História Herança Familiar - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Crime, Família, Justin Bieber, Luta
Visualizações 44
Palavras 2.594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello,como estão?
Espero que gostem desse capitulo!
Boa leitura!

Capítulo 3 - Uma nova aliada.


                       Uma semana depois

Estava naquela casa a uma semana e já podia dizer que me saia bem no meu papel se ator, fingindo está começando a gostar daquilo. O Jeremy estava cada vez mais animado comigo. Coitado!

 O Jaxon não me suportava. Isso era fato. O meu avô, estava me ensinando a ser um criminoso – coisa normal, na vida de qualquer adolescente, né? – junto com o Ryan e o Chaz.  As garotas agiam de maneira normal comigo, menos a morena do Jaxon, ela dava em cima de mim a qualquer oportunidade e a Ivvy também não agia normal, a cada dia que se passava ela parecia me odiar.

Eu estava em uma sala ampla, com o Jeremy, Ryan, meu avô e com o Jaxon, para que pudesse receber um treinamento, para aprender a atirar, coisa que eu já sabia, mas acho que não tinham ideia disso. O Jeremy me entregou uma arma.

- Tente acertar no alvo. – Jaxon debochou.

- Mostre o que consegue fazer. – Jeremy disse, então deu dois passos para trás.

Assenti.                                           

- Se quiser... – Jaxon começou, antes que ele concluísse a fala apontei a arma na direção do alvo, e não precisei me concentrar muito para, apertei o gatilho... O tiro foi direto no centro do alvo.

A surpresa foi geral.

- Onde mais? – perguntei seriamente, olhando diretamente para o Jeremy, ele sustentava um sorriso de aprovação.  Quando olhei de relance para o Jaxon notei que ele não estava muito feliz com isso.

- Você não nega que tem sangue Bieber. – meu avô comentou.

Ri inalado e não disse nada, nem mesmo agradeci ao “elogio”, apenas voltei a atirar. Talvez se perguntem por que eu era tão bom, a resposta é simples, e possivelmente, vocês já sabem, eu estudava para ser um futuro agente da FNDF consequentemente aprendíamos a atirar, a final não prenderíamos bandidos apenas com a voz.

 

Umas três mais tarde, sair da sala, acompanhado pelo Ryan, deixando o Jeremy junto com o meu avô. Provavelmente estariam falando sobre roubos, e eu queria ser incluído neles, pois tinhas planos. Não seria um agente do FNDF, mas acabaria com uma das famílias mais perigosa e respeitada no “negocio do crime”.

Ao subir para o meu quarto encontrei com a Ivvy, no corredor, e novamente ela estava com os olhos vermelhos, provavelmente havia chorado, e pelo fato de não usar blusas com mangas, como era o seu costume, pude notar as marcas roxas em sua pela clara, e não eram apenas daquele momento. E isso me fez questionar e querer saber o que havia acontecido a ela. Sendo assim perguntei a ela, porém ela não disse nada, ficou calada me encarando. Minha pergunta foi meio idiota se levarmos em conta o fato que eu sabia exatamente o que aconteceu. Jaxon, certamente, bateu nela. Ele tinha esse método de fazer com que as mulheres o respeitasse. Um método bastante idiota e de homem fracos, convenhamos.

- Ivvy me conte, o que houve? – insisti novamente.

- O seu irmão. – murmurou com desgosto. – Não sou uma mulher a altura dele, ele disse, mas se ele quiser e eu me negar é isso que acontece.  – Ela disse com voz de choro. – Ele disse que nunca me verá de tal forma, pois ele não anda com garotas feias.  – Ela desabafou.

Não tinha a mínima ideia do que falar para ela naquele momento. Se o Jaxon não é a pessoa mais idiota que eu conheço certamente não sei quem possa ser, mas ali, naquele momento, sabia que ele não trataria mais a Ivvy daquele jeito, não enquanto eu estivesse ali.

