História Heir of Despair - Interativa - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Danganronpa The Animation
Personagens Kyoko Kirigiri, Makoto Naegi, Monokuma, Personagens Originais
Tags Danganronpa, Interativa
Visualizações 52
Palavras 2.883
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Mistério, Romance e Novela, Survival, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Vou responder os comentários do outro cap ainda sorruu. Espero que gostem desse kakaka (não revisei).

Capítulo 11 - Please set me free


Gotas leves de chuva salpicavam os vidros da escola. Arisa fitava o que acontecia do alto de uma delas. A expressão vazia de sua face não deixava nenhum sentimento transparecer. No gramado era possível ver um amontoado de pessoas, desde policiais e médicos até professores. Eles conversavam enquanto duas ambulâncias supostamente levavam uma dupla sortuda para longe daquele inferno.

O que era para ser um ano letivo comum e harmonioso logo se tornou em um pesadelo. Arisa sentia-se como se houvesse falhado. Uma falha imperdoável. Deveria ter sido mais atenta, porém não foi. E agora um dos seus colegas havia pago o seu desleixo com a própria vida.

“Triste, não é mesmo?” Perguntou uma voz familiar.

Arisa não se virou. A princípio continuou a fitar o que ocorria lá fora até trocar olhares com a garota que havia se aproximado.

“Pela sua expressão, parece que está confusa quanto a mim.”

“Perdão.” Arisa fez uma leve reverência. “Quem é você mesmo?”

“Kojun Haimosen.” A jovem deu um leve sorriso. Tinha as mãos escondidas entre as mangas largas do robe em que vestia. “Acho que não nos apresentamos apropriadamente.”

“Arisa Kimoto.” Respondeu a loira, baixinho.

“Eu sei quem você é. Também sei que se culpa pela morte do seu colega.”

“Ele… tinha uma vida toda pela frente.” Arisa voltou a olhar pelo vidro, entristecida.

“Será mesmo?” Kojun a fitou, retirando uma mão do robe e levantando uma carta para que a outra pudesse ver. “A Torre.” Disse, segurando-a entre os dedos. “Foi a carta que tirei para Sora Kaneko no dia da tempestade.”

“Eu não entendo o que quer dizer, sinto muito.”

Kojun deu um leve sorriso.

“Nas leituras de tarô, a Torre geralmente representa um colapso. Ela alerta a possibilidade de estarmos errados e, se insistirmos, pode nos levar à ruína.” A jovem olhou para Arisa, e então para a situação lá fora. O carro da ambulância saía para seu rumo. “Sora Kaneko insistiu em convicções erradas e teve seu destino selado.”

“O… que?” Arisa franziu o cenho.

“O que aconteceu estava predestinado. Aconteceria com ou sem a sua participação, Arisa-kun.” Kojun fechou os olhos, escondendo a carta novamente na manga. “Não havia nada que você pudesse fazer para salvá-lo.”

Arisa fechou os punhos com força. Tão forte que pequenas bolhas de sangue se formaram entre as feridas que suas unhas proporcionaram. Ela se virou para Kojun e, com a rapidez de uma águia, a pegou pelo colarinho e a levantou.

“Sora… não merecia nenhum fim trágico reservado para ele.” Seus olhos azuis transbordavam em raiva, algo que Kojun retribuiu apenas com uma face neutra. Arisa a pôs no chão novamente, porém continuou a segurá-la.

“Eu entendo sua frustração.” Kojun voltou a falar. “E é por isso que decidi lhe trazer isso.”

De dentro do robe, a menor puxou o que era um pequeno diário esfarrapado. Estava com a capa surrada e algumas folhas com orelhas. Sem dúvida algo que foi muito usado ao ponto de ficar extremamente desgastado.

“O que é isso?” Arisa quis saber. Tinha a cabeça baixa, com os olhos diretamente fixados no objeto.

“É o diário do Sora.” Respondeu a outra. “Todos os seus pertences foram levados, com exceção disto aqui. Achei que seria um desperdício se não lesse, visto a quantidade de vezes que é mencionada.”

“Onde conseguiu isto?” Arisa voltou a questionar, afastando-se.

“Ele me deu. Disse pra entregar para alguém que o levasse a sério… creio que seja você.”

“Eu…?” Arisa abriu as mãos, recebendo o objeto. Por que Kojun achava isso, quando foi ela, a própria Arisa, quem o levou ao desespero?

“Sim, você.” A garota de cabelos lilases assentiu. “Pode não entender ainda, porém não há ninguém como você. No meio, entre a linha tênue que separa desespero de esperança.”

