História Heartsease - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Heartsease, Kun, Marsh
Exibições 49
Palavras 2.896
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yo Minna!! Desculpa por ter sumido daqui por algum tempo, eu acho que precisava de algum ar fresco depois de ter passado quase dois anos escrevendo TMLAR uhsaushausa mas enfim. Essa fic e um pouco diferente das one shots que costumo postar por que normalmente eu costumo colocar bastante historia antes de fazer um lemon, e eu decidi tentar colocar a historia durante ele. Enfim, bora ler?

Capítulo 1 - Capítulo único - Paz


— Você trouxe tudo? — pergunta ele, completamente sério. Por mais que estivéssemos as risadas no caminho para cá, seu lado engraçado parece ter se esvanecido no exato momento em que ele colocou os pés para fora do carro.

— Claro que sim — falo, saindo do veiculo com a caixa que pensei ter esquecido umas sete vezes só no caminho para cá.

— Se lembre de quem eu sou antes de falar assim comigo de novo — responde ele.

— Claro que sim... Mestre — reviro os olhos, esperando que ele não me veja imitar seu jeito mandão.

Ele sobe as escadas depois de mim. O lugar está completamente escuro, até que eu ache um interruptor na parede. O chão, o teto, as paredes, e todos os moveis, tudo aqui parece ser de madeira. Coloco a caixa em cima da cama e sou surpreendido por um beijo. Ele me puxa pelo pescoço, ou melhor, pele coleira preta que está nele.

O moreno morde meus lábios com força, me empurrando na parede ao lado da cama, e me fazendo soltar um gemido baixo com o impacto. Ele puxa meus cabelos com força, expondo meu pescoço, pelo qual percorre com mordidas e beijos antes de desabotoar minha camisa, e a jogar na cama.

Eu sei que seria o próximo a ser jogado lá.

Seu olhar é penetrante. Deveria dar medo, mas a única coisa que sinto, é ele me virando do avesso, descobrindo cada entranha dos meus pensamentos e moldando-os ao que ele quer. Não é muito diferente de medo, mas um medo estranhamente bom.

Ele arranha com força, do meu pescoço a minha virilha, parando somente quando atinge meu cinto, o tirando num piscar de olhos.

— Vou pensar se uso ou não isso depois — engulo em seco quando ele dá um sorriso de canto.

Minhas calças são tiradas, enquanto ele continua vestido. Eu não ousaria tentar tirar nenhuma de suas peças sem que ele me pedisse para que eu fizesse isso. Até por que, o que ele usa já me faz salivar em antecipação. Ele veste uma camisa social branca justa o suficiente para deixar seus músculos aparecerem levemente, gravata preta de seda, e calça social cinza clara que contrastam com seu longo cabelo negro, que chega a seus ombros.

Ele volta a descer suas mãos, me arranhando, dessa vez, indo do pescoço até meus joelhos, e voltando, passando as mãos por minha intimidade, me fazendo tremer e morder os próprios lábios. Mais um beijo, dessa vez um selinho, enquanto ele tira meus óculos, e os coloca no criado mudo.

Sou empurrado até a cama, e ordenado a me sentar, ele abre a caixa e tira as algemas de lá. Meus braços vão para minhas costas, e eles são colocados de uma forma quase confortável. Em seguida a venda é posta sobre meus olhos. A partir do momento que você não vê mais nada, seu cérebro começa a compensar pelo sentido perdido. Sinto ele se sentando na cama, e sou puxado mais uma vez, dessa vez, deitado entre suas pernas.

O único pedaço de pano que ainda resta em mim é retirado. Eu aperto minhas mãos, esperando pelo tapa, que vem seco, me fazendo retesar os músculos por alguns segundos. Minha respiração fica pesada, e outro tapa se segue. Ele arranha a parte interna das minhas coxas, passando o indicador por minha intimidade antes de me bater novamente me fazendo soltar um gemido.

Levo tantos tapas que perco a conta. Me sinto dolorido e ardido quando ele finalmente fala:

— Você gosta disso mais do que o normal — comenta ele, passando o indicador levemente por minhas costas, me fazendo arrepiar — Não é?

Fico em silencio, e sou punido com mais um tapa.

— Sim... — consigo dizer, fechando os olhos com força, por mais que esteja vendado. Tudo fica mais sensível em meu corpo depois do que ele fez.

Outro tapa.

— Sim... Eu... Gosto, Mestre — digo rápido, entendendo o recado.

— Bom garoto — consigo imaginar seu sorriso sádico agora, e isso me faz... Gostar mais do que deveria disso — Agora levanta.

Fico em pé, mas não faço a mínima ideia de onde estou. Perdi toda a consciência espacial assim que fui vendado.

