História Help Me - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Colin Farrell, Justin Bieber, Penélope Cruz, Ryan Butler, Stella Hudgens
Personagens Chaz Somers, Colin Farrell, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Penélope Cruz, Personagens Originais, Ryan Butler, Stella Hudgens
Tags Ajuda-me, Drama, Incesto, Justiça, Justin Bieber, Vizinho
Visualizações 2.467
Palavras 3.502
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá olá olá!!!

Boa leitura ❤

Capítulo 24 - Help Me - Chapter Twenty - The Nightmare Is Not Over


BETHANY CALLAHAN

9:45 PM.

Casa dos Callahan.

Ainda estava sentada no chão, encostada naquela maldita poltrona, chorando, chorando para elas verem o quão machucada eu estava, o quão morta eu me sentia. Levantei e novamente olhei para todas as três.

— ELE ME ESTUPROU! — olhei para Alicia e sequei meu rosto, mas foi em vão, ja que novas lagrimas o molhavam. — Sabe aquele video, o ultimo! O ultimo video, onde eu estou sangrando e ele está lá, me masturbando, ouvindo eu gritar de dor, aquele video foi quando ele tirou minha virgindade, no meu aniversário! No meu aniversário! — bati no meu peito.

Flashback On

Depois de romper meu hímen e gozar dentro de mim, ele me pegou no colo e me deitou em minha cama, Daniel colocou seu corpo em cima do meu, pouco ligando para o fato de ser mais pesado, me deixando sem ar. 

— Eu amei estar dentro de você, sentir a cabecinha do meu pau rompendo seu hímen... Você é tão apertadinha. — enfim ele se ajoelhou na cama, e eu pude respirar fundo.

Olhei para o criado mudo ao meu lado, vendo uma foto minha, quando eu tinha os meus seis anos. Eu era tão feliz!

Senti Daniel friccionar seu pênis em meu clitóris e eu voltei a chorar, sentindo aquela sensação de impotência, que nojo!

Ele capturou meu mamilo em sua boca e continou a me masturbar, com a cabeça de seu pênis. Era frustrante, era doentio! Eu estava sentindo "prazer" e aquilo fazia com que eu odiasse a mim mesma. Senti alguns espasmos em meu rosto e chorei por ter deixado que ele conseguisse o que queria. Ele se enfiou dentro de mim novamente e meu grito foi ensurdecedor, mas ninguém escutou. 

Ele continuou a me estuprar, até gozar em toda minha barriga. Meu aniversário de dezesseis anos, e eu passarei a madrugada sendo violentada. Eu não deveria acreditar nesse tal de Deus.

Flashback Off

— ELE FEZ EU ME ODIAR! — chutei a aquela poltrona terapêutica, expressando meu ódio. — Ele me fez querer morrer, ele me matou!

Sequei meu rosto novamente e funguei. Ela estava lá, me olhando, enquanto chorava. Aquela desgraçada não fazia nada! Ana me abraçou forte e eu desmoronei, chorei ainda mais, achei que não seria possível, mas foi.

Ela estava me dando o colo que eu não tive durante oito anos. Eu chorava tanto, ao ponto dos meus soluços ecoarem pela casa. Eu nunca vou esquecer cada toque, nunca vou esquecer o beijos, os socos, os machucados, isso está enraizado em mim! Está dentro de mim, e eu sofri essa violência por tantos anos, que vai ser estranho viver sem ela. Viver sem acordar com alguém em cima de mim, masturbando seu pênis entre as minhas coxas, vai ser estranho não sentir socos nas minhas costas, por estar em uma posição errada, que não podia satisfaze-lo o suficiente. Eu não estou falando que vou sentir falta, oh meu Deus, não! Que coisa doentia, eu estou feliz, eu realmente estou feliz que tudo acabou, que eu não vou precisar mais aceitar o órgão genital do meu próprio pai, dentro de mim.

Olhei para frente, vendo Alicia em minha frente, com um copo d'água. Peguei o mesmo, tremendo e bebi alguns goles. Respirei fundo e sequei meu rosto com as mangas do moletom do Justin, que havia vestido pelo frio.

