História Hermione, semideusa e bruxa? - Capítulo 31


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Categorias Harry Potter, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Alvo Dumbledore, Annabeth Chase, Bellatrix Lestrange, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Luke Castellan, Minerva Mcgonagall, Nico di Angelo, Percy Jackson, Ronald Weasley, Sirius Black
Tags Draco Malfoy, Dramione, Hermione Granger
Exibições 97
Palavras 1.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi! Eu ia postar esse capítulo ontem, mas não deu tempo :( então, está aí <3

Capítulo 31 - Mom!


Fanfic / Fanfiction Hermione, semideusa e bruxa? - Capítulo 31 - Mom!

- Acho melhor você ficar no quarto hoje, só por precaução. Digamos que os Comensais não estão com muita vontade de te ver. – diz Draco.

Abaixo os olhos. Pior do que ficar trancada nessa mansão é ficar trancada no quarto. Mas Draco está certo, sabe lá o que Bellatrix faria se me encontrasse, por exemplo.

- Agora me diga, você realmente está melhor?

Reviro os olhos.

- Eu te falei umas mil vezes, estou ótima.

- Aprendi a não confiar de primeira em tudo que os Grifinórios falam, vocês são muito orgulhosos. – Draco diz.

- Olha quem fala! Um Sonserino. – arqueio as sobrancelhas. – Me poupe.

- É, acho que você está bem mesmo. – ele ri baixinho.

Alguém bate na porta e entra lentamente. É Nico.

Ele para ao lado de Draco no pé da cama e lança o feitiço Abaffiato para que ninguém nos ouça. Deve ser importante.

Nico não olha para mim, apenas fica encarando o chão. É melhor assim.

- Acho que encontrei uma maneira de te tirar daqui. – anuncia. – Presumo que Draco já lhe contou, não?

Draco balança a cabeça negativamente.

- Eu não sabia como contar. – ele suspira. – Ela não vai querer.

- Bom, ela iria querer se eu não contasse essa parte.

Draco revira os olhos.

- Não podemos mentir para ela. Olha para ela. – Draco aponta para mim. – Ela é dez vezes mais esperta que a gente. Ela descobriria.

- Ei, estou aqui. Já podem me contar. – cruzo os braços.

- Bom, sabemos que a única maneira de remover a marca negra do braço é se o próprio Voldemort quiser retirá-la ou a morte dele. Certo?

Draco e eu confirmamos.

- Nem mesmo nós três juntos temos força o suficiente para deixar Voldemort fraco o bastante a ponto de matá-lo ou forçá-lo a tirar a marca. – ele faz uma pausa. – Mas meu pai tem. Depois de longas conversas convenci ele a nos ajudar. Então o plano é o seguinte: meu pai vai lutar contra Voldemort e os Comensais. Enquanto isso, você e Draco vão dar o fora daqui para que nenhum dos Comensais pegue vocês, ok?

- Tudo bem. Mas qual é a parte horrível do plano? – pergunto. Não vi nada de errado.

- Eu. Meu pai disse que a condição para eles nos ajudar é eu voltar para o Tártaro com ele e viver lá para sempre.

- Não. – digo. – Isso está fora das opções.

- Viu? Se você não tivesse falado nada...

Draco dá de ombros e Nico olha para mim.

- Escute, alguém teria que se sacrificar por isso. Se não fosse eu, seria Draco. E eu vou dar um jeito de sair do Tártaro.

Sei que ele está blefando. Ele só sairá do Tártaro quando Hades quiser que ele saia. Suspiro, ele está certo, alguém teria que se sacrificar. Por fim, aceito a proposta. Nico e Draco parecem aliviados.

- Quando isso vai acontecer? – pergunto.

- Hoje. – diz Nico.

**

Draco foi verificar quantos Comensais estão na mansão para que Nico possa avisar Hades. Ele está sentado na poltrona no canto do quarto, quieto, muito quieto.

Sinto-me mal instantaneamente, porque mesmo que eu tenha o ignorado pelos últimos tempos, ainda assim ele é capaz de sacrificar sua liberdade por mim e por Draco.

