História Herdeira da Sorte - Capítulo 5


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Categorias A Seleção, Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Plagg, Sabine Cheng, Tikki
Tags A Seleção, Miraculous Ladybug
Exibições 41
Palavras 1.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Demorou...

Capítulo 5 - A Dama dos Véus


Fanfic / Fanfiction Herdeira da Sorte - Capítulo 5 - A Dama dos Véus

Eu nunca vivi na sombra da minha irmã, sempre estive ao seu lado para segura-la quando cair.

 

Era depois do almoço e eu descia para biblioteca com Duusu choramingando na minha orelha.

-A Emma nunca vai nos perdoar! Disse para não aceitar a proposta do seu pai! Ela nos ODEIA! – revirei os olhos e virei o corredor.

-Ela NÃO nos odeia, já disse, ela está levando tudo numa boa... – disse com tom de certeza, mas meu kwami me olhou de modo mortal e voltou a pousar no meu ombro. Assim como eu, ele sabia que estava mentindo.

Entrei na biblioteca para achar pegar o livro didático que meu pai estava precisando e, como príncipe não herdeiro, eu tinha de fazer pelo menos isso. Emma nunca me culpou por ter nascido depois, ela parecia gostar de ser a herdeira, mas lembro de quando ela quis brincar de boneca com as princesas de outros reinos no nosso aniversário de cinco anos, mas não pode por causa da aula de etiqueta, desde então ela se amargurou totalmente e fico feliz que tenha se abrido com Charlotte, uma garota encantadora e compreensiva.

A biblioteca não estava suja e cheia por seus labirintos de estantes, bem no centro da sala estava Emma e Charlotte em duas poltronas vermelhas totalmente confortáveis.

-Depois daqui vou rever meus relatórios, em seguida vou no escritório do meu pai e... Olá Hugo. – ela me viu e fechou o livro que estava lendo.

-Não acredito que está usando Charlotte de escrava! – disse me referindo a loira que anotava cada palavra que minha gêmea dizia num caderno.

Ela olhou para a garota ao seu lado e fez cara de surpresa como se não tivesse notado.

-Não pedi para ela fazer isso! – Charlotte fechou o caderno e se encolheu na poltrona. Emma mostrou a capa do livro que estava lendo,  O Pequeno Príncipe – Por que nunca falou desse livro?

-Emma, já li ele sete vezes, francamente. – arrumei meus óculos e voltei a falar, mas com um sorriso maroto no rosto: - Amanhã anunciaremos seus selecionados, estava checando umas cartas hoje e insisto em recitar esse poema:

 

“Minha pequena princesa,

tão doce e delicada.

Te protegerei e mimarei,

e para ti reinarei!

Feminina, oh, Emma.”

 

Minha irmãzinha fez cara de nojo e se levantou da poltrona enquanto massageava o estomago.

-Eu preciso relaxar...! Acho que vou organizar minhas coroas. Até mais Huguinho.

-Vá se danar. – odiava que me chamassem assim. Charlotte se levantou pronta para ir atrás de Emma, mas a impedi – Ela prefere organizar as tiaras sozinhas. Bem, posso te apresentar o jardim?

-Hum, claro. Emma ainda não fez isso, então, por favor.

Ela aceitou quando ofereci o braço e caminhamos juntos e calados até o jardim.

 

Ela parecia maravilhada quando passamos pelas flores de açafrão e sentamos no banco, Emma com certeza nunca tinha a levado lá, pois ela parecia uma criança maravilhada numa loja de brinquedos.

-Elas são realmente lindas, minhas favoritas arrisco dizer! Então, o que está achando daqui senhorita?

-Charlie, me chame de Charlie. – ela sorriu delicada e senti meu rosto arder, mas sem corar – Tudo tão lindo, ainda sinto falta do meu pai, mas isso era tudo de que minha mãe me contava. Os vestidos então... Pareço Emma falando. – rimos.

-Você ficou muito bonita naquele vestido azul. – Corei e tentei rapidamente reparar meu erro – Quer dizer, o vestido era muito bonito, não que você não seja, claro.

-Tudo bem, você também fica muito bonito com essa sua gravata! – sorri e ajeitei a gravata mais um pouco – Muito obrigada por me trazer aqui Hugo, sinto muito, príncipe.

-Não, não! Pode me chamar de Hugo, menos de Huguinho!

