História Help Me In This Secret - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Longfic, Menção Jihope, Najuzinha, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Exibições 85
Palavras 2.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei? Sim, desculpa. Mas meu celular encheu de vírus e eu não faço ideia de onde surgiram.

Enfim, mil desculpas!

Boa Leitura! ❤

Capítulo 34 - Ele é seu filho!


-Vamos, Jihoon. Que demora! - Bon-Hwa estava na porta do quarto impacientemente, esperando sua namorada.

-Vamos! Agora, eu estou pronta para dar uma pequena lição em uns pais por ai.

-Vocês realmente não precisam fazer isso! - Taehyung apareceu na sala, de braços cruzados e lábios destacados suficientes para virarem um bico grande.

-Aaaah, meu bem, precisamos sim. E já estamos a caminho. - Ela respondeu. Pegou sua bolsa preta, enlaçou sua mão ao Kim mais velho e deu um pequeno beijo na bochecha do mais novo. - Só volto quando eles entenderam que têm que te pedir desculpas.

-'Ta bem, sua teimosa! Já até sei quem o Gukkie puxou.

-Aish, garoto. Veja como trata sua noona!

-Desculpa, Noona! - Fez beicinho e um pequeno aegyo. - Mas, sério, Tia Jiyoon. Fica! Não vai! - Ele segurou-se na cintura da mulher, impedindo que ela se movesse.

-Me solta, Taehyung! Bon-hwa faz alguma coisa!

-Taehyung, solta ela! Nós queremos te ajudar!

Mas Taehyung não soltava. Ele se agarrava mais, sem machucá-la, sendo segurado pelos ombros por seu pai.

Ele esperneava assim como uma criança.

Implorava para que os mais velhos atendessem seus pedidos.

Mas de nada adiantava. Até que...

-Gente, que calor que está fazendo! - Jungkook apareceu na sala, apenas de toalha, reclamando.

-'Ta calor mesmo! - O Kim desgrudou da sogra e encarou o peitoral desnudo do namorado. - Nossa...

A Jeon mirou o Kim mais velho e fez um sinal de silêncio, ficando na ponta dos pés e dirigindo-se até a porta da casa. Bon-Hwa a seguiu do mesmo jeito e fechou a porta devagar.

Enquanto isso, Taehyung continuava hipnotizado nos cabelos molhados do mais novo, do peitoral exposto, assim como o abdômen. A toalha amarrada abaixo da linha V.

A pele branquinha brilhando...

Ou ele era um adolescente com muitos hormônios, ou seu namorado era gostoso demais. Tão gostoso que fazia ele esquecer da própria tristeza, da melancolia, por alguns segundos.

Na verdade, não só a sensualidade de Jungkook contribuiu para o alívio da sua alma... Mas todos os mimos recebidos por ele desde quando acordara.

-Amor, acorda! Vai ficar aí, babando? - Jeongguk esticou os braços à frente de seu corpo. - Vem aqui, pegar seu namorado.

-Voou. - E Taehyung foi até o mesmo.

Encontrou seus lábios aos alheios, movimentando devagar sua língua de encontro com a língua do namorado, quem comandava o beijo.

Enlaçou suas mãos nas madeixas macias e encharcadas, enquanto sentia sua cintura tomada com posse e seu corpo pendia para frente.

Taehyung desceu a mão pela nuca do garoto, logo alcançando as costas e o bumbum do mesmo. Deixou um pequeno apertão, escutando reclamações murmuradas de Jungkook.

-Pelo amor de Deus, amor! Maldita hora que eu inventei em ser o passivo.

-Não sei do que você está reclamando. - Virou o corpo do namorado, puxando o corpo dele de encontro ao seu. - No dia, você não reclamou hora nenhuma. E só pediu mais. 

-Ai, hyung. Não fala assim!

-Por que não? É mentira? - Carinhosamente, estalou um beijo na bochecha do namorado e sorriu ao ver os dentinhos que tanto amava aparecendo também. O viu negando. - Então... Não tem porque tanta reclamação...

-Até ontem você 'tava chorando para caralho.

-E vou chorar mais. Por isso eu preciso passar um tempinho com você. Aliás, sem sexo. - Encarou seu namorado meio de lado, ainda analisando as palavras que fariam seu coração doer menos. - Fica comigo, apenas me fazendo carinho, eu lhe fazendo carinho...

-Claro, amor.

-Porque... Sua mãe, e o Bon foi chamar meus pais. E se eles não vierem, eu vou chorar. E se eles vierem, também vou chorar.

