História Help! - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Lílian Evans, Marlene Mckinnon, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Blackinnon, Jily, Marotos
Visualizações 53
Palavras 3.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


POR FAVOR LEIAM:
Eu mudei umas coisas do capítulo anterior:
A MARLENE É QUATRO ANOS MAIS NOVA QUE O JAMES E ELA FAZ FACULDADE DE ARTES! MOTIVO: Eu já tenho uma estória, postada aqui mesmo, e uma das personagens é fotografa e eu resolvi mudar e não fazer uma fotografa de novo. Então relembrando: JAMES TEM 22, ASSIM COMO SIRIUS E MARLENE TEM 18 E ESTUDA ARTE.

Capítulo 2 - Please Please Me


PLEASE PLEASE ME

 

Marlene McKinnon

Agosto, 1985.

 

_Eu não acredito que você trouxe uma garota pro meu apartamento! – Ela falava calmamente, sentada a mesa, enquanto saboreava o delicioso café da manhã que seu irmão lhe tinha feito de presente por tê-lo deixado passar mais noites no apartamento de Lene. – Isso é uma falta de respeito sem tamanho. Você parece meu filho e não o meu irmão. Que merda!

O mais velho apenas dava de ombros, sem se importar de verdade com as coisas que ela dizia, sequer estava ouvindo com atenção. James era como um adolescente em crise, mesmo ao auge de seus 22 anos, ele não conseguia se comportar como o homem casado e com filho que era, e isso era um estrago completo para diversas pessoas. Lily sempre ficava machucada com as bobagens que ele dizia, a banda tinha que aguentar seu mau humor e Marlene... Tinha que dar abrigo para ele, haja vista que era a única que o suportava de verdade.

_Eu não ligo. – Ele disse.

_Mas eu ligo! – Ela perdeu a paciência, se levantando da cadeira e jogando o guardanapo na mesa com uma força sobrenatural. – Eu estou cansada de você, James. Está perdendo sua esposa, está perdendo o seu próprio filho, está impondo ordens sobre quem eu devo ou não pegar... Não consegue ver como isso tudo é errado?

_Não é errado, porra. – Ele também se levantou da mesa, sem deixar de encarar Marlene nos olhos. – Não quero você metida com os caras da banda, é só isso. Você que está fazendo uma tempestade em copo d’água. Não é como se você quisesse ficar com algum deles. – Ela cruzou os braços e James bufou. – Eles são como eu e eu sei que não sou o melhor tipo de homem no mundo, você é uma tola que não sabe se proteger.

Lene sentiu um ritmo diferente nas batidas de seu coração, colocando a mão em seu peito e não segurando as lágrimas que insistiam em brotar no seu rosto, já vermelho pela raiva que sentia de James.

_Ah, pelo amor de Deus. – James reclamou. – Você é um saco, garota! Eu vou pra gravadora que eu ganho mais. – Ele disse, já andando em direção a porta e a abrindo. – Me espere com o jantar pronto. – Debochou.

_É melhor não voltar pro meu apartamento essa noite. – Marlene jogou na lata, sem medo de dizer aquelas palavras. – Se for trazer outra garota, se for pra acabar com a minha privacidade e invadir o meu espaço com a sua arrogância, eu prefiro que você arrume um hotel e esbanje o seu cinismo por lá mesmo. Esteja avisado!

_Ótimo. – Ele disse fechando a porta e saindo.

Marlene fitou a porta fechada, que James tinha batido com mais força do que o necessário, e ficou por alguns segundos limpando as lágrimas finas em seu rosto. Quando terminou, tratou de abrir a porta novamente e garantir que ele não estava mais no corredor de seu prédio e notando que o lugar estava completamente vazio, sem sinal de qualquer pessoa, ela entrou novamente em sua casa e começou a rir exageradamente.

Como James podia ser tão tapado a ponto de acreditar que Marlene estava, mesmo, magoada?

