História Hedonismo - Capítulo 42


Escrita por: ~

Postado
Categorias Digimon
Tags Digimon, Drama, Hentai, Lemon, Yaoi
Exibições 74
Palavras 2.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpa o sumiço gente... A culpa toda foi da facu mesmo... me tirou todo o tempo de escrever e postar. Logo logo tbm posto a outra fick e mando o link aq mesmo.
Um hotzinho pra vcs ^_^ faz tempo q n posto um e nesta fick o retorno de uma longa pausa como esta nçao pode ser de outro geito ne kkk

Capítulo 42 - Espiadinhas.


Fanfic / Fanfiction Hedonismo - Capítulo 42 - Espiadinhas.

Todos trabalhavam incansavelmente.

Tinha se passado apenas algumas horas desde o ataque a base invasora no digimundo e principalmente de quando Daisuke tomou aquele tiro e meu mundo travou, mas eu sentia como se tivesse passado horas, dias, semanas. Queia que ele melhorasse logo para poder bater nele por ter sido tão idiota.

Mas mesmo que o mundo estivesse se explodindo e acabando em barranco eu não conseguia ser menos egoísta e ajudar todos, eu só conseguia ficar do lado dele ate que melhorasse e pudesse ir conosco como queria fazer.

---- Tak ta ouvindo isso? ---- ele desperta e me encara curioso, vivia acordando e dormindo por causa das medicações e eu ficava lendo ali do lado dele.

As paredes eram grossas feitas de pedra negra, mas o castelo todo estava em ruinas e aos destroços então algumas delas estavam faltando e para fazer nossa enfermaria improvisada pegamos umas das salas maiores e as unimos fechando o resto como pudemos, só que em volta ficou vazio e sem cuidado algum.

Eu sabia que os digimons estavam todos la fora no pátio discutindo coisas de guerra e combates enquanto os próprios digiescolhidos debatiam esta historia de passar os brasões a diante ou se havia outra forma, uma cura.

Então não imaginava o que poderia estar fazendo barulho na sala ao lado.

Mesmo com um rombo no tórax que poderia ter perfurado um pulmão ou coisa pior o maldito levanta e chega próximo a uma fissura que tinha na parede; brigar com ele para que ficasse quieto só pioraria tudo então só pus o livro na cabiceira da cama e fui ate ele o ajudando a se apoiar.

---- S-só... pega uma cadeira pra mim? ---- ele pede meio que perguntando sem tirar os olhos da fissura se mostrando bem interessado no que tinha do outro lado.

Fui ate onde estava e peguei a cadeira e logo ele me fez olhar através da mesma fissura soltando aquele risinho maroto dele.         Percebi que tinha alguma besteira incluída e ao mesmo tempo que fiquei curioso em olhar tive vontade de não saber quem estaria ali com quem.

Mas aqueles gemidinhos de prazer iam atiçando a minha curiosidade, principalmente por que quase conseguia reconhecer a voz.

---- Vai Tak. Vamos dar uma espiadinha juntos. ---- provoca olhando por outra fissura. ---- Isso aqui ta bom de mais e precisamos de um dezestresss depois de tudo.

---- Você é um tarado sabia disso?

---- E você não? Ah larga "amâo" de fazer cu doce e olha de uma vez que eu sei que você quer.

Cara...

O que você faria nestas horas?

Eu já sabia que não iria para o céu de qualquer jeito, mas tinha o respeito a meus amigos também. Eu não ia querer que alguém ficasse me espionando, mas a cara do Dai estava me deixando curioso de mais.

---- Para de fazer drama Tak, poxa! Estes dois gostam de ser observados ta na cada. Se não fosse isso não iriam escolher justo este comodo sabendo que estamos aqui; sendo que alem de tudo tem outros bilhares de lugares vazios e mais secretos neste castelo enorme.

Fazia sentido.

Dei uma espiadinha rápida e me espantei ao notar quem seria o casal.


 

=~^~ ºº~^~=

Das ultimas vezes que me encontrei com ele, este demonstrou querer saber muito sobre o “ex” do Daisuke, ou melhor seu primeiro; o cara parecia mesmo interessado no mais velho estando disposto a aprender muitas coisas para poder agrada-lo e chamar a sua atenção.
 

A sala era pequena e continha muitos escombros além de tudo, parecia ter sido um sala de estar antiga pois os dois estavam sobre um sofá e a coisa já estava um pouco mais avançada ali.

