só! Um bloco de grama deprê! Ti dó!
    Nem quis perguntar sobre o bloco de grama porque fiquei até com medo daquele apelido.
Tae: Olha só! Uma filha da puta filhadaputiando, que novidade hein?
    Ela riu em um tom de deboche.
Hannah: Isso é bem melhor do que fazer a depressiva — ela fez uma cara triste — não acha?
Tae: Melhor ser a depressiva do que sair por aí estragando a vida alheia.
    Ela colocou a mão no coração.
Hannah: Essa doeu. Eu vim aqui te falar daquela tal puta da Hyerim e só levo coice. Acho que vou embora daqui.
    Ela já estava de saída mas num último momento eu peguei a mão dela tipo "ah num vai" e exigi:
Tae: Peraí, então você conhece a minha noona? E ela NÃO é uma puta!
Hannah: Olha o nível que o ser é interesseiro! Ai que bixa perigosa você! — tentei, tentei, tentei, tentei ao máximo engolir aquela com todas as minhas forças — E sim, conheço ela. Até porque eu sei de muitas coisas, muitas coisas (autora: acaba de passar por você uma referência ao meu dorito favorito) e outra, como você sabe? Fazem 5 anos que ela fugiu, certo? Você não faz ideia de o que ela pode fazer para sobreviver hoje em dia. Até que ela tem um bom corpo...
    Ao dizer isso, ela lambeu os lábios fazendo uma cara maliciosa, causando um nojo e preocupação em mim. Comecei a pensar que ela poderia ter sofrido, e que a Hannah talvez tivesse machucado ela...ou podia ser tido um blefe.
Tae: E como posso saber que você não está blefando?
    Ela abriu um largo sorriso de orelha a orelha.
Hannah: Digamos que eu...tenho provas. 
    Hannah puxou o celular do bolso, e destravou a tela. Sinalizou para que eu chegasse perto, e obedeci porque realmente estava curioso e, se ela tivesse alguma pista, talvez eu a achasse.
    Olhei atentamente quando ela abriu as fotos. Ela foi voltando, e o que vi me apavorou: tinham vários rostos, acho até que vi de soslaio algumas daquela garota, a Sunhwan. Haviam documentos, endereços, fotos de casa, digitais e até algumas armas. Ela subitamente parou e clicou em uma foto com o polegar. Na imagem, vi ela. Sorrindo, do jeitinho exato de como estava antes de fugir, mas o pior era quem estava do lado dela. Abraçando-a, estava Hannah, com os cabelos soltos e o que julguei não ser um sorriso forçado. Voltei meus olhos para Hyerim, e senti meus olhos marejarem, mas prontamente tratei de engolir. Cruzei os braços e ergui uma sobrancelha. 
Tae: Tá, isso não prova nada. Pode muito bem ser uma montagem.
    Hannah bufou e revirou os olhos. Depois, voltou a procurar, mas, desta vez, numa pasta com os vídeos. 
Hannah: Sabe, se sinta honrado porque eu não deveria estar te mostrando isso, mas, para provar que não estou tirando sua cara, você vai ver... — ela continuou procurando um vídeo até encontrar e clicar nele com uma força pela qual eu não estava esperando — Isso!
    Tinha uma pessoa sentada em uma cadeira branca, numa sala branca, vestindo um jaleco branco (autora: a lá N.O.). Percebi que era Hyerim, por mais que parecia um pouco mais velha, e estava esquelética, com os olhos cansados, e o cabelo azul-claro, comprido. 
    Saí de meu transe quando a Hannah deu o play e pude ouvir sua voz saindo do aparelho.
Hannah: E aí, já se decidiu?
Hye: N-não...vou...fazer isso.
Hannah: Ora querida, então vai ter que ser do jeito difícil.
Hye: NÃO! Eu não vou virar sua escravinha!
Hannah: Então vai ter que aceitar a primeira proposta! Vamos lá Hye, eu sei que você sabe que pode fazer isso! E olha só o que podemos fazer juntas...assim como antes...
Hye: Você ainda acha que...? Vá a merda!
Hannah: Uia! Eu ouvi um "merda"? Ain, ela tá estressadinha! Cadê a garota do "não devemos falar palavrão" hein?
