História Helena ao início - Capítulo 131


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bdsm, Bebidas, Drama, Hibridos, Hot, Inocencia, Lobisomens, Original, Romance, Romance À Quatro, Sadismo, Sadomasoquismo, Sexo, Sobrenatural, Universo Paralelo, Vampiro
Visualizações 56
Palavras 638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 131 - Me virando


Fanfic / Fanfiction Helena ao início - Capítulo 131 - Me virando

De manhã, fui a uma agência de viagem pegar panfletos de viagens e depois de alguns cafés e um pão de queijo numa lanchonete, fui trabalhar. Eu atendia no PS uma vez por semana, hoje.

O dia passou rápido. Cheio de novidades, mas foi rápido. Não voltei para casa. Fui para a balada. Precisava de sangue. Sentei no bar com o meu barman favorito, André.

O loiro alto que parecia um Deus nórdico, me serviu assim que sentei.

_ Há quanto tempo, Helena! Você ganhou uma beleza rara.

_ E uma sede rara também, André.

Ele se inclinou sobre o balcão me olhando nos olhos de perto _ Sou todo ouvidos.

_ Preciso do sangue de um imortal.

Sorriu de lado _ A única coisa que um imortal aceita em troca de sangue é sexo, Helena _ ficou intrigado _ Você tem o pagamento? 

Pensei por um segundo. Sexo casual não era um bicho papão para mim. Já havia feito isso antes.

_ Com certeza _ soei confiante.

André se ajeitou e sorriu olhando ao redor. Fez um sinal e um moreno canela com os cabelos negros, lisos e comprido até os ombros se sentou ao meu lado. Tinha olhos castanhos e era um vampiro.

_ O Andrew quer companhia enquanto se alimenta _ o barman informou _ A Helena quer o sangue de um imortal.

_ É um prazer conhecê-la Helena _ o vampiro beijou a minha mão, me olhando nos olhos com luxúria.

_ Eu estou muito feliz em conhecê-lo  Andrew _ sorri.

André entregou uma chave para o vampiro e seguimos para o quarto escondido.

_ A minha acompanhante ainda não chegou, Vera.

Me serviu um drinque.

_ Podemos nos conhecer melhor, enquanto a Vera não chega _ sugeri.

Sentou-se a minha frente e me olhou atentamente _ Você parece uma linda vampira, mas não é só isso, não é?

Me ofereceu o seu pulso. 

Mordi, conhecendo a sua história através do sangue.

Andrew era hacker que foi transformado há poucos anos durante uma Rave. Ainda sente vontade de matar as suas vítimas, por isso sublima a sede com sexo. Matou uma garota naquela noite, quando acordou da transição. 

Soltei o seu pulso e lhe entreguei o meu. Mordeu me olhando e deu uma breve gargalhada ao soltar o meu pulso, ainda com resquícios de sangue em seus lábios.

_ Amor imortal _ disse ao parar de rir _ Ouvi falar, mas nunca pensei que existisse. 

_ Não é amor, Andrew. É atração.

_ Está falando da gêmea? Mas o conceito sexual de gêmeas, não implica em ter as duas ao mesmo tempo? Acho que você está sendo precipitada, híbrida.

_ Estou com sede, Andrew. Fiquei uma semana sem sangue, e o que bebi há uns dias não foi o suficiente.

_ Poderia pedir para eles.

_ Claro! Seria super simples. Olá maridos que estão passando a mão no corpo da minha irmã. Poderiam parar por uns minutinhos para me dar um pouco de sangue para os próximos três dias? Eles nem me ouviam.

_ Você é dramática _ sorriu e bebeu do seu copo de tequila.

Eu não queria ser dramática. Eu só queria sumir. Olhei no relógio.

_ A Vera vai demorar?

_ Você está com pressa?

_ Não exatamente, mas a sua acompanhante parece estar demorando, tendo em vista que você estava aqui antes de mim.

_ Esperta _ sorriu e bebeu.

_ Avisou a eles! _ me zanguei, me transformando e agarrei o vampiro.

_ Helena, não fui eu. Foi o André. Eu trabalho para ele. Só te distraí.

_ Não me importo. Eu só quero seu sangue _ mordi a sua jugular bebendo o que eu precisava do seu sangue.

Saí rápido, deixando-o excitado. Eu não ia pagar para um trapaceiro. Estava em casa, quando pensei que eles podiam nem ter ido a boate. Eu corri a toa. 

Montei uma mochila com barraca e algumas peças de roupas. Fui fazer trilha e acampar nos meus dois dias de folga. Seria perfeito sem o celular.




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