— E-eu... Eu estou com tanta vergonha, eu estou com muita vergonha da mãe que eu sou. Eu sou uma droga de mãe, eu sou a pior mãe do mundo! Sabe...— ela sentou no chão, em minha frente e segurou minhas mãos. — Eu acho que desconfiei, sempre! Mas eu não queria acreditar, é mais fácil controlar uma filha louca, do que um marido nojento, pedófilo, estuprador!

Soltei sua mão, com nojo dela. Eu tremia de raiva, ao ouvir ela pronunciar aquilo. 

— Você foi cúmplice! Você preferiu controlar a filha louca, para ela contínuar sendo uma boneca inflável de carne para o seu marido, você é doente como ele! Oh meu Deus, você é doente como ele! — falei, chorando, tentando me esquivar de qualquer toque dela.

— Filha, eu... Eu conheci Daniel, quando eu tinha vinte anos, ele me conquistou, ele tirou a minha...

O mais nojento era perceber que não, ela não tinha mágoas dele.

Ele também tirou a minha, no meu aniversário! — me antecipei, antes que ela terminasse.

Eu não estou com raiva dele, eu acredito. — engoliu em seco, e respirou fundo. — Eu acredito que ele tenha uma doença, não pode ser normal, acredito que ele tenha uma doença grave, ele não fez por querer...

Levantei, não tendo mais estomago para escutar ela procurando por desculpas para não culpar aquele monstro.

— Você continua cega! Seu marido me estuprou! Ele me estuprou, ele gozou dentro de mim, ele me ensinou coisas que uma criança de oito anos jamais deveria saber... Ele tentou penetrar um esmalte em mim quando eu tinha onze anos! — segurei meus cabelos e respirei fundo, tentando manter a calma.

Só sai daquela casa e andei de pressa até a de Justin, bati na porta com força e logo a mesma foi aberta por Justin, me joguei nos braços dele, chorando e o apertando. Estava doendo, doendo muito!

Cuida de mim, por favor. — pedi, entre soluços. Eu estava me sentindo tão repugnante, e lembrando da minha própria mãe tentando defender meu agressor, aquilo me fazia crer que a culpa era minha, e que de alguma forma eu provoquei a "doença" dele.

Eu vou cuidar, para sempre.

Ele encostou a porta e me levou para o seu quarto, onde eu tomei um banho de quase uma hora. Seria o ultimo banho que eu estaria tomando e me esfregando com muita força, por me sentir suja?

Suspirei e voltei a lavar meu corpo, assim que terminei, abri a porta de vidro e encarei o grande espelho em minha frente. Aquele corpo nojento refletindo, eu sinto tanto ódio dele! Esses seios com marcas de mordidas, eu sinto nojo de ter esses seios! Eu sinto raiva de ter esse corpo, esse corpo nojento, cada parte dele. De repente, eu apenas agi com a minha raiva, acertando socos no meu corpo enquanto chorava.

— Eu odeio! Odeio esse maldito corpo! — expressei entre dentes e abri o armário, pegando a primeira gilete que vi em minha frente, e enfiei com força na minha pele, deslizei a gilete em meu corpo, rasgando minha barriga. Doeu tanto e eu gritei.

Vi a porta ser aberta e Justin entrou, com uma toalha, ele me enrolou na mesma e tirou a gilete que eu apertava contra minha mão.

— Droga! Não, não! O que está fazendo, droga! — Ele me abraçou com força, segurando a toalha contra minha barriga.

— Eu odeio isso! — ofegava, sentindo aquela montanha de coisas nas minhas costas.

É o seu corpo, Bethany! Você não pode fazer isso com o seu corpo! — ele falou, como se eu pudesse controlar esse ódio mortal.

Justin encostou a porta do banheiro e eu fiquei ali, sentada ao lado dele, sentindo seus braços em volta do meu corpo, enquanto chorava. Aquele corte estava doendo muito, e o sangue banhava meu corpo. Eu estava tremendo, enquanto justin segurava minha cabeça contra seu ombro, me pedindo para respirar devagar.

