História Herdeiras de sangue - Capítulo 1


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Categorias Christian Figueiredo, Felipe Castanhari, Igor Cavalari (Igão Underground), Júlio Cocielo, Lucas "T3ddy" Olioti, Lukas Marques & Daniel Mologni (Você Sabia?)
Personagens Daniel Mologni, Igor Cavalari, Júlio Cocielo, Lukas Marques, Personagens Originais
Tags Amizade, Fantasia, Ficção, Romance, Youtubers
Exibições 24
Palavras 543
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Comédia, Crossover, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É a primeira fic que estou postando, espero que gostem 😄😆

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Herdeiras de sangue - Capítulo 1 - Prólogo

PRÓLOGO

SÉCULO XVI

Castelo em construção da família blackstorm.

Victoria Elizabeth Blackstorm corria pelos corredores do castelo ainda inacabado, o barulho do salto de suas botas ecoando pelo ambiente, e o suor frio pela caça inacabada escorrendo pela sua espinha. Assim que cruzou a grande porta que levava ao salão principal um trovão reverberou pelas paredes do castelo, anunciando a tempestade que começara a cair logo em seguida, sentiu um arrepio, como se alguém soprasse à suas costas, já conhecia e se acostumara a sensação a algum tempo. Não estava sozinha, concluiu. Victoria entrou no grande salão encontrando sua mãe e suas tias, todas estavam em seu devido traje de iniciação, formando um círculo. Madeline, mãe de Victoria vestida com sua capa preta, e suas 4 tias com capas azuis escuras. Aquela era a hora, aquele era o dia. O dia em que Victoria finalmente faria parte do clã de sua família. Ansiava por esse dia a 17 primaveras. Depois da inicialização Victoria teria controle pleno de seus poderes.

Victoria sabia dos riscos que corria ao aceitar fazer parte do ritual e assumir o controle total, ainda mais no século em que viviam, em meio ao auge da caça às bruxas.

Madeline lhe estendeu a mão e lhe deu um olhar como se perguntasse se era realmente aquilo que ela desejava e Victoria apenas abriu um sorriso em concordância. Desejava ter todos poderes acima de tudo.

- Justine minha irmã traga a capa de Victoria, e a adaga de nossos ancestrais.

Aquele era o momento, a lua estava  em seu ponto mais alto, mais cheia do que nunca no céu escuro pela tempestade negra, não havia mais como voltar atrás, e ela nem queria. Sua tia voltou trazendo a adaga do juramento e a capa, que diferente das outras da sala, era de uma cor clara. A adaga feita da mais pura prata e pedra da lua reluzia a luz da própria esfera clara no céu , como se uma reconhecesse a outra. Justine entregou a capa a Victoria e colocou a adaga no centro do pentagrama no chão, que agora estava com um brilho fraco, ali, na pequena faca e no círculo a alma de seus ancestrais e de seus espíritos companheiros clamava por ela. E ela não os decepcionaria.

- Você está preparada para o fardo, a maldição, benção e tradição que esta prestes a carregar consigo para o resto de sua próspera vida e dos seus, minha filha?

- Mais preparada do que jamais estive mamãe.

Madeline sorriu, e teve certeza que ali sua filha tornará-se uma mulher.

Julliet, irmã mais velha de Madeline pegou a adaga e fez um corte na palma de sua mão, fazendo com que algumas gotas pingassem no desenho no chão, foi assim até que chegasse a mãe de Victoria, filha mais nova, e então a ela. Victoria agora repetiria o juramento que sabia de trás para frente desde os 7 anos de idade, fez o corte em sua mão, o que ardeu um pouco e proferiu as palavras em latim:

- Ego, Victoria Elizabeth Blackstorm, iurate mihi et posteris meis stirpique meae, quae nostrum genus a honorare nostro secreto.


(Tradução: Eu, Victoria Elizabeth Blackstorm, juro por mim, pelos meus descendentes e pela minha alma, honrar e proteger nosso segredo).



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