-Mas eu não quero te ver assim. - Virou de frente novamente e beijou a testa do Hyung. - Eu só quero ver o sorriso mais lindo do Universo inteiro bem radiante, me cegando.

-Não exagera, vai!

-Não estou. Coisa mais linda!

-Estou com vergonha. Pare! - Cobriu o rostinho com as mãos grandes, fazendo Jungkook sentir uma leve overdose de fofura repentina.

Sentiu-se bipolar.

De verdade, seu namorado era peculiar; era adorável de natureza, mas há segundos atrás estava... salientando sua bunda e, agora, estava sendo fofo novamente.

Suspirou derrotado.

Abraçou a cintura fina, beijando as bochechas salientes do garoto.

-Vem, hyung, eu vou encher seu coração de amor, e não deixar espaço para tristeza.

-Meu coração é todo seu mesmo. Faça o que quiser. - Taehyung declarou.

-É meu mesmo? Só meu? - Deu um selinho rápido a cada sílaba dita. - Então, venha!

 

Taehyung segurou a barra da toalha de Jeongguk e tirou rapidamente.

-Kim Taehyung, qual o seu problema!? - Cobriu suas partes íntimas. Escutava risadas escandalosas vindas de outrem, quem balançava o pano para direita e para esquerda. - Aish, eu não posso abaixar a guarda!

 

-Desculpa, só queria ver se você estava de cueca.

-Era só perguntar! Me da minha toalha, seu tarado.

-Seu gostoso.

-Ai, você não existe, Taehy. - Jeongguk decidiu desistir de chamar a atenção do Kim e riu, pegando a toalha vermelha das mãos alheias e enrolando em seu corpo. - Vou vestir uma roupa, antes que você me ataque novamente.

-Vou contigo.

-Ai ai ai ai! - Correu em direção o quarto, fechou a porta rapidamente, sendo seguido por um Kim sorridente e brincalhão.

-Você é um bobo, Gukkie.

-Deixa eu te pegar, vamos ver quem é o bobo. - Gritou do quarto trancado.

-Ah é? Então, me mostra! - O mais velho deu duas leves batidas na porta e, na terceira, não conseguiu terminar o toque; foi puxado para dentro de abrupto. - Seu safado!

-Olha quem fala... Mas é sem sexo.

-Sem sexo! - Jogou-se no corpo de Jungkook e o abraçou, deixando ser levado até a cama.

-Vou me vestir, aí eu volto para cama e te faço bastante carinho, até você ficar enjoado de mim. 'Ta bem?

-Me enjoar de você? Jamais! Estou esperando, mas vem logo!

-Calma, apressado.

-Eu te amo. - Disse, de forma simples e sem muitos rodeios.

-Eu te amo muito mais. - Jeongguk respondeu sorridente.

Incrível como as três palavrinhas vindas de Taehyung mexia com seu coração de forma exagerada.


~x~

-Eu quero conversar com vocês! E não tem a opção não. - Já havia entrado pelo portão e seu namorado a seguia.

-Entra, Jiyoon. - A mãe de Taehyung abriu a porta e seu rosto não passava de expressões cansadas e chorosas. - Vou chamar o meu marido.

-Obrigada. Vem, Bon-Hwa.

 

Os dois entraram na casa humilde, mas arrumada e impecável. Avistaram uma das irmãs de Taehyung, quem correu de encontro aos adultos.

-Tia Jiyoon, cadê o Tae? Ele não me responde! - Ela estava desesperada e com o celular na mão, aberto no contato do irmão.

-Não se preocupe, anjinho. Ele está bem, mas vai ficar melhor ainda depois que eu tiver uma conversinha com seus pais. - Acariciou os cabelos castanhos da garota e sorriu fraco. - Você pode me dar um minutinho?

-Claro. Será que... - Sussurrou bem perto do pai do irmão de coração. - Eu posso ver o Tae? Me levem para vê-lo! Eu estou com saudades dele já.

-Claro, pequena. - O homem disse.

-Então... O que quer me dizer, Jiyoon? - O mais velho de todos ali apareceu com uma carranca característica. - Oh! Bon-Hwa?

- Amigo, o que você fez? Por que fez isso com o Taehyung? - O homem mais novo levantou do sofá e questionou bem nervoso.

-Acalma, Bonnie, acalme-se. - Ela fez o mesmo, acariciado os ombros e braços formes do namorado.

-Eu não fiz absolutamente nada demais. Minha casa, minhas regras!

-Vocês estão cometendo um erro muito grande! Parem, antes que se arrependam. - Jiyoon tentou advertir, porém, parecia inútil.

