História Herdeira do Tempo - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Doctor Who
Personagens 11º Doctor, Amelia "Amy" Pond, Clara Oswald, Personagens Originais, River Song (Melody Pond), The Master
Exibições 13
Palavras 1.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey!!
mais um capitulo para vocês.
tomara que gostem.
KJ
L

Capítulo 11 - Luz


Doutor andava rápido então eu tinha que correr para me manter ao seu lado, sua mão apertava com força a minha, o barulho voltou ao som de rosnados, Doutor foi para trás me levando junto.

O rosnado ficou intenso, quase insuportável, me fez pensar como aquela criatura que fazia um som tão gutural podia imitar algum tipo de voz.

Doutor se posicionou na minha frente me prendendo na parede, o som parou, e as nossas respirações foram as únicas que restaram.

Fiz menção de sair de trás do Doutor, mas ele me prendeu.

-Madi? – a voz do Doutor veio até mim, mas não do Doutor que me prendia na parede, a voz estava perto.

-Madi – chamou de novo, e desta vez pude sentir um arrepio pelo meu corpo, a voz estava a poucos centímetros de nós, uma respiração passou pelo meu rosto, ar gelado, nada humano, a respiração ficou ali sentindo o cheiro do Doutor.

Novamente algo se quebrou, e a respiração se afastou, um tempo depois Doutor me soltou da parede e me puxou pelos corredores de novo.

Eu queria fazer perguntas, mas acho que não era o momento.

-Temos que achar as luzes- sussurrou o Doutor.

-Onde elas estão? – perguntei.

-Perto da porta, estamos perto agora – ele respondeu ofegante, agora ele estava correndo.

Viramos algumas vezes eu sempre com a mão na dele agora era eu quem apertava sua mão, e embora estivesse escuro ele parecia enxergar exatamente o caminho.

Eu tropecei e cai em alguma coisa dura pontuda e gelada a minha mão se soltou da dele.

-Madi – sussurrou.

-Eu cai- respondi.

Uma luz se acendeu, a chave sônica Doutor olhou para os lados, nada do Godlin, eu olhei para o chão e percebi que eu tinha caído em um monte de vidros quebrados, minhas pernas estavam sangrando, nada de preocupante.

-Droga- ele disse.

-O que?

-Ele vai sentir o seu cheiro mais rápido.

-Isso não é bom – eu comentei, me levantando.

-Vamos, ele me deu a mão.

Seguimos mais devagar por causa das minhas penas doloridas.

Paramos por alguns segundos, Doutor acendeu a luz, e lá estávamos, na “sala” da Tardis, na entrada a porta estava aberta, a noite escura da França era visível, as luzes estavam do lado da porta.

Ele soltou a minha mão e andou até a luz para acende-la.

No meio do caminho ele caiu e algo o puxou para longe da luz.

-Madi, acenda a luz – gritou o Doutor.

-Não acenda Madi – gritou em seguida.

-Não sou eu.

-Não era o que pensava não acenda ou vamos morrer – disse a voz do Doutor.

E agora eu não sei se devo ou não acender.

-Por favor não acenda Madi – disse a voz

Por favor?

-Isso não é um conto de fadas Madi, acenda a LUZ. – nesse momento eu tive certeza, eu tinha que acender a luz.

Sai correndo na direção da luz, um grito do Doutor gritou “NÃO” mas já era tarde a luz estava acesa, e a figura que se destacava nela era horrível, pele branca, dois chifres saindo da cabeça, não tinha dedos, tinha garras, uma boca humana e duas longas aberturas no nariz, orelhas grandes, seus olhos estavam fechados com o brilho da luz a criatura gritou assim que eu a acendi.

Doutor estava em baixo da criatura que agora cambaleava para trás.

E depois começou a atacar sem visão.

-Nós leve para o espaço – Doutor gritou para mim.

Eu saio correndo para o painel de controle, e comecei a apertar vários botões eu não sabia como, mas eu sabia o que eu estava fazendo.