— Deixa eu ver. — pediu, abrindo um pouco da toalha, que antigamente era branca, agora estava completamente vermelha.

Neguei com a cabeça e me cobri rápido. 

— Nós vamos ao hospital, isso ta horrível.

JUSTIN BIEBER

Levantei, abrindo a porta, mas antes de sair, levei todas as coisas cortantes comigo. Minhas mãos estavam sujas de sangue, e aquilo me deixava frustrado de uma maneira absurda. Eu gosto tanto dela, e doi muito ver como ela está, até quando eu vou aguentar essa pressão? Eu quero ficar com ela, quero cuidar da Bethany, mas se ela não deixar, vai ser difícil!

Entrei no meu closet, limpando as mãos na camisa que estava em meu corpo, então peguei uma camisa de mangas cumpridas e um shorts do futebol. Aquilo tinha que servir, pelo menos até chegarmos no hospital.

Entrei no banheiro novamente e ela ainda chorava, só que agora apertava com força o local do corte. Eu definitivamente não sei o que fazer. Peguei ela do chão, e tentei tirar a toalha de seu corpo, mas ela não deixava.

Me ajuda, Bethany, por favor! Eu só quero seu bem. — pedi, e aos poucos ela soltou a toalha, me deixando jogar em cima da tampa da privada.

Eu definitivamente não consigo ver um corpo atraente, diante de tantos hematomas e marcas. Não que ela seja feia, pelo contrário, Bethany e uma das garotas mais lindas que eu já vi em toda minha vida, mas o corpo machucado dela me faz apenas querer cuidar dela, não transar, ou algo que faria com qualquer outra garota nua em minha frente, eu só quero cuidar dela.

Sequei seu corpo, a todo momento encarando aquele corte grande e muito aberto, ela com certeza levaria pontos ali. Suspirei e me ajoelhei em sua frente, olhando para o seus pés, para não constranger ela de forma alguma.

Vesti a bermuda em seu corpo e levantei, peguei a caixa de primeiros socorros e fiz um corativo rápido em sua barriga, para tentar estancar o sangue. Beijei o corativo e então vesti a camisa nela, ficou enorme! As mangas eram maiores que seus braços e o cumprimento batia um pouco a cima de seus joelhos. Logo vi minha camisa azul, ficar com aquela mancha vermelha, e Thany colocou a mão, gemendo de dor.

— Vamos. — abri a porta, saindo do banheiro, em busca das minhas chaves e do meu celular e assim que os encontrei, enfiei em meus bolsos.

— Justin, ta doendo muito! — disse, entre seu choro e eu fui até ela, que se curvava, segurando a comoda.

Ela realmente havia cortado muito fundo! Peguei Bethany em meus braços e andei até a porta abrindo a mesma e saindo o mais de pressa possível, desci as escadas vendo Jaxon com um garotinho da rua de trás, ele estava jogando vídeo game, mas eu não me importei em atrapalhar, quando passei em frente a televisão.

— Justin! Seu babaca!

— Cala a boca, seu pentelho, avise a nossa mãe que eu levei Bethany ao hospital, não esqueça!

— Ela ta sangrando. — o garotinho falou, mas sem tempo de responder.

Entrei na cozinha e empurrei a porta que dava para garagem, droga! Ela estava sangrando muito. Porra! Enfiei a chave, tremendo, e coloquei Bethany no carro, entrei também e apertei no controle, abrindo a porta da garagem, dei a partida e acelerei, saindo dali.

NARRADOR

Assim que Jaxon entrou no quarto dos pais, gritando que a amiga de seu irmão havia deixado um rastro de gotas de sangue pela casa, e eles havia ido para o hospital, Patricia levantou-se com agilidade e vestiu o roupão, calçando seus chinelos e saindo de seus aposentos. Ao chegar na porta do quarto do filho, entrou e se assustou com algumas gotas de sangue, não ficando ali por muito tempo, correu para o andar de baixo e em passos rápidos foi para casa ao lado da sua, espancando a porta desesperadamente, a mesma foi aberta pela avó paterna de Bethany, que ainda tentava assimilar tudo que havia acontecido em tão poucas horas.

