História Herdeira Manhattan - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Watchmen
Personagens Personagens Originais
Exibições 12
Palavras 2.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fantasmassss!
Tenho leitores fantasmaaasss!
Ta parei isso foi ridículo!
Bom esse capitulo em especial foi dificil de escrever, olha foi a primeira vez que escrevi algo assim, então se nao tiver passado o sentimento que eu espero me desculpem OK!
Boa leitura!

Capítulo 6 - Mágoas


Fanfic / Fanfiction Herdeira Manhattan - Capítulo 6 - Mágoas

- Acho que ela acharia melhor se eu a treinasse- Ozy interrompeu, estava frustrado com aquele súbito interesse- Afinal, todos sabemos que seus; "métodos", são um tanto brutais!


- Isso é o que você acha, mas garanto que treinado comigo ela tera mais chance de sobreviver!- os dois olharam para mim, Ozymandias sorrindo, tentando parecer amigável, Rorschach indiferente, apenas me olhando, esperando uma decisão minha- Deixe ela escolher!


Fiquei em choque, estavam colocando na minha mão um decisão muito importante, "se acalme, você esta perdendo o controle." Olhei em volta, Manhattan me olhava acenando de leve "não demonstre que esta me ouvindo, eles não sabem que faço isso." 'Você esta na minha mente!' " Sim, mas não tenha medo, escolha o que desejar".


Ele cortou a conexão, olhei para meus possíveis "tutores":


- Olha Ozy, você é um grande vigilante!- o sorriso no rosto dele aumentou- Mas vou escolher o Rorschach, desculpe!


Ele ficou pasmo, me olhou como se eu fosse um inseto, mas balançou a cabeça concordando:


- Bom acho que isso, encerra nossa reunião!- todos concordaram, caminhei para o lado do Rorschach, ele apenas meneou a cabeça- Boa noite a todos, senhoritas um carro as levara, seus tutores as procurarão quando quiserem começar o treinamento!


Concordamos e começamos a sair, assim como o resto dos vigilantes.


Eu sai e fiquei na porta do casarão, pensei no que estava ocorrendo na minha vida, em resumo uma zona, Rorschac apareceu ao meu lado, parando encostado na parede, ficou em silêncio por um tempo:


- Não espere que eu pegue leve com você!- só disse isso, não falou mais nada, mas continuou ali parado, pensando.


Ele saiu do meu lado, caminhou na escuridão e sumiu.


O carro chegou, Bianca e eu entramos, em silêncio, estávamos exaustas.


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Pov's Bianca

Acho que não foi uma boa ideia aceitar o Comediante como tutor, ele me olhava com desejo, já estava me irritando:


- Loirinha, isso vai ser muito divertido!- disse rindo, logo que revelou quem era eu vi em que merda tinha me metido, Eddy Blake era um sádico, um pervertido, mas agora não tinha volta- Logo começaremos a treinar, vamos passar um bom tempo juntos!


O riso dele me dava nojo, abaixe a cabeça me lembrando de um tempo em que eu era inocente, uma inocência tirada por ele.

Flash back on

Deveria ser umas oito da noite, eu estava saindo da faculdade de jornalismo, andava rápido, aquela cidade ficava cada vez mais perigosa, havia assassinos e estrupadores em cada esquina.


Quando eu terminasse meu curso iria expor todos eles, pelo menos as pessoas saberiam o que estava havendo. Virei em uma esquina, já estava perto de casa, quando ouvi assobios, alguns rapazes estavam ali, mexeram comigo; eu os ignorei, mas começaram a me seguir, caminhei mais rápido mas eles me alcançaram:


- Calma ai bonitinha, só queremos conversar, não vamos fazer nada que você não queira!- seguraram meus pulsos, me prensado na parede, era um rapaz branco, careca e alto, bem mais do que eu, tinha outros dois mas eu não consegui ver os rostos deles, ele acariciou meus cabelos e desceu as mãos até meus seios


- Me solta, seu pervertido desgraçado!- meu pai sempre me disse que minha boca seria minha sina, nesse momento ele estava certo- Eu vou arrancar seu pinto e fazer você comer seu filho da puta!


Senti o primeiro soco, foi no meu estômago, depois mais outro no meu rosto, me deixando tonta:


- Sabe, uma garota tão bonita não deveria dizer tantos palavrões!- segurou meu rosto, me fazendo olhar nos olhos dele- Mas nós vamos ensinar e ela não é rapazes?- ouvi risadas a minha volta, minha mente entendeu o que iriam fazer, me debati tentando me soltar, sem sucesso- Segurem ela!


Pegaram meus braços e o seguraram com força, o careca pegou pegou minha camisa e começou rasgar, puxou os restos me espondo, olhou para meus seios ainda com o sutiã branco, um olhar de total desejo.


