História Heaven And Hell - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Jungkook, Suga, V
Tags Yoonkook
Exibições 54
Palavras 649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, tudo bom com vocês? >.<
Desejamos uma boa leitura <3

Capítulo 2 - Lost


O vento castigava o pequeno celeiro quando o menino abriu os olhos.

Jungkook sentia todo o corpo doer, e a cabeça latejar. Ele se sentia confuso, ele...não sabia de nada. Era isso: ele simplesmente não se lembrava de nada.

A última lembrança que tinha era tão estranha que só poderia ser um sonho. O bater de asas, um vento gelado, um brilho cegante e...um rosto. Um garoto, muito jovem e muito bonito. A pele muito branca, os cabelos negros e os olhos...estavam tão cheios de carinho e preocupação. Jungkook sentia que ele era importante, que deveria se lembrar daquela pessoa.

Ele olhou a sua volta. Espantou-se ao perceber que estava em um celeiro. Todo de madeira branca, transmitiu-lhe uma paz. A sua direita, havia um grande vitral  colorido com vista para um campo; a sua esquerda, diversos tipos de telas e blocos para desenho, tintas e artigos para pintura. Seus dedos coçaram pela vontade de tocar o carvão e sentir o deslizar dos traços pelo papel. Levantou-se da cama feita de feno e revestida por lençóis brancos; o teto de pé alto tinha uma estribaria larga, e, lá de baixo, Jungkook pôde enxergar um piano, também branco.

Achou estranho. O que ele estava fazendo ali, no meio do nada, naquele lugar tão estranho? E, a pergunta que mais o aterrorizava, quem era ele?


 No grande espelho a sua frente, de uma moldura bonita, feita de ferro envelhecido, viu sua imagem.  
Ele usava roupas brancas, e estava descalço. Tinha cabelos pretos e despenteados, os olhos castanho escuros aparentavam cansaço. Pela dor que sentia em seus músculos e ossos, imaginou que estaria todo machucado; mas ele estava intacto, sem um único arranhão sequer.


Saindo pela grande porta de madeira maciça, pisou sobre a grama verde, que cercava tudo ao redor, estendendo-se além, por campos e pastos.

Um pouco distante dali, avistou uma estrada de terra avermelhada. Sem pensar muito, apenas saiu andando, seguindo por entre a trilha. O sol ardia branco no céu , mas ele não sentia nada, nem mesmo se queimava. Não sentia fome, nem cansaço. Não suava nem tinha sede; apenas andava, cada vez mais distante do pequeno celeiro.


Assustou-se com o barulho do motor, quando viu uma caminhonete vermelha antiga se aproximar. Pensou que talvez devesse pedir por ajuda ou ao menos sair do caminho, mas não importava o que ele fizesse, não pareciam lhe enxergar. Talvez o ignorassem, pensou ele. Resolveu continuar e, quando avistou a cidadezinha, pacata e de interior, sentiu-se muito melhor. Ver outras pessoas lhe foi um pouco tranquilizador.


Cheia de casas simples e lojas de conveniência de vidraças empoeiradas, o lugar era adorável. 
Entrou em uma cafeteria movimentada, e sentou-se à janela, em uma das mesas de madeira vermelha com bancos de couro marrom desgastado, olhando para a rua.

Esperou que alguém se aproximasse, que alguém o atendesse, mesmo que ele não quisesse nada, mas conforme o tempo ia passando, nada acontecia. Era como se ele não existisse, como se...ninguém o visse. Aquilo simplesmente não era possível, porém uma angústia já começava a lhe crescer no peito. Aproximou-se do balcão, e se dirigiu a uma atendente.


-Senhora?-chamou, mas a mulher continuou a limpar os copos, com a cabeça baixa sem ao menos olhá-lo.


Vendo que não lhe dava atenção, Jungkook desistiu. Tocou o ombro de um cliente sentado próximo ao balcão, mas o homem sequer levantou o olhar do jornal diário. 


Jungkook começou a sentir dificuldade em respirar; a angústia só aumentava. O que estava acontecendo? Quem era ele? Ele sequer sabia o próprio nome, ou o que fazia ali, ou o porquê de ninguém o escutar, sentir ou enxergar. Estava perdido, estava sozinho e estava confuso.

Podia sentir as lágrimas começarem a brotar; mas ele não choraria. Jungkook não choraria, ele era forte demais para isso. Ele aguentaria firme, e encontraria as respostas de que precisava...

Ele só não sabia como.


Notas Finais


Esperam que tenham gostado, até o próximo capítulo ^^
Deixem seus comentários, queremos saber se estão gostando :3
Kissus Kissus de limão.


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