— O que aconteceu? — a senhora perguntou, preocupada.

— Justin levou Bethany para o hospital correndo...

Assim que o nome da garota, vitima de toda situação, foi dito, Ana apareceu na porta, encarando Patricia e a escutando com atenção.

— Meu filho, Jaxon, disse que ela estava chorando e com uma mancha de sangue nas roupas, eu entrei no quarto e minha casa ta cheia de gotas de sangue. Meu filho não tem a obrigação de ficar lá sozinho com ela. — disse, aflita.

— Ele não vai ficar lá, sozinho com ela! Não se preocupe com a droga do seu filho perfeito. — Ana bateu a porta, pouco se importando que a mulher de baixa estatura ainda estava lá.

A ex delegada subiu as escadas enfurecida e entrou no quarto, ficando ainda mais cega de ódio ao ver sua filha, vestida com as roupas do estuprador. Sem pensar duas vezes, Ana acertou tapas fortes no rosto de Alicia, a sacudindo com raiva, sem palavras, a jogou na cama e foi até a porta do banheiro, trancando a mesma.

— Eu tenho vergonha e nojo de ser sua mãe! Sua filha saiu daqui, porque você está procurando justificativas para o Daniel ter estuprado, violentado e abusado dela desde que ela era um criança, e sabe o que ela fez? Tentou se matar de novo. — avó materna de Bethany falou, enquanto tirava as coisas da sua bolsa, em busca de um pen drive que Chaz havia lhe dado.

Ele contou a ex delegada, que não colocou todas as gravações no pen drive da apresentação, porque — pode ser difícil de acreditar — haviam gravações ainda mais pesadas. Então, ele deu a ela, o pen drive com essas tais gravações. Ana fez uma cópia, entregando o original a delegada encarregada do caso de sua neta, e a copia ficou consigo.

— Você é um lixo de mãe! Um lixo! Você deveria pedir perdão a ela, a jurar que cuidaria dela, da sua filha! Da garotinha que você chegou no seu ventre, que esteve dentro de você durante nove meses! — Ana encarou a mulher, com nítido desprezo em seu olhar. Enfim havia encontrado o pen drive.

— Ele é doente, mãe, ele não fez por mal. — disse, chorando e se encolhendo na cama. Alicia não queria acreditar que seu marido, o homem que amou durante dezoito anos da sua vida, sentia prazer em machucar sua filha.

— Eu também sou uma droga de avó. Eu pensava "se eu agir com meu coração, e Bethany realmente for apenas uma mentirosa compulsiva, eu vou afundar minha carreira" então eu acabei ficando na minha zona de conforto, e permitindo que minha neta servisse de um relés brinquedo sexual ao próprio pai dela, ao homem que eu tratava como um filho! — Ana deixou seu corpo cansado cair na poltrona e desabou a chorar. — Eu prometi que não a deixaria sozinha no hospital, mas eu deixei, eu deixei e eu tenho certeza que ele a estuprou, ele estuprou minha pequeninha lá dentro daquele hospital, porque eu deixei! Eu dei passe livre. — a senhora encontrava-se desolada, chorando e apenas querendo cuidar da neta.

Depois de mais ou menos quinze minutos, levantou e foi até a televisão, enfiando o pen drive na entrada.

— Não mãe, por favor, não faça isso! — Alicia pediu, chorando.

Ana, ignorando as suplicas da filha, foi até a porta de saída e trancou a mesma, então pegou o controle e foi até a cama, sentando na mesma e iniciando o primeiro vídeo.

Aquele parecia recente, Daniel penetrava Bethany de lado, a nítida diferença de tamanho dos corpos deixava tudo ainda pior! O corpo pequeno e encolhido da menor, fazia com que o corpo grande de seu pai quase a cobrisse inteira. Ele virou de barriga para cima, segurando Bethany em cima de seu corpo, ela estava deitada em cima do pai, com as costas em seu peito, e só então podendo mostrar o rosto desacordado da garota. Ela estava inconsciente.

