História Herança - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Kagome, Kagura, Sesshoumaru, Toutousai
Tags Drama, Kagome, Romance, Sesshoumaru
Visualizações 58
Palavras 1.683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde leitores. como prometido, estou aqui com capítulo novo :3
Espero que gostem ;*

Boa leitura \o

Capítulo 2 - Falha.


Sentado no balcão no bar, estava Sesshoumaru, que assim que viu a porta se abrir seus olhos se grudaram a ela. Era a funcionária que sairá mais cedo do escritório, fechou sua cara e ficou a encarar a mulher. A garota parecia procurar por alguém naquele bar, enquanto levava a mão a camisa de botões.  
 

— Tão previsível — Sussurrou o homem de olhos ambares. 

 

Com toda certeza — aquela mulher de lábios carmim, saia curta e aquela meia preta que chamava a atenção de qualquer homem — estava em busca de uma presa. E na escola de mulheres fáceis, Sesshoumaru tinha sido bem escolarizado pela prima Kagura. 

Os olhos de Kagome logo bateram de frente com os que a fitavam, sentiu o olhar quente do homem sobre si e não tinha dúvidas que ELE era o mais bonito daquele local enorme. Sango tinha toda razão, seu noivo era extremamente lindo, não haveria como o confundir com outro... O cabelo negro e curto como ela falou, o rosto másculo e aquele olhar penetrante. 

Ela enfim, endireitou a postura e caminhou em direção a ele, que se encontrava sentado no banco do bar. Ele usava a camisa azul assim como Sango havia dito, mas pela luz ela não conseguia ver a cor dos olhos que ele possuía. 

"Não há como errar." Falou para si mesma em pensamento, lembrando novamente das palavras de Sango. 

 

— Previsível até demais — Arqueou a sobrancelha ao ver a mulher se aproximar dele novamente. Ele sabia exatamente o que ela faria. 

 

Provavelmente ela fingiria cair e esbarraria nele, logo, pediria desculpas e puxaria qualquer papo para assim, fazer com que pagasse um drink e por ultimo a levasse a cama, claro, pagando bem pelos seus serviços. 

Na caminhada até o homem, Kagome refazia todo o plano que Yura havia lhe arquitetado. Então assim que passou por ele o colocou em prática. Esbarrou no homem, o fazendo segura-la para não cair. 

Levantou os olhos e... céus, como ele era perfeito. Sentiu inveja da amiga Sango por ter um homem tão lindo como aquele como noivo, porém, ao se lembrar de seu papel balançou a cabeça diversas vezes, precisava voltar a se concentrar. 

 

— Perdoe-me — Pediu ela, quando estava ajeitada novamente sobre os próprios pés. 

 

Ele logo sentiu seu perfume. Não o floral a qual usava... mas seu cheiro natural e doce que ela transmitia de seu corpo, a deixando ainda mais sensual do que já estava. Sentiu uma vontade imensa de a pegar em seus braços e levar daquele lugar, onde os homens a sua volta a comiam com os olhos. 

Não demorou muito para que ele mesmo voltasse a realidade. 

 

— Hum — Sesshoumaru soltou somente, voltando a pegar seu copo — Eu a conheço?  

 

Com a voz fria e a expressão desgostosa, ele deixava claro que entendia e desaprovava as intenções dela, embora não entendesse por que uma beldade como aquela precisava entrar num bar atrás de homens. 

 
— Não, o garanto que nunca nos vimos — Passou o cabelo para trás da orelha enquanto mordia o lábio inferior — Mas espero que conheça logo... 

 

Kagome se xingava mentalmente pelo que estava fazendo e agradeceu pela iluminação escura daquele bar. Dessa maneira, Miroku não poderia ver que em seu rosto um o pequeno rubor havia se criado. 

Como em forma de tentar mais uma vez dar um passo a perdição do homem, passou a língua sobre os lábios. O que fez Sesshoumaru arquear a sobrancelha. "Todo esse batom é realmente repulsivo" pensou ele. 

 

— Não vai me oferecer um drink? — Perguntou Kagome, instigando de maneira sexy, tentando completar seu plano e de suas amigas e sair logo daquele lugar.  

 

O que a mulher fazia lhe dava nojo, mas não mais do que seu próprio corpo estava lhe causando. Por dentro ele gritava para leva-la daquele lugar e por fora, toda a repulsa poderia ser vista em seu rosto.  

Ele era um homem e não um adolescente. Era vivido, maduro e sofisticado. Porém, reagia aos estímulos daquela mulher como se precisasse ter o corpo dela realmente junto ao seu. 

 

— Escute aqui — Declarou de maneira fria, ignorando seus instintos — Acredito que está enganada. 

— Ah eu não estou — Kagome ronronou enquanto passava a mão sobre o braço do homem — Nenhuma mulher se enganaria com um homem como... você — Sussurrou em seu ouvido. 

 

Sesshoumaru rangeu os dentes e o maxilar ficou rígido, ela era realmente uma perdição. Achava estar a enlouquecer, ficar com uma mulher como aquela iria contra todos os seus princípios. Não poderia se deixar cair tão facilmente por uma mulher que se insinuava tão abertamente para os homens em busca de dinheiro. 

Vulgaridade era algo que ele realmente odiava. Nenhuma mulher deveria se deixar submeter a ser um objeto, deveria se valorizar e ver que ela fazia era imensamente errado. 

 

— E amei sua camisa — Continuou ela — Combina com seus olhos — De maneira debochada, Sesshoumaru se colocou a falar. 