Ivvy não esperou que eu dissesse alguma coisa, apenas continuou a andar rumo ao seu quarto.  E eu fui para o meu, pois a noite estava surgindo e o ‘’príncipe da máfia’’, no caso eu, Justin Drew Bieber, teria que ir conhecer os meus amigos e meus inimigos, ou seria todos inimigos?

...

 

Depois de pronto desci com o Chaz, e fomos para a garagem. Todos estavam à espera do Justin, isso era patético. Entraram nos carros, algo que me chamou a atenção foi o fato da Ivvy está ao lado do Jaxon, assim como a Clary, os três entram na Ferrari vermelha reluzente e logo ele saiu cantando pneu. Eu entrei no meu Bugatti laranja com listras em preto e vou logo atrás do Ryan e do Chaz, atrás de nós haviam algumas BMW,  que o Ryan havia me dito que, sempre que saímos, tínhamos que está acompanhados por seguranças ou poderíamos morrer. Na verdade eles poderiam morrer.   A galera do mundo do crime nem me conhecia, ao menos, era isso que pensava até chegarmos à balada.

Um enorme fila, vários homens de preto e provavelmente armados, pessoas bêbadas e drogadas e carros das mais famosas marcas estacionados. Essa seria a descrição perfeita pra aquele lugar. Passo o olhar em volta e fico passando em como a ONDF nunca pensou em invadir um lugar assim, em uma noite qualquer pegando todos de supressa, mas a resposta logo veio, certamente esses mafiosos tem pessoas infiltradas nas mais diversas instituições de segurança nacional.

Não foi necessário pegarmos fila, afinal o dono estava com a gente. Sim, era eu.  Entrando no ambiente o meu olhar de desaprovação era explícito. Um lugar bem organizado, porém muito cheio. Mulheres semi-nuas dançavam em pole dance para homens que estava quase babando, entre outras coisa podiam ser vistas naquele ambiente. Os garotos me guiam para uma área vip, de onde pude ter um vista privilegiada de toda a balada.  Alguns olhares se voltaram para mim, e as pessoas começaram a fofocarem umas com as outras e isso era extremamente irritante. Não sabia se falavam mal ou bem, mas queria saber. Certamente todos ali tinham motivos para me querer vivo como também para me querer morto.

- Vejo que está tentado se adaptar. – comentou alguém atrás de mim. Virei meu rosto e vi a Cait. Ela tinha sumido por uma semana.

- E vejo que você resolveu aparecer.  – disse e voltei a observa os idiotas na área de baixo.

- Ainda bravo? 

Ela ficou ao meu lado. Cruzei os braços e olhei para ela.

- Não vou esquecer o que fizeram, estou com muita raiva, mas vou... sei lá. – voltei a olhar para baixo e havia uma garota me olhando malicioso.

- Está bem, você tem esse direito. Ela... – ela olhou para a garota e voltou  a olhar para mim. – Pode ser sua a hora que você quiser. – arqueei uma das sobrancelhas. – todas aqui podem, eu não. - ri e ela me acompanhou. - Ali naquela porta... – Ela apontou com o queixo para uma porta atrás de mim. – É seu escritório.

- Sério?

Ela assentiu.

- Agora eu vou buscar uma bebida para nós. – ela falou, antes que eu respondesse ela deu as costas para mim e saiu.

Olhei a garota lá em baixo, então balancei a cabeça, fazendo sinal para que ela subisse. E não, nós não transamos. Os seguranças a impediram de subir. Ela disse algo a eles. Eles olharam para mim balancei a cabeça levemente em afirmação e eles deixaram-na passar. Ela caminhou até mim sedutora.

- Ellen, a seu dispor. – Ela disse ao se aproximar.

- Eu sei que está. – falei seriamente. – Mas não iremos fazer nada. – olhei-a de cima abaixo. – Não agora. – disse malicioso e ela sorriu.

A Cait voltou com as bebidas e me olhou sorrindo. Revirei meus olhos, ela me entregou um copo de uísque. Não falou nada e se retirou.

