História Heavydirtysoul - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Emilia Clarke, Loris Karius, Robert Lewandowski, Roman Bürki
Tags Loris, Mortes, Sangue, Sorry
Exibições 27
Palavras 1.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oie gnt
voltei com mais uma fic... estou muito empolgada com ela... espero que gostem
sorry qualquer erro mas essa semana esta complicado revisar
para quem leu... essa tem uma pegada tipo a minha primeira estória
boa leitura
nós vemos lá em baixo

Capítulo 1 - I used to be a dreamer


Fanfic / Fanfiction Heavydirtysoul - Capítulo 1 - I used to be a dreamer

“Veja seus jovens lutando

Veja suas mulheres chorando

Veja seus jovens morrendo

Da maneira que sempre fizeram antes.”

 

O sangue se espalhava gradativamente pelo chão, formando um caminho que talvez levasse a outro mundo, mas agora o mesmo empoçava-se ao seu redor, talvez como forma de representar a resistência da vitima em aceitar seu destino, se é que ele acreditava nisso.

Mas mesmo assim não é possível controlar a vontades dos deuses (e da gravidade), o caminho logo se forma mesmo que de forma vagarosa e com o tempo até as pequenas gotas espirradas na parede tentam de juntar a esse caminho quem sabe em busca de um novo hospede, realmente não há mais saída para o nosso strudel, apelido carinhoso que dou as pessoas em que eu escolho o destino, e eu como único presente tenho de fazer o que somente alguém que permanece nesse mundo pode: fornecer o mínimo de dignidade para esse homem, afinal já que ele tinha se aventurando tanto ao ponto de irritar meu chefe, ele merecia algum credito... Se bem que esse número aumentava a cada dia, começava a ser um privilegio de muitos.

Mas esse era um papo para meu terapeuta, afinal ainda adiava a quitação da minha dívida para garantir que eu saísse o mais são possível desse meu “trabalho”.

Claro que o ambiente em que me encontrava havia se tornado familiar, o que de certa forma me assustava bastante, daí a ideia do terapeuta, minha mente se tornava mais leve com o topor que me envolvia e fazia com que eu tivesse esses inúmeros devaneios.

Sempre me pegava olhando para o strudel e pensando: “Por que ele e não eu?” e o mais importante “por que depois de tudo isso sou eu que continuo respirando?”. A resposta mais frequente era que o mundo ainda estava muito ocupado julgando as pessoas por sua aparência para sequer reparar em mim.

Ao longe ouço um barulho de um carro parando bruscamente do outro lado da rua, mas o motorista estava ocupado demais para olhar para o corpo esfacelo e para isso era só virar o pescoço, sorte dele eu teria que matá-lo por esse deslize. Agradeço aos deuses por esse mundo ser do jeitinho que é.

Pelo menos a distração me fez voltar para o mundo real, do que eu frequentemente escapava.

E pensar que graças ao acaso nos encontramos (eu e strudel), ele por se meter com os negocios do “big boss”.

“Estamos sendo irônicos né?”

“Claro que sim... mas não estraga o momento do cara.”

"Demorou, mas chegaram em..."

E eu por conta da minha negligencia no quesito tomar decisões certas na vida e é claro em me empenhar para ter um emprego decente.

“Acabou? Estou com fome...”

“Agora vai dar uma de cido e ficar se intrometendo? Cala a boca e deixa o cara, ele gosta de drama.”

Ajeito minha luva de couro pegando o celular descartável em meu bolso, bastaram apenas o teclar de algumas teclas e dizer uma serie de palavras programadas para que a ambulância estivesse a caminho.

Jogo o celular no chão desferindo dois tiros, foi mais do que gastei minutos atrás. Desmontei a arma colando na minha mala, juntamente com as minhas luvas, saio do terraço indo em direção ao elevador, aos olhos de todos sou somente mais um empresário ligeiramente frustrado com a vida e que aproveita o fins de semana para descontar em sexo e bebidas.

“Acho que não somos empresários...”

“Realmente não, mas belo disfarce do nosso senhor”.

..........

Chego ao térreo cansado do meu esforço em parecer normal além de educado e simpático, ajeito meu terno grato por não haver manchas, e aliviado por finalmente consigo me mesclar em meio a multidão.

Olho o relógio em meu pulso vendo que é hora de receber nosso pagamento... quer dizer meu.

“Acho que deveríamos ser recompensados... O cachê anda muito baixo.”

“Eu bem que apreciaria uma boa dose de Whisky.”

Whisky não seria nada mal e me encontrar sóbrio com esse cara nunca é uma opção inteligente.

Abro o bolso da lateral da mala retirando minha garrafa térmica e apreciando a sensação quente de toma conta do meu corpo e aprecio o fim da sobriedade, claro o chefe não poderia saber...

 

........

