História Hell To Pay - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Zara Larsson
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Zara Larsson
Tags Criminal, Drama, Tragedia
Exibições 80
Palavras 626
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi gente, aqui está mais um capítulo da história, espero que gostem e boa leitura <<3

Capítulo 2 - A Festa


Fanfic / Fanfiction Hell To Pay - Capítulo 2 - A Festa

Ao sairmos do carro, Kyle vai cumprimentar as pessoas, enquanto eu visto a minha máscara de boa esposa, dando falsos sorrisos a todo mundo.

-- O quem tem de errado contigo? Trate de melhorar essa postura, você parece que está em um funeral. Ei, olhe para mim quando eu estiver falando! -- Ele puxa o meu rosto com força, me forçando a olhar nos seus olhos. Eu já estava cansada de ser a submissa, tiro forças de sabe-se lá onde, e viro novamente meu rosto, mas na direção oposta. Algumas lágrimas começam a se formar nos meus olhos, não queria que ninguém me visse assim, então saio de perto da multidão de pessoas, procurando um lugar onde eu possa ficar sozinha.

Acho finalmente um ambiente vazio, onde um grande espelho está pendurado na parede. Olho para o meu reflexo, meus olhos já começaram a ficar vermelhos, porque eu tinha que ser tão branca?

Prendo as lágrimas, até que a vontade de chorar já tenha passado e eu já esteja recomposta. Não quero encontrar aquele verme novamente.

Ando sem rumo pelos corredores da recepção, quando vejo ninguém mais que o meu esposo dando mole e trocando sorrisos maliciosos com uma vadia, então essa deve ser a Crystal, deveria saber que ele tem uma queda por morenas. Mas por alguma razão, hoje eu não quero ver essa cena na minha frente, então vou até lá e digo:

-- Estou atrapalhando os pombinhos? Ou será que eu deveria oferecê-los um quarto? -- Pelo olhar de Kyle, ele não gostou nem um pouco do meu deboche. Subitamente sinto o meu braço ser puxado com força para um ambiente aparentemente nos fundos do lugar.

-- O que você pensa que está fazendo? E como me desrespeita assim na frente de todo mundo?. -- Não, por hoje eu não engoliria isso.

-- Ah você quer falar de respeito? E o que você entende sobre isso? -- Ele levanta o braço e bate com força na minha cara, estava preparada para receber mais quando ouço o barulho de algo se quebrando.

Levanto meus olhos e vejo que um outro cara prendia o braço de Kyle e depois o dava um pontapé nas costas e em seguida dá um tiro silencioso na sua cabeça. A cena toda não leva mais de dois segundos.

O rapaz levanta os olhos para mim, agora já é possível o olhar por inteiro, a pele morena, aqueles músculos incríveis que eram visíveis até por cima da sua jaqueta preta e meu Deus, aquele olhar, eu não conseguia mais tirar os olhos dele.

-- Você está bem? -- Levo alguns segundos para entender que a pergunta era para mim, afinal, eu ainda estava em choque. Balanço a cabeça em sinal afirmativo. -- Venha comigo, por favor, eu posso te dar uma vida melhor que esta. -- E aí estava a oportunidade que eu tanto esperava de fugir dessa vida medíocre, só não esperava que ela viria junto com um deus grego de brinde.

Pego na sua mão e corremos por alguns segundos, até chegarmos numa moto, onde ele monta e me fala para segurá-lo atrás. Estava com um pouco de dificuldade de sentar por conta do meu vestido apertado, mas isso não seria problema, rasgo a sua lateral até a altura do meu colo e sento atrás dele, pegando e botando o capacete preto que me foi oferecido.

Nós partimos a toda velocidade, por um portão que se encontrava aberto. Ele dirige por estradas que eu desconheço, porém não iria qustioná-lo.

Aproveito para curtir o momento, a sensação do vento contra o meu corpo. Até cogitei a possibilidade de voltar atrás e pedir para voltar, talvez fosse só uma manifestação do meu lado racional: " que se foda, agora eu estou livre ", eu penso. 


Notas Finais


<3


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