História Heroes - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Asking Alexandria, Avenged Sevenfold, Guns N' Roses, Pierce The Veil, Slipknot, System of a Down
Personagens Axl Rose, Ben Bruce, Cameron Liddell, Corey Taylor, Denis Stoff, James Cassells, Sam Bettley, Serj Tankian, Slash, Vic Fuentes, Zacky Vengeance
Tags Drama
Exibições 12
Palavras 3.149
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores! CapCap novoo ebaaa, bom, espero que gostem. Uma boa e fofíssima leitura.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Heroes - Capítulo 5 - Capítulo 5


  Cérebro vasculhado com sucesso

Transmissão de personagem
          Sam

40% de detalhes detectado por memória

10% de surrealismo

Meu pai tem uns costumes que soam estranhos para mim. Ele tirou-me de meus treinamentos e pediu para que eu tentasse naquele instante evapora-lo. Disse que iria com ele. Nunca pensei que evaporaria para uma igreja - pai? Porque estamos aqui? - a igreja era grande demais tinha velas em todos os cantos.
- É bom passar aqui quando as coisas estão dificeis dentro de casa - ele passa a mão em meu ombro esquerdo - não acredita em Deus? - sorriu.

- Bem, sim, mas não tenho certeza se ele olha por nós, não é mesmo?.

- Porque acha isso? - sentamos-nos no banco - é claro que ele olha, ainda mais vocês pessoas especiais.

- Por isso mesmo, somos filhos de uma "bruxa" e eu infelizmente não tenho certeza se ela era boa. Mamãe morreu quando eu nasci, ás vezes eu acho que foi minha culpa ela não está aqui.

- Sam, meu pequeno Sam. Sua mãe era muito boa e não foi sua culpa ela ter ido muito cedo. Simplesmente era a hora. Não se culpe.

- Pai, conta mais dela - deito a cabeça em seu ombro.

- Ah, Sam, ela se parecia muito com você.

- Sério?

- Sim, sua mãe gostava de tocar piano e tocava muito bem, todas as noites ela tocava para vocês uma bela canção.

- Para mim não, eu não era nascido.
Ele ri.
- Sam, você ouvia dentro da barriga dela e ela sabia disso. Meu irmão já era bem durão e rígido a maior parte do que sei foi ele que insinou-me.

- Pai? Você acha que conseguiremos acabar com o mal, sabe do que estou falando?.

- Sei meu pequeno e sei mais ainda que conseguiremos sim. Vocês tem a força do bem e o bem sempre vence no final.

- Nem sempre é assim, no filme que assisti o bem foi o perdedor.

- Não acredite em filmes, eles dizem o que querem, mas eu sei... Bem sempre vence acredite nesse seu velho tio, ele sabe.

- Se eu não acreditasse, não confiaria em ti, mas... Denis, ele não está querendo servir o bem.

- Sam, seu irmão quer sim servir o bem, mas ele tem desejos também.

- Se no final ele cair fora, lutaremos mesmo assim pai, pode ter certeza. Os Maxissuls não existirá mais para estragar famílias.

- Eu sei, eu sei.
O padre vem até nós e os deixei conversar. Fui explorando o local cheio de graça. Tinha lugares que me arrepiava. A história de um homem que  morreu por todos. Jesus, também foi um herói e ele era um só, que poderes será que ele tinha? Um só homem salvou bilhões, seu poder com certeza era maior que todos que existem em seres igual á mim e meus irmãos.
Fiquei vendo a cruz que lá havia até Serj chamar-me, fui correndo apressado até ele. Nos despedimos do padre e fomos para um lugar afastado e lá conseguimos voltar para casa.
- Obrigado pela viagem, meu pequeno Sam - sorriu de canto.

- Imagina- saimos do quarto e percebi que Denis, Ben e Cameron pararam de falar e rir no momento que botamos os pés na sala - o que estavam falando para o motivo de tanto riso? - sentei-me no sofá e liguei a tevê.

- Não era nada - Cameron joga uma garrafa de água para o pai que pega sem erro.

- Sam, você sabe que eles são os palhacinhos poderosos de casa - parece que ele entrou na brincadeira.

- Também rindo pai? - perguntei sem ver motivo.

- Claro, o que nossos inimigos querem é nos ver triste, não é mesmo Ben?.

- É sim

- Viu?

- Agrr, vocês são malucos - levanto-me após ver que nada de bom passava na tevê.

- Onde foram? - Denis pergunta.

- Fomos á um bar de stripper.

- Sam - Serj cruza os braços - stripper?

- Olha o tio, bar e strippers - Denis e Ben caiem na gargalhada.

