História Help me, Teacher - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, V
Tags Bangtan Boys, Jikook, Jikook!flex, Jimin, Jungkook, Kookmin, Taemin, Taesang, Vhope, Yoonmin, Yoonseok
Visualizações 440
Palavras 2.861
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 25 - 25 - A verdade


Jimin Pov's:

 

Durante todo o trajeto para o suposto lugar especial dito por meu irmão, Hoseok e Suga eram os únicos falantes dentro do carro que tocava uma música clássica na rádio que seria audível aos nossos ouvidos se ambos os garotos não parassem de discutir.

O motivo da discussão? Hoseok não parava de reclamar feito uma criança que estava todo ensopado por conta da chuva, Yoongi também estava bastante molhado, mas não reclamava. O moreno acabou perdendo a paciência chamando o alaranjado de idiota – fora as outras palavras ofensivas – e isto, gerou uma nova e prolongada discussão entre eles. Taehyung não aguentava mais, era nítido no semblante irritado do mais novo. E eu, bom, tinha uma forte dor de cabeça, ouvidos extremamente sensíveis pelas vozes dos garotos ao meu lado que praticamente espremiam-me como um sanduíche no banco que umedecia as laterais da minha calça.

Mesmo tentando pedir para que eles mantivessem a calma era como se não valesse de nada. Eles continuavam discutindo e discutindo até que repentinamente, Jisang, freia bruscamente o carro no acostamento, fazendo nossos corpos, protegidos pelo cinto, darem um solavanco para frente. Nós entreolhamos confusos. 

Por que ele parou tão der repente?

– Durante o percurso todo, eu fiquei pensando num plano muito divertido para encerrar a discussão dos namorados ai atrás. – Jisang falou, o tom calmo e relaxado de sua voz me assustava. – Perceberam que do lado direito de vocês, existe uma mureta que divide a pista do enorme e extenso barranco, certo?

– Certo. – Hoseok e Suga responderam em uníssono.

Realmente havia um barranco bem esverdeado por conta das árvores gigantes e o mato.

– Então, meu plano envolve esse barranco. – A voz de Jisang tornou-se mais rígida e grossa, até mesmo Taehyung que mantinha uma pose ereta se encolheu no banco. – Se os dois não calarem a boca, eu amarro o cinto em seus corpos, solto o freio de mão e deixo o carro descer desgovernado barranco abaixo com vocês dentro, então, se algum dos dois tem amor a vida vão calar suas bocas e agir feito gente enquanto não chegamos, entenderam?

– Entendemos. – Suga e Hoseok apertavam meu braço, murmurando o quanto meu irmão era assustador. Eu fiquei boquiaberto, assim como o Tae.

– Que bom. – O loiro sorriu e deu partida com o carro, seguindo trajeto pela estrada pouco movimentada.

(...)

– Esse cara é perigoso. – Hoseok murmurou bem baixinho. Jisang andava na frente, jogando os fios loiros repartidos ao meio para trás, seguindo o caminho para uma feira no centro de Busan.

Era difícil se locomover por entre toda aquela gente, quer dizer, para nós era difícil, pois meu irmão parecia um modelo que tinha uma passarela inteira para desfilar. As pessoas abriam espaço para ele enquanto nós tínhamos que fazer nossa própria trilha para andar e alcançar o outro que simplesmente nós largou para trás.

(...)

– Vocês demoraram. – Jisang falou, parado em frente a um bar com letreiro de barril que piscava luzes verdes aleatoriamente.

– Você nós deixou para trás. – Taehyung reclamou.

– Na próxima vez, eu dou minha mão para você segurar. – Ele sorriu cínico para Tae que tinha o cenho franzido.

Hoseok abriu a boca para proferir alguma bobagem, e antes que pudesse faze-lo Yoongi tampou a mesma com a mão.

