História Help Me - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Colin Farrell, Justin Bieber, Penélope Cruz, Ryan Butler, Stella Hudgens
Personagens Chaz Somers, Colin Farrell, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Penélope Cruz, Personagens Originais, Ryan Butler, Stella Hudgens
Tags Ajuda-me, Drama, Incesto, Justiça, Justin Bieber, Vizinho
Visualizações 1.447
Palavras 3.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esse capítulo me quebrou as pernas (como diria minha prima) mas tamo seguindo, firme e forte. Eu não só quero como preciso dedicar esse capítulo as minhas bbzinhas.

Coldrew
Flourinex (ATUALIZA HEROINE BB) sem pressão rsrs)
Tulipz ❤❤

Boa leitura nenénssss

Capítulo 25 - Help Me - Chapter Twenty One - Good mom.


JUSTIN BIEBER

12:10 AM.

Hospital regional de Santa Mônica.

No exato momento em que Janine deu a notícia, Alicia desmaiou. Eu apenas sentei e respirei fundo algumas vezes, pensando em como eu queria matar aquele desgraçado. O pior é que não, ele não merecesse a morte, a morte é tão pouco para ele, é realmente muito pouco! Eu gostaria de coloca-lo em um quarto e torturar ele, até que aquele desgraçado morresse agonizando! Eu odeio o Daniel!

Uns enfermeiros levaram Alicia, falando que provavelmente a pressão dela havia caido. Foda-se, quero que aquela vagabunda se exploda.

Levantei, empurrando a porta e entrando, enquanto andava no corredor, encontrei o médico de Bethany.

— Eu preciso ver ela! — falei, ja sentindo a umidade em meus olhos.

— Ela está descansando. Quando descobriu so bebê, ficou muito atordoada, então tivemos que dopa-la. — contou, rabiscando algo em sua prancheta.

— Você não está entendendo! Eu preciso ver ela, só ver! Eu não vou incomodar, eu preciso ver ela. — implorei, secando as lágrimas que escorriam pelas minhas bochechas.

— Tudo bem garoto, quinze minutos, nem um segundo a mais, nenhum segundo a menos! — ele decretou e saiu andando em minha frente, sequei meu rosto de novo e entendi que era para segui-lo.

Entramos em um corredor e o homem empurrou a terceira porta do local. Entrei, olhando o corpo adormecido de Bethany e me aproximei.

— Não a acorde! — avisou, antes de sair e me deixar sozinho com ela.

Sentei na poltrona ao seu lado e segurei sua mão. Olhei para o rosto da garota e sorri com lágrimas nos meus olhos. Ela tinha uma expressão tão serena, como se não tivesse passando por todo esse inferno. Beijei seus dedos pequenos e machucados e encostei minha cabeça em sua mão.

— E-eu não quero responsabilidades agora, mas preferia mil vezes que essa fosse a nossa história. Queria que tivéssemos um namoro de infância, e agora, eu iria engravidar você, sem querer. — ri nasalado e sequei meu rosto, acariciando a mão dela. — Seria sobre nós, nada do show de horrores que você passou durante oito anos. Eu não me importaria em ter um filho agora, e te faria feliz todos os dias.

Fechei meus olhos e continuei a acariciar sua mão, querendo passar calma e tranquilidade a ela. Droga, tudo isso é tão complicado, e ela está sofrendo, que merda! Eu odeio o fato dela estar sofrendo tanto!

Acariciei a barriga da Bethany e olhei para o seu rosto, ela deu um longo suspiro, trocando de posição. Ela estava tão desncasada, com aquela expressão serena e inocente, como se não soubesse nada que estava acontecendo. Acho que entendo o porque de ela querer morrer tanto, para ter essa expressão gravada em seu rosto angelical, para sempre! 

Pode ser egoísmo, mas eu não vou deixar essa expressão se concretizar, não com ela morta, não com ela não podendo mais dar um único sorriso pra mim.

•••

BETHANY CALLAHAN

Eu tinha plena consciência de onde estava, o que havia acontecido e porque vim parar aqui, mas mantive meus olhos fechados, na esperança de que as últimas palavras que escutei, tivessem sido apenas um grande pesadelo. Respirei fundo e abri meus olhos devagar, levei minhas mãos até eles e os esfreguei, bocejando. Olhei para aquele quarto de hospital e respirei mais uma vez, tentando digerir tudo em minha mente.