-Ele que deveria se arrepender de fazer isso com a gente. Meu filho? Gay? Não... Isso não! - A carranca não saía do rosto cansado e masculino; ele parecia convicto que seus pensamentos arcaicos estavam certos.

Jiyoon até entendia que dessa forma ele fora criado. Aliás, todos ali foram criados para aceitar que o famoso "normal" é amar de uma só forma: Homem e Mulher, juntos, para sempre.

As aparências acima de tudo, porque a opinião alheia parece mais importante do que a realização própria.

-O Taehyung nos decepcionou tanto. Por que ele fez isso comigo? Onde eu errei, meu Deus? - A mãe do Taehyung  deixava lágrimas cair de seus olhos e, pelo jeito, parecia que fora assim toda a noite.

-Arrepender de amar? Ele é seu filho. Filho. Não saiu do seu ventre, como o meu saiu, mas você criou o garoto de uma forma que muitas não são capazes. - Ela argumentou.

A outra mulher permaneceu calada, pensando algo.

 -Você criou meu filho. - A Jeon continuou. - E seu preconceito idiota te fez xingá-lo. Sua sorte que eu não estou naqueles dias e tenho em meus pensamentos que Violência gera Violência, senão já tinha voado em seu pescoço.

-Amor, acalme-se.

-Não, é sério, Bon-Hwa! O Jungkook não tem culpa não. Ele não tem culpa da mente pequena de vocês.

-Jiyoon... Admito, eu fui um pouco rude com o Kookie. Me des...

-Um pouco? - Riu em escárnio. - Dirija ao meu filho daquela forma a qual ele me disse de novo, e eu não olho na sua cara nunca mais.

Os homens apenas observavam a cena, trocando olhares decepcionados ou enraivecidos ou ainda cansados.

-Jiyoon...

-Não quero papo! Desculpas você peça ao Jungkook, não a mim.

-'Tá bem. - Apenas confirmou, mas a mulher mais nova sabia que não havia a convencido.

-Agora, sobre o assunto principal: Taehyung. Ele é seu filho, poxa...

-Era. - Ele disse ríspido.

-Era? Como assim era? - Dessa vez, até Bon-Hwa não acreditou. Trocou olhares de horror com sua mulher e a viu balançar a cabeça em negação.

-Vocês estão loucos, definitivamente, Loucos. Que papelão, ein!? - Ela voltou a sentar-se e revirou os olhos. - Pelo jeito, vamos ficar aqui por um longo tempo discutindo.

-Entendam, de uma vez por todas: Eu não tenho um filho viadi...

-Nem termine essa frase! Não termina! Senão, vamos sair aos socos e pontapés. - Jamais perdera a paciência de uma forma tão clara, mas o coreano não tinha mais nenhum fio dela para gastar.

Afinal, mesmo não tendo um laço forte com o filho, nesses poucos contatos que tiveram, pôde perceber quão doce ele era.

Não merecia xingamentos tão toscos e agressivos.

-Bon-Hwa, você só 'ta aceitando assim de bom grado, porque quer reconquistar o Taehyung... Ja que não conseguiu com seu dinheiro.

-O que? - A namorada precisou segurá-lo para que ele não avançasse no homem já velho em demasia.

-É a verdade, e me responde uma coisa? - O homem acomodou-se no sofá oposto, tendo sua mulher ao seu lado, enquanto o outro casal parecia desconfortável onde estava. Inclusive, a cada dois minutos, Jiyoon revirava os olhos e Bon-Hwa bufava. - Quando ele te contou que... Que...

-Que era gay? Tem um bom tempo. - Nem quis saber o motivo da pergunta, apenas pelo fato da surpresa e a pequena indignação presente nos outros dois.

-Você quer dizer que...

De pronto, ele entendeu. Também entendeu que aquela era uma ferida e talvez cutucá-la fosse a melhor forma de abaixar a guarda tão bem posta por tais.

-Quero dizer não, eu disse. Ele me contou primeiro do que vocês. O que acontece é que Taehyung sempre teve medo das suas reações e vejo o porquê. - Buscou apoio no olhar da amada e sorriu ao vê-la pensando tão dispersa. - Ele me pediu sigilo. E quanto ao namoro com o Jungkook, a Ji me contou. Mas eu já imaginava.

-Como? Vocês nem se falavam direito. Pelo menos, era o que eu percebia. - A senhora que já tinha parado de chorar, apenas soluçava de vez em quando, questionou.

Apresentou um ponto que era verdade.

-No sitio, quando levei eles para lá, eu via os olhares dos dois.

-Jungkook nem disfarça, amor.

-Nem o Taehyung.