O maior tinha puxado o pequeno Takato para seu colo e como o Daisuke disse aquilo estava mesmo muito bom; o menor se entregava todinho as caricias maliciosas do outro que não se limitava nem por um segundo sequer; descia a mão por sua cintura adentrando seus shorts largos e apertando tudo ali dentro enquanto com a outra ia subindo por de baixo da camisa isso sem sessar aquele beijo ardente e bem quente que rolava.

---- Acha que eles vão fazer? ---- ele questiona já na intenção, mas eu estava focado de mais pra responder.

Isso porque o menor aproveitava aquela posição de cavalgada para instigar nosso professor auxiliar a continuar cada vez mais, ate que percebo a mão do maior que acariciava as nadegas de Takato por debaixo das roupas adentrarem um local indevido e assim ele suspira alto parando o beijo e escondendo o rosto empinado o corpo para facilitar as aventuras do mais velho ali.

---- Unh... você gosta mesmo em. ---- murmura bem safado descendo a outra mão para o mesmo local. ---- Que tal brincarmos um pouco antes do próximo ataque? Sera que você aquenta mesmo? Aquela minha ideia que te disse antes?

---- S-sim. ---- a voz sai quase entre dentes em meio a um suspiro fraco e um gemido, enquanto que o maior o despia completamente. ---- P-pode chama-lo por... Por favor não quero ter nenhum arrependimento caso...

---- Psss... Nada de pensar em coisas ruins. Principalmente agora. ---- protesta puxando-o para si e deixando o corpo do menor completamente a mostra para nós. Daisuke chegou a prender a respiração com a visão total ali. ---- Não esqueça a palavra de segurança se doer. ---- meu corpo ardeu com a visão de Takato retirando o membro do maior de suas vestes de um modo tão delicado, meigo e safado ao mesmo tempo.

Suas mãozinha tremiam ao abrir o zíper, não sei se era por que Marcos não dava trégua em suas aventuras no interior do mesmo ou por conta de estar mexendo em uma área ativada daquela forma. Mas o meu corpo corresponde mesmo quando o maior o segura o posicionando sobre seu corpo o preenchendo no mesmo segundo sem um sinal de piedade.

Como o ruivo avia dito parecia que eles queriam que nós os víssemos naquele momento, que presenciássemos cada ato, pois não tinha outro motivo para que o maior o deixasse assim tão exposto a nossa visão e aquele entra e sai estava...
 

---- Ai Tak... isso é tão errado mas... não da pra não olhar. ---- ele comenta me despertando da concentração. ---- Quando fiz com ele... doeu muito. Agora você entende? Olha o tamanho daquilo...

---- Para de dizer estas coisas... ---- não tenho tempo nem chance de terminar a fala e ele me puxa para o seu colo, mesmo baleado e ferido ainda era forte; inicialmente temo por abrir alguma ferida, mas assim que ele me beija esqueço tudo.

Nossos beijos são embalados pelo som ritmado do outro casal ao lado e não vou negar que senti uma extrema vontade de imita-los, entretanto me negava pelo estado do ruivo; quem diria que conseguia mesmo ter um autocontrole e dizer não às vezes.
Mas logo nossa atenção foi cobrada na outra sala quando um som de porta fez com que os dois parassem. Takato permaneceu onde estava sem olhar para traz ou descobrir quem Marcos havia chamado.

Engulo seco e pesado ao ver a sombra se aproximar e Daisuke ate respira ofegante pondo a mão sobre o membro que latejava.

---- Isso vai ser uma experiência e tanto. Não quer tomar algo para relaxar? ---- o mais velho oferece ao erguer o quadril do menor que esconde o rosto sobre seu pescoço o oferecendo a quem havia chego.

---- Não pre-cisa. Eu... estou bem, pode... ir em fre-nte. ---- as palavras pausadas e picotadas só me fazem sentir...

Ai sei lá o que eu senti com isso.

Só sei que grudamos a cara na fenda de um jeito que parecia ate que podíamos atravessar a parede e participar da brincadeira toda.

Pude ver naquele segundo que o ato estava sendo gravado por vários ângulos nada santos e não evitei um pesamento: seriam este tipo de videos que o Daisuke me escondia?            Mas a brincadeira adeles não parou só por que eu estava nos meus devaneios.

Enquanto eu pensava no que o meu namorado... noivo fez da vida, Marcus que ainda estava bem vestido tomava a atenção do menor para o manter receptivo a ideia, mas eu mesmo me arrepiei ao perceber quem era o terceiro integrante ali.

---- Ai meu... ---- a voz do ruivo saiu em volta de luxuria e volúpia assim como o que eu sentia, e aquele calor pecaminoso percorreu o meu corpo de um jeito avassalador, e estava ficando cada vez mais difícil de não atacar o ruivo a meu lado.