– Você é maluco? O cara ameaçou jogar a gente ribanceira abaixo e você ainda ousa responder ele? – O moreno murmurava para o alaranjado que estalou a língua.

– Por que ele é tão cismado com o Taehyung?

Ah, Hobi estava com ciúmes.

– Esquece isso e deixa o cara. – Suga pediu. – Já viu como o Taehyung afronta ele também?

– É verdade. – Murmurei, observando os dois trocarem olhares desafiadores para com o outro, bom, Taehyung desafiava, já Jisang parecia divertir-se com o menino. – Não precisa ficar com ciúmes, Hobi, não é como se o Tae fosse cair nos braços dele.

– E-Eu não tó com ciúmes, só...

– Só cala a boca e esquece o Tae. – Yoongi falou e Hoseok levantou uma sobrancelha.

– Isso soou muito estranho.

Yoongi suspirou e revirou os olhos.

– Vocês são estranhos. – Falei.

– Esse é o lugar especial? A droga de um bar? – Taehyung perguntou, os braços cruzados.

– Exatamente. – O loiro abriu a porta do bar, dando passagem para que Taehyung entrasse primeiro, parecia um cavalheiro que convidava a dama para um dia de encontro.

Taehyung hesitou em entrar enquanto fixava o olhar em Jisang, mas esse murmurou algo para ele que o fez adentrar na mesma hora. Hoseok não se agradava com as atitudes do meu irmão, e quando notei ele estava praticamente colado no loiro que ria de suas ações, e pelo pouco que conheci de Jisang diria que faz para provocar Hobi.

Eu e Suga fomos logo atrás, adentrando ao bar que era bem diferente do que imaginei do lado de fora, parecia um lugar para adolescentes que gostam de passar o tempo e matar aula. Tudo muito limpo e organizado, pessoas de todas as idades ocupando mesas com formatos de timão.

Sentamo-nos numa mesa bem discreta no fundo do estabelecimento. Como eram mesas apenas para duas pessoas, foi necessário roubar algumas cadeiras vagas para que todos ficassem juntos. Seguindo a roda estávamos sentados assim: Jisang no meio – se pudesse comparar parecia o chefão da máfia –, Taehyung de frente para ele na outra ponta, Hoseok ao lado de Jisang e Suga entre Hobi e Tae enquanto eu fiquei de frente para os dois brigões que logicamente falando deveriam se manter afastados por motivos óbvios.

Uma garçonete com roupas de empregada bem... Ousadas, com o enorme sorriso adornado no rosto veio nos atender, bom, a nós não, mas sim ao meu irmão que estava todo galanteador com a ruiva que compreendia perfeitamente as intenções dele.

– Quer comer alguma coisa, Jisang? – A garota perguntou. O que me surpreende é o fato dela saber o nome dele, mas não duvido muita coisa, já que ele parece paquerar a menina o tempo todo.

– Hm, vocês querem?

– Queremos. – Hoseok e Yoongi responderam em uníssono.

– Fiquem a vontade. – Meu irmão falou, e os dois pegaram um menu em cima da mesa. – Ah, antes que eu me esqueça, o de sempre, Suzy. – Ele sorriu para a jovem e lhe lançou uma piscadela.

– Eu tenho que aturar. – Taehyung murmurou.

(...)

– Vocês são ridículos! Como conseguem se vender por um prato de comida? – Taehyung reclamou enquanto a jovem colocava o pedido dos dois jovens sob a mesa, seus olhos brilhavam.

– Não é todo dia que alguém paga para você comer. – Yoongi respondeu e Hoseok concordou com um aceno. – Se temos uma oportunidade, caímos de boca.

– Que papo é esse? – Hoseok fez uma careta desentendida, provavelmente, deve ter maldado as palavras do mais velho.

– É só um jeito de falar. – Suga falou, beliscando uma fatia de carne.

– Jeito estranho. – Os dois começaram a comer e Taehyung que estava sem muita paciência, falou:

– Desembucha, Jisang! – Esse bebericava uma taça de Martini com quatro azeitonas afundadas e espetadas num palitinho dentro da bebida.

