História Heaven's Hell - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Deveríamos?


Fanfic / Fanfiction Heaven's Hell - Capítulo 11 - Deveríamos?

Jasmim e eu estávamos nos beijando.
Aquilo era surreal, eu não conseguia parar.

Seus labios eram macios e doces, eu chupava sua lingua e ela a minha, a sensação era incrivel e eu ficava cada vez mais excitado.

Voltei aos seus seios, porém minha mão ainda estava em sua intimidade.

Eu chupava seus seios com toda minha energia e mordiscava levemente seu mamilo ao mesmo tempo que massageava seu clitóris.

Seus seios eram muito macios, porém firmes e seus mamilos estavam duros, o que me fez querer senti-los.

Com o indicador da mão direita eu empurrava o mamilo de Jasmim contra próprio seio.

Era divertido estimular ela, e eu sabia como. Jasmim tinha um lado meio masoquista, ela gostava de sentir dor e prazer. Eu
comecei a apertar devagar seus mamilos, Jasmimgemeu mais alto.

Jasmim olhou ofegante para mim e disse sorrindo:

- Acho que já terminamos as preliminares.

*Nota do Autor*
*Essa foi uma referência a minha irmãzinha GhostAGirl com a fic My Demons q eu sou mto fã*

Jasmim tirou minha camisa, tirou meu cinto, puxou minhas calças para baixo, beijei Jasmim e apalpei sua bunda por cima da saia.

Uma saia preta curta que sempre me chamou a atenção pelos detalhes em prata. Agóra essa saia me permitia sentir a calcinha por debaixo da mesma.

Fechei meus olhos. Jasmim engatinhou pra trás, se abaixou e começou a me chupar. Sua boca era incrivelmente quente e eu me sentia tão bem!

Abri meus olhos e olhei para baixo. Nas costas de Jasmim estava a imensa cicatriz que os demônios fizeram a ela séculos atrás.

Eu passei minha mão direita em suas costas, sentia a pele da cicatriz no centro de suas costas.

Eu estava enlouquecendo, sua lingua passava rapidamente pelo meu pênis, suas unhas arranhavam minhas coxas e as minhas arranhavam seus braços e costas.

Eu me desfiz em sua boca e Jasmim engoliu, porém continuou me chupando por um tempo.

Jasmim parou e engatinhou mais para trás, se deitando entre minhas pernas. Ela segurou seus seios...

Uma Espanhola?

Eu nunca recebi uma Espanhola antes.

Jasmim colocou seus seios em volta de meu pênis.

- G. Eu preciso ir embora.  - Disse Kate através da porta.

Eu e Jasmim paramos e nos encaramos sentados na cama.

- Eu já vou. - Gritei para Kate.

Jasmim olhou para o chão com seu braço esquerdo cobrindo seus dois seios.

Eu me vesti e estava saindo do quarto, porém voltei.

- Espero que isso aconteça novamente. - Eu disse sorrindo e ensaio beijei Jasmim e apalpe sua bunda por cima da saia.

- Eu também espero. - Disse Jasmim sorrindo e abaixando o braço que cobria seus seios.

Eu sai do quarto com um forte pensamento de indecisão.

Eu não contei nem para Jasmim nem para Kate sobre a outra.

Eu e Kate estávamos em um relacionamento ou foi apenas sexo? Jasmim e eu ainda estamos apenas amigos?

Eram muitas questões para resolver.

Me encontrei com Kate no corredor e nós saímos.

- Para onde vamos?

- Para o hospital, preciso enviar minha mãe.

Nós andamos até o hospital e entramos. Os médicos corriam desesperados, nos passamos por eles e pegamos o elevador. A porta se abriu no andar onde a mãe de Kate estava internada. Vários policiais estavam na frente do quarto dela, Kate e eu corremos mas policiais nos pararam.

- É o quarto da minha mãe!  - Gritou Kate para os policiais que abriram espaço e nós passamos.

Entramos no quarto e a mãe de Kate estava morta. Ela havia sido crucificada na cama com facas de prata.

Na parede atrás dela haviam glifos, os mesmos que apareceram nas costas de Belial.

Kate não chorou. Ela não disse uma palavra,  apenas correu para fora do quarto e entrou no elevador.  Eu tentei segui-la mas a porta se fechou antes que eu conseguisse entrar.

Eu desci pelas escada até o saguão do prédio. O elevador chegou logo depois de mim, a porta se abriu, mas o elevador estava vazio.

Eu procurei por Kate na rua e a encontrei na esquina do hospital.

- Kate, tudo bem?

Mas ela não respondeu.

Já era noite, na verdade já era madrugada.

- Vamos para casa. - Kate acenou com a cabeça e lágrima saíram de seus olhos, eu as limpei e nós começamos a andar voltando para casa.


Notas Finais


Um beijo pra vocês e até o próximo capítulo.


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