História Help Me My Angel - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook
Exibições 57
Palavras 2.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só, vou avisar aqui no início e no final também.

O Jimin por enquanto não vai aparecer mas... ELE VAI APARECER ENTÃO ACALMEM AS PPK AI EM KKK
Confiem na Titia que ela sabe o que faz.

Boa leitura.

Capítulo 3 - Sem Nenhum Apoio


Fanfic / Fanfiction Help Me My Angel - Capítulo 3 - Sem Nenhum Apoio

Pov. Kook

Entrei dentro da casa da minha avó e vi ela sentada na pequena poltrona velha no canto da sala. Assim que seus olhos me encontraram ela levantou em um salto - coisa quase impossível por todos os problemas de saúde que ela tem - e correu para o meu lado.

  - Meu amor... Onde você estava? - perguntou ela segurando meu braço com leveza. 

  - Não vem com essa... Você sabe onde eu estava. - disse puxando meu braço do aperto dela. 

  - Não fale assim... Eu estava preocupada com você meu amor. - ela disse levando as mãos em meu rosto. - Por que está chorando? - ela perguntou e eu revirei os olhos. 

  - Me deixa está bem. Eu não tenho que dar satisfações da minha vida para você. Na verdade você só faz isso não é? Você só se intromete... É culpa sua. - disse levantando minha voz. - Por culpa sua eu não tenho mais ninguém. Tanto Namjoon quanto Jin me deixaram. E é tudo culpa sua. Espero que esteja satisfeita. - gritei e ela se encolheu assustada.

  - Namjoon nunca foi homem para você. - ela disse simples. - Você merece coisa melhor. - ela disse e eu perdi a paciência.

  - Mereço coisa melhor? Mereço coisa melhor?! - gritei e levei as mãos para a cabeça, meu sangue fervia e eu sentia que explodiria a qualquer momento. - Você não sabe de nada. Não sabe o que eu mereço ou não mereço. Você me fez perder o único ponto de paz que eu tinha. Culpa sua eu machuquei alguém que me amava... É tudo culpa sua. - disse encostando meu dedo no peito dela indicando que ela era a culpada.

  - Você não pode me culpar de não enxergar e muito menos saber o que é amor. Você causou esses ferimentos no Jin. Você causou essa perda, agora aguente as consequências. - ela disse e eu perdi a razão.

  - Você é tão idiota... Dizendo que eu tive culpa? Eu não sou culpado. Você devia ter cuidado melhor de mim. - disse e me aproximei encarando os olhos dela. - Eu não sei o que pensei quando sai da minha casa para morar com você... Eu odeio você. - disse e os olhos dela se encheram de lágrimas e meu peito se apertou pois sabia que era mentira. - EU TE ODEIO. - gritei e corri para a rua. Corri para longe de tudo... Para fugir do inferno que eu sempre causava. 

(...)

Abri meus olhos e vi a escuridão da noite no céu. Depois de sair da casa da minha avó eu vim para a mesma rua deserta de quando conheci Jin e comecei a beber. Diferente de meses atrás, dessa vez eu tive coragem e comprei uma vodka, depois de beber ela todo e usar algumas drogas que tinha guardado para mim, eu apaguei.

Me sentei no chão e peguei meu celular, vi várias mensagens e ligações; algumas da minha avó, outras da minha mãe e uma ligação e um menagem do Jin. 

Abri primeiro a mensagem do Jin e li.

"Liga para sua mãe... É bem importante."

Assim que li meu peito se apertou. Disquei o número da minha mãe e esperei ela atender.

  - O que foi? - ela atendeu com uma voz sofrida e seca.

  - Você tentou me ligar? - perguntei ainda sentindo o efeito da droga em meu corpo. 

  - Liguei sim idiota... Você estava ocupado demais fazendo coisas erradas para se importar com sua própria avó? - ela perguntou e meu peito se apertou me fazendo levantar rapidamente.

  - O que tem minha avó? - perguntei desesperado.