— NÃO MÃE, POR FAVOR, TIRA! — Alicia gritou levantando, e correu até a televisão, mas foi impedida por sua mãe, que a segurou forte e a obrigou a sentar na cama.

— Assista, ASSISTA! ASSISTA SUA UNICA FILHA, DESACORDADA, RECEBENDO O PÊNIS PODRE DO MARIDO QUE VOCÊ TANTO AMA! ASSISTA! — a senhora, gritou, cheia de ódio.

Daniel passou a gravar de cima para baixo, podendo pegar todo corpo nu da menina de apenas dezesseis anos. Ele segurou no seio dela, a estocando mais forte. A menina acordou assustada, amedrontada, chorando, Bethany estava desnorteada e tentava respirar, ao levantar sua cabeça e olhar para sua vagina, sendo obrigada a engolir o pênis dele, gritou por ajuda. Daniel jogou o celular sobre a cama, e possivelmente cobriu a boca da menina, já que ouvia-se apenas os ruídos, o colchão rangendo e a respiração forte do estuprador.

Não olhe, ohhh! Hmmm... tudo bem, já vai acabar, não olhe. — a voz ofegante do agressor foi ouvida, e o choro alto também.

Alicia estava de joelhos no chão, olhando aquela cena, ela reconheceu a manta que estava sobre a cama, a mesma manta! Aquela violência estava acontecendo em seu quarto, sua cama! Onde ela passou noites de prazer e amor com o marido!

JUSTIN BIEBER

11:40 PM.

Hospital Regional de Santa Mônica.

Eu estava dando a decima quinta volta nesse hospital, esperando por notícias da Bethany. Quando eu cheguei aqui, a levaram de pressa, ela estava sangrando ainda e meio pálida. Eu fiz sua ficha e tentei ligar diversas vezes para sua casa, mas ninguém me atendeu. Liguei para o Chaz, falando que se eu ficasse aqui sozinho, eu iria ficar paranóico, pois confesso que tenho pânico de imaginar que Daniel a estuprou dentro desse hospital, como ela contou. Charles estava com Ryan e Chris, e todos eles vieram. Talvez Bethany não goste muito, ambos já fizeram piadinhas idiotas com ela, mas agora eles sabiam de toda verdade, e teriam o mínima de compaixão.

Assim que vi os três se aproximado, levantei e comprimentei todos com um toque de mãos.

— A doidinha se retalhou de novo? — quando eu escutei aquela merda sair da boca de Christian, eu segurei seu pescoço, acertando socos nele, e só sai de cima do moleque, com puxões de Ryan e Chaz .

— Vai embora! VAI EMBORA ANTES QUE EU RETALHE VOCÊ! — gritei, completamente fora de mim.

Ryan me soltou e pegou Christian, que me encarava limpando o sangue de seu nariz. Ele foi arrastado por Ryan e logo uma enfermeira apareceu.

— Por favor! Comportem-se ou eu serei obrigada a convida-lo a se retirar! Isto aqui é um hospital, não um ringue de lutas!

— Entendi! — falei, sentando na maldita cadeira daquela sala de espera. Segurei meus cabelos, e respirei fundo.

— O que ela fez?

— A Ana a tirou da minha casa para conversar, ela voltou completamente transtornada e chorando ainda mais, eu falei para ela tomar um banho e então ela foi, depois eu ouvi uns barulhos estranhos, como golpes, e ela gritou, quando eu abri a porta ela havia cortado a própria barriga, de fora a fora, um corte fundo pra caralho! Ela estava sangrando muito, falou que odiava o corpo dela e eu a trouxe para cá. — contei tudo de uma só vez.

Eu achei que tínhamos conseguido ajudar ela. — Charles se mostrou frustrado e eu assenti, respirando fundo.

— Nós ajudamos, mas é muito mais complexo do que pensamos. Nós achamamos que livrando ela do Daniel, ela poderia sair no dia seguinte e ter uma vida normal, mas não é bem assim. Isso vai ser longo, muito longo.