– O que quer saber, hm?

– De preferência tudo. – Falei.

– Tudo bem. – O loiro colocou a taça sob a mesa. – Por onde podemos começar? São tantas coisas...

– Minha mãe nunca me contou sobre ter um irmão gêmeo perdido no mundo.

Jisang riu em escárnio.

– Claro que ela não contaria, nem era sua mãe de sangue.

– O q-quê?

– É meio óbvio, não acha? Fomos separados assim que minha mãe nos deu a luz. – O mais velho pegou o palitinho com as azeitonas e colocou uma delas na boca. – Tudo graças ao nosso falecido pai que era um canalha.

– O que quer dizer?

– Quero dizer que meu pai traiu minha mãe com a mulher que era amiga da família no caso a mesma que criou você fingindo ser sua mãe biológica. – Ele riu, mantendo o olhar nas azeitonas. – Meu pai sentiu pena daquela mulher porque ela havia perdido o filho que esperava do papai Park, então, o canalha teve a brilhante ideia de dar você para aquela mulher cuidar sozinha, já que na época passávamos por dificuldades e seria impossível alimentar mais uma boca que não fosse a do meu pai, da minha mãe e da sua irmã, Yerim.

Eu tenho outra irmã? É coisa demais para minha cabeça.

– Como desculpa para não lhe abandonar em baixo de uma ponte, ele deu você com total consentimento da minha mãe para a mulher que guardou o segredo até a morte. – Jisang continuou. Todos na mesa ficaram boquiabertos, eu não tinha uma reação, não conseguiria ter uma.

É como se tudo que você viveu não passasse de uma mentira.

– Certamente, você deve estar processando o que acabei de falar, sinta-se livre irmão para questionar o que quiser, estarei disposto em responder todas as perguntas que vagam sua mente.

– Eu não tenho nenhuma. – Respondi.

– Hm, interessante. – Comeu outra azeitona. – Mas ao mesmo tempo, estranho.

– Como soube de mim e como me encontrou?

– Soube por um acaso quando remexia nas coisas do falecido e encontrei uma foto nossa nos braços da minha mãe. – Suspirou – Na época, eu queria perguntar a minha mãe sobre você, mas antes que eu fizesse isso fiquei pensando: Se durante todos esses anos ela não me disse absolutamente nada a respeito do irmão perdido ou é porque eu não tenho um, ou ela não quer que eu saiba. Então, escolhi a segunda opção e me mantive calado sobre isso, até o dia que encontrei minhas fontes espalhadas pelo mundo e pedi para que elas procurassem por você, mas como na vida nem tudo é um mar de rosas tinha um pequeno utensílio para atrapalhar.

– O que era?

– Eu sabia que você era um Park, mas Park o quê? Esse era o problema, eu não sabia seu nome.

– E como descobriu?

Jisang riu.

– Minha família inteira mora no Japão, então desde criança quando nos mudamos para o país, aprendemos seus costumes, língua, obviamente, e claro, os tipos de bebidas tradicionais nas refeições especiais de cada data comemorativa.

Ele não fez o que eu estou pensando...

– Eu dei muito saquê para minha mãe e uma pessoa bêbada começa a contar todos seus segredos. Sabendo que ela não lembraria de nada no dia seguinte, comecei a perguntar sobre você.

– E ela disse?

– Disse coisas que eu preferia morrer sem saber. – Fez um semblante de desgosto. Nem imagino o que ela deve ter contado para ele. – Mas, sim, ela contou tudo o que lhe contei do nosso nascimento e separação ainda bebês, principalmente, a parte que mais me interessava: seu nome.

– Tá me dizendo que passou meu nome para suas "fontes" e eles me encontraram?

