História Herdeira do trono de fogo - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Perdão pela demora

Capítulo 20 - Inimigos ou amigos?


ZERO ON

A estrada era longa, eu nem sabia direito qual era o plano, ou para onde deveria ir, mas ficar trancafiada naquele lugar sem ao menos tentar não era uma opção. O cavalo de Sebastian, que peguei emprestado, cavalgava à horas e já aparentava estar cansado, precisávamos parar. Desci dele e em sua cela estava desenhado á mão o que deveria ser seu nome “Spartacus”.

-Vamos parar aqui por enquanto, cavalinho. - ele relinchou como resposta, parecia que entendia minhas palavras, e se deitou na grama.

O sol já estava nascendo e o sono já estava me derrubando mesmo lutando para continuar de pé. Dormir ali, no meio do mato desconhecido, não seria uma Boa idéia. Havia trago apenas o necessário na mochila: escova de dentes, sabonete, três mudas de roupas, uma escova de cabelo, comida e moedas de ouro.

Minha cabeça pesava cada vez mais, o cansaço me consumia aos poucos, e me dei ao luxo de tirar uma soneca.

DIANA ON

-Atrasados. - Thomas diz cruzando os braços, único que estava de pé.

-Desculpa, Majestade. Perdemos a hora.

-Percebi, Diana. Ben, que isso não se repita!

-Sim, senhor. - Ben respondeu.

Nos sentamos junto aos outros enquanto ele tirava folhas e mais folhas de uma pasta com tecido marrom, bem velho e acabado. Pegou o documento mais amarelado e o abriu…um mapa.

-Atacaremos aqui, aqui e aqui  em duas semanas. - Thomas disse, apontando países que haviam sido terrivelmente dominados. - Jason, Ben, Lorran, cada um de vocês ficará com um dos locais e irá liderar uma tropa.

-E Megan, Thomas? - perguntei. - Se esqueceu da sua irmã caçula desaparecida?

-Ela não é mais criança, Diana.

-Continua sendo sua irmã.

-E eu continuo tendo um reino para salvar! - ele se exalta e depois de recompõe. - Megan que se vire, que ela faça o que quiser enquanto o povo se põe a achar que tudo aquilo de ontem foi um espetáculo.

-Então não irá procurá- la?

-Não.

-Isso é um absurdo!! Não é possível que todos neste lugar concordem com você! - Silêncio tomou conta da sala. - Miguel? Nada à dizer?

-Minha Rainha sempre sabe o que Faz.

-Inacreditável. - Dou um sorriso debochado e passo a palavra. - Continue, Thomas.

-Obrigado, Diana.

ZERO ON

-Quem é você? - acordei com um garoto com o rosto colado ao meu, olhando fixamente em meus olhos.

-Como ela é bonita!. - o jovem menino de cabelos negros sorriu sem se afastar do meu rosto.

-Saia de cima de mim, por favor. - ordenei grosseiramente, ele desfez o largo sorriso e se afastou, me dando espaço para que me levantasse.

-Você era mais fofa enquanto dormia. - ele resmunga. Olhei ao redor, havia mais outros dois me rodeando, um par de gêmeos e uma garota. - Saia de cima do meu cavalo.

-Seu? Essa preciosidade aqui agora é minha, pirralha. - o segundo gêmeo em cima do Spartacus respondeu sorrindo.

-Não me faça tirar você daí.

-Não me faça rir, menininha da corte.

-As roupas dela devem valer mais do que você, Kevin.- o esquentadinho desceu do cavalo e mirou sua espada para o pequeno tagarela.

-Não me provoque, Enzo. - o tal Kevin cerra os dentes, já pronto para cortar-lhe a cabeça.

-Quanta infantilidade. - a bela garota de longos cabelos negros em pé ao meu lado diz sutilmente. - Controle suas feras antes que se matem, Castiel.

-Meus meninos… - detrás das árvores, surgiu um belo garoto, pareciam ser todos irmãos pois ambos os quatro possuíam os cabelos tão lisos e negros como a noite. Castiel… esse nome era tão familiar- Olhem os bons modos na frente das damas.

-Desculpe, senhor. - Enzo ajoelha- se sem pensar duas vezes.

-Não nos chame assim, Castiel. - Kevin cruza os braços e vira a cara.

-Peço desculpas, soldado. - aquele que parecia ser o chefe do bando se pôs à minha frente de pé. - Detalhes da desconhecida, Samanta.

-Roupas de grife, cavalo raro, Armas pequenas por todo corpo e apenas uma de porte grande... guerreira da alta realeza.

-Continue…

-Seus olhos revelam descendência pura do extinto povo das chamas, mas… seus fios brancos dizem outra coisa.

-E o que seria?

-Descendência dos lendários ceifadores, senhor.

-Como? - ele olha para ela com uma cara não muito boa, ela acena com a cabeça e ele se vira novamente, dando um leve sorriso. - Qual seu nome, minha querida?

Seus lindos olhos me encaravam como se dissessem “Me fale ou morra.”. Fiquei parada ali, revidando o olhar ameaçador, ele não me faria nada antes de saber quão perigosa sou… eu acho. Se dissesse meu nome de nascimento, talvez me atacariam. E se eu dissesse meu nome adotivo e desconhecido, talvez me atacariam também. Não sabia se eram aliados de Erylon, eu não sabia nem onde era aquele lugar, mas me deixar ir não era uma possível opção.

-Tudo bem. - Castiel disse com toda calma do mundo. - Não queres dizer? Não há problema. Só quero que saiba que está entre irmãos independente da sua origem.

-Castiel! -

-Tudo bem, Samanta, só quero dar à ela um motivo para confiar em nós. - ele diz.

O belo homem deu um passo para trás, fechou os olhos e respirou fundo. Suas veias começaram a pulsar visivelmente e ganharam um tom mais avermelhado, com um brilho teoricamente impossível, que se destacava em sua pele branca e pálida que implorava por sol. Em seguida, abriu os olhos que haviam se tornado uma buraco negro e sorriu para mim com fascinante dentes afiados. Depois os fechou novamente e voltou ao seu normal.

-Vampiro… - “eles eram inimigos de Erylon?”: pensei.

-Lindo, não é? - Enzo disse, suspirando fundo, tão admirado quanto eu.

-De Sangue puro. Eu sou o Príncipe Castiel, herdeiro do trono, salvador do meu povo e pesadelo dos deuses.

-”Pesadelo dos deuses”. - Repeti. Aquilo me lembrava alguém, mas… Não, não é possível.

-Exato. - ele disse, se cabeça erguida.

-Se os deuses escutassem isso, arrancariam lhe a cabeça. - ri. Ele me olhou assustado e manteve- se calado por segundos. Depois de pensar bastante, sua cara se tornou bastante surpresa.

-Megan?

-Oi, parede. - Os olhos dele se fixaram nos meus e ele me abraçou. - Está me sufocando!

-Você está viva!

-É perceptível. 



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