O corte da minha barriga estava doendo um pouco, eu sentia fome, sede, mas se dependesse de mim, eu estaria contente em morrer de fome e desidratação. Apenas queria morrer.

A porta foi aberta lentamente e eu confesso que me assustei, meus olhos já estavam marejados. Eu podia jurar que Daniel entraria por aquela porta e me faria mal, mas graças a Deus, não era ele. A garota colocou a bandeja sobre a bandeja de apoio, presa na cama e eu olhei para aquele "café da manhã", vendo um sanduíche, iogurte, uma maçã e um copo de água.

— Bom dia. — a loira sorriu, de forma gentil, mas eu não tinha animo algum para sorrir de volta, nem que fosse por pura educação.

— Bom dia. — peguei o iogurte e bebi alguns goles, mas assim que o soltei, eu arfei de dor.

— Logo logo virão aqui para dar algum medicamento. Aguente firme. — outro sorriso e ela me deixou sozinha.

Bebi o iogurte todo e empurrei a bandeja. De repente a fome havia sumido. Eu não vou alimentar esse ser nojento que está na minha barriga, nem que eu morra de desnutrição, por isso.

Eu não vou alimentar você! — falei com ódio e estava com minha mão fechada em punho, para acertar minha barriga, mas novamente a porta abriu e o homem de jaleco passou por ela. Me fazendo perder a concentração.

— Como se sente?

— Ótima! Eu nunca tive dias melhores que este. — respondi e virei meu rosto para a janela, vendo o pequeno pássaro pousar na abertura. — Queria trocar de lugar com você. — sussurrei, o encarando fixamente, mas o maldito médico foi até a janela, espantando o bichinho e fechando o vidro.

— Quando vou poder tirar essa coisa de dentro de mim? — perguntei, direta.

— Isso é complicado, Bethany...

— Não me venha com essa merda de "isso é complicado". Eu estou gravida do meu próprio pai, essa maldita criança é fruto de uma droga de estupro! Não é complicado, é doentio deixar ela dentro de mim! — se ele queria me deixar nervosa, estava conseguindo. 

— Beba! — ele abriu sua mão, com dois comprimidos e na outra tinha um copo d'água.

VOCÊ NÃO VAI ME DOPAR DE NOVO! — gritei, mas coloquei minhas mãos na barriga, fechando meus olhos com força. Que dor!

— Isso são os remédios para dor! Mas se não se controlar, eu vou ser obrigado a te dopar. — novamente me ofereceu os remédios e eu peguei, colocando um na boca e jogando a água logo após e assim que o doutor Lamar encheu outro copo com agua, eu fiz o mesmo processo.

Deitei meu corpo para trás e neguei com a cabeça, sentindo algumas lagrimas trilharem um caminho dos meus olhos ao meu queixo.

— Eu não quero isso dentro de mim.

— Já estamos tratando disso. Eu vou avisar seus familiares que você já acordou. — aquele cara simplesmente fingiu não me escutar e saiu.

"Já estamos tratando disso?" Eu fui estuprada! Eu estou carregando essa droga de criança dentro da minha barriga! Eu deveria tratar sobre o que fazer com a porcaria do meu corpo!

Peguei a maçã na bandeja de dei algumas mordidas, talvez três, e não quis mais, colocando de volta na bandeja branca.

Cerca de oito minutos se passaram, e Janine entrou. Eu definitivamente não queria ver ela! Eu não quero ver ninguém!

— Pode sair!

Não seja tão dura... Por favor. — pediu, se aproximando e tocando meu rosto, deitei novamente não querendo sentir seu toque.

— "Não seja tão dura" um caralho! Você cansou de me chamar de vadia, vagabunda, e varios outros tipos de xingamento, enquanto seu filho me estuprava! Então, "não seja dura" um caralho! — nem eu estava me reconhecendo, mas a raiva estava me comandando naquele momento.

— Tudo bem, você tem todo o direito! Seu pai foi um homem horrível e repugnante, mas eu vim falar sobre o seu bebê, sobre o meu neto...

A cada palavra que saia da boca daquela mulher, eu não acreditava que estava conseguindo me surpreender ainda mais com sua insensibilidade.