A verdade era que ela não se importava que James levasse alguma garota para seu apartamento, é claro que ela odiava pensar em Lily, pensar no quanto a amiga sofria, mas ela acreditava do fundo de seu coração que James e Lily reatariam um dia. Lene era canceriana, ela apenas sabia dessas coisas e sempre acertava. O motivo de mentir para James era simples, ela queria ficar sozinha em casa.

Andou até a cozinha novamente, agora ela já respirava calmamente e tinha sua cabeça organizada, até pensou em levar alguma comida para eu quarto, mas decidiu que não queria. Quando entrou dentro de seus aposentos, encarou o homem a sua frente com um sorriso no rosto:

_Se foi! – Ela disse simplesmente. – Meu irmão se foi.

Richard Law saiu de cama dela com outro sorriso maroto e meigo na boca, exibindo o musculoso abdômen que tinha, já que só usava uma calça, e depois a puxou pela cintura, para lhe dar um beijo de bom dia. Quando Rich fazia essas coisas Lene ficava ligeiramente vermelha, mas correspondia com vontade, afinal a boca dele era quente e tão macia que quando suas línguas se encontravam ela se sentia nas nuvens.

Sem esperar, ela passou as mãos pelo tronco alvo de Richard e descolou suas bocas, para poder beijar e morder o pescoço sensível que o homem tinha. Ele logo se excitava e soltava alguns suspiros de prazer, aquilo só fazia Lene querer ir mais adiante, por isso suas unhas arranhavam ele, suas costas, sua barriga, até que chegavam no zíper da calça:

_Finalmente podemos terminar o que começamos ontem a noite. – Ela disse sapeca.

_Ah, Lene. – Ele disse triste, tirando as mãos dela do zíper. – Sei como é difícil pra você afastar o seu irmão, ele é muito ciumento e eu queria tanto estar disponível pra fazer isso agora, mas eu tenho uma reunião importante.

Ela revirou os olhos:

_Eu sei, é um saco. Mas eu vou te recompensar.

Ela parou de encostar nele e abriu a porta de seu quarto, pedindo que ele se vestisse logo e saísse. Estava claramente chateada. A verdade é que Richard era um médico e estava sempre querendo sair, querendo ir embora e nunca podia encontrar um tempo para ela, para aproveitarem uma noite de sexo como qualquer outro casal fazia, e não aquelas coisas rápidas que Richard achava mais prático.

_Lene... – Ele pediu colocando as mãos na cintura dela. – Me desculpa.

_Quer saber Law? – O chamou pelo sobrenome, o empurrando para fora de sua casa. – Você nem me fazia gozar mesmo.

Richard ficou surpreso:

_Isso foi tão rude!

_Foi mesmo? – Ela perguntou fazendo um biquinho.

_Foi sim.

_Foda-se. – E bateu a porta na cara dele, sorrindo com sua própria atitude. Estava cansada de homens que só pensavam no próprio prazer, sem sequer ligar para o que ela sentia e para o que ela queria. Seria tão difícil assim encontrar um homem que estivesse disposto a deixa-la feliz?

Ouvi a campainha de seu apartamento soar. Ela a abriu rapidamente:

_Não adianta pedir desculpas, seu bundão!

Mas não era Richard que estava parado ali, mas sim um homem muito alto, bonito e forte, que usava um terno preto de trabalho e exalava um ar de superioridade. Estava vermelha novamente, se lembrando que usava somente um pijama sensual extremamente curto e de seda. Mesmo tímida, sorriu, aquele homem não deveria ser alguém que ela veria por muito tempo:

_Sou o advogado Amos Diggory. – E estendeu a mão para ela. Marlene a apertou.

_Marlene McKinnon.

_O senhor Potter está aqui? – Perguntou educado, tentando não olhar para a roupa provocante que Marlene usava.

_Não. – Ela respondeu. – Saiu há uns cinco minutos, sinto muito. É algum processo, de novo?

_Não, Vim tratar do assunto relacionado ao divórcio solicitado por Lily Evans. – Ele explicou. Marlene passou as mãos pelos cabelos castanhos longos, precisando de alguns segundos para respirar, ela tinha se esquecido completamente de que James lhe contara que Lily falou de divórcio, mas o irmão não estava muito certo de que ela dizia a verdade. – Algum problema? – Diggory perguntou preocupado.