Kojun deu um último sorriso e, assim, andou para um corredor qualquer e desapareceu. Arisa permaneceu imóvel, fitando o diário. Ela o apertou com cuidado antes de decidir rumar para seus aposentos. Não demorou para trancar a porta e se ajoelhar ali mesmo, encostada na madeira, com o diário em mãos.

Arisa permaneceu observando o objeto por longos segundos, até que enfim decidiu abrir na primeira folha. A caligrafia era quase inelegível, como se Sora tivesse escrito com pressa os dizeres “Descobertas.” A jovem engoliu em seco, e assim começou a folhear.

Se você está lendo isso, é provável que eu já esteja morto. O motivo é óbvio. Alguém me assassinou. Estou são e a prova disso é que no momento estou escrevendo neste livro. Estou prestes a descobrir coisa que deveriam ter sido apagadas da existência da humanidade, mas não foram. E talvez eu fique louco com isso. Eu sei do risco que estou correndo, mas preciso. Preciso provar minha teoria. Preciso provar que Arisa é—

A última palavra estava rabiscada, como se Sora tivesse desistido de deixar explícito. Arisa continuou a folhear, o rosto quase grudado nas folhas amareladas e gastas.

Se eu estiver certo, Arisa precisa morrer. Alguém precisa matá-la antes que seja tarde demais. Se tudo o que Takane Kobayashi “KT” me disse é verdade, então não há nada que possamos fazer para proteger a humanidade a não ser matá-la. A menos, é claro, que ela prove sua inocência.

“Minha… inocência?” Arisa franziu o cenho, resmungando baixinho.

Os textos seguintes que vieram eram relatórios sobre a grande tragédia. Arisa se lembrava vagamente de ter estudado aqueles fatos quando era mais nova, por mais que suas memórias estivessem um tanto nebulosas. Não era nada novo para aqueles que tinham dinheiro para ter uma educação decente ou por algum motivo foram induzidos a lembrar para que não repetissem o ocorrido.

Depois que a Future Foundation instalou seu governo, os anos se passaram tranquilos, mas alguns dos encarregados ainda temiam uma nova ameaça. Foi por esse motivo que muitos detalhes foram abafados e apenas o grande holocausto foi deixado para que a nova geração aprendesse. Porém, diferente dos estudos de outras guerras, nessa tragédia não havia um líder. O provocador de todo o caos. E isso era, no mínimo, estranho.

Até Sora apontar o culpado.

Não que Arisa tivesse se importado com isso, mas agora que lia as descobertas dele, era como se uma onda de flashbacks passasse por sua mente no momento. Memórias que não eram dela. Ou eram? Ela não sabia dizer. Era tudo tão vermelho e caótico, com uma risada feminina sempre ecoando não tão distante.

A jovem pôs a mão no rosto, tentando se lembrar pelo menos do rosto da mulher que a atormentava. Tudo o que conseguia ver eram cabelos longos e loiros, mas o rosto estava demasiado escurecido a não ser pelo evidente sorriso macabro. Forçar tais memórias lhe davam dor de cabeça, pelo que Arisa teve de recostar a cabeça na porta e suspirar fundo. Ela demorou um tempo até voltar a ler, partindo de onde tinha parado.

Quinta-feira

Hoje tentei avisar alguns colegas, mas como sempre fui ignorado. Eles pareciam não ter o menor interesse no que eu tinha para dizer. Era frustrante. Takane havia me dito exatamente que isso aconteceria, mas eu não acreditei. Eu não esperava que todos eles me ouvissem, mas até mesmo Arisa não deu bola. Ela sempre me ouvia, mas desta vez não o fez. Por que? Será que ela sabe que estou a investigando e por isso está tentando atrapalhar? Pois saiba que não vou desistir. Vou até o fundo dessa história custe o que custar.

De acordo com que Arisa passava as folhas, mas Sora parecia obcecado. Era como se ele estivesse gradualmente mudando de acordo com o que descobria, até um ponto onde simplesmente teorizar já não era o bastante.

Segunda-feira

Me sinto pronto hoje. Depois de muita divagação, eu enfim decidi o que fazer. Takane me iluminou outra vez. Ela é a única que me entende; me escuta. Sei que não deveria confiar nela, mas é difícil. Ela está certa em muitas coisas. Mas hoje desmascararei Arisa. Pelo menos este é meu intuito, ainda não sei o que exatamente vai acontecer. Eu e Takane combinamos de agir juntos. Eu vou para a sala do diretor e ela vai chamar Arisa e logo depois o resto. Quando ela estiver ocupada lidando com o diretor Naegi, eu irei levá-la ao desespero. Assim com certeza o que está dentro de si vai despertar. E enfim poderão matá-la quando eu me for.

