História Hemisférios - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias NCT 127, NCT U
Personagens Jaehyun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin
Tags Jaehyun, Jaeyong, Taeyong
Exibições 221
Palavras 3.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Retrógrado.


Capítulo 11 – Retrógrado.

Criei, a ponte em cima do meu corpo, de um lado o ódio equilibrando o precipício, transbordei tudo aquilo que vem da minha alma puta. Nada se fecha, tudo se abre através de cada pedacinho do meu corpo, completamente nu e impuro, o suor escorre, a lágrima desce, a venda esconde. Contei a ele, sobre as minhas dores enquanto eu era despido da última peça de roupa, e finalmente ele escondeu seu rosto entre as minhas magras coxas, sinalizando ao meu corpo o que lhe desperta, convencendo que ele valia menos que a foda.

Os maiores amores, se acertam nos erros e não somos um triangulo amoroso, somos seis palmas de mãos tentando alcançar a do diabo, entre mordiscadas na epiderme, virando e desvirando o corpo morno entre duas respirações, e se partindo contra uma solitária, que resistia, enquanto por minha parte só existia a entrega, sem resistência ou medo de alguma forma. E no início da noite, são seus olhos, os de Taeyong que eu quero enamorar, é seu sorriso que eu quero apagar em troca de uma mordida, é do seu gozo que eu quero experimentar. Então eu implorei, pelo prazer, pela visão, por suas mãos no meu rosto tirando as ataduras dos meus olhos, me fazendo enxergar o corpo que se derramava por cima do meu, e não me faltava vontade de engoli-lo.

Pisquei pela primeira vez, desfrutando a liberdade dos movimentos. As persianas deixavam o quarto na penumbra, mas pela luz do abajur, era possível distinguir a silhueta vaga dentro daquele quarto, era Taeil, se corroendo pelo desejo, sentado sobre uma cadeira de couro engolindo saliva em seco ao mesmo tempo que Taeyong sugou meu pênis pela primeira vez cativando meu gemido baixo. Deixei ele empurrar na minha garganta a baixo, seu ódio nos olhos, deixei ele cravar suas unhas nos meus quadris para mostrar que eu o pertencia, mostrando a Taeil o que ele jamais teria. Não há força capaz de mudar isto, - ao mostrar o que não podemos ter -, é como ressentir a dor de uma faca perfurando os órgãos, seu ser, aquilo que te faz.

E nós estávamos ali para fazê-lo sentir dor, e mostrar o quanto ela machuca no momento em que é sentida. Pois, nós éramos amigos de uma jornada ruim, cheia de tropeços, cacos e erros. Envolvidos pela certeza do que não iria dar certo, e o certo era que ele jamais iria me proporcionar o prazer que Taeyong me proporcionava ao tocar na minha glande encharcada pelo pré-gozo, chupando-a com os lábios fazendo movimentos circulares com a língua tirando o melhor de mim com meu pau dentro da boca, com seus lábios obscenos sumindo com meu pênis entre eles.

Depois de uma paixão sórdida, vem o amor com meu tesão segurando seus fios de cabelo e guiando o ritmo enquanto ele distribui selares nas minhas coxas, para depois massagear novamente a glande encharcada, e nenhuma cegueira poderia me tirar o direito de ver Taeyong apaixonado com os lábios molhados de saliva e gozo, como se estivesse prestes a me devorar para dentro do seu labirinto, onde só ele sábia o caminho com as suas preferências exatamente como ele faz com meu corpo, ao procurar pelas suas partes preferidas. 

-Você é lindo quando parece estar sendo obediente. – murmurei entre os gemidos enquanto ele me masturbava com as mãos com meu pau duro batendo em sua bochecha. – Traga aquele canalha, é por isso que você está fazendo isso, não é? – perguntei me referindo ao Taeil, e ele sorriu. Ele queria me matar de prazer, enquanto esmagava os sentimentos de Taeil, todos eles, com a nossa forma louca de agir, e se ele queria que as coisas fossem dessa forma, ele iria conseguir porque não era difícil para Taeyong conseguir tudo que queria comigo.

-Sim. – ele sorriu sacana e nós levantamos da cama.

Taeil encarou cada parte nua do meu corpo quando fiquei de pé no azulejo gelado, se eu fosse algum tipo de cigarro, tenho certeza que ele me tragaria até morrer. Já não existia aquele olhar típico de Taeil, um olhar malicioso que ele sempre me lançava ao tentar me atingir, agora ele estava vulnerável, enquanto tudo dentro de si, se corrompia ao ver o corpo que ele tanto desejou um dia completamente nu, e fora de seu alcance.