- Ah, nós iremos fazer algo? – a garota de nome fácil e esquecível perguntou. Olhei para ela, sabia exatamente o que ela queria dizer. – Por que eu tenho que…

- Você acha que dinheiro é problema para mim? – a interrompi com tom de voz tão sério que vi a engolir a seco.

- N-Não e-eu... Desculpe-me. – Ela disse então abaixou o olhar.

- Está tudo bem. – Ela ergueu o olhar até o meu. – espero que isso não se repita. Agora pode ir. – sua expressão ficou confusa. – Perdi a vontade. – Ela assentiu e virou para se retirar. – Espera! – Ela parou e se virou para mim. – Tome isso para mim. – a entreguei o copo de uísque. Vou à direção de um sofá de couro – nada original – e me sentei, observando-a enquanto ela se retirava.

Eu sou um ótimo ator! – pensei.

Estava sozinho. Maneira dramática de dizer que não havia ninguém na área vip com você. Levantei-me daquele sofá e vou até o meu escritório. Ao abrir a porta, e entrei  em um cômodo grande, no cômodo havia um sofá de couro imitando os que estavam ao lado de fora, uma mesa de vidro com um notebook e algumas pastas e atrás da mesa uma cadeira grande de couro na cor preta. Havia também uma segunda porta, de certo era o banheiro. Dei a volta na mesa e sentei-me cadeira, girando de um lado para o outro. Precisava de algo interessante para fazer, então tentando acabar com meu tedio, comecei a ler alguns dos papéis que estavam sobre a mesa. Abrir o notebook e ao liga-lo imagens da boate aparecem na tela. Legal! Olhando todas as imagens vi que o Jaxon acabava de chegar, porém estava apenas com Clary ao seu lado, meu pai estava próximo a ele com uma mulher desconhecida. Olhando as demais imagens vi meus amigos na pista de dança com suas propriedades e a Cait estava no bar com um cara desconhecido por mim.  Continuaria olhando as imagens se alguém não tivesse batido na porta. Autorizei a entrada e logo a porta foi aberta dando-me a visão do Jeremy ao lado da minha mãe. Fiquei estático, olhando para os dois sem saber o que falar.

- Vou deixá-los a sós. – Jeremy disse e saiu fechando a porta.

Minha mãe não dizia nada, apenas me olhava.

- O que a senhora está fazendo aqui? –perguntei seriamente ainda sentado no mesmo lugar.

- Eu precisava saber se você estava bem. – ela disse.

- Por que a senhora fez isso? – levantei-me. – Por que mentiu para mim durante esse tempo todo?

- Filho, eu não podia te contar. Eu tinha medo de te perder.

- E o que aconteceu agora? – quase gritei. Ela permaneceu calada. – Exatamente isso, a senhora me perdeu. – Vi seus olhos se enxerem de lágrimas.  Ver a minha mãe triste sempre foi uma das piores coisas para mim. Mas, mesmo que nunca deixasse de ama-la, naquele momento queria ela longe de mim. – Sempre que eu perguntava a você o porquê meu sobrenome era igual à de um mafioso você inventava uma história. –eu estava com muita raiva, falava com ela com um tom, que nunca havia utilizado antes. – Dizia que tínhamos um parente em comum. – disse com desdém. – e eu como um idiota sempre acreditei em você.

- Justin, olha, eu... – ela se aproximou de mim, porém me afastei. – Sei que está com raiva e…

- A senhora não tem ideia do que estou sentindo agora! – gritei. – Agora, por favor, vai embora.

- Filho…

- Vai! – gritei fazendo com que ela se assustasse. – Espero que a senhora fique bem e longe de mim.

Ela não disse mais nada apenas começou a chorar e se retirou fechando a porta. Fico em pé encarando a porta fechada, sem saber o que fazer. Não sei o porquê de ter dito aquilo para ela. Eu não a queria longe de mim, se eu ainda não surtei era porque queria mantê-la segura e agora a mando para longe. Talvez assim fosse melhor. Se o Jeremy pensasse que eu odiava a minha mãe, ele a deixaria em paz.