  - Eu cheguei na casa dela depois dela me ligar chorando e ela estava desmaiada. Tive que ligar para uma pessoa que eu odeio só para socorrer ela. - ela disse e lágrimas tomavam meus olhos. - Quem me ajudou a levar ela para o hospital foi o Seokjin. Pelo menos isso de bom ele faz. - ela disse e eu só conseguia pensar na minha avó.

  - O que minha avó tem? - gritei no telefone. 

  - Ela não tratou uma pneumonia. E está muito mal... Talvez não tenha mais o que fazer. - ela disse e minhas forças se esgotaram me fazendo fraquejar as pernas e me apoiar em uma parede. 

Minha avó está morrendo... Por minha culpa. É tudo minha culpa.

  - Onde ela está? - pedi tentando normalizar a minha respiração e minha mãe suspirou do outro lado da linha.

  - Liga para seu amigo... Ele te trás aqui. - ela disse e desligou me deixando desesperado e logo liguei para Jin pedindo para ele me buscar e ele assim fez.

(...)

Assim que cheguei no hospital avistei minha mãe na porta.

  - Onde ela está? - perguntei desesperado e ela segurou meus braços.

  - Ela está na UTI... - ela disse de cabeça baixa. - E você não pode entrar. - ela disse e meu peito se partiu.

Eu tenho que falar com ela. Tenho que dizer que era mentira. Dizer que eu amo ela. Dizer que ela é a maior força da minha vida.

  - Eu tenho que entrar. Eu quero ver minha avó... - falei em um tom de voz alto fazendo o segurança do hospital se aproximar pedindo silêncio. - Vocês não podem fazer isso comigo... Eu preciso ver ela... - disse e o segurança me encarou.

  - Rapaz. Você precisa fazer silêncio. Aqui não pode ficar gritando. - ele disse calmo com as mãos nos bolsos da frente.

  - Você não entendeu. Ela acha que eu odeio ela... Ela está aqui por minha causa, eu tenho... Tenho que pedir desculpas. - disse já chorando e ele encarou minha mãe que me segurava firme para não entrar para dentro do hospital e procurar minha avó.

  - Se ele não sair daqui vamos chamar a polícia senhora. - ele disse virado para minha mãe e eu neguei com a cabeça ainda chorando.

  - Jin... - pela primeira vez minha mãe chamou Seokjin pelo apelido. - Você pode levar ele para sua casa? - ela perguntou e só nesse instante percebi que Jin observava tudo. Só assim senti os braços dele rodearem meu corpo.

  - Vamos JungKook... - ele disse com o tom de voz calmo me levando para o carro e dando partida para a casa dele. 

Durante todo o caminho eu chorei, pensava na última frase que disse para minha avó e chorava ainda mais. Vez ou outra Jin colocava a mão em minha perna e apertava tentando me passar força do modo dele.  

Sem perceber assim que paramos em frente à casa do Jin meus olhos pesaram e eu não conseguia me mover. Sentia que minhas forças foram tomadas e sem paciência Jin me pegou no colo e começou a caminhar para dentro da casa. 

Assim que senti algo macio em baixo de mim e Jin começou a se afastar meu mecanismo de defesa entrou em colapso e eu agarrei o braço dele.

  - Fica comigo... - disse e ele me encarou. - Por favor... Eu preciso de você. - disse com lágrimas em meus olhos e ele assentiu se deitando e me puxando para deitar no peito dele fechando meus olhos e tentando me acalmar e rezei para que tudo desse certo.

(...)

Com um toque de telefone eu fui acordado dando um salto da cama e Jin me encarava ainda deitado intercalando seu olhar do telefone para meu rosto. Ele se levantou e a cada passo que ele dava meu coração falhava junto com minha respiração. Como se eu me afogasse fui perdendo o ar gradativamente até que ele pegou o telefone.

  - Alô? - falou e eu não conseguia me mover. - Sim ele acabou de acordar. - ele disse e eu lentamente virei meus olhos e vi no relógio marcando seis e vinte da manhã. - O que? - ele disse e meu coração parou quando ele levou a mãos para os cabelos e puxou. Era ela... Era minha avó... Eu sabia. - Vou... Eu... Eu vou levar ele aí. - ele disse logo em seguida desligando e levando as mãos ao rosto, instantaneamente eu levei minha mão na boca para prender o grito que queria dar. Não podia ser o que estou pensando.

