História Heroes - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Asking Alexandria, Avenged Sevenfold, Guns N' Roses, Pierce The Veil, Slipknot, System of a Down
Personagens Axl Rose, Ben Bruce, Cameron Liddell, Corey Taylor, Denis Stoff, James Cassells, Sam Bettley, Serj Tankian, Slash, Vic Fuentes, Zacky Vengeance
Tags Drama
Exibições 10
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores! CapCap novo ebaaa, bom, espero que gostem. Uma boa e magnífica leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Heroes - Capítulo 4 - Capítulo 4

Pov's Vic

Estava mastigando meu café da manhã, quando de repente veio em mente o troço que se chama transdms. Não sei porque implico, nesse meio está eu, afinal é meu grupo, mas... algo me diz para não confiar em Strathmore, sei que ele foi o único que decidiu nos "patrocinar". Todos falam que somos apenas jovens querendo ser alguém, mas ele não, ele logo nos olhou e sorriu com agrado.
   - Que droga - resmungo com a boca cheia
Odeio ter que olhar para os dois lados. Já foram tantas invenções, e Strathmore sempre saía com os créditos, dizendo ter sido o núcleo das ideias. Que velho safado, pensava. Enquanto todos meus colegas de laboratório sorriam, como se aquilo fosse maravilhoso. Agora, Ingrid, confia tanto, que passou a chamá-lo de "pai" da ciência, como um empresário famoso pode ser um cientista?. Melhor deixar isso pra lá.
  Vamos, vamos, Vic, uma hora ou outra você terá de olhar o transdms. Mas hoje é minha folga, Ingrid com certeza deve estar dormindo uma hora dessas, então para que ir até lá? Hoje é apenas um sábado.
   - Que seja, vou para minha avó - ergo-me da cadeira da qual estava e levo o prato para pia. Dou um último gole em minha xícara de café e estico o braço para pegar do forro da cadeira minha bolsa.
   Pego as chaves e destranco a porta. O ar estava gélido, o que foi estranho.
  - Cadê o solzinho? - olho para o céu e fecho a porta atrás de mim. Destravo a porta do carro, acomodo-me no banco e pouso as mãos no volante.
   - Vamos lá - sorrio para o espelho do retrovisor
Para minha sorte não havia trânsito naquela manhã. Virei umas 3 ruas e depois outra para esquerda. Meu celular vibra no banco ao lado, costumo deixá-lo fora da minha bolsa enquanto dirijo. Rápidamente estico a mão pegando-o, olho para tela e era apenas "Greg", um "cientista" viciado em video-games, ele fora o cara a dar essa ideia de surrealismo, jogos cerebrais, etc.

    - Vic falando - digo sem tirar os olhos da pista - nunca ligue para alguém que está dirigindo
   A linha fez uns ruídos e logo a voz rouca de Greg ecoou pelo carro

- Vic, hoje o laboratório está fechado, certo? - ele parecia estar em alguma avenida

- Sim, porque?

- É que tem algo errado, os alarmes silênciosos que implatei no local está ligado, e só podem trabalhar quando alguém está presente. Entendeu? Preciso que você vá até lá e de uma checada, pode ser?

- Sério? Não será algum erro?
Do outro lado da linha, Greg grita com alguém. Ele sempre foi assim sem "educação"

- Desculpa, um menino ligou o som alto, e não, não foi erro algum, sei o que minhas invenções fazem, e essa avisa quando alguém entra no laboratório. Por favor, vá até lá, não sabemos quem pode ter entrado....

- É! - interrompo sua frase - isso, não sabemos, vai que é um ladrão experiente...

- Vic, deixa de ser crianção e vá logo! - ele desligou

Nunca deixa de ser folgado. É, parece que será hoje que verei o transdms. Freio o carro e dou meia volta.

[...]