Se você não quiser o bebê, apenas gere ele, deixe que esse pequeno fique no lugarzinho dele, seu ventre. Eu te imploro, meu bem. — ela tocou em meu rosto, e sua outra mão tocou minha barriga, com cuidado. As lagrimas não tinham uma trégua, eu estava em choque, estática, tão paralisada, que não conseguia nem estapear ela, para que não tocasse em mim. — Esse bebêzinho não tem culpa de nada! Ele é o ser mais inocente nessa história sórdida! Apenas deixe que ele cresça forte e saudável dentro de você, então me dê ele e eu prometo que você não será obrigada a olhar para ele! Eu prometo, Bethany! Não deixe que tirem ele daqui! Deus, nosso senhor! Ele nunca faz nada sem um grande propósito por trás, Deus jamais enviaria uma anjinho, se não fosse para o bem...

— Eu não quero esse coisa nojenta dentro de mim!— enfim consegui reagir e empurrei a mão dela. — Eu não vou deixar essa coisa vir ao mundo e estuprar garotinhas de oito anos, como o avô...— ri nasalado e neguei com a cabeça. — Ou devo chamar de pai? Paiavô! Que nojo! — respirei fundo, sentindo como ser oxigênio fosse limitado, e eu não pudesse o puxar para os meus pulmões. — Sai daqui, sua, sua, sua... Nojenta! Quer criar uma aberração? Transe com Daniel e tenha um bebê nojento com ele! Sai daqui!

— Pense nisso! Esse anjo não tem culpa, Thany! Ele não tem culpa de nada! — continuou a me torturar, até eu decidir cobrir meus ouvido e ela finalmente sair.

Apertei minhas mãos contra minha cabeça, enquanto tremia e sentia uma vontade imensa de me machucar, mas eu estava me segurando muito! Passei a me balançar na cama, deixando a dor na região do corte, intensa, e aquilo me acalmou um pouco.

Aquela droga de quarto estava muito movimentado, mas foi a primeira visita que eu gostei de ver, até aquele momento. Sofia entrou, com uma mulher alta, de cabelos cumpridos e uma expressão amigável. Ela era muito bonita.

— Oi, sou Diane, mãe da Sofia. — ela se aproximou e me abraçou, então beijou meu rosto e eu correspondi.

Sofia batia na perna de sua mãe, até a mulher a colocar sentada no leito, ela veio engatinhando até mim e me abraçou com força, sentando em meu colo. Gemi de dor e apertei dela, sentindo o cheirinho gostoso de seu shampoo infantil.

— Senti sua falta, amiga. — ela sussurrou, fazendo carrinho no meu cabelo.

Deitei a cabeça em seu ombro e funguei, tentando conter o choro. Ela teve o trabalho e vir me visitar, eu não queria assusta-la.

— Eu também senti a sua! — a afastei e fiz cócegas em sua barriga, ouvindo aquela gargalhada gostosa.

— Desde que ela descobriu que você estava aqui, me atormentou dia e noite, para vir, ver você. — Diane falou e eu sorri, acariciando as costas da pequena.

— Ela é um anjinho mesmo! Você é um anjinho!— segurei os bracinhos de Sofia e enchi seu rosto de beijos, fazendo ela rir alto.

— Ai, Bethany. — disse ofegante, quando eu parei. Sofia segurou meu rosto e deu um beijo em minha testa. — Seu papai machucou você, por isso está aqui? — perguntou, apreensiva.

Olhei para cima, piscando repetidas vezes, não querendo chorar diante dela. A encarei e assenti.

— É, ele é muito, muito mau, ele me machucou e eu vim para cá.

— Ohh, Bethany, vai passar, ta bom? Eu porometo. — ela me abraçou, fazendo carinho em mim mais uma vez.

— Tudo bem, obrigada, meu bem. — sorri e apertei ela. A dor daquele corte nem fazia diferença.

Sofia fez questão de deitar ao meu lado e me mostrar seus desenhos prediletos no ipad. Era tão bom ver que a salvaram a tempo, ela ainda era uma criança aparentemente feliz e estável psicologicamente. Claro, ela vai guardar aquela violencia para sempre, mas ela teve salvação. Ela não é uma desgraçada na vida, como eu, que com oito anos, assistia filmes pornográficos, e escutava seu pai falar que pretendia protaginizar cada um deles, com você, aos oito anos! 

— Sofi, sua avô chegou, quer ir lá buscar ela? — Diane levantou da poltrona e se aproximou de nós.

— Eu vou lá pegar seu presente com a vovó. — ela sussurrou para mim, como se fosse fazer uma surpresa. Ri e assenti.