– Se nós não tivéssemos características semelhantes eu estaria procurando você até hoje. – Riu em escárnio – Sabe a quantidade de Park Jimin que existe na Coreia? Chega a ser um absurdo, as pessoas não tem criatividade, não? Mas fora isso, eu encontrei você e por meio de um trabalho, tive a oportunidade de conhecer a Coreia, de novo.

– Há quanto tempo você...

– Seis meses que vivo escondido, recolhendo informações suas e dos seus amigos, sem que vocês saibam.

– Você estava espiando a gente? – Taehyung perguntou, atônito.

– Estava. – Confirmou. – Não é como se eu quisesse ter feito isso por conta própria, mas meu trabalho exigia conhecimento sobre cada um de vocês.

– E que tipo de trabalho é esse?

Jisang sorriu, ladino.

– É um segredo, Jimin.

Taehyung riu brevemente, balançando a cabeça em negação.

– Mas, se o Taehyung desvendar tudo que contei para ele antes de virmos para cá, não será mais um segredo. – Jisang sorria para Tae que tinha o semblante sério.

– Eu quero perguntar duas coisas: Por que se passou por mim e por que ameaçou o Jungkook e depois salvou ele de seja lá quem?

– Hm, eu me passei por você justamente por causa do meu trabalho e ameacei o Jungkook porque você parecia um pano de chão sujo, só dei um estímulo para você reviver toda sua aura positiva.

– Que estímulo legal ameaçando outra pessoa. – Falei irônico.

– E também, eu não poderia deixar seu namoradinho indefeso morrer nas mãos de um psicopata.

– Você pediu para que ele guardasse segredo sobre o que aconteceu no hospital...

– Claro que pedi, acha mesmo que sou idiota o suficiente para deixar um garoto ingênuo e inocente abrir a boca para todo mundo sobre o ocorrido? Iria contra tudo que estou trabalhando a meses, Jimin.

– E por que usou meu nome?

– Porque na cabeça do Jungkook o herói dele é você. Tudo que fiz foi dar um empurrãozinho no relacionamento conturbado dos dois.

– Por que fez tudo isso?

– Porque existe duas coisas que preservo nesse mundo: família e amor. Eu não sou um monstro sem coração, irmão.

– Para uma pessoa que ameaçou jogar as outras do barranco... – Hoseok murmurou com a boca cheia.

– Eu sou sem coração quando eu quero ser.

– É muita informação. – Falei, minha cabeça latejava, não só pelos fatos ditos por Jisang, como também por causa da discussão anterior de Hoseok e Suga no carro.

– Eu sei como se sente, Jimin. – Taehyung segurou minha mão e apertou levemente.

– Jisang! – Uma mulher muito bem vestida chamou por meu irmão. A morena retirou da bolsa um envelope branco e sussurrou alguma coisa no ouvido do loiro e logo se retirou, sem dizer mais nada.

Meu irmão guardou o envelope no bolso da camisa e puxou as mangas da mesma, expondo seus braços nus, tendo o direito coberto por tatuagens. Ficamos impressionados com os desenhos sob a pele pálida, até mesmo Hoseok deixou o garfo que usava cair das mãos no prato.

Jisang ficou nos encarando com uma sobrancelha levantada.

– O que foi?

Todos nós balançamos a cabeça em negação, menos Taehyung que parecia maravilhado com os desenhos. Cutuquei a perna do acastanhado por debaixo da mesa, ele piscou algumas vezes, saindo de seus devaneios.

– Hmm. – Jisang murmurou, fitando o garoto a sua frente, com o sorrisinho crescendo nos lábios.

(...)

– Chegamos! – Jisang estacionou o veículo na calçada da casa de Yoongi. Os garotos desceram, resmungando alguma coisa para o outro enquanto adentravam a residência. Eu e Taehyung ficamos dentro do carro. – Não vão descer?

– Você não tá enganando todo mundo está, Jisang?

O mesmo suspirou.