_Não. – Marlene disse triste. – Mas ele não está aqui no momento. – Se lamentou.

_Onde posso encontra-lo?

_Na gravadora. – Ela respondeu debilmente, vendo que ele deu um sorrisinho tímido, ela prosseguiu. – Apple. – Explicou.

_Não conheço, lamento.

_Tudo bem, entra ai. – Ele entrou. – Só espera eu trocar de roupa, já vou te levar para conversar com ele.

_Muito obrigado. – Respondeu educado.

_Não me agradeça. – Ela disse se afastando do cômodo em que ele estava. – Afinal, ele não vai gostar nada dessa conversa!

 

 

Sirius Black

O clima de agosto em Londres era tão ameno e fresco, que Sirius gostava de dirigir ele mesmo até a gravadora, sem se importar com a impressa e com os fãs que gostavam de segui-lo. Gostava de colocar o CD de outra banda de rock qualquer e prestar atenção, mais propriamente, no som da bateria, que se sobressaia em meio aos outros instrumentos. Depois de alguns segundos, ele passava prestar atenção na letra.

Fechava os olhos e deixava a canção entrar em sua cabeça. Como aquelas pessoas conseguiam escrever letras que viraram música? Ele sempre tivera a vontade de compor uma música para sua banda, mas somente Potter e Lupin faziam aquilo, pois tinham um dom e uma paixão para fazê-lo. Sirius não passava do simples baterista, que tocava balançando os cachos negros e tinha a fama de ser o mais amável da banda. Se Sirius perguntasse o que eles faziam para ter tantas ideias, apenas diziam para perceber os detalhes da vida e a composição vinha.

Quando chegou à gravadora, recebeu a péssima notícia: James estava de mau humor! E aquilo era muito ruim para a banda, tento em vista que hoje eles iriam decidir o ritmo que a nova composição de James teria, e uma música só conseguia sair perfeita, quando todos estavam em sintonia. Obviamente, com James de mau humor, sintonia era impossível.  

_A letra da música é minha, já tenho o ritmo! – James batia com o papel em que estava escrita a composição, na mesa. – Eu tó pouco me fodendo se vocês acham que não tá’ legal.

_Não é assim que funciona, meu querido. – Frank Longbottom, o empresário da banda e um dos donos da gravadora, disse sem paciência. – Isso não é só você que escolhe e se estivesse disposto a fazer o seu trabalho de forma correta, saberia que a letra da música não combina com o ritmo lento. – Explicou. – Abre sua mente pro trabalho e esquece seus probleminhas pessoais.

_Não são “probleminhas”. – James disse nervoso.

_Ok. – Frank disse irritado. – Desabafa com a sua psicóloga ou com sua esposa, eu sei lá, mas arranja um jeito de gravar essa música ainda hoje, ou eu juro que vou tirar ela do álbum.

Com um só movimento, Frank saiu da sala de composição em que os meninos estavam. Sirius arregalou seus olhos, sem acreditar que Frank estava sendo um pouco rude naquele dia, o homem era um poço de simpatia e empatia com todas as pessoas que o rodeavam no âmbito do trabalho, mas para alguma coisa tirar ele do sério, tinha que ser uma coisa bem complicada. E Potter estava complicado naquele dia:

_Que que é? – Sirius perguntou sem paciência, seu melhor amigo às vezes o deixava nervoso. – É por causa da Lily?

_Nah. – James disse rindo. – Eu tó puto, mesmo, mas é por causa da Marlene. – Sirius não conseguia se controlar. Como James conseguia se irritar com aquela garota? Marlene só tinha dezoito anos e era toda pacífica. – É sério, man. – Ele rebateu os olhares de Sirius. – Ameaçou me colocar para fora do apartamento, caso eu levasse uma garota para lá.

Foi unânime, todos os quatro integrantes da banda começaram a rir:

_A ninfeta colocou ordem no lugar? – Lupin perguntou. – Impossível de acreditar.