Taeyong o puxou para se levantar pelo braço, percebi que suas mãos estavam presas a um cinto e ele sorriu para mim, não sei o que aconteceu enquanto eu estava apagado sem consciência, mas agora as coisas pareciam estar interessantes, no entanto estávamos no apartamento de Taeil, e esse ambiente estava cheio de memórias ruins, pronto para se completar com uma nova, mas desta vez, sem me envolver completamente. Taeyong o empurrou para se deitar sobre a cama, e eu caminhei em sua direção, na direção de Taeyong, pronto para tirar seu jeans. Ele sorriu e tirou a camiseta assim que sua calça deslizou entre suas pernas esguias, puxei sua cueca para baixo e deparei com seu pênis batendo no abdômen completamente excitado após me foder com a boca.

Sem dúvidas o levei duro até garganta, Taeyong só se sentia satisfeito ao me ver no limite a ponto de engasgar, até nós encontrarmos o ritmo perfeito com seu pênis duro e molhado deslizando para dentro da minha boca, a intensidade era sempre a mesma, a minha vontade de tê-lo só para mim e continuar sendo o cara que dava o melhor sexo oral de toda a sua vida continuava a mesma, e talvez apaixonadamente de joelhos, como se eu estivesse pagando por todos os meus pecados, enquanto minhas unhas cravavam em seus quadris levando seu pau ao destino de foder a minha garganta. Eu o amava, e amava senti-lo.

-Eu vou gozar. – avisou, e eu aumentei o ritmo fodendo a minha boca em seu pau salivado.

Parei de chupa-lo por alguns instantes, e posicionei meus lábios próximo ao seu falo duro quando ele começou a se masturbar, e logo em seguida preenchendo minha boca com todo seu sêmen. Seu corpo tremeu e eu controlei a minha vontade de me masturbar, procurando rapidamente pelos seus lábios, enquanto as pernas de Taeyong estavam bambas. Ninguém, jamais seria bom suficiente como Taeyong, que sempre me puxava pelos cabelos quando estava prestes a gozar enterrando profundamente até minha garganta e logo em seguida me puxando de encontro aos seus lábios.

-Ouvi dizer que seu amigo, sempre quis ter um piercing. – Taeyong falou chupando meu pescoço enquanto eu encarava Taeil deitado na cama com o pênis duro por debaixo das calças.

-É verdade? – perguntei sorrindo malicioso caminhando na direção de Taeil e logo em seguida subindo em cima da cama, ficando por cima do seu corpo, ele se retraiu como se estivesse excitado demais e incapaz de se tocar. – Você está excitado? – perguntei a ele que olhava para mim completamente imerso em agonia, provavelmente com muita vontade de me foder. – Eu ainda não furei a sua língua, então você ainda pode falar. – me exaltei segurando em seu pescoço e o apertando, sua respiração estava descompassada e os olhos marejados que consequentemente me deixaram com raiva, com mais vontade de machuca-lo.

-Você sabe que eu não me arrependo. – ele disse entre dentes. – Você sabe que eu sempre tentei...

Eu simplesmente não conseguia escuta-lo até o final, minha vontade era de soca-lo até sua morte, mas meu objetivo não era mata-lo, era apenas arrancar aquelas lágrimas que escorriam em sua bochecha ao ver Taeyong com suas mãos em meu corpo, talvez da forma que um dia ele tenha sonhado, ou melhor de uma forma que ele jamais me teria. Tudo que eu queria, era que ele entendesse com a dor, de uma vez por todas, que eu jamais seria dele, em hipótese alguma.

-Você sabe exatamente como se faz. – Taeyong disse baixo no meu ouvido pegando a argola que estava sobre o criado mudo ao lado da cama.

Taeil estava suando como um louco, mordia os lábios e tentava abafar um gemido toda vez que eu sentava em sua cintura encarando meu peitoral nu, observei o criado mudo e os pinos de inserção que estavam sobre ele até Taeyong subir sobre a cama e ordenar que eu ficasse de quatro com as pernas bem abertas, enquanto meu olhar estava diretamente fixo ao de Taeil até eu descansar meu rosto sobre seu peito, enquanto sentia os primeiros dígitos de Taeyong na minha entrada.

-Hm, você é tão masoquista. – minha confissão veio dolorosa ao sentir meu interior se contrair entre os primeiros dedos de Taeyong. – Um filho da puta, masoquista. – falei me agarrando em sua camiseta ao sentir cada centímetro dos dedos finos de Taeyong dentro de mim. – Mas talvez você não seja tanto quanto eu, Taeil.

-Ele realmente não é. – Os toques de Taeyong subiram até minhas costas e pararam em minha nuca. – Faça. – Taeyong ordenou baixo para mim. – Contra a sua vontade exatamente como ele fez um dia em mim. – a sua voz era quebradiça em termos de vingança.  

