História Help Me - Capítulo 54


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Categorias Originais
Tags Alexina, Christian, Collins, Crawford, Irmãos, Originais
Exibições 83
Palavras 1.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mel Bea na capa

Capítulo 54 - Mellanie Beatrice


Fanfic / Fanfiction Help Me - Capítulo 54 - Mellanie Beatrice

Anthony, Sexta-Feira, Alabama

Hoje seria o dia, meus pais estavam viajando e só voltariam na segunda.
Eu estava nesse lixo de escola particular, terceiro colegial na Wistey Academy. Pessoas esnobes e metidas, eu não merecia isso.
Fui atras da quadra, perto de um portão e me sentei la, tirei minhas laminas do estojo de couro azul marinho, as olhei e arranquei com brutalidade meu moletom, peguei as laminas passando rapido e com força na minha pele, o sangue escorria sujando a camiseta branca da escola, me deitei no chão com a carta sobre meu peito, coloquei a lamina na veia principal de meu pulso, ia começar a força-la la.

*O QUE ESTA FAZENDO? - Uma garota de cabelos castanhos gritou, me assustando
*Sai daqui, não se pode nem morrer em paz numa escola!
*Pare com isso garoto!!! - Ela disse me puxando pra ficar sentado - O que foi? - Perguntou se sentando na minha frente
*Sai daqui! E-eu quero morrer! - Eu disse começando a desabar em lagrimas
*Vem, eu vou cuidar de você - A garota disse se levantando
*Eu não te conheço
*Vem aqui logo! Eu quero te ajudar! - Disse e me puxou, me fazendo levantar

Ela me puxou ate o portão.

*Isso é muito alto, não vai dar seu tamanho
*Sou bailarina, eu consigo! - Disse pronta pra pular

Fui junto e pulamos.

*Vem, vou te levar pra minha casa!
*Eu nem sei seu nome!
*Meu nome é Mellanie Beatrice, mas pode me chamar de Mel, ou de Bea!
*Me chamo Anthony, mas pode me chamar de Anth!
*Tenho 15 anos, estou no terceiro ano no técnico de dança, sou um ano avançada e moro sozinha com minha vó
*Tenho 16, estou no terceiro, no tecnico de quimica, moro com meus pais a dois meses
*Onde morava?
*Morava sozinho em Cambridge
*Hum, não curto muito Cambridge
*Porque? É uma bela cidade!
*Eu sei, mas meus pais morreram la, em um acidente de carro - Ela disse abaixando a cabeça
*Minha namorada morreu la faz dois meses hoje - Eu disse e senti lagrimas vindo, Alice!
*Hey! Não chora, ela não gostaria de te ver chorando, de te ver se machucando, ou ela gostaria? - Perguntou segurando minhas mãos
*Não, não gostaria!
*Então querido, não precisa disso, não precisa, sabe porque? Deus ta aqui contigo e eu tambem - Ela disse e beijou o pulso o qual eu cortará

A abracei e ela afagou meus cabelos, a unica pessoa que conheci de verdade em dois meses aqui, Mellanie Beatrice.

Tres meses depois

Ja faz cinco meses que estou aqui no Alabama, e sinceramente, depois do dia que Mel me ajudou, eu me sinto muito melhor, ela faz eu me sentir assim, bem.
Ela sorri e eu sorrio tambem, ela virou minha melhor amiga, vou em todos os ensaios dela de ballet, de jazz, e de piano de vez em quando.
Ela vai nas feiras de ciencias que eu vou como minha acompanhante, ela é incrivel!

O mais incrivel é que em tres meses, ela nunca deu em cima de mim!

Shelby, Sexta, Cambridge

Oito meses e duas semanas! Eles ja vão nascer!!!

Eu estava deitada na cama do meu quarto, Christopher estava no trabalho, ah sim, agora ele trabalha como mecanico, e faz faculdade tambem! Estamos indo bem.

Estava mexendo no celular, quando um liquido quente escorre por minhas pernas.

"Louise, eu vou morrer! Eu to sangrando, eu não sei o que é isso, pelo amor de Deus vem me buscar!"

Esse foi o audio que mandei, e nada dela ver, que droga!

"Derek os bebes vão nascer! Vem me ajudar por favor!"

Eu gemia de dor deitada na cama, ninguem tinha visto, liguei pra eles, caixa postal, liguei pra Chris, Geor e ate mesmo o Noah! Ninguem!
Levantei da cama e desci com muita dificuldade as escadas, abri a porta e ninguem passava no corredor daquele apartamento.
Ainnnnn que merdaaaaa, eu não posso ligar pra ele!
Daniel!
Que merda
Merda
Merda
Merda

Peguei meu celular e disquei seu numero rapidamente.

"*Alo?
*DANIEL, ME ESCUTA, É A SHELBY!
*O que foi? Fala
*E-eu to parindo no corredor do predio!
*Bem feito, eu disse que eles não iam nascer por bem ou por mal!"

E então ele desligou. Desligou rindo da minha desgraça! Ele era muito mal, como pude transar com alguem assim? Tão mal carater! Era os filhos dele que estavam aqui PORRA!

Ouvi risadas vindo da escada e então gritei o mais alto que pude.

SOCORRO, ALGUEM ME AJUDA, EU VOU MORRER SOCORRO, ALGUEM?

Logo dois adolescentes apareceram desesperados, um garoto e uma garota.

*Ain meu Deus Gregory! Ela ta parindo, faz alguma coisa! - A menina de cabelos rosas falou desesperada batendo no peito do garoto que logo segurou suas mãos
*Ta bem, ta bem, liga pra um taxi Maria Izabela - Disse jogando o celular para a garota e me pegando no colo, ele parecia nervoso

Desceu as escadas correndo comigo em seu colo e o taxi ja estava la em baixo nos esperando.

*AMENICO CAMBRIDGE RAPIDO QUE ELA TA PARINDO - A garota gritou e o taxista arrancou o carro amarelo

Rapidamente chegamos e deixei meu celular com os numeros de Chris e os outros, com a Maria Izabela.

Ain meu Deus, eu preciso do Christopher!

Daniel, Cambridge

Pois é, parece que a vadia vai morrer! Quando ela me ligou minha vontade foi ver a carinha de puta desesperada dela.

Me troquei, puis uma roupa muito linda, vou ir encontrar Shelby para brincarmos um pouco hahahahaha.

Entrei no carro e parei em alguns lugares antes, comprar umas coisinhas como cordas e chicotes. Hoje a Shelby morre!

Estava a caminho do apartamento dela, vi Christopher desesperado la na frente, junto de uma galera, uma boa quantidade de pessoas.

Sera que a vadia ja morreu? Não pode ser! Eu ia mata-la!

Arranquei rapido o carro e quando fui fazer uma curva, acertei em cheio um caminhão, e logo tudo escureceu com a luz avermelhada.



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