Sou jogado de volta a parede, dessa vez de costas, e com as mãos ainda algemadas colocadas acima da minha cabeça. Sou ordenado para que fique calado e parado. Ele desce as escadas, e abre a porta do carro.

O tempo parece uma eternidade. Eu sinto a superfície antes gelada da parede esquentar com meu calor, sinto a textura da madeira na minha pele, e a umidade do ar que entra pelo meu nariz. Engulo em seco quando o escuto fechar a porta com força, e o som de seus sapatos contra o piso da escada, ficando cada vez mais próximo.

Sem aviso prévio, levo uma chicotada forte, que me faz arquear as costas e gemer alto.

— Você não trouxe tudo — avisa ele.

— Você pediu a caix- — outra vez sou atingido pelo chicote, me fazendo me perder mais ainda em meus pensamentos luxuriosos, que acho que é tudo que ele me permite pensar agora.

— Imprestável — outra chicotada — eu te pedi só uma coisa, e você não foi capaz de cumprir uma tarefa tão simples...

— Me... Desculpe, Mestre — falo, arfando e gemendo contra a parede.

— Não — mais uma vez, ele me faz gemer com seu chicote — Desculpas não valem nada aqui, Darling. A única moeda de troca aqui é a punição.

Engulo em seco.

— O que você va- — sou interrompido novamente com uma chicotada.

— Que tal você contar até dez para mim, hm? — fico em silencio, me preparando para o que virá — eu te fiz uma pergunta...

— Sim... Mestre — respondo, tentando me preparar do melhor jeito que consigo, para o impreparável.

Eu pensei que ele não poderia me bater mais forte do que já estava batendo, mas...

— Um.

Por algum motivo a dor nunca funcionou comigo como parece funcionar com os outros.

— Dois..

Ele vem junto com um calor estranho.

— Três...

Uma sensação boa...

— Q-quatro.

Prazer, talvez.

— Cin-cinco...

Mal consigo falar ao chegar na metade, e no final, não sei se isso é bom ou ruim.

— S-s-seis.

Minha mente simplesmente desliga tudo que acontece além dos meus sentidos mais primários.

— S... Sete...

O couro do chicote se arrastando pele minha pele.

— O... Oito, p-por favor, Mestre...

O suor gelado escorrendo pele minha testa.

— N-nove...

Tudo isso...

— Dez.

Não tem nada no mundo que eu goste mais do que sentir isso.

— Não foi tão difícil assim, foi? — pergunta ele, sacana, se aproximando de mim — aposto que você adorou isso.

— S-sim, Mestre — respondo, ainda me recuperando quando ele me abraça por trás, deixando suas mãos passarem levemente por minha cintura.

— Me dê a resposta completa, anda... Do que você gostou exatamente? — suas mãos agora chegam a meu membro, e elas parecem querer ficar por la.

— De você m-me punindo... — mordo meu próprio lábio para tentar conter meus gemidos.

— Punindo? Como? — mas isso não dura por muito tempo, com ele passando uma de suas mãos de meu membro para minhas costas, e em seguida minha bunda.

— Me... Batendo... — mal consigo dizer as palavras com algum sentido. Um de seus dedos entra fundo em mim, enquanto com a outra mão, me masturba lentamente.

Fico feliz por ele ter mandado eu meu preparar antes de vir, ou seu dedo seria muito mais invasivo e doloroso do que acabou sendo.

— Oh Darling, você achou que isso era a punição? Não, não... Você gosta disso, não é? — sinto um arrepio gelado passar por mim quando ele fala isso — não é?

— Sim... Eu gosto, Mestre... Muito... — a partir desse ponto, nenhuma racionalidade passa mais pele minha mente. Seu olhar já conseguiu dominar toda e cada célula do meu corpo. Agora, pularia de um penhasco se ele pedisse.

— Viu por que isso não poderia ter sido a punição? Não faz sentido punir um pervertido como você, justamente com algo que você ama — comenta, no meio de meus gemidos, agora nem um pouco contidos — Você precisa de algo diferente...

Eu volto a cama, agora com as mãos novamente algemadas em minhas costas, e ele mexe na caixa de novo. Ouço seus pés se levantarem e voltarem ao chão. Ele tira a venda de mim, me fazendo ficar cego por alguns segundos, mesmo que a claridade não esteja tão forte assim. Quando recupero minha visão, vejo que ele tirou seu membro completamente ereto, o passando pelo zíper aberto em sua calça.

— Vai me fazer ficar esperando? — pergunta ele, impaciente — Anda, me chupa. E é bom fazer isso direitinho, sem me sujar... Quem sabe assim eu repenso a sua punção.