Rasgou minha calça, me deixando apenas de langeri, lágrimas escorriam pelo meu rosto, fechei meus olhos esperando o pior:


- Soltem ela desgraçados!- uma terceira voz falou, ameaçadora, o careca que cortou minhas roupas desviou a atenção de mim


- A é? Nós só estamos ensinado uma "lição" a ela!- acariciou meu corpo de forma nojenta- E o que vai fazer velhote?


Eu olhei na direção da voz, era um homem de uns 45 a 50 anos, bem forte, parecia sorrir:


- Escuta aqui moleque! Ou você solta ela ou vou fazer se arrepender de ter me chamado de velhote!- disse em tom de brincadeira, o careca riu:


- Pode vir então!


- Já que insiste!- meu espanto com a velocidade dele só não foi maior do que a dos meus agressores.


Em segundos ele já tinha pego o Careca e batido a cabeça dele na parede, ele levantou e tentou revidar, mas o estranho foi mais rápido pegando a mão do careca e quebrando braço dele, finalizando com um golpe na cabeça dele o fazendo desmaiar.


O rapaz que estava segurando meu braço esquerdo tentou reagir, mas o estranho era mais rápido mais forte, o rapaz tentou chuta-lo, só que teve o pé segurado no ar, dois golpes foram dados na perna quebrando ela com um som horrível, ele se agachou com a dor, tentou dar um soco mas sem resultado teve a cabeça chutada fazendo-o rolar alguns metros.


O outro rapaz tentou fugir, mas foi impedido, meu salvador o segurou, e deu uma cabeçada tão forte que desmaiou o fujão.


Eu escorreguei pela parede até o chão, lágrimas grossas escorriam no meu rosto, um gosto metálico estava na minha boca, gospi um pouco de sangue junto com um pedaço de dente, estava tremendo, o nervosismo junto ao vento não me faziam bem, abracei meus joelhos tentando me acalmar, mas quanto mais tentava mais eu pensava no que tinha ocorrido ali. Ouvi passos se aproximarem, alguém se abaixou ai meu lado, me tocou de leve, me afastei com medo:


- Você esta bem?- era uma pergunta idiota, nao fazia sentido perguntar isso- Levanta!- foi meu salvador que falava aquilo, falava não ordenava- Anda, vou te dar meu casaco, te ajudo a chegar em casa!


Levantei tentando esconder meu corpo, ele me olhava sem vergonha alguma, tinha desejo no olhar dele tambem, acho que era só minha mente depois do trauma, tirou seu casaco e me deu, vesti agradecendo mentalmente por me cobrir ate os joelhos:


- Então esta melhor?- ainda tremia, mas acenei que sim- Pode me dizer seu nome? Onde mora?


- Eee eu...- respirei fundo para poder responder- Me chamo Bianca, Bianca Rachel!- respirei mais um pouco, ele me olhava sorrindo, um sorriso cafageste- Moro a dois quarteirões!


- Ok!- segurou meu braço entrelaçando ao dele- Te acompanho até la!


Concordei, caminhamos ate meu prédio, entramos no elevador, ele me levou até meu apartamento, entramos e eu pedi para ele sentar enquanto eu me vestia.


Fui até meu quarto, tirei o casaco dele e pus um vestido comprido simples.


Sentei na cama tomando coragem para voltar e encarar o homem que havia me salvado, tudo aquilo tinha sido insano, tanto o ataque quanto o salvamento.


Aquele homem não parecia realmente preucupado com o que tinha acontecido, como se fosse algo trivial, que fazia diariamente, o modo como lutou, ele era profissional.


Levantei e fui a sala, ele ainda estava sentado, agora com um charuto na boca, olhou na minha direção eu estava com o casaco dele nas mãos, estendi na direçao dele:


- Obrigado por tudo!- ele se levantou e pegou o casaco- Não sei como agradecer! Mas como se chama?


- Me perdoe loirinha! Acho que os acontecimentos não permitiram apresentações!- ele sorriu amigável, ou tentando pelo menos, os sorrisos dele eram sempre maliciosos ou irónicos- Sou Eddy Blake! Pode me agradecer outro dia, agora vou indo Bianca!


- Não espere!- segurei o pulso dele, ele me olhou confuso, eu tambem não sabia o por que de insistir para ele ficar- Eu não me sinto segura ainda, fique aqui, por favor!


Ele concordou e eu fui para o quarto tentando dormir.


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Já haviam se passado quatro meses desde "o incidente", uma amizade estranha começou entre mim e o Blake, saímos várias vezes. Uma vez, saímos fomos até um restaurante, foi algo até agradável, éramos muito parecidos, tínhamos uma química estranha, ele me acompanhou ate em casa, sempre com uma mão boba disposta, eu não me importava, tambem tirava uma casquinha, quando chequamos a minha casa, ele fez algo que eu não esperava, me agarrou e me beijou, um beijo incrível o melhor que eu já tinha dado, quando me soltou eu o olhei, ele sorria, um sorriso pervertido:


- O que foi isso!- perguntei sorrindo


- Já vi que gostou loirinha!- me abraçou- Quero que confie em mim!


