História Held - Capítulo 1


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Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, Magcon, Matthew Espinosa
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Matthew Espinosa
Tags Barbara Palvin, Cameron Dallas, Cathew, Drama, Held, Matthew Espinosa, Penthouse
Visualizações 25
Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, bem-vindos a Held! Nessa tarde maravilhosa, trago-lhes essa história que amei desenvolver.

➛ É de total autoria minha. Não aceito nenhum tipo de plágio ou inspiração.
➛ “Held” é um termo usado na Europa para seguranças femininas. Ou seja, pessoas extremamente fortes com seios.
➛ Cameron Dallas como ele mesmo.
➛ Bárbara Palvin como Dakota Blanco. ➛ A história será narrada toda pelo Cameron; caso queiram algum ponto de vista da garota, digam-me que tentarei encaixar.
➛ O enredo se passa em Atlanta, mas não terá nada de o maior traficante da cidade. Mas, as pessoas que Dallas mexeu, tem ligações com o mundo do crime.
➛ Beatrice Cooper é interpretada pela Houston Sage.
➛ Não tenho dias para atualizar, tampouco posso prometer que estarei tentando ser a mais rápida possível. Eu realmente tenho lições escolares puxadas, e esse fim de ano letivo veio pra ferrar comigo. Portanto, as atualizações frequentes só irão acontecer ao se iniciar as férias.

➡Capítulo sem uma revisão mais profunda. Perdoe-me qualquer erro, e não desistam de mim.

Boa leitura! ❤

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Held - Capítulo 1 - Prologue

P R Ó L O G O

O som agudo do apito indica o início da partida de basquete que tanto desejava assistir nos últimos dias. Curvo-me brevemente para frente, a apanhar o utensílio plastificado contendo a pipoca. Os primeiros segundos são de pura ansiedade, pois nem sempre os jogadores fazem passes inéditos ou pontos do meio da quadra. Não ouço nada e ninguém, provavelmente, minha família decidiu se apossar completamente dos ingressos deixados pela minha admiradora secreta na porta e embarcaram rumo ao festival.

A solidão pode ser um grande problema para a maioria das pessoas; mas, para mim, é como se um rouxinol pousasse na janela logo pela manhã e cantasse sua mais bela melodia. Costumo estar rodeado de muitas pessoas, seja homens ou mulheres, e quando sobra um tempo somente para mim, é provável que estarei o aproveitando ao máximo.

Umedeço os lábios quando a bola está com os Lakers, até agora nenhuma cesta foi feita pelo time no qual estou torcendo. O gosto amargo da pipoca torna-se incômodo por alguns minutos, porém tenho de esperar o primeiro tempo acabar para buscar alguma bebida. Não quero perder nada, esse momento é meu. Aposso-me de uma almofada qualquer, apertando o estofado contra o peito, movido pela emoção de ver meu time marcando os primeiros pontos.

De repente, o único som que não desejava ouvir esta tarde ecoa por toda sala. Várias mensagens vão chegando, uma atrás da outra, e o barulho das notificações são o suficiente para me deixar irritado.

Tenho que lembrar de deixar o celular no silêncio absoluto quando vou assistir algum jogo. Sem desviar o olhar da televisão, caminho em passos ligeiros até a mesa embutida na parede próxima a escada. Um grito de reprovação escapa da garganta quando Celtics marca três pontos em quatro vezes que tem a posse da bola.

Então, escuto o encerramento do primeiro tempo, o que dá um curto tempo para conferir quem manda torpedos. Apanho o telefone móvel, deslizo com o polegar sobre o vidro e desbloqueio a tela.

Meus dedos formigam quando o nome “Beatrice” está estampado em quase todas as mensagens de texto.

Beatrice

Cameron?

Beatrice

Nós precisamos conversar.

Beatrice

Faz tempo que você não me liga.

Beatrice

Fiz algo de errado?

Beatrice

Eu estou aqui fora. Se for terminar comigo, termine pessoalmente, não seja idiota.


Respiro fundo.

Acho que não será difícil romper a relação com essa garota, afinal, nem sei se o que temos pode ser considerada uma.

Atravesso as portas do grande elevador que pegara no meu andar e me direciono até a parte exterior do prédio, arrumando a camiseta um pouco amarrotada, com intuito, acima de tudo, encontrar uma nova garota após dispensar Beatrice. Eu deveria estar nervoso em relação a isso, mas não estou. Ao contrário, parece que um peso está sendo retirado das minhas costas.

Vejo, no final da rua, a cabeleira clara sendo erguida pelo vento. Seus olhos azuis se tornam percepcazes e sofrem uma dilatação imedita quando estão à altura dos meus, bem diferentes dos quais agora observo, tornando a atmosfera um pouco densa enquanto a moça ajeita o cabelo e, por hábito, passa a ponta dos dedos sobre os lábios rosados.