Levei minha boca até seu membro e o lambi da base até a ponta, depois olhando em sua direção, fiz o caminho inverso, passando a língua do topo até a base. Subi novamente e envolvi seu membro com minha boca, sugando a ponta, sem parar de olhar para ele.

Eu nunca quis tanto não estar algemado. Eu preciso...

— Sabe... — fala ele, passando as mãos pelo meu cabelo, antes de me puxar em sua direção, para que eu vá mais fundo — Assim é bem melhor.

Algemas... Eu preciso...

— Mestre... — a chamo quando ele me dá alguns segundos para respirar — por favor... As algemas...

— Você quer que eu tire? — pergunta, arqueando as sobrancelhas.

— Por favor...

— E o que você vai me dar em troca por isso? — troca? Como assim?

— Qualquer coisa, só por favor... — digo a primeira coisa que me passa pele cabeça.

Ele tira minhas algemas com um sorriso no rosto. Talvez essa não deve ter sido a melhor das ideias.

— Continua — ordena ele.

Eu volto a sugar o membro a minha frente, agora, saciando minha vontade de me tocar. Enquanto mantenho seu membro em minha boca, levo minhas mãos a meu membro, conseguindo dar apenas uma estocada antes de ser veementemente repreendido.

— Quem disse que eu deixei você fazer isso? — fala, me dando um tapa no rosto.

— Eu imaginei que você foss- — ele não deixa que eu termine a frase.

— Eu não mandei você imaginar nada, mandei você fazer exatamente o que eu mandasse — outro tapa, dessa vez do outro lado — agora deita. Vou dar um jeito em você.

Ele tira a corda da caixa enquanto eu fico na posição em que ele manda. Ele levanta minhas duas mãos, e puxa meus pés até os dois se encontrarem acima de mim, e enfim, amarra tudo, encostando seu membro levemente em minha intimidade, o suficiente para me fazer arrepiar.

— Pede — diz, simplesmente.

— Por favor... — mordo meus lábios, que a essa hora já estão um pouco doloridos.

— Direito.

— Por favor, me come, Mestre... — falo, desviando o olhar, corado.

— E como você quer que eu te coma? — ele sorri, entrando lentamente em mim, mas parando no meio do caminho.

— C-com força... Por favor, vai logo, eu não consigo esperar ma-mais... — eu não quero falar, quero fazer.... E o mais rápido possível.

— Então você quer que eu só te coma com força?

— Por favor, Mestre... — imploro.

— Responde — ordena, me dando um tapa.

— N-não... Eu... Eu preciso que você me faça gemer... Preciso de você inteiro dentro de mim... Eu quer- Eu preciso... Que você me faça gozar... Por favor... — falo com a respiração pesada.

— Quem te viu, quem te vê... — ele se coloca inteiro dentro de mim, o mais rápido e forte que consegue, me fazendo gemer alto — Você consegue se escutar dizendo isso para mim? Você consegue se escutar, gemendo assim pra mim, com um pau dentro de ti, e ainda querer pedir por mais? Você, que costumava ser o todo poderoso, agora, completamente submetido a mim?

— S-sim... — continuo gemendo cada vez mais alto a cada estocada — Mais... por favor...

— Fica calado, ou eu vou te obrigar a calar a boca — alerta ele, mas eu não consigo me calar. Eu já fui longe demais, agora não dá mais para voltar.

Ele apenas sorri, vasculhando a caixa, tirando de la um membro de borracha, e o colocando na minha boca.

— Isso vai te deixar ocupado — diz, voltando a se mover dentro de mim — e é melhor não morder ou deixar cair, ou você vai estar muito encrencado comigo, ouviu?

Faço que sim com a cabeça, lutando para segurar o membro pesado com a boca, sentindo meu corpo ser movido para frente e para trás com os movimentos dele, que se tornam cada vez mais rápidos e profundos a cada estocada. Logo me sinto prestes a gozar.

— Mestre — tento avisar, mas minha boca está... Cheia demais.

— Perto? — aceno com a cabeça, e ele continua seus movimentos — Quão perto?

— Muito... — deixo o membro cair ao lado do meu rosto para conseguir falar, mas a essa altura nada mais importa além disso — Por favor... Perto, muito perto, por favor...

— Por favor o que? — pergunta, me torturando ainda mais.

— Por favor, me deixa gozar... Por favor... — e é ai que ele sai completamente de mim.

— Essa é a sua punição por não ter trago o chicote — afirma, e depois me dá outro tapa no rosto, dessa vez bem mais forte que os outros — e isso e por ter deixado ele cair.

— Por favor, Mestre... — continuo implorando — Não me deixe sem...

— Você disse que faria qualquer coisa, não é?