Tentei fechar os olhos para me controlar, mas na verdade não queria perder nem um segundo daquilo.

As garras longas e grossas de patas macias em formas de mãos dedurava ser um Digimon e isso me deixava inteiramente curioso ainda mais com qual era “o” Digimon; sabia que ele seria grande e bem forte e isso me deixava ainda mais ansioso.

---- O que deu na cabeça do Takato pra aceitar uma coisa destas? ---- questiono vendo que o maior tomava total atenção dele com beijos ardilosos enquanto encorajava a figura de cabelos avermelhados rebeldes e esvoaçantes a expor seu membro em contato ao corpo do menor.

---- Eu sei la... Posso pensar umas mil coisas neste segundo mas depois te falo. ---- o ruivo nem estava mais sendo coerente nas suas frases de tanto que o foco estava no ato ali presente.

Aquilo estava uma visão e tanto, o corpo do menor estava virado a nossa direção deixando bem a mostra seu botãozinho rosado que após a invasão do maior sedia graciosamente a cada estocada violenta, como um ato natural e delicioso; seu corpo ia tomando um tom avermelhado por conta do calor e toques firmes do outro ficando banhado pelo próprio suor e quando é retirado com tudo demora alguns segundos para voltar a forma de botão bem fechado exaltando a violência em que foi exposto mas dando apenas alguns segundos antes de ser violado outra e mais uma vez.

Takato escondia o rosto a todo o momento em contraposição sedia o tempo todo a visão completa do encaixe e o resultado do mesmo; erguia o rosto apenas quando era tomado por um longo beijo. 

Enquanto Marcus beijava e tentava tomar toda atenção de Takato o segurando contra seu tórax, percorrendo seu pescoço mordiscando sua orelha e segurando o pelos cabelos do mesmo enquanto o leão de corpo humano usurfruia de seu corpo de modo selvagem. Primeiro o encaixou sobre o falo do humano a sua frente em um encaixe perfeito brincando com sua língua e presas sobre aquela área de contato de um jeito que tirava o foco de ambos; era ate nítido que o menor queria ver o que se passava ali e o que faziam mas o evitava a todo momento apenas facilitando para que ambos pudessem ter tudo oque almejavam ali.

Em um súbito movimento o grandalhão impede que o humano terminasse seu ato desencaixando os dois e tomando o local para si. Senti uma pontada de dor compartilhada e inveja ao mesmo tempo, já que o pequeno arqueia o corpo com o fato encolhendo-se sobre o tórax do maior e escondendo a cabela entre os ombros em um modo de proteção; mas o maior por sua vez sorri ardiloso e confiante mantendo as pernas dele afastadas e seu corpo entregue ao leão que aos poucos e sem piedade o invadia.

Ele ficava instigando o menor a ceder e se entregar.

---- Ah! M-Marcus... ---- geme escondido pedindo piedade.

---- Você não falou que aguentava? Calma... estamos no digimundo e “qualquer dano” pode ser rapidamente resolvido sabia? Relaxe e não se preocupe. Esta uma delicia não. Fala que esta. Me conta o quanto esta gostando de fazer isso assim.

---- E-eu... eu gosto. Gosto muito Marcus... ---- a voz sai chorosa e pedinte. ---- E-ele é grande como você mas... tem uma forma diferente.

---- Então aproveite. ---- corresponde rouco de desejo naquele menaje lindo e ritmado que presenciávamos.

Presenciávamos seu corpinho miúdo e delicado ser tomado com vontade por aqueles dois fortes e músculos que o dividiam carinhosamente tomando um do outro antes que este chegasse ao fim e assim prolongando o tempo do ato em si.

---- Takato... ---- o mais velho chama doce pela primeira vez, acarinhando sua face e o sando um beijo leve completamente contraditorios aos atos anteriores. ---- Gos... gostei muito de te conhecer garoto... Você vai querer mesmo ficar comigo? Digo... ---- a voz dele não sai maldosa ou ardilosa como estava, e sim mais... amedrontada, posso dizer. Um pouco tremula ate. ---- O que fazemos no digimundo não é da conta das leis humanas mas... Se fomos mesmo ficar juntos, teria que ser segredo ate você ficar de maior. ---- achei a frase a coisa mais fofa e estranha, e o menor apenas o correspondeu com um sorrizinho timido e um selinho fraco nos labios ja que se perdia entre as sensações que tomavam seu corpo.