A Tardis fez o seu barulho natural, e pela porta pude ver que não estávamos mais na França.

A criatura brigava com o Doutor com unhas e dentes, enquanto sem armas ele tacava cadeiras na criatura, as cadeiras acabaram e a criatura encurralou o Doutor.

Eu não pensei apenas fiz, tirei o palito, fui para a porta que estava aberta, e então chamei a criatura horrenda que estava a ponto de matar o Doutor.

-Aqui sua coisa estupida e branca – eu gritei e ela não me deu bola.

Minhas pernas estavam ardendo, mas o sangue já estava seco.

É isso.

Sangue. “Ele vai sentir o seu cheiro mais rápido”

Peguei na parede da Tradis uma adaga que provavelmente fazia parte da decoração. Fiz um corte na mão grande o bastante para que jorrasse sangue, eu não senti nada, provavelmente a adrenalina não deixou.

A criatura parou o que estava fazendo e se virou para mim, seus olhos fechados, ela fungou, e correu até mim, o que faço agora? Não tinha chegado nessa parte do plano.

Ela estava perto, e então eu fiz a coisa mais maluca do mundo, pulei para o espaço, para fora da Tardis, a criatura me seguiu e caiu, eu me segurei no chão da porta, mas a criatura se foi.

-Madi – ouvi Doutor gritando.

-Uma ajuda por favor – pedi.

Logo eu estava sendo puxada de volta para dentro da Tardis.

-Quer me matar dos corações?

-Ele é muito burro.

 

Depois da noite agitada, Doutor verificou a Tardis e não tinha mais nada, nenhuma criatura, eu tomei um banho, por que eu estava cheia de sangue.

-Madi – Doutor bateu na porta.

-Pode entrar—eu respondi.

Ele entrou com uma maleta de primeiros socorros.

-A não precisa estou bem – eu disse.

-Olhe para a sua mão Madi – ele disse, eu olhei, aquilo estava horrível embora eu tenha tomado banho o sangue estava seco dentro do corte e estava expressivamente aberto na carne vive, naquele momento o corte começou a arder e doer.

-É eu acho que eu preciso – eu disse com o estomago embrulhando.

Doutor cuidou da minha mão enquanto eu fazia milhares de perguntas que eu não pude fazer antes.

-O que ele fazia aqui? – perguntei impaciente com o cheiro do sangue

-Ele estava te procurando. – ele sussurrou

-Porque?

-Alguém mandou ele te procurar. – ele disse

-Quem? - perguntei

-Alguém que está te casando. – ele responde

-Porque ele não te matou antes? – mudei de assunto

-Como você mesma disse, eles são burros, no começo ele só via interesse em você porque você era a missão dele, mas quando ele ficou cego se irritou tanto que decidiu me atacar. - ele explicou.

-Ele veio para matar? - perguntei

-Não. Para capturar.

Eu suspirei, ótimo alguém me queria.

-Como sabia que era eu? – dessa vez foi ele quem perguntou.

-O que? – eu disse confusa.

-Como sabia que era minha voz, que te disse para acender a luz?

-Mais cedo, você me disse que isso não era um conto de fadas, e daí quando você falou que não era um conto de fadas eu soube que era você. – eu expliquei.

-Inteligente. – ele sorriu- Pronto.

Ele me devolveu minha mão enfaixada.

Eu me deitei para dormir, me sentia tão cansada.

-Boa noite – ele disse.

-Boa noite.

 

 

 

 

 

 

Eu ouvia o tic e tac do relógio, o sono não vinha, quando eu cochilava ouvia os rosnados a criatura, umas duas horas se passaram.

E então eu me levantei e procurei o quanto dele no fim do corredor, a porta estava encostada, eu abri devagar e ele dormia quieto na cama dele. Do lado da cama havia um sofá, eu fechei a porta atrás de mim e entrei no quarto de fininho, me deitei no sofá e depois de horas acordada eu finalmente dormi.

No sossego e na segurança.

 

 


Notas Finais


Bay!!
desculpa por qualquer erro de port.
bjjs
KJ
L


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