Arisa sentiu a bile subir pela garganta ao ler a última sentença. Não haviam mais textos. Nada. O plano era exatamente como havia acontecido. Mas o que tanto Arisa deveria de se lembrar? O que estava dentro de si que precisava ser acordado? Tantas, tantas perguntas sem respostas. Em um ato de raiva, a jovem jogou o diário longe em seu quarto e se encolheu entre as pernas. Estava cansada daquilo tudo.

Tragédia. Mortes. Junko Enoshima. Tudo aquilo estava embolado em sua mente. O que será que ela não deveria de lembrar? Que ela não poderia ser?

Antes que pudesse se levantar para pegar o caderno, um anúncio dos alto-falantes ressoou.

“Alunos e funcionários por favor comparecerem ao ginásio imediatamente.”

Arisa suspirou. Ela olhou uma última vez para o livro antes de se levantar e encaminhar para o ginásio. Quando chegou no local, já havia praticamente toda a escola ali. Os alunos estavam sentados enquanto os funcionários observavam o palco de pé. Haviam um microfone no meio e uma mulher de cabelos lilases conversando com um grupo de adultos. Alguns últimos retardatários chegaram antes da notícia enfim ser revelada:

“Obrigada pela presença de todos. Muitos de vocês me conhecem.” A mulher começou em um tom frio. “Eu sou Kyoko Kirigiri e estou aqui em nome do diretor. Atualmente ele passa bem, mas terá de ficar ausente por algumas semanas até se recuperar totalmente. Parece que a sorte, mais uma vez, sorriu para seu lado.”

“A condição atual do diretor se deve ao fato de um aluno ter sido contaminado com uma doença que causa alucinações ter tido um surto. Não sabemos ao certo como ele ficou doente e por isso todos aqueles que não tiveram contato com o indivíduo terão de ir para casa após fazerem um exame para garantir de que está tudo em ordem. Ou seja: todos, com exceção da turma noventa e cinco terão de sair do colégio até que possamos garantir a segurança outra vez. Estamos apenas seguindo o protocolo de saúde, então por favor, cooperem conosco.”

A multidão não demorou com os burburinhos. Arisa observava alguns agradecendo pela folga, embora outros parecessem visivelmente decepcionados. Uma fila foi sendo formada para a saída, pelo que Arisa preferiu esperar que boa parte fosse embora antes de decidir sair.

“Eu não imaginei que eles fossem dizer a verdade.” Disse uma voz masculina. Quando Arisa virou o rosto, percebeu se tratar de Haruto. “Acho que eles nem saberiam explicar o que de fato aconteceu.”

A loira ficou alguns segundos sem responder, até que se virou para o outro.

“O que aconteceu pra você?”

“Ele foi manipulado, assim como todos nós.” Haruto abaixou o rosto. “Eu ainda não me desculpei de forma apropriada pelo que aconteceu.” Ele então virou o rosto para que pudesse encarar Arisa. “Eu… sinto muito por ter duvidado de você. No momento estávamos todos tão pressionados com aquele urso e o diretor… não consegui pensar direito e só queria que tudo aquilo acabasse de uma vez. Você estava na cena do crime e…”

“E você achou que eu o machucaria?” Arisa interrompeu.

“Você é forte, Arisa-chan. Talvez não tivesse gostado de algo, ou…”

“Ei, vocês. Pra fila já.” Um homem de farda se aproximou, cortando a conversa. “Quanto mais tempo demorar, mais estão sujeitos ao vírus. Vamos logo.”

“C-Certo. Me desculpe, senhor.” Haruto fez uma reverência. Ele trocou olhares com Arisa uma última vez antes de partir.

Arisa também não demorou muito a seguir o rumo dos demais. O que o loiro dissera permaneceu em sua cabeça. Ela era forte. Seria esse o motivo? Então todas as pessoas fortes estariam fadadas aquele destino de culpa? Era injusto. Ela não pediu para ser forte. Não… esse não poderia ser o motivo. Por que, então? Talvez eles soubessem de algo que ela não sabia sobre si mesma? Será que, como Sora, eles soubessem o que estava dentro de si que não poderia ser acordado?


 

A seleção dos alunos durou cerca de algumas horas. Todos, com exceção de Arisa e seus colegas de classe, foram mandados para casa naquela tarde. O prédio ficou vazio, com apenas a turma na sala de aula. Muitos funcionários também haviam ido para casa depois da liberação, pelo que era possível ver lá fora Kyoko e Shakti conversando.

Arisa não entendia o que diziam, muito menos o porquê do local agora estar cercado de policiais. Eles não pareciam ter interesse em entrar pelo momento, como se esperassem algo ou alguém.

“Mas que tédio.” Minako resmungou, alongando a última vogal até que sua voz se esvaísse. Ela estava—milagrosamente—sentada na carteira enquanto brincava com dois dinossauros. “Não tem nada pra fazer, cansei de brincar com o Peido e a Diarreia.”