Estaciono do outro lado da rua e sigo andando em direção ao laboratório. Fizemos uma bela arte com a aparência do lado de fora do local, tivemos a brilhante ideia de fazer o espaço parecer com um hotel abandonado. Meu corpo estremecia ao digitar a senha no teclado embutido sobre a porta de aço. Não tenha medo, Vic, é apenas um engano de Greg, tento manter a calma. Nesse mundo esperamos por qualquer coisa absurda.
   Fui seguindo em passos cautelosos, estava pronto para acertar qualquer gênio espertalhão que descobriu a senha de entrada.
Que droga, disse que a senha deveria ser algo impossível de se passar pela mente humana.
   Olhei em todas as saletas e parecia que tudo estava em seu devido lugar.
   Quando estava pronto para ir embora, algo chamou minha atenção - a porta da saleta de Ingrid estava meio aberta. Oh, meu Deus, o invasor está lá dentro, pensei soando frio.
    Caminhei sobre as pontas dos pés, logo encostei-me na parede. Contudo, fui passando as costas na mesma, quando cheguei ao lado da porta olhei para dentro. Por um segundo estava pronto para cair batendo, mas... não era nada do que Greg e eu pensavamos...
   - Ingrid? - murmurei pondo o olho na brecha. A mesma estava de costas para mim ao mesmo tempo que olhava em seu relógio de pulso e em seguida encarava um homem sentado na poltrona a sua frente, este encontrava-se inconsciente.
Que droga, Ingrid
No mesmo instante abri a porta. Ingrid rápidamente olhou para trás, seu rosto estava pálido, como se tivesse visto um fantasma.
   - Vic?
   - O que está fazendo? - caminhei até o homem desacordado na poltrona
  Ela continuou sentada na cadeira me olhando com espanto
  - Eu que te pergunto, o que faz aqui? Hoje ninguém trabalha...
  - É mesmo? - interrompo-a - então o que você está fazendo aqui, senhorita Fletcher? - cruzo os braços - ainda com este homem sem vida...
  - Tá maluco? Não tem ninguém sem vida aqui - ela exasperou-se
   - Então o que houve com ele?
Ela coça a testa
   - Vic, não se meta e vá embora
   - Nada disso, quero saber o porque disso tudo aqui... - fixo meus olhos em um diminuto aparelho ao lado da poltrona - isso é...?
Ela afirma com a cabeça
   - Sim, transdms, Ben aceitou experimentar minha máquina...
   - É, desta vez você soube escolher o tamanho - regulo o transdms como se este fosse um alienígena, na verdade ele é. Que outra coisa poderia te fazer alucinar?
   - Sim - ela pega nas mãos da cobaia, vamos chamar assim
   - Ele é alguma coisa sua? Ou é pena por ele está sendo mais um brinquedo?
Seus olhos voltaram para mim como se eu fosse uma presa e ela o caçador
   - Chega de falar besteiras, ninguém aqui está sendo cobaia, Ben aceitou por vontade própria, assim como todos os outros que vieram a estrear nossas invenções
   - Nossa, agora estão perguntando os nomes das cobaias? Bacana - passo as mãos no rosto - o que isso pode causar? - aponto para o aparelho - claro, isso deve ter alguma regra
Ela olha para a própria invenção e responde em seco:
   - Básicamente nenhum...
   - Ah, fala sério - corto sua frase
   - É sim, o transdms te faz sonhar, apenas, qual seria o perigo de sonhar?
   - Não sei, talvez não acordar mais, ou ser um sonambulo e sair andando por aí - olhei-a firme e prossegui - Ingrid, tudo que parece bom tem algo de ruim... e isso tem cara de ter um estoque cheio
   - Não, está enganado
   - Diz, qual é? Precisamos saber para poder agir em cima disso e...
   - 24h! - ela interrompeu-me
   - Como? - tento entender essa resposta
Silêncio
   - Ingrid, o que você disse?
   - 24h - ela repetiu, fazendo-me embaraçar as ideias
   - Sim, 24h, mas o que que tem isso?
   - O trandms te dar apenas 24h de sono, se por acaso você dormir mais ainda....
   - Morre - completo sua frase
Ela assentiu
   - E você deixou ele entrar sem saber disso?
   - Não! Eu o avisei, Ben voltará antes das 12h, pode ter certeza - ela passa a mão na testa do homem
  - Quem é ele? Seu irmão?
Ela riu
  - Não, meu noivo... - sua resposta fez-me estremecer. Nunca que deixaria alguém que tenho afeto experimentar minhas obras malucas.
Fico calado tentando me acalmar. Encarei os fios brancos e vermelhos que vinham do aparelho e paravam colados nas tempôras de Ben. É esse o nome dele, agora gravei.
   - O que seria esses fios?
   - Ah, eles são energias transmitida do aparelho que te fazem adormecer em um pequeno choque. Eles tem a capacidade de invadir o cérebro humano fazendo-o ter alucinações, e daí vem o surrealismo, o encontro de parentes falecidos. Estudos, meu caro amigo - o sorriso que atravessou seu rosto, era belo, mas não demonstrava alegria.
   - Hum, entendo, 24h? Ok, vamos esperá-lo acordar antes de dar 12h - digo com ironia, mas no fundo torcia para que isso realmente acontecesse.
       Que graça, viver coisas boas e depois descobrir que tudo fora fruto da imaginação. Por isso odeio sonhos, eles são piores que amigos falsos, ou... são a mesma coisa?.
  
  
 


Notas Finais


Ebaaa chegou até aqui, eaí será que Ben acordará antes de dar 12h? Para descobrirmos vejo-te nos próximos capítulos.

Beijinhosss da Gates


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