História Herdeira do Tempo - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Doctor Who
Personagens 11º Doctor, Amelia "Amy" Pond, Clara Oswald, Personagens Originais, River Song (Melody Pond), The Master
Exibições 13
Palavras 657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey!!!

Capítulo 10 - Invasão


  

Doutor decidiu que iriamos no dia seguinte para Polin, por que como disse ele “você parece péssima, vá dormir”.

Eu tentei dormir, mas não consegui, era muita coisa para assimilar, no relógio marcava 1:30 da manhã, eu virei na cama e tentei dormir novamente, sem chance, nada de sono.

 Ouvi alguns barulhos no corredor, o que será que o Doutor está aprontando?

Me levantei, sai do quarto, não havia nada no corredor, nada mesmo, muito silencio, silencio de mais.

-Doutor? – eu chamei.

Nada, eu poderia ter imaginado o barulho.

Não, foi real. Eu tenho certeza.

-Doutor?

Eu sai para o corredor, um vento frio passou por mim, da onde veio aquilo, a Tardis não tinha janelas que podiam ser abertas.

Eu segui a corrente de ar, o frio passou pela minha camisola, eu me arrepiei.

Um grito, rompeu mais a frente, um grito sobrenatural.

As luzes se apagaram, o que é isso agora, um filme de terror?

-MADI! – a voz do Doutor veio de longe.

Meu coração acelerou.

-DOUTOR! – chamei.

-Eu estou aqui. – disse sua voz.

-A onde?

-No seu quarto.

Eu me virei para correr para la, mas algo me veio em mente, porque o Doutor falaria a onde estava? Sendo que pelo visto estamos sendo atacados.

Não. Eu não podia arriscar, eu tinha que ver se era ele.

Algo me impediu, não sei o que era, eu apenas corri para o outro lado da voz. Para longe do Doutor.

Eu não sabia por onde ia, a mínima visão que eu tinha se dava do meu próprio olhar, eu não sabia se eu estava correndo em círculos ou se estava voltando para trás.

O que sei é fazia horas que eu estava correndo.

Eu parei meus pulmões ardendo, minhas penas e braços ardendo, eu arfava.

Algo se quebrou ao longe antes que pudesse me dar conta eu estava correndo.

Eu cai. Bati a mão em uma porta. Uma porta. Eu forcei a porta, ela abriu e eu entrei.

Era um armário. Com uma janela de vidro, dava para senti – la.

Uma luz veio, eu congelei e prendi a respiração. Foi quando percebi que quem segurava a chave era o Doutor.

-Madi – sussurrou ele tão baixo que eu quase não ouvi.

-Doutor – sussurrei de volta.

Ele se virou e encarou o armário. A luz vinha da chave sônica.

Abriu a porta e entrou dentro do armário.

Ele abanou a mão falando para que eu me sentasse no chão eu o fiz e ele também sentou do meu lado.

Trancou a porta e apagou a chave.

-O que está acontecendo? – sussurrei

Ele tapou minha boca com mão.

Ouvi um barulho vindo do outro lado da porta, um tipo rosnado, com pausas como uma respiração.

Doutor sugou o ar e prendeu. Eu fiz o mesmo.

O barulho estava cada vez mais próximo.

Algo quebrou ao longe, o barulho se distanciou, Doutor soltou a respiração, e eu também. Ele tirou a mão da minha boca.

-Aquilo era um Godlin. – ele disse – está aqui por sua causa sentiu seu cheiro polineu.

-Mas...

-Escute, eu estava no meu quarto quando a chave começou a brilhar, ou seja a Tardis foi invadida. Eu sai a sua procura, as luzes se apagaram, então eu ouvi minha voz te chamando, os Godlins podem imitar vozes, mas só vozes, foi por isso que ele apagou a luz, para que você não o visse só ouvisse.

-Mas...

-Não terminei, com que roupa você está?

-Uma camisola, por que? – perguntei confusa.

-Do que ela é feita?

-Não sei, algodão talvez.

-Ótimo – ele começou a se mexer.

-Coloque isso- ele me deu seu palito. – seu cheiro vai ser disfarçado, vamos sair, me dê a mão, e não solte em hipótese nenhuma. Temos que ligar a luz, ele fica cego com a claridade.

Ele abriu a porta, eu coloquei o palito, ficou meio grande, senti a mão do Doutor na minha.

-Sempre segure a minha mão – ele disse.

-Sempre – concordei.

 


Notas Finais


Bay!!


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