- Você quer dizer?- e me soltou e olhou nos meus olhos


- Você quer, você sabe!- olhei para ele, levantei a sobrancelha- Quer que eu diga não é! Ta bem!- suspirou e continuou- Quer namorar comigo?


Eu não acreditava, nunca esperaria isso dele, mas estava tão feliz que não parei pra pensar:


- Sim!- haviam lágrimas de felicidade no meu rosto, tinha que admitir, eu gosto dele, de um jeito bizarro e estranho, mas gosto dele- Eu quero sim seu maluco!


Nos abraçamos, achava que seriam os dias mais felizes da minha vida; como eu era ingenua.


Depois da primeira semana de namoro ele começou a me cobrar, queria me ter para ele de qualquer forma.


Um mês tinha se passado, eu estava em meu apartamento, a campainha toca, caminho até a porta:

- Oi Eddy!- falo assim que vejo que é ele, estava bêbado, entrou sem esperar convite- O que foi? Por que veio aqui?

- Vim ver você "amor"!- cambaleou até o sofá, onde praticamente se jogou- Então benzinho que tal um agrado?

- Você esta bêbado!- ele ergue a mão fazendo um sinal de pouquinho- Eddy vai embora, por favor!

Ele se levantou, veio até mim, com o sorriso mais assustador que já tinha visto nele:

- Sabe benzinho, acho que aquele cara do beco estava certo!- ele agarrou meus cabelos puxando minha cabeça para trás- Você tem que aprender boas maneiras!

- Me solta Eddy!- me debati, ele apertou ainda mais meus cabelos, me arrastou até o sofá, me forçando pra deitar.

- Quieta gostosa! Ou vai ser pior pra você!- a risada que ele deu foi tão nojenta, que naquele instante eu não sabia mais o por que de gostar dele.

Ele segurou minhas mãos, e começou a beijar me pescoço, eu aproveitei e chutei bem no meio das pernas dele fazendo-o rolar para o chão, levantei e corri ate a porta, mas fui derrubada com um chute nas costas, ele me segurou pelos cabelos novamente, me fez levantar e socou meu rosto:


- Escolheu o jeito difícil não é vadia!- cuspiu as palavras na minha cara.


Ele me arrastou ate a cozinha e pegou uma fita adesiva, amarrou meus pulsos e me levou novamente no sofá. Me jogou com força e chutou minhas pernas, para que eu não tivesse reaçao.


Tirou um canivete dos bolsos e rasgou meu pijama, eu o olhava totalmente impotente, chorando como jamais tinha chorado, ele me analisava nua, olhando para mim com um desejo insano.


Tirou a própria camisa, depois o cinto e a calça, ficou nu diante de mim, me debati com todas as minhas forças, mas a única coisa que consegui foi outro golpe, ele abriu minhas pernas e se colocou ali.


Doeu quando ele entrou, mas não foi uma dor somente física, eu era virgem, foi uma dor emocional, eu tinha me preocupado com ele, me apaixonado, pois ele tinha impedido de fazerem o que ele estava fazendo agora.


A cada estocada, eu rezava para que aquilo acabasse, eu sentia como se estivesse sendo rasgada, mutilada e traída.


Não lembro quanto tempo durou, mas quando ele saiu de mim eu me senti suja, usada como um objeto descartavel. Ele se vestiu calmamente, sentou ao meu lado e acariciou meus cabelos, com o mesmo canivete que tinha rasgado minhas roupas ele cortou a fita nos meus pulsos.


Se levantou e foi embora, eu me encolhi e chorei, chorei até cansar, até sentir que a humanidade era ruim por natureza e que acabaríamos destruindo uns aos outros.


Rezei para nunca mais encontra-lo e adormeci. Alguns anos depois o encontro na casa da minha melhor amiga, mas ele parece não me reconhecer; depois descubro que ele é o comediante e pior que terei que treinar com ele.


Em resumo sou a pessoa mais azarada do mundo.

Flash back off



Eu desci do carro, me despedi da Iri fui para o prédio do meu pai, agora meu, pensado em como suportaria aquela aproximação do Blake, deveria ter ido embora como falei para Irina, mas agora não tinha escolha, faria isso por ela, pois quando eu mais precisei ela foi a única que me ajudou.

Pov's Irina



Havia acabado de chegar ao meu apartamento, fui para o quarto e me joguei na cama, dormindo na mesma hora, sem pesadelos essa noite, assim espero.



Notas Finais


Bom esta ai, coitada da Bianca, sério eu quase chorei quando escrevi.
Espero que tenha tocado vocês como me tocou.
Bom é isso, bom dia fantasminhas!


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