A verdade é que eu não sabia como ele estava se sentindo ali e começava a tentar imaginar; imaginar como seria estar no seu lugar sentindo todas aquelas caricias, as garras passando no meu corpo junto das presas com aquele bafo quente na minha nuca e aquele ronronar que embalava a tudo, o corpo suado deslizando a baixo do meu com mãos safadas e carinhosas passeando por todas as partes do meu corpo enquanto o meu interior não tinha um segundo de sossego.

---- Dai? ---- questionei vendo que meu noivo já estava a se acabar ali no deu lado. ---- Sem mim é? ---- brinquei quando ele me olhou com os olhos brilhantes de luxuria e o rosto corado um pouco envergonhado. ---- Deixa eu te ajudar antes que abra os pontos sua anta. ---- ordenei me abaixando e o ajudando um pouco, lembrei de muitas coisa naquele segundo; de como começamos a namorar do flagra do meu irmão como acabei brigando com ele ate que ele me contasse a verdade sobre tudo etc.

Não queria que o ruivo se exalta-se de mais, só que também queria matar minhas vontades, e ver o Takato lá se dividindo entre dois e eu aqui sem nenhum ficava dificil.

---- Só senta aqui na minha cadeira um segundinho. ---- ele pede rouco quase inaldiveu ao levantar o meu rosto.

---- Estava pensando justamente nisso. ---- sorri sapeca e me levantei, ele sem pensar duas vezes já tratou de me ajudar a me livras das calças e me virar. ---- Calma que você ainda ta ferido. Estamos desobedecendo uma recomendação medica. ---- alerto antes de me por em seu colo e ele me ajeitar.

---- Pro interno com a recomendação medica. ---- pragueja antes de entrar.

Era a primeira vez que esquecia de lubrificar a área então acabei gritando um pouco mas entrou como se já fosse de casa. Neste segundo me apoiei na parede para respirar um pouco além de facilitar o angulo e pude ver pela brecha que Takato nos observava de volta; era impossível que ele pudesse estar nos vendo como estávamos a ele, mas com o sorrisinho que ele desferiu antes de voltar a esconder o rosto pude ter certeza que eles queriam ser vistor por nos.

~~ºº~~

 

Sai de la meio atordoado e precisando de um pouco de ar.

Fiquei escorado em uma das janelas pensando em tudo que tinha visto ouvido e feito também.
Em meio as brincadeiras Marcos tinha chamado Takato para ir morar com ele, e o menor tinha aceito. Combinaram ate de assumir o namoro oficialmente só depois de este ter maior idade para não cair nos ombros do mais velho.

Achei bonito.

Bem fofinho, afinal idade não devia impedir nada. E em falar de idade... nunca mais soube de como andava os assuntos do Cody com a irma de Daisuke então resolvi ser um pouco mais parecido com meu noivo querido e ir perguntar.

Subi um lance de escadarias quebradas e escuras e assim cheguei a um lugar a onde estavam alguns digimons que eu conhecia assim como outros que desconhecia muito. Parei dando a tenção a um que se assemelhava muito a Agumon e Guilmon mas possuía um tipo de microfone nas mãos, e este conversava com ninguém menos que o próprio Bellezebumon que neste segundo estava com o pequeno bebe hibrido.

Cody por sua vez estava a conversar com outro grupo e em seus braços estava um pequeno gato rajado com três caldas saídas de suas costas como se fosse cachecóis.

---- Todos estes Digimon perderam seus humanos. ---- a gatinha branca fala ao meu lado. ---- Eles renasceram como é comum em nossa raça mas os humanos não podem fazer isso. E ainda tem muitos parceiros digimons presos que temos de resgatar. Eles vieram aqui a pedido dos 9 guardiões dos brasões para ajudar na guerra como podem. Mesmo não tendo mais humanos ainda são bem fortes e querem lutar.

---- Eu entendo. ---- murmurei o obvio olhando para todos aqueles digimons que tinham chego tão rapido.

Quantos digiescolhidos morreram afinal?


Notas Finais


Pra qm tem fetixe com o leomon foi um prato cheio kkkk pra qm n curte uma digifilia gomenazai ^_^ Quem sacou quem sao os 2 digimons narrados ai no final?
Muitos me perguntaram se eu vou matar alguem nesta guerra e ate ficaram preocupados.. bem... qm ja eu outra minha sabe q mato geral, mas so quando perco a ideia do que fazer com o personagem. tipo prefiro uma morte foda e marcante do que ficar la inutil. ^_^ por hr é isso q tenho a relatar sobre mortes. afinal se notar ja matei mmuuiiiiitos kkk
Bjs! Ate o proximo. e aguardem ai o Filler narrado pelo KEN *-* bjs


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