A mãe da garotinha a pegou no colo e colocou no chão, ambas andaram até a porta e Diane a abriu, olhando para o corredor e vendo sua filha correr.

— Que bom que vocês a salvaram a tempo. — comentei e baixei a cabeça, olhando para os meus dedos. — Que bom que ela não perdeu a essência de criança, sendo obrigada a satisfazer sexualmente um maníaco, pedófilo. — cobri meu rosto e fechei meus olhos. Não seria novidade dizer que eu estava chorando.

— Oh meu Deus, que pecado! — senti os braços de Diane em volta de mim e encostei a cabeça em seu ombro.— Acabou, pequena, viu? Acabou! Ele não vai mais tocar em você. — ela tentou me confortar, e aquilo até serviria, se aquele desgraçado não tivesse deixado um maldito bebê dentro de mim.

Eu estou grávida. — contei e levantei a cabeça, olhando para o seu rosto. Ela tinha uma expressão de pena e pavor. — Gravida dele. Eu sinto tanto nojo! Eu sinto nojo de mim, desse feto, dele! — eu estava desabafando com um desconhecida, estava expondo meus problemas e minhas fraquezas a uma mulher que me viu pela primeira vez a uma hora atrás, eu precisava daquilo, precisava falar para alguém que nunca duvidou de mim.

— Sabe, quando eu fui banhar a Sofia, e vi que a vagina dela estava sangrando, eu me assustei e perguntei o que havia sido, minha filhinha, de cinco anos me olhou e falou: "Mamãe, o papai enfiou o pirulito dele em mim, doeu muito, mas ele não parou". Quando eu escutei aquilo, eu cai no chão daquele banheiro e chorei, senti nojo de mim, muito nojo! Nojo de não ter reparado dos olhares dele para ela, ou em alguns abusos anteriores, mas então eu pensei, o maior culpado é aquele desgraçado! Eu levantei e sai do quarto dela, desci as escadas e procurei o revólver dele, como não encontrei, peguei uma faca. Ele estava lendo um livro, de barriga para cima, tranquilamente, depois de obrigar uma criança de cinco anos a receber um pênis! Eu enfiei com tanto ódio, Bethany, tanta força! Eu enfiei aquela faca umas cinco vezes, e não me arrependo! Eu nunca vou me arrepender. Ele não pagou pelo que fez com a minha filha, ele merecia a tortura, assim como monstro do seu pai, mas ambos vão sofrer! Bethany, meu ex marido já está sofrendo, e seu pai também vai. Você não pode mais se preocupar com ele, ele não vai vir e machucar você nunca mais! Então, Bethany, pense em você! — ela tocou meu peito e deslizou a costa das maos em minha bochecha.

É perturbador pensar que eu e Sofia somos duas em meio milhões! É triste, é repugnante. Nossos pais! Nossos pais que tinham o dever de nos amar e proteger, fizeram questão de nos tirar a coisa mais pura que tínhamos, e nos fazer sofrer! Uma garotinha agora! Nesse exato momento está sendo abusada, um garoto, isso me atordoa! Doi muito!

— Faça algo por você! Faça o que você quer fazer! Você é uma garota tão linda! Você tem um sorriso iluminado, pense em você, nos seus estudos, faculdade, profissão. Você ainda vai orgulhar muita gente! Você é uma vencedora, uma sobrevivente...

— Não sou...

— Aqui vovó! — ouvi a voz delicada de Sofia e sequei meu rosto rapidamente, vendo ela entrar acompanhada da senhora Donovan. — Olha ela ali. — a pequena apontou para mim e eu sorri, prendendo meu cabelo.

Outro olhar de pena.

— Olá, querida. — a senhora me abraçou e acariciou minhas costas, me transmitindo carinho.

— Oi. — sorri e segurei a grande embalagem que Sofia me deu.

— Pra você, você é a menina mais linda do mundo e eu gosto muito de ser sua amiga! — ela falou, com aquele sorriso extremamente fofo.

Mordi meus lábios e passei a lingua sobre eles, abrindo a embalagem grande e me deparando com o urso enorme e aconchegante. O abracei e respirei fundo, ele tinha um cheirinho bom.

— Ah, Sofia! Eu amei! — troquei o urso por ela, a abraçando forte.

Nós passamos a tarde juntas, e vendo aqueles varios desenhos, conversando sobre coisas bobas, coisas realmente de criança! Eu me senti tão bem, por alguns momentos esqueci que tinha um projeto do demônio na minha barriga.