Segurei nas madeixas de Taeil ao alcançar um cateter sobre o criado mudo, ele se contorceu um pouco sobre a cama, mas ele não podia mexer os braços, então não me importei, levantei sua camiseta cor vinho até eu conseguir enxergar seus mamilos, eriçados após eu toca-los, ele mordeu os lábios e eu sorri malicioso, com a ajuda de uma tesoura oval em aço que Taeyong me deu, puxei a ponta de seu mamilo para cima, e ele gemeu sôfrego, talvez aquela fosse a minha única forma de marca-lo já que de outras formas eu nunca seria capaz, talvez ali eu estivesse lhe dando uma marca permanente, que nem chegava perto do tanto que ele havia me machucado com as palavras, com a sua linguagem corporal e com todas as suas mentiras.

A dor que ele sentia no mamilo esquerdo enquanto era perfurado, não se comparava com toda a dor que eu senti durante todos aqueles anos. As pequenas gotas de sangue que escorriam de seu mamilo não se comparavam as gotas de lágrimas que eu derramei ao quase me suicidar dentro de uma banheira por causa de um amor que estava sendo manipulado.

-A decisão é sua. – falei quando encaixei o piercing e ele grunhiu em meio de lágrimas. – Não venha atrás de mim... – arranhei seu pescoço puxando seu corpo para cima para desamarrar suas mãos. – Nunca mais, ou então você irá virar aquele clichê suicida do jornal. Eu não tenho medo... – falei baixinho em seu ouvido enquanto ele se arrepiava. - Porque eu não tenho medo de apunhalar meus amigos pelas costas. – então eu saí de cima de seu corpo enquanto Taeyong já vestia suas roupas, e eu procurei pelas minhas que estavam espalhadas pelo chão.

-A fé é fraca. – falei para Taeyong quando coloquei a minha camiseta. – Você não vai carregar a culpa sozinho. Não existe conceito de dor, quando você tem o melhor de mim. – beijei os lábios de Taeyong enquanto suas mãos tremulas viajaram pelas minhas costas. – Você está louco por mim, por nós. Mas não pode existir uma terceira pessoa, você sabe que não pode existir. – falei chorando em cima do seu ombro. – Acabe logo com isso enquanto eu... – tentei falar, mas todas as palavras me faltaram.  - Acabe logo com ele.

-Eu quero que você tenha um amor bonito, pelo menos por um tempo. – ele disse no meu ouvido. – Nós não somos nada, então, fique com aquela terceira pessoa por um curto tempo, por favor experimente um pouco do amor que ele guarda para você, e depois você volta para mim. – Taeyong disse me empurrando para fora do quarto, mas eu não queria deixa-lo, eu sábia, que ele... por favor não. É incrível como as pessoas de fora nos machucavam. Era doloroso vê-lo apaixonado e pela primeira vez eu desejei que não fosse por mim.

Eu tentei permanecer dentro do apartamento, mas Taeyong me empurrou para a saída enquanto eu implorava para que ele me deixasse ficar ao seu lado, no entanto ele segurou no meu braço bruscamente até a abrir a maçaneta da porta, exigindo que eu saísse de uma vez por todas. Talvez seja passageira a dor de deixa-lo para trás, a culpa pode ser eterna, ou talvez, seja só mais um talvez que eu solto em meio de tantos outros. É inevitável que tudo não desmorone nos próximos dias, não há dúvidas, até porque não vai existir outro talvez sobrando em tudo que se perde a chance de renascer novamente.

A dor sempre me lembra do que eu não gostaria de me lembrar, escutei um barulho de vidro se quebrando ao encostar minha orelha na porta, porque nós, eu e Taeyong, não sabemos descer pelo abismo devagar, mas sabemos muito bem cair e se afundar. E então nós afundamos novamente, em um novo segredo, quando escutei um último grito ecoando dentro do apartamento, automaticamente minhas lágrimas desceram quente como porre pelo meu rosto, eu sábia que existia alguém dentro daquele apartamento incapaz de falar novamente, uma pessoa que nunca jamais iria entender as minhas razões para continuar ao lado de Taeyong, enquanto em uma grande parte do tempo nem mesmo eu compreendia. Eu sábia que aquele era o fim.

Por um triste final, tudo triturava uma suposta alegria do meu ontem.

Voltei para casa a pé, não aguentando a ideia de um passo de cada vez, mas sim correndo até que eu perdesse o ar que ainda entrava dentro dos meus pulmões em busca do esquecimento, porque eu sábia que Taeil jamais iria me incomodar novamente, eu sábia que ele não estava... respirando como eu estava agora, porque ele se transformou em um segredo que iria pesar nas minhas costas, e eu tenho certeza que ele iria se sentir satisfeito em saber que agora ele estava atrapalhando todos os meus pensamentos e ações coerentes, como um dia ele sonhou em mexer com tudo dentro de mim, exatamente como ele parou de sonhar, pois agora ele já não sonhava mais.