Seu amor por ela vai aguentar? — perguntou, e eu respirei fundo e olhei para ele. 

Eu sinceramente não sei. — respondi, voltando a encarar o chão.

Eu só tenho dezoito anos, eu amo ela, é a maior verdade da minha vida. Eu descobri que estava apaixonado, e de repente descobri que era amor! Mas porra, é responsabilidade de mais para mim, e eu nunca fui a melhor pessoa para lidar com as outras, ainda mais com seus problemas. Eu não estou nem considerando a hipótese de deixar Bethany sozinha nesse momento, de simplesmente soltar sua mão e deixar ela se afogar, sem duvidas, agora, isso não vai acontecer, mas eu não posso controlar o futuro, eu preciso ser correspondido!

— Acompanhante de Bethany Callahan. — assim que escutei aquilo, eu levantei rápido, indo até o doutor. — Boa tarde, você é? 

— Um grande amigo da Bethany. Como ela está?

— Ela perdeu muito sangue, levou dez pontos, mas passa bem. Ela está descansando. Não há ninguém da família para que eu possa conversar?

— Não, mas acredito que estejam vindo. Tem algo a mais a dizer? — perguntei, preocupado.

— Eu teria que tratar desse assunto com algum parente próximo a garota, é um assunto delicado, ainda mais por ela ser menor de idade, seria bom tratar disso com os pais.

— Como está minha neta doutor, Bethany! Bethany Callahan. — a avó paterna de Bethany se meteu na minha frente, encarando o medico.

— A senhora tem documentos, comprovando o parentesco? — o cara perguntou e a senhora tirou os documentos da bolsa, ele viu e depois a entregou. — Me acompanhe, por favor.

Voltei ao banco e sentei, joguei a cabeça para trás e respirei fundo. A cada minuto que passa, eu sinto que vou enlouquecer.

— O que será que rolou?

— Não faço ideia. — respondi ao Chaz.

Minutos passaram, Ryan e Chris voltaram. Christian me pediu imensas desculpas, e eu me desculpei por seu olho roxo também. Mais algum tempo então Alícia e Ana entraram. Ambas estavam com óculos escuros, e me pediram para contar o que havia acontecido, assim que terminei, Janine saiu pela mesma porta que havia entrado a cerca de vinte minutos atrás.

A senhora levantou a cabeça, nos encarando com lágrimas nos olhos. Ela apenas movia a boca, parecia não conseguir pronunciar.

Bethany está gravida do Daniel.


Notas Finais


Primeiro: eu to chorando e não é pouco. Segundo: não julguem o Justin, ele é só um garoto de dezoito anos, e está apaixonado por uma depressiva e suicida!

Pesado, não é 😪 mas como eu sempre falo, necessário. Eu estava assistindo o noticiário, onde passou que uma garotinha de dez anos foi estuprada varias vezes pelo próprio tio, e engravidou, aos dez anos! E o pior, ela não vai poder abortar, por ser permitido apenas até as vinte semanas de gestação. Ela nem sabe que está gravida, pensa que tem um pedra na barriga dela. O mundo está cada vez mais cruel 😞 força para nossa bbzinha, tudo isso tem que passar!!!!!

Querem fotos exclusivas + Shippar Justhany, Dylhany, e qualquer porra, sem ser julgado + compartilhar do ódio pelo Daniel e outros personagens + spoilers quentinhos. Entrem no grupo de Help Me, mas só entrem se for pra falar, pq enfeite a gente usa em decoração. Bjinho.

Link do Grupo >>>>> https://chat.whatsapp.com/8TZNRhrxoII0MSCguj0Qrj

AVISO: A todas que eram ativas e foram removidas do grupo de Bethany, eu quero pedir minhas mais sinceras desculpas, de coração. Não quero que pensem mal de mim, e saibam que serão bem vindas caso quiserem voltar 😪

Dêem um FAV e aguardem, pois será de destruir: https://spiritfanfics.com/historia/secret-confessions-em-breve-9899269


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