Por fim, depois de um abraço apertado, minha pequena foi embora na frente, com a sua mãe. Elisabeth pediu um tempo, para falar comigo e eu permiti.

— Eu só queria deixar claro que qualquer coisa que precisar, você simplesmente me chame! Conte comigo, por favor! Eu confesso que não entendi muito o convite para o aniversário do seu pai, mas aquilo me tocou de uma forma! Você é uma menina incrível, você é tão forte, tão forte, querida. Eu sou avó paterna da Sofia, e quando Diane me ligou chorando, eu peguei meu telefone e liguei para a policia, fui até a casa deles e fiquei lá com a minha neta e a minha nora, esperando a polícia chegar. Ambas estavam muito desestabilizadas, então eu cotei a policia que meu filho...— ela engoliu em seco e largou minha mão, secando o rosto, mas logo segurou de novo. — Estava estuprando minha neta de cinco anos, quando minha nora, grávida de oito meses, chegou e pegou ele no flagra, ela partiu para cima dele, e ele tentou a enforcar, então ela deu facadas nele. Legítima defesa. — Elisabeth olhou para baixo e chorou durante alguns segundos.

Eu queria muito que minha avó fosse assim. Eu queria ser dessa família!

— Foi a coisa mais dolorosa desse mundo, acreditar que meu filho, meu único filho homem, o homem que eu criei para ser um pai zeloso e protetor, havia estuprado a minha netinha de cinco anos! Ela é tão pequena! Ele pegou vinte e dois anos de prisão, e quando ele sair, eu vou obriga-lo a nem pensar em ir ver minha neta. Desculpa estar jogando todas essas coisas, eu só queria deixar claro que eu estou do seu lado!

— Minha avó paterna quer me obrigar a ter uma criança que ele enfiou em mim. — foi a minha vez de soltar sua mão para secar o meu rosto.

— Você está gravida? Oh meu Deus! — a senhora Donovan me puxou para um abraço e beijou meu rosto. Abracei seu corpo rechonchudo, tão aconchegante e chorei, chorei, querendo que tudo aquilo fosse a droga de um pesadelo.

— Eu quero morrer. — falei entre dentes.

— Não! Não diga isso. Olhe, faça o que você quer! — ela segurou meu rosto, olhando em meus olhos. — Faça o que você quer! Não ouça a doente da sua avó! Por mais que eu ache que você não merece ter essa criança, que com certeza ela acabaria com qualquer perspectiva de recuperação sua, apenas faça o que seu coraçãozinho mandar.

Nossa atenção foi desviada para o corpo pequeno, próximo a nós.

— Mamãe pediu para avisar que vamos no McDonald's aqui na frente.— Sofia avisou, se balançando.— Thany, você tá grávida? — perguntou, com um grande sorriso no rosto. Engoli uma grande quantidade de saliva e respirei devagar.

— Sim. — respondi sem ânimo.

— Que legal! — ela veio correndo até mim, levantando minha blusa e enchendo a minha barriga de beijos.— Oi bebê, você vai ter uma mamãe muito, muito, muito boa! 


Notas Finais


Orraaaaa Sofia, não faz isso não, não faz isso nãoooooooooo.

Só pra me gabar, tenho mais 3 cap prontinhosssss, prometo postar rapidinho.

Querem fotos exclusivas + Shippar Justhany, Dylhany, e qualquer porra, sem ser julgado + compartilhar do ódio pelo Daniel e outros personagens + spoilers quentinhos. Entrem no grupo de Help Me, mas só entrem se for pra falar, pq enfeite a gente usa em decoração. Bjinho.

Link do Grupo >>>>> https://chat.whatsapp.com/8TZNRhrxoII0MSCguj0Qrj

AVISO: A todas que eram ativas e foram removidas do grupo de Bethany, eu quero pedir minhas mais sinceras desculpas, de coração. Não quero que pensem mal de mim, e saibam que serão bem vindas caso quiserem voltar 😪

AVISO2: Nossa querida e amada autora de Uma Dose, está de voltaaaaa, e como sei que compartilhamos muitas leitoras, caso alguém não saiba, aqui está o link https://spiritfanfics.com/historia/uma-dose-de-amor-duas-doses-de-sexo-9956189 e pra quem não lê, eu SUPER recomendo.


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