História Herdeira do Tempo - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Doctor Who
Personagens 11º Doctor, Amelia "Amy" Pond, Clara Oswald, Personagens Originais, River Song (Melody Pond), The Master
Exibições 12
Palavras 824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey!!!
mais um capitulo.
Gente, por favor, peço paciência com a historia por que eu sei que tem falta de ação, mas preciso disso para desenvolver a historia.
chega de papo.
bora ler.
K
L

Capítulo 9 - Castiel


 

Nunca pensei que diria isso, mas eu estava com medo do Doutor.

Nos passamos pela parede entrando no lugar cheio de luzes e com cheiro forte.

-Onde...

Doutor palaçou a mão me calando, o lugar me parecia um covil de coisas ruins, havia pessoas, pensando melhor haviam alienígenas, muitos dele, mas também havia humanos o que era estranho.

Uma fumaça pairava no ar me deixava leve e com uma incrível vontade de beber algo, claro que resisti a esse impulso insano. Doutor parecia sem nenhuma mudança, batucava os dedos no balcão do que eu acho que seria o bar.

-Onde estamos? – eu perguntei.

-Essa não é a pergunta certa – ele respondeu.

-O que é aqui? – eu franzi as sobrancelhas confusa.

-Essa é a pergunta certa – ele sorriu- estamos em um covil.

-Esclarecedor – revirei os olhos.

-Estamos em um lugar que os mestiços e os puros se encontram.

-Porque estamos aqui?

-Por que a minha chave sônica não sabe o que você é e nem eu sei, aqui existe um homem chamado Castiel ele descobriu o que são a maioria dos mestiços que estão aqui. – ele me encarou. – entende meu raciocino?

-Sim, ele é o que? Um feiticeiro? – eu perguntei.

Doutor me encarou como se eu tivesse falado que eu ia dar uma volta com papai Noel só que a fada do dente ia me dar uma carona.

-Não existem feiticeiros, isso é conto de fadas, por favor não confunda. – ele respondeu, em um som de riso.

-Mas existem fadas – argumentei.

-Polineus.

-Tanto faz....

Fui interrompida por um hom....não era exatamente um homem era um adolescente da minha idade, era ruivo, pele clara e tinha os olhos de gato, que tipo de pessoa tem olhos de gato?

-Olá, Doutor, quanto tempo, ao que devo a honra? – a voz dele era mansa, como a de um...

-Polineu, mestiço – Doutor sussurrou em meu ouvido.

-Olá Castiel, tenho um favor que você me deve.

-Certamente. – respondeu Castiel, sorrindo encantador.

Seu olhar se dirigiu a mim, ele sorriu.

-Entrem – ele abriu espaço para uma porta que estava atrás dele – Então quem é a nova viajante Doutor?

-Uma amiga.

-E o que ela é? Quer dizer, por sua beleza deduzo que seja de Polineus. – Disse Castiel certeiro, meu queixo caiu.

-Metade dela é, agora me diga e a outra.

-Humana. Não? – Perguntou Castiel em dúvida.

-Não. – respondeu o Doutor se acomodando em um sofá da sala vazia.

-Interessante, levantasse- Castiel pediu para mim.

Olhei para o Doutor, ele fez que sim com a cabeça.

Eu me levantei e fiquei de frente para o garoto de minha idade, ele era bonito, um rosto formoso e a estranheza de seus olhos era incrível.

Ele pegou minha mão e a analisou, subiu para o pulso, parecia estar sentindo todos os ossos, ante- braço, braço, ombro, clavícula, pescoço, ele olhou diretamente nos meus olhos.

-O brilho dos seus olhos é Polineu. – ele comentou.

As suas mãos desceram do pescoço até meu coração, Castiel franziu as sobrancelhas, suas mãos abriram meus olhos quase me impedindo de piscar, ele os olhou por um longo momento.

-Bloqueio – murmurou.

-Por quem? – Perguntou o Doutor.

-Foi um Senhor do Tempo, mas não foi bem feito, ela lembra de partes difusas ainda, só pode ser tirado pela pessoa que colocou, durante os anos o bloqueio vai saindo aos poucos. Caso vocês não encontrem a pessoa que colocou– Castiel ainda segurava meus olhos, ele desceu sua mão e ele pegou meu braço direito, o que tinha ardido mãos cedo.

Ele olhou a marca da rainha em meu ombro, seus braços caíram na hora, ele se ajoelhou.

-Minha rainha – ele exclamou.

Eu olhei para o Doutor alarmada.

-Levantasse Castiel ela não está no reino agora. - disse o Doutor.

Castiel se levantou com um brilho malicioso nos olhos.

-Uma rainha merece a reverencia a onde quer que esteja. – Castiel respondeu.

E eu e ele ficamos nos encarando por um longo tempo, seus olhos eram tão interessantes, peculiares.

-Hora de ir – exclamou Doutor me tirando do torpor.

Ele pegou me braço e em guiou a até a porta.

Castiel, pegou meu outro braço e sussurrou para mim.

-Volte sempre, minha rainha – disse ele em um tom sedutor, se eu não fosse uma pessoa sensata teria beijado ele.

Mas o que fiz foi seguir o Doutor para fora do covil.

-Para onde vamos agora? – perguntei ao Doutor, enquanto andávamos.

-Não podemos começar por onde não sabemos. – e parou abruptamente eu bati nele e cai – Desculpe.

Ele me ergueu, olhou os meus olhos, realmente olhou como se fosse a primeira vez. Passou o dedo na ponta do meu nariz.

-Você é um gênio.

-O que? – eu disse.

-Seus olhos, temos que voltar para Polin, e descobrir quem era a sua mãe, se quem fez isso foi realmente seu pai então...

-Se chegarmos a minha mãe chegamos nele.

-Exato.

-Eu te odeio – eu disse para o Doutor enquanto ele abria a Tardis.

-Não você me ama.

 

 


Notas Finais


Bay!!
Espero que gostem!
K
L


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