– Se eu quisesse sacanear vocês teria feito a bastante tempo, não sou o tipo de cara que apenas fala da boca para fora, eu faço também, irmão.

– Podemos confiar? – Taehyung indagou.

– Sim, vocês podem confiar.

Eu e Tae nos entreolhamos.

– Espero que você não traía nossa confiança, Jisang.

– Eu não trairia você, Taehyung.

– E-Eu vou descer. – Sai do carro, esperando o acastanhado que trocava olhares com o loiro. – Tae?

– Boa noite, Jisang. – Ele disse, descendo do carro e caminhando para dentro de casa, fui logo atrás.

(...)

– Eu sabia que os dois idiotas pegariam uma gripe. – Taehyung tinha um termômetro nas mãos. Hoseok e Suga não paravam de espirrar no sofá.

Passamos a noite na casa do Yoongi, me sentia extremamente casando tanto fisicamente quando psicologicamente com todas as coisas recém-descobertas. Mal tive uma noite de sono por pensar na falecida minha mãe que não era minha mãe de sangue.

– E eu ainda disse para os dois voltarem para casa ontem, mas são uns infernos de teimosos!

– Fala baixo, minha cabeça dói. – Suga reclamou, abraçado com o edredom.

– Eu não ia deixar você sozinho com aquele cara. – Hoseok espirrou. – Ele é perigoso.

– Você já disse isso umas trinta vezes. – Tae bufou. – O que você pensou que eu faria com ele?

– O correto é o que nós pensamos que ele faria com você. – Suga corrigiu.

– Desde quando se importa comigo, Suga?

– Você é legal diferente do Hoseok. – Fungou.

E mais uma vez, iniciou-se uma discussão sobre quem era legal ou não. Taehyung estava quase perdendo a paciência que lhe restava, então o arrastei comigo para prepararmos nosso café da manhã.

– Eu sinto saudades da minha vida, antes de tudo isso. – Ele recostou na bancada, apertando o cenho.

– Eu também sinto. – Logo me recordo de Jungkook e suspiro a saudade de um tempo que não voltaria mais. Eu sei que ao voltar para casa, Jeon, não iria comigo, agora ele tem a família consigo.

– Temos que recomeçar, assim como o Jungkook recomeçou a vida dele.

– Sim...

– No momento que Jungkook colocar os pés para fora daquele hospital, nossas vidas vão recomeçar. – Ele ditou, fitando-me com determinação. – Vamos ensinar a ele todas as coisas boas que convivemos, tudo que queria fazer com meu amigo e não tive oportunidade por manter meu orgulho acima de tudo. E não menos importante, vamos ensinar ele a amar de novo.

– Eu-

– Vocês merecem um final feliz, depois de tudo que passaram, principalmente, você Jimin.

– Será que podemos ter nossa relação de antes?

– Tenho fé que sim e garanto meu amigo... – Ele tocou meu ombro e sorriu. – Vai ser bem melhor do que você imagina.

– E você com o Hoseok?

– Não vou mentir que fiquei muito chateado pensando que não poderíamos ter algo novamente, mas... – Suspirou. – Se o Hobi não quiser, vou seguir minha vida.

– Entendo. – Sorri malicioso. – Qualquer coisa você tem meu irmão. – Brinquei.

Taehyung fez careta.

– Não, obrigado. – Rimos juntos.

Cogitar um recomeço me deixa de alguma forma muito animado, com ele sinto que posso fazer todas as coisas que não tive tempo de fazer com Jungkook.

Afinal, todos nós merecemos um final feliz.


Notas Finais


A partir desse capítulo chegamos ao fim dos dramas e tragédias. Uma nova fase não só iniciará na vida dos personagens como na fanfic daqui em diante.

Obrigada a todos que me acompanharam até aqui. Vocês são muito importantes para mim, de verdade. ❤



Outra fanfic que estou trabalhando:
https://spiritfanfics.com/historia/delinquent-brother-9882632


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