História Helena ao início - Capítulo 134


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bdsm, Bebidas, Drama, Hibridos, Hot, Inocencia, Lobisomens, Original, Reencarnações, Romance, Romance À Quatro, Sadismo, Sadomasoquismo, Sangue, Sexo, Sobrenatural, Universo Paralelo, Vampiro
Visualizações 81
Palavras 791
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 134 - Você vai me esquecer?


Fanfic / Fanfiction Helena ao início - Capítulo 134 - Você vai me esquecer?

_ Obrigado _ disse sorrindo depois do beijo.

Era um lindo sorriso. Pena que ele não sorrisse nunca.

 Voltou para a fogueira. Retirou os peixes dispondo em folhas de bananeira. Me convidou para sentar ao seu lado. O que fiz. Me entregou um peixe naquele prato primitivo. Esperou ansioso pela minha primeira mordida.

Mordi sentindo um sabor delicioso. Fiz uma cara de apreciação e ele riu.

_ Muito bom!

_ Obrigado.

Lavei as mãos na água e o Lucas me seguiu. Me olhava curioso.

_ Você não estava com fome.

_ Eu não como por fome, só por prazer. Mas sinto sede.

_ De sangue? Não tem pessoas aqui. Essa mata é virgem.

_ Eu sei. Quando eu sentir sede estarei longe daqui e de volta a minha vida. Mas não bebo de pessoas, só de imortais.

_ Ah! Por isso, me mordeu?

_ Não. Eu só... _ minhas bochechas queimaram.

Gargalhou _ Aquilo foi bom. Eu só estou tentando entender você, no meio do nada. Brigou com o namorado?

Achei engraçado _ Isso parece definir bem a situação _ sorri _ E você? O que faz aqui?

_ Moro aqui.

_ O que?

_ É o lugar perfeito para não machucar ninguém. Me mudei há uns meses e esperei pela transformação.

_ E a sua família?

_ Não tenho _ apagou a fogueira _ Fugi do orfanato com treze anos _ pegou a minha mão, me puxando para dentro da barraca, sentou meio deitado, me levando com ele _ Encontrei um velho curandeiro que me disse o que eu era. Me contou histórias que ouviu. Cuidou de mim, me ensinando a sobreviver.

Me deitei voltada para o rapaz que me imitou e pôs uma mão sobre a minha cintura.

_ E o que ele acha da sua ideia de morar na floresta?

_ A ideia foi dele. Ele era velho e estava doente. Morreu antes de eu me mudar.

_ Eu sinto muito. Deve ser difícil ficar aqui sozinho. Eu sou a primeira pessoa que você vê em meses?

_ Sei lá. Eu meio que sempre estive sozinho. Mas foi tão bom te ver aqui _ lembrou da noite passada _ Sua vez.

_ Eu nasci assim que entrei nesta floresta _ desconverssei.

_ Não vai me falar de você? _ protestou.

_ Claro. Eu sou médica cirurgiã cardíaca. Gosto de café. Pertenci a uma alcatéia de lobos solitários na Romênia. 

_ Lobos solitários?

_ É como se chama quando se transforma quando quer.

_ Gostaria de não me transformar nunca. Como você faz? Para ser sempre humana?

_ É só ser um híbrido ou controlar a própria transformação.

_ Você me tornaria em um híbrido?

_ Então é por isso que está me seguindo?

_ Não. Mas se for possível?

_ É possível, mas me prometa que nunca vai tentar se alimentar humanos. Você só pode beber de imortais.

_ Eu prometo.

_ Está pronto?

_ Sempre estou pronto.

Dei-lhe o meu sangue e o mordi. Ele adormeceu e eu também.

Era noite quando eu acordei vendo o Lucas acordado. Ele não tinha mudado nada. Me olha dormir como antes.

_ Vem cá. Morde _ ofereci o pescoço.

Me mordeu com cuidado e bebeu sem sugar forte. Eu deveria parecer realmente frágil para o Lucas. 

Não demorou para o seu veneno se espalhar pelo meu organismo e me tomar em desejo. Eu estava levemente ofegante. Percorri o seu abdômen sarado com a minha mão e desabotoei a sua calça correndo o zíper com cuidado. O meu desejo o fazia se encher de desejo através do meu sangue e dos sinais que o meu corpo enviava para o dele. Senti o seu membro duro dentro da cueca boxe e o apertei de leve, fazendo-o gemer.

Soltou as pressas do meu pescoço e foi chupando o mesmo, enquanto tirava o meu short e a calcinha. 

Tirou o membro de dentro da boxe e me fez sentar sobre ele, me abraçando sentado. Eu rebolava sobre o seu membro duro, quando ele tirou a minha camisa e apertou os meus seios nas mãos antes de me beijar.

Depois de uns minutinhos, entrei num orgasmo. Lucas parecia tão envolvido no que via em mim, que ficou imóvel por uns segundos.

Continuei a rebolar no seu membro depois do orgasmo. O Lucas ficou sobre mim, ficando no comando dos movimentos.

_ Desculpa a falta de jeito? Você é a minha primeira mulher.

_ O que? _ descri e sorri.

Puxei-o para um beijo e depois para os meus seios, que ele abocanhou com a boca e as mãos. Envolvia o seu corpo com as minhas pernas e o puxava para mim com lascívia e luxúria.

Entramos em um orgasmo juntos.

Os seus gemidos ficaram gravados na minha mente, depois de me levar a loucura.

_ Você vai me esquecer, não vai? Depois que voltar para a sua vida? _ falou enrolando o dedo em uma mecha do meu cabelo. 

_ Você já conseguiu o que queria de mim, agora me deixa ir _ brinquei.






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