De longe Charlie era mais que encantadora, engraçada e linda eram as primeiras palavras que me vinham na cabeça quando pensava nela, de repente senti um leve incomodo na orelha que virou um puxão e logo um grito:

-Seu compromisso real com a realeza indiana! Você está a-tra-sa-do ! – Duusu gritou na minha orelha e meu coração acelerou, tinha esquecido meu encontro com a princesa indiana.

-Droga, droga. Falha minha, até depois Charlotte. – beijei as costas da mão dela e, antes que pudesse sair correndo, pedi: - Será que você pedir para Pollen levar para o meu pai o livro Historia Viva de la Literatura Francesa? Obrigado!

Sai correndo para a porta de entrada do palácio, logo em frente estava a limousine, entrei desengonçado e o motorista acelerou para chegar a tempo ao ponto de encontro, eu não podia deixar esperando a princesa que tinha saído do seu país para vir me encontra... Um encontro arranjado que mais parecia um encontro politico, claro que eu estava numa situação muito melhor que a de Emma, eu poderia escolher e me encontrar com as princesas de outros países para fortalecer alianças, apenas Louis tinha o poder de escolher com quem iria se casar, independente de poder, e tinha uma lista grande.

-Minha mãe alugou o último andar da torre para o meu encontro? – perguntei boquiaberto.

-Sim, a rainha Marinette é muito esforçada e competente, tirando a vez que ela atirou um ioiô na cara da sua tia Bridget.

Subi o elevador até o máximo possível e me vi a bagunça de mesas em circulo e no centro uma mesa arrumada com uma toalha branca, sentada de um lado estava a princesa, era uma linda indiana morena, de cabelos pretos, lisos e gigantescos, olhos cinzentos e usava praticamente rosa.

-Princesa Nicolette, - beijei as costas de sua mão – é um prazer estar em sua companhia e sinto muito pelo atraso, quero pedir...

-Está tudo bem príncipe Hugo, fiquei bastante entretida com a vista daqui de cima, seu país é lindo! – ela sorriu e cheirou o lírio que decorava a mesa – Gosto muito de flores.

-Também, minha irmã Emma fez com que todos os jardineiros só plantassem das mais caras e raras flores do mundo, ela é uma peste, mas dez minutos mais velhas... Não acreditaria se eu te dissesse que ela é alérgica a maioria das flores que ordenou plantar...

-Sua irmã parece incrível Hugo, mas eu realmente quero saber mais de você... – ela olhou interessada e se sentou mais ereta, percebi que usava uma saia separada ao top e lembrei de Emma dizer que queria uma festa assim para usar algo do gênero, me senti atraído e desviei o olhar culpando os hormônios.

-Desculpe-me, hem hem, - limpei a garganta – como não sou o herdeiro da muito mais tempo para eu focar no que gosto de fazer, amo ler e administrar, quero fazer algo do gênero, e sou muito ligado a família, afinal, tenho dois irmãos e uma tia problemática!

-Também sou muito ligada a família, tenho dois irmãos e uma irmã... Muito difícil ser a herdeira do trono, principalmente por se mulher. Depois tenho que conhecer sua irmã, nos daríamos bem! – ela começou a brincar com o forro de mesa – Principalmente quando tenho de arrumar uma marido rapidamente e ela também. – Nicolette me olhou timidamente e logo desviou o olhar.

Estralei os dedos e fui ficando cada vez mais desconfortável, só fazia meia hora que eu estava lá e ela já falava de casamento, ela percebeu que estava ficando mal e suando que rapidamente se desculpo e segou minha mão.

-Desculpa, mil desculpas. Sei que está cedo, mas... Deixe-me explicar minha situação. Conheci muitos rapazes, mas todos queriam apenas ficar comigo e isso não é algo muito legal lá onde vivo, sei o que atrai esses cafajestes, sei que tenho muitos atributos, mas é horrível quando isso acontece. Estou em busca do meu príncipe encantado! Então, desculpe-me...

-Eu que devo me desculpar e sinto muito que passou por tantos momentos constrangedores, você, Nicolette, é linda de rosto como é de coração e espero poder lhe apresentar minha cidade depois!

-Com certeza adorarei, Hugo. – nos levantamos e despedimos. 


Notas Finais


Gente, eu sei que demorou, mais aconteceu muitas coisas, mas dessa vez prometo que vou postar o próximo mais rápido... Mas tem um problemas, são dez garotos selecionados e só tenho dois já "feitos", quem quiser mandar a ideia de um rapaz fique a vontade!
Comentem e beijinhos :3


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