_Mas o apartamento em que ela mora, não é aquele que você comprou e é dono? – Peter perguntou indeciso.

_É sim. – James parou para pensar. – Mas Marlene é novinha ainda, vou mesmo deixar ela ter o próprio espaço, ela é tão quietinha que deve ter ficado chocada quando ouvia a menina gemendo e gritando o meu nome. – Ele e os garotos começaram a rir. – Jay, Jay, Jaaaaaaaaaaaaaaaay. – James imitava, fazendo os rapazes gargalhar.

Mas Sirius sabia que aquilo não era certo, afinal James estava traindo Lily. Todos da banda eram um pouco assim, era muito difícil sair para um dos shows e não encontrar alguma garota para se divertir, nem sempre as acompanhantes oficias podiam ir e eles não tinham escolha, era duro demais fazer um show e depois voltar pra cama sozinho. Por sorte, Sirius era o único da banda que não tinha namorada, noiva ou esposa. Remus era noivo de Dorcas, Peter era namorado de Mary e James tinha Lily.

_Falando sério agora. – Remus recuperou a sanidade. – Rápido ou devagar? – Perguntou. – O ritmo da música!

_Eu não sei. – Sirius disse jogando suas mãos para o ar. – A bateria já está garantida dos dois jeitos na música, então eu nem me importo, mas tenho que concordar que essa música é meio inadequada pra ser devagar. – Ele acrescentou.

_É... – James disse pensando um pouco, enquanto olhava as letras em sua mão esquerda. – Sabem que essa música está falando de sexo oral, né? Ficou tão explícito? – Perguntou rindo.

_Garota eu sei que você nunca fez isso antes, mas tente me agradar do modo como eu agradei você. – Peter disse relembrando as palavras da música. – É, quem nunca fez não vai entender, mas quem já conhece o esquema, vai achar legal. Mas eu achei bem suave, dá pras pessoas ouvirem sem medo e até terem outras suposições.

Sirius e os garotos ficaram mais alguns minutos conversando sobre a letra. Por vezes eles pegavam o papel e mudavam algumas palavras do lugar, para ficarem mais repetidas e poderem acrescentar uma segunda voz, que seria a de Remus. A bateria de Sirius, como sempre, teria um pouco menos de destaque naquela música, tendo somente um ritmo, mas era um ritmo muito bom e prazeroso de se fazer.

Depois do tempo divertido que tiveram concertando a música, James ficou totalmente animado com a ideia de gravar e Frank voltou sorrindo para a nossa sala, mas uma batida tímida na porta fez com que todos se virassem de vez para olhar o local do barulho:

_Lene? – James perguntou incrédulo. Mas Marlene não estava sozinha, em seu encalço vinha um homem muito bem vestido e bonito. Alto, grande e muito forte, de terno e com o semblante leviano. Pelo canto do olho, Sirius viu que James apertou o pulso de raiva, estava com ciúmes do homem que chegara com sua irmã, mesmo sem o conhecer. – Quem é esse cara?

_Calma. – Marlene disse. – Não é nada meu, ele só quer conversar com você rapidinho. – Ela dizia com pressa. Sirius conseguiu notar que ela ficara vermelha e tentava sair daquela situação o mais rápido possível. – Meninos, vamos na cozinha, comigo? – Pediu, sua voz exalava um “por favor, por favor”.

_Não. – Sirius disse. – Queremos saber o que eles vão conversar. – Falou em tom de brincadeira.

Marlene revirou os olhos e veio até Sirius, o pegando pela mão e puxando ele para fora da sala. Remus e Peter decidiram ir para a sala de estúdio, para se prepararem, enquanto Sirius ainda era arrastado para a direção da cozinha com Marlene:

_Pode me deixar em paz? – Perguntou Sirius. – Eu quero ir me preparar para gravar a nova música e não ficar andando pra cima e pra baixo com uma criança.

Ela se virou e levantou seu dedo do meio.

_Não posso comer se algum membro ativo da gravadora não estiver comigo. – Explicou.

