História Herdeiros do Poder - Sob as Asas de Tiamat - Capítulo 5


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Categorias Originais
Tags Dungeon, Dungeons & Dragons, Magia, Rpg, Tiamat
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Palavras 948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem mesmo.
Aconteceu muitas coisas.
Vocês nem imaginam.
Agora, eu vou me dedicar as Fanfics e pretendo trazer novas. Espero que minha vida, agora, não dê errado, que nem nesse ano que se passou.

Espero que gostem!

Capítulo 5 - Devoradores e a Chegada em Alarta


 As criaturas se aproximam, revelando-se.

A alguns metros de nós, 4 Devoradores, que nos observam.

As criaturas possuem 2m70cm de altura, agora, mais perto. Eles possuem, também, a pele em um tom verde-podre. As garras são enormes e claramente afiadas e, na sua caixa torácica, uma figura de ser humano pequena, que, claramente, está sofrendo.

Um dos Devoradores avança na nossa direção.

Eu giro o Machado acima de minha cabeça e o ataco, mas, ele fora mais rápido que eu e se esquiva, indo em direção a Alana.

A pequena Necromante sorri para ele e estica a mão.

O Devorador pára logo a frente dela é simplesmente sai correndo.

— Perfeito!

Me viro para os outros que, rapidamente, estão bem próximos.

Um deles estica a mão na minha direção. A sua mão está levemente brilhando e, eu, reconheço aquele toque.

Giro rápido, deixando-o passar rente a mim e, rapidamente, movo meu Machado, amputando o braço dele, que grita.

Giro mais uma vez e lhe corto ao meio, matando-o.

Me viro e vejo que, logo a minha frente, a uma espécie de Escudo de Energia.

Alana havia me defendido de um ataque que saiu do ser que um dos Devoradores possui na caixa torácica.

Aperto o Machado e ele estala.

Ótimo! Ainda posso usar as minhas habilidades.

Estico a arma na direção deles e, com toda a minha força, lanço um Raio neles, e o corpo putréfico deles é consumido quase que instantaneamente.

Me ajoelho, um pouco cansado.

Sinto a mão de Alana no meu ombro.

— Está cansado, anão?

Sorrio.

— Obrigado por me salvar.

A garota se senta ao meu lado.

— Você me salvou primeiro.

Está cuidando de mim, anão. Posso ser uma Necromante, mas, não sou ingrata.

Você está muito cansado. Gastou toda sua energia em um ataque extremamente forte.

Ela me encara.

— Aquele Devorador não vai voltar tão cedo.

Sorrio para ela.

— Só me dê um minuto.

Ela se mantém calada, encarando os "restos mortais" dos Devoradores que estão logo a nossa frente.

Não demora muito e me levanto. Alana me encara.

— Anão, será que tem disposição pra chegar em Alarta hoje?

Começamos a andar.

— Se nada nos parar, sim.

Felizmente, conseguimos seguir caminha até a cidade sem mais interrupções, graças ao conhecimento que a garota tem sob a Floresta.

A cidade estava normal, com vários tipos de Guerreiros andando para lá e para cá.

Graça a Moradin eu ainda me lembro o caminha até Jegarh, meu amigo.

Jegarh possui uma casa um pouco simples mas, não por ser pobre e, sim, por gostar do lugar.

Nos portões de ferro puro, da casa de alvenaria, de 2 andares, dois Leões Atrozes nos observam.

Jegarh é um ótimo Mago, e, talvez, tenha tido a capacidade de domésticas as feras.

— Jegarh!? -Eu grito.

Os Leões dão um alto rugido, e a porta da frente logo se abre.

Jegarh aparece, vestindo a sua túnica branca de sempre.

Ele mede 1m80cm, tem a pele clara e barba bem feita. Jegarh possui os olhos em um tom extremamente verde e cabelos curtos.

Ao me ver, ele abre um grande sorriso de dentes brancos mas, logo, se desfaz, ao perceber os sinais de cansaço e luta.

Ele estala os dedos e os Leões vão para os fundos da casa.

— Ruskar, meu amigo!

Ele se aproxima, encarando Alana.

O olhar confuso dele passa para mim, ao que ele abre o portão.

— Como você está?

Ele aperta minha mão cansada, e volta os olhos à Alana.

— Está é...

— Alana Maestrom! -Ele me corta- O Clã Maestrom possui um nome extremamente conhecido.

Ele se vira para mim.

— O que houve, meu amigo?

— Bem... -Olho ao redor.

Todos os Clérigos, Magos, Bruxos e Feiticeiros estão observando Alana.

— Venha -Ele começa- Vamos entrar.

Seguimos quietos pelo jardim pequeno, porém, bem florido dele.

A casa possui as paredes brancas, e os móveis lindos.

Ele nos pede para sentarmos no sofá, e, assim, fazemos.

— Então, querem algo? Posso oferecer comida, bebida... -Ele me encara- Ainda bebe aquela cervejinha, Ruskar?

Escondo o sorriso.

— Só um pouco de água e uma boa refeição, se não for incomodar.

Ele olha para Alana mais uma vez, que mantém a expressão fria no olhar.

— Jegarh, preciso de um favor.

— Claro, meu amigo. Se eu puder resolver, eu ajudo!

— A cidade dos Maestrom foi atacada.

Do nada, no meio da noite, Tiamat e seus Clérigos atacaram a cidade e, juntamente de alguns dragões, destruíram tudo. O alvo principal deles era o Clã Maestrom.

Jegarh arregala os olhos verdes.

— T-Tiamat? Mas, porque ela faria isso?

— Ainda não sei. Só sei que Alana é a única sobrevivente do Clã inteiro.

Jegarh se levanta.

— Agora entendi porque estão cansados.

Podem tomar um bom banho, irei preparar a melhor comida e poderão ficar aqui pelo tempo que quiser.

Ele me encara.

— Será uma honra ter vocês na minha casa.

Ele acena para Alana, em sinal de respeito e, logo, para mim.

Dou um envergonhado sorriso.

— O que é isso, meu jovem Mago!?

Não precisa disso.

— É claro que precisa. Alana é uma grande e respeitada Feiticeira, entre todos da comunidade. Mesmo com a sua pequena idade.

Alana parece não se importar com isso.

— E -Ele continua-, você, é meu melhor amigo.

Venha, Alana, eu tenho algumas roupas que irão caber em você. Sei que quer um banho.

Ela se levanta do sofá.

— Obrigada, Jegarh. Obrigada mesmo.

Dou um sorriso.

Realmente ela tem razão: ela pode ser arrogante, mas, não é ingrata.

Ela entra no banheiro e se prepara para o banho.

Jegarh volta à mim.

— Tudo destruído?

— Sim. A cidade já não existe mais. Somente ruínas.

Ele suspira.

— O que será que deu na Deusa?

— Não sei. Sinceramente, não sei.

Só sei que, pelo jeito de Alana, não duvido se ela nos der as costas e ir atrás da Deusa, querendo vingança.

Ele suspira novamente.

— Eu iria querer.

Venha, vamos preparar alguma coisa.



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