 

Sorrio para a recepcionista que me diz para esperar... adoro o fato dele fingir que realmente tem coisas a fazer, mas na verdade é só charminho.

Lanço um olhar para a moça, uma morena com belos olhos verdes e um decote um pouco avantajado.

“Olha primeiro nos olhos... para fingir que é decente.”

Miro seus olhos sorrindo de forma provocativa, e me esforçando para afastar essas vozes infelizes.

“Combinamos que nessas horas vocês não podem aparecer.”

-Você está muito linda hoje Cams, gostaria de me agraciar com a sua presença mais tarde?

Ela sorri lindamente se levantando um pouco dando uma melhor visão do seu decote.

Olho de relance me perdendo por segundos, antes de sermos atrapalhados pelo telefone.

Ela se abstém no mesmo por segundo e logo depois de levanta.

Me abraça por trás colocando a mão na minha bunda, percebo que ela esta me guiando até o escritório do chefe.

Ela abra a porta, batendo forte em minha bunda e deixando algo em meu bolso, antes de entrar dou uma piscada para a mesma que devolve.

-Fico feliz que esteja se dando bem com minhas funcionárias...

O moreno dos olhos azuis estava com uma cor bronzeada além da camisa azul marinho que se ajeitava na medida certa no seu corpo torneado.

“Pera... a gente gosta disso ai também?”

“Sim, pensei que soubesse depois da pegação no banheiro.”

Ele sente meu olhar e sorri convencido fazendo um gesto para que eu me sentasse, acho que era para anular a nossa diferença de altura.

-Se você quiser eu mesmo posso dispensar minha secretaria do seu encontro e eu mesmo vou no lugar dele.

“Direto... gostei.”

“Ah então você é nosso lado gay...”

Sorrio cinicamente para ele, lembrando o real motivo do dia.

-Sinto muito, mas entre minhas tarefas, transar com você não esta em nenhuma.

Alem disso ainda sinto um ódio mortal por ele, afinal todas as mortes poderiam ser evitadas se ele tivesse me chamado para fazer outra coisa.

-Ah, uma pena – ele passa seus olhos lentamente pelo meu corpo, se aproxima e arregaça as mangas do meu paletó, analisando minhas tatuagens.

Limpo a garganta chamando a sua atenção.

-Sei que você tem muito tempo livre, mas eu ainda preciso fazer muita coisa no dia de hoje.

Recebo um olhar intrigado dele e um apertão da coxa, solto um resmungo tentando ir direto ao ponto.

-Enfim... só quero meu dinheiro.

Ouço-o se sentar pesadamente na cadeira, se virando para o computador pronto para a transação.

-Falta muito ainda?

Ele sorri animado e inclina a cabeça em minha direção.

-Já disse que se aceitasse se abrir para mim eu perdoaria a divida.

Reviro os olhos lembrando que não tem uma vez em que escapo disso.

“Não pode culpar o bonitão por tentar”

-Como que eu iria conseguir da uma surra em você após a quitação da divida, se obviamente estaria perdidamente apaixonado?

Ele solta uma gargalhada sonora fazendo um sinal de 10... dez  mil, sorriu aliviado se o velho não ligasse para mim agora eu mesmo o matava.

“Mas aí a gente fica com cara de trouxa”

“Tudo isso para nada?”

“Droga de empatia”

Claro que eu também sempre tirava minha parte de cada serviço, não estava tão ansioso assim para ver ele de volta as ruas.

Meu chefe serve uma dose de Bourbon para ele e oferece, recuso pedindo para me retirar.

-Te mando seu próximo trabalho em dois dias. – ele pisca para mim – Boa tarde senhor Karius.

Puxo um chapéu imaginário ao estilo cowboy.

-O mesmo ao senhor Lewandowski.

................

Mando uma mensagem para a Cams enquanto esperava a pizza ficar pronta, avisando que logo estarei lá.

“Estava pensando em ficar um tempo sem falar com ela, vai que ela pensa que é algo serio?”

“Tem razão, mas precisa arrumar outra pessoa antes.”

“Topo baladinha amanhã à noite.”

..............

Toco a campainha tentando equilibrar a pizza e o refri.

Ela abre a porta com um sorrindo e me ajuda a pegar as coisas.

Entro em casa tirando meu casaco ficando sem camisa mesmo, Cams guarda a pizza no forno e senta-se em meu colo tomando meu lábios.

Minhas mãos vão parar em sua bunda enquanto ela começa a rebolar em meu colo.

“E ae gente boa... o resto é estória.”

 

“Muito, muito, muito melhor

Fu, fu, fu, fu, fu, fu fugir

Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh.”

 


Notas Finais


obrigada por chegarem até aqui
espero que tenham gostados
bom fds
bjks

Música do cpas: Guns n' roses - Civil War
Talking heads - pyscho killer


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