- Nico. – ele me olha. – Levante.

Ele levanta sem questionar e eu caminho até ele.

- Obrigada. – eu o abraço antes que ele possa falar algo. – E eu sinto muito se eu não te compreendi.

- Está tudo bem. – ele diz. – Você sabe que há uma pequena chance de eu morrer essa noite, não sabe?

Concordo tristemente.

- Então escute. – ele segura meus ombros. – Se eu morrer esta noite, saiba que eu morri amando você.

Abaixo os olhos para que as lágrimas não caiam. Não tive tempo de dizer mais nada pois Draco entrou no quarto.

- Há poucos Comensais. – Draco anuncia. – Bellatrix e meus pais não estão aqui, o que facilita o processo.

- Tudo bem. – Nico diz. – Eu vou chamá-lo.

Nico fecha os olhos e permanece assim por um bom tempo. Troco olhares preocupados com Draco. De repente, alguém surge subitamente ao meu lado. Arregalo os olhos, é Hades.

Eu nunca tinha visto um Deus antes, eles parecem completamente normais, mas são magníficos, é como se prendessem o olhar de cada pessoa.

- Ah, que lugar clichê. – Hades diz, avaliando cada canto do quarto. Ele nem mesmo se dá ao trabalho de nos cumprimentar, nem mesmo Nico. – Bom, vamos ou não?

Corremos até a sala onde Voldemort normalmente passa as horas. Felizmente não encontramos ninguém no caminho.

Assim que entramos na sala, Voldemort nos olha com um sorriso no rosto e Nagini do lado.

- Como ousa entrar na casa de um bruxo, grego imundo? – Voldemort olha fixamente para Hades. O pai de Nico gargalha.

- Bom, antes de falar dos Gregos, você devia parar de brincar com adolescentes e lutar com pessoas da sua idade. Fracote. – Hades provoca.

Do nada, Voldemort parece estar sob o feitiço Crucio, mas de uma forma diferente, mais dolorosa. Olho para Hades e percebo que é ele quem está fazendo isso.

- Retire a marca. – Hades diz.

- Vo-você não pode me matar. Não. Vou. Retirar. – Voldemort fala pausadamente em meio à dor.

Dois Comensais entram na sala. Pego minha varinha e lanço Estupefaça em um deles. O outro está duelando com Draco. Nagini vem em minha direção, mas Nico lança um feitiço na cobra, deixando-a paralisada.

O outro Comensal venceu Draco, que está deitado no chão. Ele não pode estar morto, não. O Comensal aponta a varinha em minha direção, mas nada sai, nenhum feitiço.

Só então percebo uma movimentação estranha do meu lado. Uma mulher com cabelos cacheados e um vestido grego está atacando o Comensal.

- Não lembro de ter pedido por sua ajuda, Atena! – grita Hades do outro lado da sala.

Arregalo os olhos, é minha mãe! Ela olha para mim e segura meu braço. Ela toca apenas um dedo e a marca começa a sumir.

- Co-como...

- Não temos tempo para isso. Devo retirar a marca de mais quem?

Incapaz de falar, aponto para Draco.

Ela corre até ele e faz o mesmo que fez comigo. Logo depois, Draco acorda.

Minha mãe vem até mim e segura minhas mãos.

- Vão! Agora. Aparatem para um lugar muito longe daqui, ok?

Faço que sim com a cabeça, mas continuo paralisada.

- Vão!

Minha mãe, Hades e Nico somem com um piscar de olhos. Eu corro até Draco e aparato antes mesmo que Voldemort pudesse se recuperar.

**

- Onde estamos? – Draco pergunta assim que caímos no chão. Olho para os lados ainda meio atordoada por ter conhecido minha mãe. O lugar tem árvores longas e finas, não são árvores típicas da Europa, então devemos estar bem longe.

- Tenho um palpite. – de repente, começo a reconhecer aquelas árvores. – Estamos em New York.

E o Acampamento Meio-Sangue fica a poucos passos daqui.



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