    Com isso o vídeo acabou. Lembrando que só dava para ver a Hyerim fazer caras tristes e bravas, o que me revoltou muito! 
Tae: Você...VOCÊ SEQUESTROU ELA?
Hannah: Para de gritar, desgraça! E falou certo, sequestrei, a bixa fugiu!
Tae: Então você sabe onde ela está?
Hannah: Sei...digamos que nós temos uma trégua, e ela não é tão burra quanto você e sabe que quando eu digo para não fazer é porque não é para fazer.
Tae: E o que você vai fazer? Estragar a vida social dela? Grandes bostas, não faz falta.
    Neste momento ela riu histericamente e só parou depois de um tempo.
Hannah: Faz-me rir, cara! Aquilo foi só a ponta do iceberg...
    De repente uma coisa estalou em minha cabeça.
Tae: Então significa que ela está viva?
Hannah: Aí isso não diz nada, eu posso te dar o endereço de um cemitério.
Tae: Então você vai me dar um endereço? 
Hannah: Ixi filho!  Tá achando que vai ganhar alguma coisa de mim de bandeja tá?
Tae: Então por que veio aqui?
Hannah: Por dois motivos: o primeiro é porque eu não tinha bosta nenhuma pra fazer então vim te azucrinar — ao ouvir isso revirei os olhos — e dois, porque sei que você não é tão burro e uma hora vai decifrar isso e achar a tua irmã, se ela ainda estiver viva. E juro por Deus que se tu fizer merda e falar sobre mim pra ela, você tá fodido. 
    Dito isso ela foi embora, deixando-me sozinho com os meus pensamentos. Nesse momento digamos que eu acreditei que ela realmente estivesse viva, até porque Hannah me ameaçou para não contar pra ela, o que significa que temos altas chances de Hyerim estar viva. 
    Desci as escadas e retirei com cuidado a chave do quarto de noona enquanto olhava para o relógio que marcava dez horas e dezesseis minutos, o que significava que eu ainda tinha até as onze e meia, quando omma chegava em casa. Subi as escadas e antes de abrir a porta, rocei meus dedos na chave e percebi uma irregularidade, mas não dei atenção para aquilo.
    Fiquei um tempão lá olhando as imagens tentando descobrir alguma coisa, processando o que Hannah me disse, adicionando mais motivos à minha listinha de porque matar a Hannah. Os quadros tinham uma mensagem, mas todas ao meu ver eram sobre problemas pessoais dela, não qualquer coisa que possuísse relação qualquer com uma ajuda. Mas aí, houve uma coincidência enorme.
    Eu já estava de saco cheio, então pequei a chave na minha mão, e, com todas as forças, atirei-a contra a parede. Depois me aproximei para pegar a chave e atirar até ela quebrar de vez, quando vi a parede em que ela bateu. Na que dizia "sorry Tae" e em baixo, tinha uma chave. Então eu me lembrei que quando peguei o objeto, parecia ter algo talhado nele. Minhas mãos voaram na chave, e olhei para ela, vendo que as irregularidades formavam quatro letras "Rach" Eu não fazia ideia de que caralhos significava, mas, sem pensar duas vezes, tranquei o quarto dela e voei até o meu. Chegando lá, peguei a carta e usei um dos códigos com chaves que Hyerim adorava: o Vigenére Cipher. Imprimi a tabela, e timidamente comecei. 
    Depois de um tempo, eu consegui decifrar. Finalmente eu consegui fazer isso. Li a carta com cuidado, e no final comecei a chorar, chorar muito com um sorriso bobo na cara, que se transformou em uma risada quase histérica.
    Quando o choro cessou, joguei-me na cadeira da escrivaninha e falei entre um sussurro:
Tae: Eu consegui...



Notas Finais


A carta será revelada no próximo cap!
Até lá...
E...assim...por nada mesmo, vocês tem alguma teoria sobre os poderes do Tae? Se ele tem, não tem, o que que é? Só pra saber mesmo...


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