— Eu sei, ma- — por favor, não...

— Qualquer coisa. Então hoje fica sem, a não ser que me faça gozar primeiro — ele desamarra a corda que deixava minhas mãos e pernas para cima, e a passa pela argola da coleira, me puxando em sua direção — Você vai se ajoelhar na minha frente, e me fazer gozar, como o pervertido que você é, entendeu?

— Sim, Mestre — ele puxa a coleira com força, até que eu vá para o chão e me ajoelhe, e em seguida retira sua calça e cueca, ficando apenas com a grava e sua camisa, que abre lentamente.

Essa posição não e nada agradável para os meus joelhos, mas reclamar é a menor das minhas preocupações. Ele vira a coleira ao contrário, de forma que a argola fique atrás, e passa a corda por meus pulsos, amarrando de forma que quando ele puxasse a corda, meus braços fossem levantados.

— Anda — diz, me puxando em sua direção, me fazendo sentir dor por ter meus braços puxados — E faça isso bem, você já fez muita coisa errada hoje, é melhor não me desobedecer agora.

Aproximo minha boca de seu membro, e começo a percorre-lo com a língua. Ele de vez em quando me puxa, ou quando se arrepia, ou quando simplesmente está com vontade de me fazer sentir dor.

— Você é um completo pervertido... — desdenha ele, me fazendo ficar mais excitado a cada palavra — Ama quando eu te bato, quando eu te digo quem você realmente é, não é?

— Sim, Mestre — digo, sem pestanejar.

— E quem você é?

— Um pervertido — olho em seus olhos, continuando a chupa-lo.

— Não, você não é só isso, Darling — sorri sadicamente mais uma vez. Deuses, eu nunca pensei que amaria tanto esse sorriso — Você é um pervertido que veio dirigindo completamente duro até aqui, mal conseguindo esperar para ser espancado, humilhado e fodido por mim.

Queria o puxar mais para perto, mas ele mesmo faz isso por mim, quando puxa minha cabeça de encontro a si, me fazendo chupa-lo com mais força. Alguns gemidos começam a sair de sua boca, e sei que estou no caminho certo.

Me foco em dar prazer a ele, fazendo o melhor que posso, até que ele puxa meu cabelo com muita força, me puxando ainda mais em sua direção.

— Continua assim, vai — fala, agora num tom mais brando, intercalado por gemidos, e puxões na corda.

Obedeço da melhor forma que consigo, e algum tempo depois, ele goza, me puxando com mais força ainda, antes de me soltar, e sentar na cama, arfando.

— Bom garoto — diz, quando consegue se recuperar, me dando um beijo leve — agora você merece gozar.

Ele me faz ficar de quatro na cama, pegando o membro que antes estava em minha boca, e o colocando dentro de mim com mais facilidade do que antes.

— Você tem dois minutos para fazer isso, ouviu? — avisa ele, se debruçando sobre mim para poder pegar a caixa. Ele tira o vibrador de la, e o liga, colocando-o em meu membro.

Tenho que me conter para não gemer assim que ele faz isso, e movimenta o membro dentro de mim. Tudo em meu corpo parece pegar fogo, parece precisar disso, precisar que ele me faça gozar, e faça isso agora. Para ontem, por favor.

— Mais... Por favor... — imploro, entre gemidos. Eu queria que fosse ele ali, isso seria tão bom... Mas dois minutos não vão ser o suficiente para que ele volte a ficar... Ereto.

Ele continua o movimentando com força, fazendo com que o vibrador se mova em meu membro com cada oscilação dele em mim. Sem que eu perceba que o tempo passou, ele fala:

— Dez segundos — todo o meu corpo sente um senso de urgência desesperadora, que faz tudo ficar muito melhor.

— Cinco segundos, anda logo — continua ele, me pressionando.

De repente, todo o meu corpo entra num curto circuito, e uma onda de prazer passa por mim, da ponta dos pés até minha cabeça. Eu tremo, gemo e fecho os olhos com força, me sentindo despejar meu liquido na cama, até que essa sensação passe, e eu me deixe cair na cama, exausto.

— Não vai agradecer não? — pergunta ele.

— Obrigado, meu Mestre — ele sorri, se deitando ao meu lado com meu sorriso preferido, tão ofegante quanto eu.


Notas Finais


Playlist:
Nome: Toulouse - So I Know You Care
Link: https://www.youtube.com/watch?v=Z4pEepUZyHY

E ai? Gostou do capítulo? Quer bater a minha cabeça contra a parede mais próxima? Então favorite, comente e se possível recomende que você vai estar me ajudando pra caramba. Eu respondo todos os comentários, então não seja tímida(o) e me escreva alguma coisa :D

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