História Hell. Paradise. Opposites attract? - Capítulo 77


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses, Slash
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Jared Leto, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Tags Axl Rose, Drama, Drogas, Duff Mckagan, Guns N' Roses, Hentai, Izzy Stradlin, Los Angeles, Originais, Rock, Romance, Saul Hudson, Slash, Steven Adler
Exibições 77
Palavras 2.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, eu juro que irei responder os comentários...
Acontece que estou sem internet em casa e estou postando este cap. na biblioteca da faculdade ><

Capítulo 77 - Please, let me go!


DUFF POV

            A minha embriaguez passava lentamente. Desde que eu cheguei aqui apenas comi um pedaço de bolo e tomei duas garrafas de cerveja. Apesar de não estar em meus melhores dias, havia ficado feliz com a pequena demonstração de carinho que haviam dado por mim e pelo Axl.

            Olhei para a cozinha de relance e no mesmo momento Karol estava exatamente com o seu olhar sobre mim. Disfarçou, após eu ter a encarado. Senti uma dor ainda maior em meu peito, era triste e ainda mais difícil tirar um amor de dentro do peito que está em seu pico mais alto da paixão. Mas se ela queria assim, assim iria ser. Afinal, eu não tenho ‘’amor próprio’’ como ela mesma diz, agora passarei a ter.

            Agora, tenho que preocupar-me com o meu filho que está por vir. Já que está na metade da gestação, logo estará em meus braços. Não irei deixar Karol sozinha neste momento, afinal, a criança é minha também e tenho responsabilidades a cumprir. E ausente, será algo que não irei ser.

            Nenhum pouco.

            Perdido em meio aos meus pensamentos e no meio daquela gente alterada, olhei ao meu redor. Axl e Michelle estavam se amassando, Alice estava puta da vida juntamente com Karol que aparentemente estava cansada, Angel e Izzy estavam sentados meio afastado deste povo doido. E eu aqui, alienado que nem um retardado.

            Do nada, ouvi a porta ser arrombada e invadida. E era nada mais nada menos do que a querida policia, se apresentando com seus devidos modos que eu e os caras estávamos acostumados a sempre ouvir.

— TODO MUNDO PARADO AONDE ESTÁ, AQUI É A POLICIA! — o bando adentrou a Hell House apontando as armas para nós. O policial que estava comandando e adiante a situação, olhou para trás, praticamente dando ordens para que um de seus companheiros fosse até o som e desliga-lo, afinal, o volume estava no 12. Feito isso, o homem voltou ao seu lugar e aquele cara alto baixou a arma e começou a pronunciar. — recebemos denúncias e viemos verificar se drogas existem no local.

            — Ihhhhh... — disse Axl, sentando a loira em seu colo. — mas que diabos esses vizinhos, puta merda. — reclamou.

            Revirei os olhos, afinal, seriamos pego em flagrante. Porém, algo iluminou em minha cabeça...

Karol...

— Puta merda. — exclamei, furioso.

— Senhores policiais. — dizia Rachel enrolado e rindo. — olha só para nós, será que só a cara não entrega? — continuou a rir.

— Eu vou economizar o tempo de vocês. — Steven, o mais viciado começou a falar.

— STEVEN, CALA SUA MALDITA BOCA. — digo rangendo os dentes.

— Cala boca você, papai do ano. — rirão. Os policiais estavam com os braços cruzados, observando tudo. — mas olha aqui, é isso que estão procurando?

O cara mais cuzão da banda levanta e mostra todas as substâncias proibidas.

— Era isso mesmo. Pode prender todo mundo, afinal, foram pegos em flagrante.

— Acabou a festa, seus rockeirinhos de merda.

Eu não sabia com quem eu estava mais puto. Se era com Steven, este policial de bosta ou com a Karol que estava presente aqui.

— MERDA? — gritou Axl jogando Michelle para longe. — MERDA VAI FICAR A SUA CARA QUANDO...

— Cala a boca Axl! — exclamei. — Steven, eu juro que irei te matar. — levantei e tentei sair e ir até Karol mas um dos policiais me abordou, já com algema nas mãos.

— Onde é que pensa que vai, grandão? — revirei os olhos. — acha que vai conseguir fugir?

— Não cara. Eu só quero dizer uma coisa. Não prender aquela mulher, ela está gravida e não tem nada a ver com isso.

 — Hahaha. — riu ironicamente. — o preso quer apenas que não prendem uma, vê se pode! — todos os policiais riram, inclusive Steven e Rachel. Meu sangue ferveu na veia. — meu caro, TODOS foram pegos em flagrante e TODOS irão presos. — encarei Karoline brevemente por um momento. Ela já estava algemada.

