História Hell To Pay - Capítulo 4


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Categorias Justin Bieber, Zara Larsson
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Zara Larsson
Tags Criminal, Drama, Tragedia
Exibições 54
Palavras 697
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom dia gente :), aqui está o capítulo de hoje, espero que gostem!

Capítulo 4 - Cicatrizes do passado


Fanfic / Fanfiction Hell To Pay - Capítulo 4 - Cicatrizes do passado

Pela primeira vez em cinco anos, me sinto totalmente renovada, como se eu tivesse realmente descansada. Me levanto da cama, lembrando que nem sequer tirei a maquiagem ontem, não queria mostrar a Ryan o quão destruído o meu rosto estava, mas uma hora ou outra eu teria que mostrar, então seria melhor agora do que ficar guardado esse segredo.

Havia uma porta que eu julgava ser a suíte do quarto, e ao abrí-la confirmo a minha hipótese. Porém não esperava por tudo esse luxo: três espelhos cobriam praticamente uma parede, enquanto uma enorme banheira ocupava os fundos do lugar, já tinha usada uma dessas em uma viagem com Kyle, então sabia exatamente como usá la.

Abro a torneira lateral, deixando a espuma sair, enquanto eu tiro o meu vestido verde. Para a minha surpresa, uma camisola estava estendida, junto a um bilhetinho dizendo " vista-me".

Ainda tenho a impressão de que eu vou acabar de tomar banho, e Kyle estará lá embaixo me esperando, rindo da minha burrice de que seria tão fácil assim fugir dele. Mas ele estava morto, pelo menos era isso que eu achava, já que não podia ficar ali parada esperando as pessoas se derem conta do que aconteceu, tirando o fato de que logo os policiais chegariam, o que eu iria dizer? " Então senhor, o meu marido me deu um tapa na cara e do nada um cara chegou atirando nele, enquanto eu olhava a cena toda", nem eu mesma estava acreditando nessa história, que dirá um juiz de tribunal, que com certeza me levaria presa.

Acho que é hora de virar a página do livro da minha vida, agora eu sou viúva, estou na casa de um ótimo pretendente, que diferentemente do filho da puta do meu falecido marido, tinha me tratado como uma princesa até agora. Quanto mais cedo eu parasse de questionar essas palavras, melhor para o meu psicológico.

A banheira já estava completamente cheia de espuma nesse momento, então desabotoou as minhas sandálias, entrando e sentindo de imediato a água quente, aquilo era tão relaxante que poderia passar o dia inteiro ali dentro. Mergulho completamente, lavando meus cabelos, que estavam totalmente endurecidos pelo gel, jamais pensei que chegaria nesse estágio de tranquilidade e bem estar novamente.

Não sei quanto tempo se passou até eu decidir submergir, sair da banheira, me secar e finalmente botar esse vestido, ou camisola que haviam deixado aqui para mim.

Até que me caiu bem, não deixando as minhas curvas tão acentuadas, mas sem fazer o estilo vovó.

Me encaro no espelho, vendo os hematomas roxos tomando conta da minha bocheca direita e de um pedaço do meu queixo. Um dos meus olhos também estava amarelo, além dos inúmeros cortes e arranhões nos meus braços e pernas que aquele babaca fizera.

Saio do banheiro, voltando para o meu novo quarto.

Para minha surpresa uma mulher me esperava no batente da porta da entrada do quarto. Estranhei mais ainda quando ao notar minha presença, ela disse que o senhor Nolan me esperava lá embaixo.

-- E quem é você?

-- Umas das arrumadeiras da casa senhorita. -- A moça diz em resposta.

Sou movida pela curiosidade até o andar de baixo, sendo guiada por uma outra criada, passando por inúmeros corredores, cada um com ambientes decorados de formas distintas, mas sem tirar a harmonia da casa como um todo. Depois de andarmos alguns minutos, finalmente paramos em uma porta, daquelas grandes e largas, que precisam de um certo esforço para serem abertas, que a mulher ao meu lado se voluntaria para fazer o trabalho por mim.

Uma grande mesa central, com umas vinte cadeiras, onde Ryan e mais um cara que eu não conhecia estavam sentados em duas delas.

-- Então essa é a famosa Charlie que você comentou a tarde toda? Aquela mulher do homem que você matou? -- Estava chocada com a facilidade que esse homem tinha para falar o que quer que passasse na menter dele, sem ao menos pensar se aquilo seria educado para o tipo de situação nem nada. Já Ryan parecia não ter aprovado muito a sua atitude pela sua expressão, mas ao olhar para mim, muda completamente o seu semblante, como se estivesse horrorizado.



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