  - O... O que aconteceu Jin? - perguntei em um fio de voz e ele me encarou com os olhos marejados e nesse momento eu soube... A melhor parte da minha vida havia me deixado. Ela simplesmente me deixou.

  - Eu... Eu sinto muito JungKook. - ele disse me fazendo desabar e chorar. 

Meu peito doía, parecia que eu estava sendo rasgado de dentro para fora. Cada suspiro que eu dava queimava tudo por dentro e minha mente girava. Lágrimas tomavam meus olhos me impedindo de enxergar. 

Eu perdi... Eu perdi minha avó. Ela me deixou, ela me abandonou e está doendo mais do que eu pensava que iria doer.

  - O... O que... Eu vou... Fazer agora Jin... A minha velhinha... Meu pequeno caquinho... Ela me deixou. - disse e ele se aproximou da cama me puxando para um abraço e eu desabei.

 Desabei sentindo minha vida se esvaindo junto com as lágrimas. Para mim agora nada tem sentido. Eu vou viver por viver. Ou talvez nem valha a pena viver.

  - Jin... Deixa... Eu morar junto com você? - perguntei olhando nos olhos dele.

  - Eu não quero você aqui JungKook... - ele disse e eu arregalei os olhos.

  - Como assim? - perguntei e ele se levantou me deixando na cama.

  - Você só pode ser idiota não é? Eu e meu irmão estragamos a sua vida. Você era normal e agora olha para você, viciado em drogas e em álcool, se envolveu com uma pessoa que tentou te estuprar e agora está pedindo abrigo para o irmão dele? Você é louco. - disse ele sorrindo. - Eu não quero mais ver você. Só aceitei cuidar de você porque você precisava. Agora chega. Você tem que parar de depender das pessoas. Caralho JungKook, eu te amo mais que tudo, mas você tem que parar de depender do outros. Você perdeu sua avó e está procurando outra pessoa para tomar o lugar da sua avó assim... Tão facilmente? - ele disse e as lágrimas tomavam meu rosto. - Você tem que acordar para a vida JungKook. Ninguém vai cuidar e nem aguentar você para sempre, então você tem que tomar uma atitude, e se para isso eu tiver que te expulsar da minha vida, eu farei isso. - disse e eu neguei.

  - Eu não quero sair da sua vida. - disse e ele sorriu.

  - Cala a boca. - ele gritou e eu o encarei assustado. - Eu e meu irmão ja estamos ameaçados de morte. Você acha que eu tenho algum futuro JungKook? Você acha que vou poder te proteger tentando não morrer? Eu não quero um peso morto. Eu preciso sumir, e te carregar comigo só vai me trazer prejuízo ou morte. - ele disse e eu não acreditei... Não pode ser. - Agora... - ele se aproximou e segurou meus braços me levantando da cama e me arrastando para fora do quarto e parou na porta da sala. - Agora vai embora. Vive a sua vida e tenta sonhar um pouco JungKook. Estude, se divirta. Esqueça as drogas e todos os problemas e foque no futuro. - ele disse e eu neguei. - Me promete que você vai estudar... Me promete que você vai tentar construir uma vida melhor do que a minha? - ele perguntou e eu não respondi, eu estava sem reação. - ME PROMETE? - ele gritou. - Por favor. Só assim vou poder deixar você partir. - ele disse e eu assenti ainda em lágrimas.

  - Eu... Eu prometo. - disse e ele sorriu se aproximando lentamente selando nossos lábios demoradamente. 

  - Se cuida JungKook. - disse assim que se afastou. - Viva uma vida boa. - ele disse sorrindo. - Uma vida que eu não pude te dar. - ele disse e fechou a porta me deixando mais uma vez sozinho tendo que lidar com a perda da minha avó também. Eu não sei se consigo sozinho... Não sem nenhum apoio.


Notas Finais


E aí gente? O que vocês acharam? Em em em? Estou triste demais mano.

Mais uma vez... O JIMIN AINDA VAI APARECER... ACALMEN-SE.

Beijos, Titia Hev ama muito vocês.


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