— Caralho, será que poderia...

— Cala esta sua maldita boca seu drogado, antes que a situação piore para você.

— Piorar? — ri irônico. — eu já estou na merda há muito tempo. Só a deixe em paz, ela é inocente.

— Inocente? — policial me encarou. — e desde quando um filho de drogado é inocente? — riu debochado.

Aquilo foi o ápice para fazer o meu sangue ferver ainda mais do que já estava fervido.

Estava borbulhando de raiva. Ainda mais por estar algemado, a minha vontade era de socar a cara deste maldito policial. Que diabos ele achava que era?

**

Eu não sei exatamente o que aconteceu... Mas agora estava eu, os caras e as meninas presos. Sim, presos. Na realidade eu sabia bem. Estávamos festando, usando drogas e de repente, a policia entrou, revistou e achou a substancia proibida. E resultou em que? Em um bando de filho da puta dentro de cela.

Estavam ocupadas duas celas. Na da frente estava Sebastian, Steven, Rachel, Rob, Angel, Izzy e Dave. Na minha estavam Axl, Alice, Michelle, Del, Shannon, Scotti e Karol. O clima estava estranho nesta cela, afinal, era muito intriga num lugar menor que um metro quadrado.

— Ai que calor. — comenta Michelle.

— Não sabia que puta sentia calor, afinal, sempre anda pelada mesmo. — retruca Alice.

— E vadias devem sentir frio né, afinal, está coberta né meu bem?

— Você não se olha no espelho mesmo né infeliz... — revirou os olhos. — mas nem para me colocarem numa cela indecente servem, são todos uns incompetentes. — reclamou. — Michelle, porque você não dá para um policial qualquer e saia daqui?

— Porque eu não sou profissional que nem você, querida. — sorriu maliciosa. Eu revirei os olhos.

— Pelo menos nunca chupei um pau para conseguir passar de disciplina na escola, não é queridinha? — Alice mordeu os lábios.

— Eita porra! — comentou Shannon. — poderia chupar o meu aqui né, estou precisando de uma língua aqui na minha rola. — rimos.

— Eu até poderia, mas Alice ficaria com inveja.  — provocou.

— Não teria nem vontade de chupar algo que já teve a sua saliva ali, querida.

— AGORA VOCÊ MENTIU FEIO EM! — gritou Sebastian da outra cela.

— Feio mesmo, afinal...

— Caralho, será que não dá pra fechar a porra da boca de vocês duas? — comentou Axl irritado. — vão se foder cara.

— O que me deixa mais estressada é ser PRESA, por algo que não fiz. — comentou Alice. — poxa, me tirem daqui!

— Tem certeza, santa de Taubaté? — Rachel grita. — quem teve ideia de tudo, foi você.

— Tudo por amor à cabeça de molho tomate. — complementou Rob fazendo algumas cabeças rirem.

— Pra depois ele ficar se comendo com outra na sua frente ainda Alice, nossa, não deixava. — complementa Shannon.

— Galerinhas, poderiam ficar quietos? — diz Angel.

— Ihhhh a amiguinha já veio proteger a garota. — comentou Steven.

— Paga pau. — Del exclamou.

— Esqueceu que estão todos bêbados e drogados? — comentou Izzy, este que havia maneirado durante a noite.

Revirei os olhos. Eu estava preocupado e toda essa discussão desnecessária me deixava ainda mais nervoso.

Sentado encostado na grade do lado esquerdo e apoiando minha cabeça nesta grade de ferro, olhava de relance para Karol. Ela estava gravida e presa inocentemente e a culpa era minha. Ela encontrava-se sentada, lá atrás com as mãos ao redor do seu corpo. Levantei-me e dirigi até a ela.

Assim que sentei ao seu lado ela me encarou, mas nada disse. Olhei para ela no mesmo momento e apenas peguei em sua cintura e a puxei para mais perto. Sim, eu disse que não me importava, mas poxa, estava com dó de vê-la ali. Estranhei. Ela não havia reclamado.

— Achei que iria me matar. — ri enquanto falava.

— Eu até queria, vontade não falta, ainda mais após tudo que aconteceu hoje. — respirou fundo. — o dia foi cheio hoje. — fez cara feia para mim. — mas o maior problema é que esse cheiro de esgoto e destes suor está me fazendo mal. — reclama. — Duff eu vou vomitar ou desmaiar.

— Puta merda. — digo. — caralho, me desculpa isso tudo é culpa minha. — mordi os lábios. — irei tentar resolver.