— Acredito que seja daltônica — Começou — Meus olhos não são azuis, são ambares — Kagome arqueou a sobrancelha, mas antes que pudesse tirar conclusões, ele já estava a falar novamente — Está perdendo seu tempo — Levantou-se, tirando a mão da mulher de seu braço — E acredito que tempo para você seja dinheiro, não? Vá procurar outro que seja capaz de cair aos seus encantos. 

 

Kagome o viu sair e a deixar ali sozinha. Deveria estar pulando de alegria pelo homem ter lhe rejeitado, mas ao contrário disso, ela estava desapontada de certa forma. Sacudiu mais uma vez a cabeça, enquanto caminhava em direção ao banheiro. 

 

— Gostosa... gostaria de um drink? — Perguntou um homem que se aproximará, mas a única intenção de Kagome era ir ao banheiro, arrancar aquele batom e maquiagem, abaixar sua saia e abotoar aquela camisa. 

 

Durante o caminhou continuou a pensar em como a amiga tinha sorte por ter arrumado aquele homem, ele realmente deveria a amar muito, não cedeu nem por um instante a suas investidas. 

Chegou ao banheiro. Lavou o rosto e retirou a maquiagem. Desceu sua saia e amarrou seu cabelo — que até o momento estava soltou — em um coque, deixando somente alguns fios soltos. Abotoou a blusa e suspirou aliviada, sentia-se bem melhor no momento do que a cinco minutos atrás, quando estava com Miroku.  

 

— Miroku — Suspirou o nome do futuro noivo da amiga e se repreendeu em seguida. Havia feito aquilo por Sango, não para roubar-lhe o noivo. 

 

Olhou o relógio de pulso e constatou que demoraria um tempo até que Yura voltasse para lhe buscar. Decidiu que ficaria naquele banheiro até a hora da prima de sua amiga chegar. Não sairia de lá antes de saber que poderia ir diretamente para casa após aquele show que deu para Miroku. 

Passado o tempo, decidiu finalmente sair daquele lugar e ir ao encontro de Yura. Assim que saiu do banheiro, pode notar que mesmo com pouca maquiagem e suas roupas mais compridas, os homens ainda a olhavam de maneira carnal. 

Saiu do bar e deu de cara com o carro de Yura, de maneira rápida entrou no carro e soltou todo o ar que estava preso dentro de si. 

 

— E então? — Perguntou Yura animada — Ele demorou quantos segundos para cair no seu jogo de sedução? 

 
Kagome riu. O que fez Yura estranhar, arqueando a sobrancelha. 

 

— Ele não caiu em momento algum — Sorriu — Realmente Sango tem muita sorte. 

— Tem certeza? Realmente era ele? — Virou a chave, colocando o carro para funcionar. Sem acreditar na história que Kagome contava. 

— Claro. Era como a Sango o descreverá — Afirmou, ele parecia um deus. 

— Não sei não — Yura saia com o carro, parecia perturbada — Eu não acho que tenha realmente dado certo com você... ele disse que era comprometido? Mencionou Sango? 

— Não, mas deixou bem claro que não estava interessado em mim. E outra, a ideia foi de vocês duas e ele não caiu, logo é fiel a minha amiga... vamos imediatamente avisar a ela sobre o ocorrido, okay? — Pediu Kagome — CUIDADO YURA! — Segurou o volante, que a prima de sua amiga havia soltado e quase batido em um carro. 

— Okay — Suspirou — Só espero que realmente tenha feito tudo de maneira correta. 

 

Nos pensamentos de Kagome, somente uma coisa lhe importunava. Saber que deu em cima do noivo de sua melhor amiga e que estava a pensar nele a todo instante. Miroku não abandonava seus pensamentos. 

Aqueles cabelos negros, os músculos, a voz gélida. Tudo nele era impecável, não era atoa que sua amiga estava com medo de perde-lo, era lindo e gracioso. E ela se sentia mal por deseja-lo. Era errado. 

Não demorou muito até que chegassem a casa de Sango, Yura estacionou na garagem e logo as duas entraram na casa, onde uma Sango radiante se encontrava. 

 

— Oh! Eu tentei ligar para vocês tantas vezes... 

— É deu tudo certo, seu noivo é fiel Sango. — Kagome falava, mas fora interrompida por Sango. 

— Sim claro que ele é — Sorriu de maneira larga — Os telefonemas eram sobre a viagem que faremos... acreditam que ele contratou uma empresa de viagens? e por isso estava falando escondido no telefone e nem me deixava chegar perto do celular. Para me provar isso, ele me entregou o celular e pediu que eu ligasse nos números... era para ser surpresa mas, ele percebeu que eu andava muito desconfiada e decidiu contar. 

— Quando foi isso? — Perguntou Yura preocupada. 

— Ah... foi as oito da noite. Ele passou no hospital e me trouxe em casa, sinto muito eu tentei ligar para vocês, ele não foi ao bar, era mentira, ele iria me contar sobre a viagem e... 

— Espera, ele não foi ao bar? Impossível — Comentou Kagome — Eu falei com ele. 

— Falou? — Yura sorriu — Pelo jeito não falou com o rapaz certo. 

— Oh esqueça isso... o importante é que Miroku me ama e que realmente me quer — Olhou para prima e sorriu — E para ficar aliviada, Yura, ele está pagando toda a viagem, okay? Vamos ao caribe! — Sango continuou a tagarelar, enquanto curiosa, Yura abriu os lábios e perguntou. 

— Se não era Miroku, então quem era o homem? — Olhando para Kagome e ignorando o que a prima falava. 

—É... quem era? — Perguntou ela, ficando perturbada com a ideia de ter dado em cima de um estranho. 


Notas Finais


Bem é isso, os vejo sábado que vem, deixem suas teorias.
Acham que Kagome vai ter um infarto quando descobrir que deu em cima do próprio chefe? -q


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