-Eu não sei onde querem chegar com isso!

-Eu quero explicar para vocês uma coisa. Eu sou da Coreia do Sul. A sociedade coreana na qual fui criado é, pelo jeito, mais "rigorosa" quanto aos padrões do que aqui.

-Sim, é verdade. - Jiyoon concordou.

-E... Sinceramente? Penso que um dos motivos disso seja a importância que as próprias pessoas dão aos padrões e as aparências.

-É verdade também, amor.

-Quando o Taehyung me contou, eu também chorei, tive uma luta interna sobre aceitar ou não, passar por cima dos meus padrões ou não. E fiquei parado, sem reação. - Deu uma longa lufada de ar, para concluir então sua fala. - Olha, quando eu vi o Tae indo embora, virando as costas para mim... Eu me lembrei de quando fiz isso com ele. Eu queria realmente reatar nossos laços de afinidade, mas ver meu filho chorando por uma simples falta de entendimento da minha parte, foi tão dolorido.

-É por isso que eu sempre observei o Jungkook direitinho, para ter certeza de que eu não ia ter surpresa nenhuma...

-Porque você queria seu filho assim. - O homem calvo disse sem pensar, logo, recebeu um sermão da própria esposa.

-Só não queria ser uma troglodita como você. Beijos, querido. - A língua afiada dos Jeon's era quase como uma dádiva incurável.

-Amor... Deixa eu falar. - E a paciência e carinho na voz doce e grossa do Kim novamente, fazendo com que ela voltasse a calar. - Ele é meu filho e eu sinto isso em meu sangue. E ele é seu filho e seu também. - Apontou para ambos adultos a sua frente. - Vocês não sentem aqui, em seus corações de pais?

-Eu não queria isso para o meu filho, não queria mesmo. Ele vai sofrer tanto...

-Ele está sofrendo agora... Por culpas suas. Vocês não querem ser o porto-seguro deles ao invés de serem o primeiro obstáculo? - A mulher argumentou. - Sou bem mãe-coruja, e você também é, amiga. Por favor.

-Ele não quer que vocês sejam uma Jiyoon da vida, que ama brincar, tirar sarro como diz esses jovens, a ponto de constranger o próprio filho... Só respeitem. Respeitem o espaço deles, o namorado dele... - O homem estava convicto de que conseguiriam, ele e sua mulher, a convencer os outros dois.

-Respeitem o Taehyung. Respeitem assim como ele sempre respeitou vocês e custou a contar sobre o que ele é.

-Respeitar...

-É, respeitar. O Taehyung é um garoto incrível, graças a vocês e todo o amor que vocês deram a ele. - Bon-Hwa sorriu. Um sorriso que até de longe lembrava o de Taehyung. - E eu só tenho a agradecer por isso.

-Ele é muito apegado a família. Muito. Ele está sofrendo, gente.

-Eu tenho medo do que venham falar dele, de nossa família... - Os pais do Taehyung tentavam a todo custo manter-se calmos, mas estavam extremamente fragilizados.

-Não dêem importância! Vocês se amam e isso é crucial. - Jiyoon argumentou.

-Eu sei... Mas...

-O que passou em suas cabeças quando mandou o coitado para fora de casa?

-Eu não sei, eu estava com raiva e medo. Me arrependi já!

-Então, o que está esperando para ir la em casa e pedir desculpas ao Taehyung?

Eles se olharam, questionando em silêncio  se deveriam ou não aceitar a proposta. O que irritava profundamente Jiyoon.

Era o filho deles quem estava chateado, triste, choroso e muito amuado por causa da falta de entendimento dos pais.

Aqueles em que são os primeiros que recorremos em momentos difíceis.

Aqueles em que mais confiamos. Aqueles que são os nossos primeiros amigos.

A família é o apoio de todo ser humano.

Estraçalha qualquer coração quando há uma perda grande nela, e a Jeon sabia que Taehyung sofria.

-Anda, seus dementes! O Taehyung está esperando um pedido de desculpas! - Ela levantou, Bon-Hwa levantou.

Esperaram uma reação dos outros dois.

Nada...

Nada...

-Eu vou trocar de roupa. Vamos, querido, vamos ver nosso Tae.

-E peçam desculpas!

-Entendemos, Jiyoon!


Notas Finais


Desculpem qualquer erro...

Vamos lá, vamos lá!

Não desanimem...
Eu estou com medo do próximo capítulo, porque me lembro da minha "conversa" com mãe e não foi nada legal.
Espero não deixar isso me afetar :)

❤ Obrigada por todo o apoio e amor por essa fanfic, meus amores. Até o próximo!


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