Levanto-me e penso em tomar uma atitude. Ela estava ali por minha causa, ela não fez nada de errado. Cheguei perto da grade e começo a gritar que nem louco, assustando todos ali.

— Os seus bandos de porras, será que dá pra vir aqui, tem uma mulher grávida e inocente passando mal, seus merdas! — Grito fazendo barulho.

Axl encarou-me e levantou.

— CADÊ ESSE BANDO DE QUEIMA ROSCA AI EM? — grita o ruivo, ajudando. Por isso gostava tanto da amizade dele, era parceiro para todas as horas, não importa o tão ruim que ela seja. — TEM UMA JOVEM GRAVIDA AQUI, SE ELA PERDER O BEBÊ EU VOU FAZER VOCÊS PERDEREM AS SUAS BOLAS!

Só sei que a partir deste ponto, todos começaram a ajudar e fazer barulho. Sabe as rebeliões? Isso era exatamente o que estava acontecendo dentro daquelas grades.

VALENTINA POV

— Eu entendo senhor. Sei que foi denuncia e que o ato foi pego em flagrante. — comento aflita. Eu estava muito nervosa e só pelo olhar de Slash sabia que estava sentindo exatamente a mesma coisa. — mas não tenho nada que possa fazer para tira-los dali?

O delegado encarou-me com os braços cruzados. Arqueou uma de suas sobrancelhas e respirou fundo.

— Doutor! — chegou um policial loiro. — uma das detentas está passando mal e terá que ser levada ao hospital.

— Ai meu Deus, não me diga que é a grávida?

O loiro apenas confirmou com a cabeça. Neste momento, senti mil parafusos saírem de minha cabeça.

— O risco de ela perder a criança é grande. — complementou.

— Caralho, a situação está ficando ainda mais feia. Temos que avisar Alan e o pai dela. — diz Slash.

— Aguardem aqui por alguns instantes, vou verificar o que está acontecendo.

— Eu não irei aguardar, irei ir junto!

— Tina, irei achar um orelhão e avisar algumas pessoas. — acenei positivamente com a cabeça. Dei um selinho no moreno e comecei a seguir o policial.

O delegado encontrava-se um pouco mais avançado do que imaginava. Comecei o seguir com um pouco mais de pressa. Estava preocupada com Karol, não queria nada que a prejudicasse nem ao bebê.

Porém, durante a trajetória senti uma mão pegar fortemente um braço e me puxar e assim que eu olho, minha visão é tomada por uma surpreendente surpresa.

— Você por aqui, minha querida neta?

DUFF POV

Havia pegado Karol em meu colo. Ela estava pálida e fria e com seu rosto encostado em meu peito. Sua cara estava horrível. Ela havia acabado de vomitar e seu estomago estava doendo. Ela reclamava de dor e de tontura. Alice localizava-se ao meu lado, segurando a mão dela enquanto todos estavam fazendo bagunça. Meu coração parecia que iria explodir de agonia e preocupação.

— Mas que diabos, porque estão demorando tanto? — comenta a loira.

Alguns policiais vieram aqui antes notificar a causa desta gritaria toda. Assim que constataram que a mãe do meu filho estava realmente passando mal, dirigiram-se para o gabinete do delegado, a fim de notifica-lo e enfim prestar os primeiros socorros.

Alguns minutos se passaram até que chegaram com uma maca e com um enfermeiro. O homem de branco disse para coloca-la neste objeto e foi o que eu fiz. Com muita cautela, despejei-a de meus braços com uma enorme dor no meu coração.

— Pelo que estou observando sua pressão está baixa e está com azia no estomago. Mas irei conferir tudo como deve realmente ser realizado o procedimento.

— Vamos leva-la. Daremos noticias. — disse secamente um dos policiais.

— Por favor, me deixa ir... — o policial riu, colocando-me de volta a cela.

— Vocês dois ainda continuam presos. — dito ainda trancando-me novamente aquele local que agora cheirava a vômito. Pegaram-na e a levaram para o corredor oposto.

Passei as mãos entre meus cabelos e o agarrei. Eu não poderia suportar a dor de ao menos pensar que poderia perder o meu filho.

— Calma man. — diz Axl passando a mão pelas minhas costas. — vai dar tudo certo. Logo, logo, você terá uma sarna para cuidar. — diz rindo ao prestar uma breve solidariedade.

Todos na verdade, me confortaram. Mas a pura verdade é que as únicas palavras que me deixariam mais leve e tranquilo seriam: ela está melhor e seu filho também.

 



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