“Ouviu isso, nerds, ela nomeou os brinquedos dela com seus nomes.” Karasu soltou uma risada.

Ritsu apenas se encolheu ao ouvir aquilo, pelo que Nowaki suspirou em decepção.

“Você é tão adulto, Karasu.” O garoto de cabelos brancos rolou os olhos, dando um tapinha nas costas do químico. “Não tem outra pessoa pra perturbar não, é?”

“Ter até tenho, mas não é culpa minha se a maluca falou de vocês primeiro.”

Quando Nowaki olhou para Minako, pode perceber que ela fazia sons de peido com a boca enquanto batia um dinossauro no outro. Não demorou para que ela jogasse um deles na cabeça de Heather, que logo levantou.

“Você ficou maluca?” A jovem reclamou, possessa.

“É que você tem um cabeção e o Peido se joga em pessoas com cabeças grandes.” Respondeu Minako, sorrindo.

Heather trincou os dentes, pelo que pegou o dinossauro do chão e arremessou na direção de Minako. A loirinha abriu a boca, mas ao ver o objeto sendo jogado para si, seu reflexo fez com que desviasse no mesmo instante. O dinossauro então bateu no rosto de Rima, que não demorou a afagar a área dolorida.

“Desculpa, o Peido me disse que se joga em quem tem cabeças minúsculas e insignificantes.” Retrucou logo depois que arremessou o brinquedo, cruzando os braços. Ela não chegou a ver em quem bateu pois estava com a cabeça virada em uma posição vitoriosa.

“Oh meu deus, Rima-sama, está tudo bem?” Hana logo veio ao seu encontro, preocupada. “Você quer que eu pegue algo para você?”

“Não tem necessidade, está tudo bem…” Rima deu um meio sorriso. Parecia irritada, mas por algum modo procurava controlar em uma expressão amigável.

Toda aquela cena fez Minako cair na gargalhada como uma macaca no cio.

“Errou!” A líder de torcida imitou uma voz masculina com um sotaque estranho.

Quando Heather enfim abriu os olhos para ver o que estava acontecendo, percebeu que havia acertado outra pessoa. Isso a deixou com raiva. Por mais que Rima não fosse seu alvo, de nada ela diria para a jovem fosse por seu orgulho ou porque simplesmente ela também tinha uma cabeça insignificante.

Mei apenas observava ao longe o que acontecia, ouvindo Shuka sussurrar coisas para si em desagrado. A jovem decidiu ir até Arisa, que tinha todas as atenções no vidro da janela.

“Parece que você está esperando por alguém” Ela comentou.

“Eles estão.” Corrigiu Arisa. “Acho que alguém vai chegar.”

“Hm. Quem poderia ser?” Mei olhou para o lado de fora. “Talvez um médico?”

“Um detetive é mais provável.” Ludger interveio. Estava com um livro em mãos chamado “O Único e sua Propriedade” mas o abaixou assim que recebeu a atenção das duas meninas. “Eles sabem que o que aconteceu não foi um vírus.”

“Você está falando daquele urso?” Inquiriu a psicóloga.

“Precisamente.” O jovem assentiu. “Estamos presos como ratos… não vai demorar que peguem um a um para um interrogatório. Alguém com o intelecto de Kyoko Kirigiri nunca deixaria tal coisa pass—”

“Pai!” Arisa interrompeu de repente. Ela pôs ambas as mãos no vidro, emocionada.

Do lado de fora podia-se se ver três carros brancos chegando. Em um deles saiu Isao Kimoto, que foi de encontro à Kyoko e Shakti. Outros adultos também desceram dos demais carros e foram na mesma direção.

“Pai! Pai!” Arisa continuou a acenar, mas foi em vão. Quando estava prestes a acenar de novo, um alarme soou distante. Uma luz vermelha ficou piscando na sala, chamando a atenção de todos. Uma proteção negra desceu para cobrir as janelas, trancando-os ali.

Ninguém entendia o que estava acontecendo, pelo que Arisa decidiu sair da sala e rumar para outra janela. Seus esforços eram em vão, contudo, pois a velocidade com que eram fechadas era muito mais rápida que a sua.

“Pai!” Ela continuou a gritar, descendo as escadas até os portões da escola.

Por sorte ainda estava aberta, com todos os adultos ali fora. Eles tinham expressões assustadas na face, mas logo arregalaram os olhos quando viram a sombra de Arisa correndo em vossas direções.

“Arisa!” Gritou Isao, também correndo.

Mas antes que pai e filha se reencontrassem, uma enorme proteção preta desceu sobre a porta a toda velocidade, os separando mais uma vez.


Notas Finais


upupupu


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