_Mais ativa que você? – Perguntou em tom de deboche. – Você tá quase todo santo dia aqui, entrando na cozinha e comendo toda comida existente.

_Há há. – Ela riu sem humor.

Ficaram na cozinha por algum tempo, em silêncio, sem dizer nada ou se olharem. Apesar de que vez ou outra Sirius tinha que admitir para si mesmo que era bom James ter o feito assinar um contrato, Marlene era uma menina extremamente bonita e todas as vezes que ele a via, sentia que podia ficar excitado. As roupas que ela usava eram diferente das outras garotas, o cabelo dela era tão liso que mal ficava preso no rabo de cavalo e tinha um ar de liberdade (mesmo sendo tão oprimida por James) que causava inveja em qualquer pessoa:

_Então... – Sirius foi para o lado dela. – Você proibiu James de levar garotas para a sua casa?

Marlene ficou vermelha e mordeu o lábio inferior, ação que não passou despercebida por Sirius, que a encarou divertido. Não sabia por que, mas aquela atitude de dar uma risadinha, mordendo os lábios, era extremamente sexy, ainda mais quando fora feita por Lene.

_O que? – Perguntou sem entender a atitude marota dela.

_Promete guardar segredo? – O olhou, alisando o braço de Sirius e piscando.

_Prometo! – Sirius jurou, sem desviar os olhos da boca dela.

_Eu estava com um garoto da faculdade lá e precisava que James saísse logo, ou estaria encrencada. Então eu fingi que me incomodava e ele ficou o cão. – Ela e Sirius começaram a rir, e aquilo realmente tinha sido engraçado. Sirius não conseguia respirar pensando que James achava Marlene a menina mais santinha do mundo.

_E... – Sirius se recuperou. – Ele é seu namorado ou algo assim?

_Não. – Ela respondeu simplesmente. – Podia ser alguma coisa, mas ele é residente em medicina e não me dá a atenção que eu mereço. Fala sério, eu mereço uma pessoa que se preocupe comigo.

_Você é mesmo irmã de James!

Eles riram, mas um barulho extremamente alto, vindo do outro lado da gravadora, fez os dois se entreolharem com medo e largarem qualquer coisa que estavam comendo. Ambos seguiram o caminho de onde os barulhos vinham, sem sessar e qualquer um já sabia de onde aquilo vinha: James.

Quando Sirius e Marlene alcançaram James, ele estava no hall de entrada da gravadora, andando rápido e pisando duro, batendo em qualquer coisa que via pela frente. James estava descontrolado. Sirius olhou para os lados, enquanto corria para o impedir de fazer qualquer besteira, e notou que o homem bem vestido (que tinha entrado com Marlene) estava com um enorme hematoma roxo nos olhos:

_JAMES! – Marlene gritava. James parou de repente a olhando. – O que você vai fazer?

Sirius e Marlene estavam ao lado dele agora:

_VOCÊ JÁ SABE MUITO BEM. – Ele gritou com Lene e aquilo fez o estômago de Sirius girar. – EU VOU ATRÁS DAQUELA PUTA, EU NÃO ACREDITO QUE ELA TEM A CARA DE PAU DE ME PEDIR DIVÓRCIO. – E jogou mais alguma coisa de vidro no chão. – ELA É UMA PUTA, ASQUEROSA, VADIA.

_James. – A voz de Marlene falhava. – Não vai, Lily merece ser feliz, você não pode forçar ela a estar em um casamento por imagem. Você precisa parar de se descontrolar, não podemos deixar você sair assim. Está muito nervoso!– E ela tentou segurá-lo, mas James empurrou ela com tanta força que bateu as costas na parede e Sirius foi a ajudar.

_A PUTA VAI SE ARREPENDER!

Naqueles momentos, Sirius tinha medo do que Potter pudesse fazer.

 

 

 


Notas Finais


E ai? Eu iria postar o capítulo ontem, mas precisei sair e só postei hoje. O próximo está sendo escrito nesse momento e já adianto: TEM BRIGA JILY E TEM O SNAPE. Um beijo no core!!!


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