Sentei-me no sofá. Então a porta do escritório foi aberta pelo Ryan, sua expressão era de alguém preocupado, certamente ele viu minha mãe saindo do escritório.

- Como você está Justin? – ele perguntou entrando e fechando a porta.

- Eu não queria que ela estivesse vindo aqui. – disse.

- Vocês conversaram?

Respirei fundo.

- Não posso chamar aquilo de conversa.  Agora quero voltar para casa.

Ele assentiu e não disse mais nada.  Saímos do escritório, os demais estavam lá na área vip tomando bebidas. A Cait e o Chaz vieram até mim e perguntaram se eu estava bem, apenas balancei a cabeça em afirmação, então me dirigi para fora da boate junto com o Ryan. Algumas pessoas me cumprimentaram, não liguei para eles, apenas continuei a andar.  

Sair da boate, entrei em meu carro e segui para casa. Já em casa fui direto para o quarto, no caminho encontrei com o Jaxon.

- Já está se volta? – Ele perguntou, ficou na minha frente atrapalhando minha passagem.

- Não, estou lá ainda se você não está vendo. – respondi com ironia.

- Está assim por causa da sua mãe? Eu sei como é ter uma mãe vadia…

- Não fala da minha mãe seu…

- Seu o que? – Ele me interrompeu. – Eu falo dela como eu quiser. – ele disse sério. – Eu não sou como todos aqui, Justin, eu não gosto nem um pouquinho de você.

- E por que não? – ele fez menção em responder, porém o interrompi. – Não responda, eu sei o porquê. Você me odeia porque tudo isso será meu. Porque você está aqui desde sempre e o Jeremy não confia em você, então ele me quis aqui. – cuspi as palavras em sua direção e pude ver a raiva surgir em seus olhos. Ele respirou irritado. Então passou por mim, esbarrando em meus ombros.

Deixei aquele idiota de lado e continuei a andar em direção ao meu quarto. Passei enfrente ao da Ivvy e sinto alguém me puxar para dentro.

- Ei, o que você está fazendo? – perguntei.

Ivvy fechou a porta.

- Eu quero conversar com você. – Ela disse então foi em direção a sua cama onde se sentou.

- E sobre o que seria? – perguntei me encostando na porta.

- Eu vi você enfrentando o Jaxon. – Ela disse. – E recomendo que você  não faça  mais isto.

- E porque não?

- Por que ele pode se irritar com você, ele não vai se importa com o que ou quem você é, ele vai simplesmente querer acabar com você.

- Ele que tente. – disse sério.

- Justin. – Ela me repreendeu.

- Eu não tenho medo dele. Mas você parece que sim. – caminhei até a sua cama e me sentei a sua frente.

- Essas marcas em meu corpo, me obrigam a sentir.

- Por que você o deixa fazer isso com você?

- Ele é meu dono, então...

- Ele não é seu dono. Você é um ser humano, então é dona de si mesma, Ivvy. – disse, isso pareceu pega-la de surpresa.

- Você não é como os outros, né?

- Não. Eu não queria está aqui, mas estou sendo obrigado. Mas o meu objetivo aqui é acabar com tudo isso.

Ela me olhou com os olhos arregalados.

- V-Você está falando sério?

Assenti.

- E como fará isso?

- Não sei ainda, mas tenho uma ideia de como fazer tudo.  E sei que você  não gosta daqui, então eu quero pedi a sua ajuda.

- E o que eu ganharia com isso? – Ela perguntou.

- Além da sua liberdade? – Ela assentiu. – Ahn, sei lá. O que você quer?

 Ela ficou pensativa.

- Eu quero me vingar do Jaxon e da vadia da clary. – Ela disse séria.

- Feito. Eu te ajudo e você me ajuda. – estendi a mão para ela e ela apertou sorrindo.

E assim eu ganhei uma fiel aliada aquela casa, para poder por meu plano em prática. Ivvy e eu faríamos um estrago naquela família e isso era fato.

 

 

 


Notas Finais


Gostaram?
Beijos e até breve!


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