— Você veio mesmo. — ao dizer, ela, um pouco agitada e feliz, sorri para mim, mesmo quando desvio a atenção para trás da garota, onde há um beco vazio. — Venha.

Com calma, a loura gira os calcanhares e se movimenta até a estreita faixada entre dois prédios que caem aos pedaços. Respiro fundo, embora ache estranho a escolha de local para conversar, tenho certeza de que Beatrice não está aqui para me fazer mal.

— Esse lugar é estranho. — murmuro, tento reconhecer a brincadeira em minha própria voz. — Olha, Beatrice, eu sei que você gosta de mim, mas não vai dar certo se relacionar agora.

A expressão alarmante nos olhos oceânicos da garota poderia me fazer voltar atrás. No entanto, não há nada que possa satisfazer essa vontade dela de não ouvir eu encerrando o que temos.

— Eu sei. — posso sentir o ar decepcionado exalando do seu corpo magro. — É por isso que te chamei para conversar, Cameron. Tenho uma proposta para você.

Franzo o cenho, totalmente surpreso.

— Proposta? Isso virou algum tipo de encontro de negócios? — ao me aprofundar na questão, acabo sendo debochado, embora não seja minha intenção.  

— Sim, Dallas, gosto de propor as pessoas chances para se redimirem. Porém, cabe a elas, aceitarem ou não. — o tom não me é estranho. Posso jurar a existência de ameaça no qua acaba de responder, e o seu jeito de olhar só comprova isso. Vejo a frieza através de seus olhos.

— Sinceramente, não ligo para o que você gosta ou deixa de gostar, Beatrice. — sou sincero. — Porém, estou curioso para saber do que se trata a sua proposta.

Sua risada ecoa por todo o beco, diferente do que me acostumei, há maldade nela, um sentimento negativo esvaindo-se conforme sorri. Isso me assusta, um pouco.

— A proposta é a seguinte: ou você fica comigo ou fica comigo.

Desta vez, quem gargalha sou eu.

— Então eu prefiro ficar sozinho.

— Parece que você não entendeu nenhuma das ameaças que enviei para sua casa não é? Não tem escolha, Cameron.

Eu realmente não sei qual é o problema dessa garota. Suas palavras soam como uma ameaça carregada de raiva, mas ao mesmo tempo, parecem transmitir o quanto está desesperada por um romance comigo. Muita coisa se passa dentro da minha mente, inclusive, o que acaba de assumir. Por que caralhos, ela mandaria sua obsessão por carta diretamente a minha casa, sabendo que mora outras pessoas além de mim lá?

— Sinto em te informar, mas nada chegou a mim e mesmo se tivesse chegado não faria a diferença. — digo, soltando um longo suspiro. — Posso ir agora? Estou perdendo o maldito jogo.

— Certo, Cameron. — seu olhar transborda ira. — Foi você quem pediu. Mostrem a ele o que acontecerá se não aceitar minha proposta, rapazes.

Desta vez, não tenho tempo para raciocinar, a ardência em meu rosto é causada por um homem estranho, cujo os braços e tamanho são o triplo da minha estrutura. A linha d’água está cheia, impedindo-me de ter visto mais dois rapazes se aproximando com a expressão debochada diante de mim. Pouso ambas mãos no chão, tentando forças o corpo a se levantar. Em vão. Meu queixo é acertado por um chute deles, fazendo minhas costas colidirem com força contra o chão.

De momento, a imagem esboçada da minha família é a única coisa que me apego para aguentar tamanha pancadaria. A dor é inigualável, nunca houvera sentido algo assim antes, parece que estou sendo jogado de um prédio e quebrando partes de mim centenas de vezes. Nada é comparado.

No instante seguinte, penso não ter sido forte o suficiente. Apanhar até a morte não era como imaginei partir. Não sinto mais nada, não vejo mais nada, é como se eu houvesse alcançado a luz, mas retornando a maldita escuridão. De repente, tudo está um breu.

Segundos após sentir a solidão e o pavor se apossar de mim, ouço uma voz chamando pelo meu nome. Não a reconheço, de imediato. O preto vai tomando formas e cores, um pouco embaraçadas. Entretanto, penso que estou sendo levado pro algum anjo, quando encaro uma imensidão linda azulada no olhar de alguém.

O azul que me conforta quanto tudo se torna escuro novamente.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Sei que existem muitas pessoas que não suportam mais a Barbara como personagem nas histórias, porém, neste caso, ela realmente se encaixou com o que inventei em minha mente. E olha que passei dias procurando uma modelo ou atriz que fosse perfeita para o papel. O prólogo está realmente fraco e talvez um pouco confuso, porém, com o passar do tempo, muitas coisas serão esclarecidas. De quaquer modo, meu coração está aguardando por um resultado positivo com essa história.

Com amor,
Liriel.


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