Não sei quantas vezes eu respirei fundo para guardar um pouco de folego para as escadas do meu prédio, não sei quantas vezes eu sequei minhas lágrimas até chegar ao ponto de segurar a chave que ficava dentro do vaso de plantas para destranca-la e tentar entrar dentro da minha própria casa. Estava tudo escuro, exceto pela luz que vinha de dentro do banheiro, não sei onde estava a minha mãe, talvez no trabalho fazendo hora extra, ou em algum encontro, eu não sábia... nem onde eu poderia pisar meus pés sem que a vontade de cair tomasse de conta de todo meu corpo.

Eu ainda precisava vê-lo, fui em direção do meu quarto, mas estava vazio, e então corri para o banheiro que estava com a porta encostada, e dentro do box eu vi que ele estava sentado no chão, com a água batendo em suas costas. Eu não sábia exatamente o que era, mas não consegui esperar, eu precisava saber que estava tudo bem, então eu abri a porta do box com urgência e segurei Ten pelo braço para que ele olhasse para mim, a água do chuveiro se misturava com as suas lágrimas, seu lábio inferior estava cortado e um pouco de sangue escorria da região.

-Não brinca comigo. – falei baixinho me maltratando. – Não faz isso... você me ferrou de verdade, eu achei que tivesse acontecido alguma coisa. – falei baixinho. – Se é isso que você esperava de mim, exatamente como todos os outros, você me fodeu de verdade, eu achei que tinha acontecido alguma coisa com você! – somente quando eu gritei Ten pareceu aterrissar em órbita, me fitando com os olhos assustados, abrindo os lábios e então um fino filete de sangue saiu de dentro da sua boca.

-Por que você está sangrando? – perguntei nervoso segurando em seu maxilar. E ele me empurrou.

-Não é nada! – ele tentou dizer mas já estava com a voz embargada, e droga ele mentia muito mal.

-Sua boca está sangrando e não é nada? – perguntei segurando em seu maxilar novamente fazendo ele abrir a boca e então eu vi o pequeno brilhante prata em sua língua. Soltei meus dedos de seu rosto calmamente, e então ele desviou o olhar.

-Quem fez isso com você? – perguntei.

Ele não respondeu.

-Deixa isso quieto.

Ele estava com a voz muito embargada para ignorar, era óbvio que ele estava machucado, e que algumas coisas tinham acontecido, mas ele não queria me contar, me deixando apreensivo, ele estava com um piercing na língua, e droga, mil vezes merda, com quem ele estava durante todo aquele tempo?

-É bom saber que você recuperou a sua visão. É muito bom saber. – ele me abraçou chorando, e então tudo dentro de mim desmoronou.

-Ten... – tentei chama-lo, mas ele me abraçou.

-Eu pensei que você jamais iria me enxergar da forma que eu gostaria. E eu sei que você não vai. Eu sei disso. – ele bateu no meu peito com os punhos fechados. – Mas eu gosto de você, eu gosto pra caralho de você, e eu sei que é errado e que eu estou correndo um grande risco por causa disso. Mas eu não consigo abrir mão de tudo isso, porque eu vim antes de todos aqueles caras que dizem te amar, eu vim antes de todos eles, e nunca tive a chance perfeita para te dizer tudo isso e mesmo que eu tivesse, ela não iria valer nada, porque você jamais iria me enxergar da forma que eu te enxergo, você jamais iria enxergar o garoto lindo que você é, por trás de todos os seus erros, porque eu nunca vou viver nem a metade do que você vive e nunca vou compreender tudo que se passa dentro da sua cabeça, e nem mesmo os motivos para você se afundar tanto em meio de toda essa confusão.

-E só por alguns minutos eu queria ser o garoto que te ama da forma correta, sendo a solução para metade dos seus problemas. Se fosse possível, eu gostaria de ser o tipo de amor que você nunca espera, aquele tipo que não vai te causar traumas inimagináveis, e nem dores pelo corpo, eu quero ser aquele clichê de dar pena, e que só vai te machucar na despedida Jaehyun, apenas quando eu for embora, e prometer a mim mesmo e a você, que eu vou te esquecer, e garantir que tudo que nós vivemos, não se passou de uma forma estranha do amor se manifestar.

A perda fugaz da minha visão pela falta de fluxo sanguíneo para meu olho, havia me atingido, mas era impossível me atingir exatamente como as suas palavras, era verdadeiro demais, tinha gosto de amor, e eu jamais pensei que um dia eu experimentaria de algo tão doce.

Por que ninguém havia procurado pelo meu inteiro.

Apenas pela metade, desse inteiro que é o meu amar.



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