- Porque vocês riem tanto? Quero ver esses risinhos na hora da prova amanhã na escola.

- Porque sempre tem um corta brisa?.

- Ben, como sempre dando de um. Nós sabemos que você tem uma "amiguinha" nerd por quem você tem uma quedinha - minhas risadas nunca foram tão verdadeiras.

- Que? Claro que não - ele cora - Ingrid é apenas uma amiga e nada a mais, você sonha com unicórnios e anões - ele ri sem graça.

- Que? Não muda de assunto e não sonho com isso.

- Ah, por favor, Denis ler mentes esqueceu? E é mais que isso, ele pode ver tudo em sua cabeça até os carrapatos - no mesmo instante Ben causou-me uma raiva que não pensei duas vezes antes de mandá-lo para dentro de um presídio com mais de trinta caras durões.

- Sam, cadê seu irmão? Traga-o de volta, agora! - meu pai se aproxima e me encara - você está louco?.

- Sam, seus pensamentos são sujos com o Ben, mandou-o para um presídio para ser assediado por... Caramba... Trinta caras. Traga-o de volta. Ben foi o único que nunca usou seus poderes contra nós.

- Os gritos conta - Diz Cameron.

- Calaboca.

- Sam, não falerei de novo, qualquer coisinha vocês brigam e usam seus poderes, por favor, se não fizer o que estou mandando por bem fará por mal - ele mexe em meu subconsciente e me força a trazê-lo. Dito e feito.

- Agora que eu te mato seu imbecil - Ben voltou furioso, e gritou tão alto que no mesmo instante cai no chão junto com todos na sala. Meus ouvidos estavam começando a soltar um líquido vermelho, eu estava ficando apavorado.
- Ben, chega - grito mas não mais que ele. Aquela tortura continuava, porque tinha que existir esse poder? É o pior que já vi. - Ben - nada adiantava tapar os ouvidos. Uma coisa boa aconteceu e o fez parar com aquela tortura grital, vamos chamar assim!. Levanto-me do chão com os ouvidos á latejar e vejo nosso herói. Cameron o agarrou com força e o fez ficar sem ar, se não fosse por isso acho que morreria surdo - obrigado, Cameron - passo as mãos nos ouvidos, olho para elas que estavam um pouco sujas de sangue - queria matar-me seu idiota? - brequei a raiva ou a guerra de poder não teria fim - deixa pra lá, vou para meu quarto tomar um banho, tenho escola de manhã - subo as escadas mancando por conta do sacríficio que passei. Parei no terceiro degrau e pude ouvi-los em silêncio total...ou fiquei surdo? Corro desesperado para o quarto e bato a porta.
Vou até a janela e abro-a, no mesmo instante vejo o vizinho da casa ao lado conversando com o pai, devem ter vindo ver o que ocorria e o porque do grito que é claro a vizinhança inteira ouviu, os alienigenas no espaço também devem ter ouvido.
Ben, não mexe com ninguém, mas também quando ele fica vermelho feito pimentão, ah, aí ele vira o rei dos estragos auditivos.
Entro no banheiro dando tapinhas nas orelhas, elas pareciam ser o habitat de moscas zumbindo. Abro o box e ligo o choveiro e é claro meu celular toca sem parar. Só consegui ter a prova de que não fiquei surdo com o barulho da porta, o choveiro e o toque do meu aparelho e pude finalmente dizer uffa. Terminei meu banhinho sequei os cabelos encharcados e peguei meu celular - essa garota não me deixa em paz, terminei com ela depois que viu-me correr mais rápido que a ferrari onde estava o cara que a roubou. Não sei quem ficou mais surpreso, se foi ela, ou o ladrão, ou eu por saber que ladrões dirigem ferraris. Depois disso nós terminamos, mas parece que estava no mundo da lua quando eu disse acabou.
- O que você quer, Jasmine?
Uns barulhos foram feitos e por fim consigo ouvir sua voz fina.
- Sam, meu gatinho, porque não atendeu minhas ligações?

- Jasmine, terminamos, sabe disso.

- Quê? Quando? - sua voz foi de espanto.

- Por favor, não finge que não sabe.

- Mas não sei mesmo, quando foi isso?

- Você pelo menos se lembra de ter sido roubada?

- Sim, lembro, e?

- Foi aí que terminamos, como se lembra de ter sido roubada e não lembra de termos terminado?

- Cara, eu estava em estado de choque, eu o vi correr mais que uma ferrari, tipo, como fez aquilo?.
Encerro a ligação, não posso responder a essa pergunta. Nossos poderes foram mantidos em segredo por décadas se contar com os nossos ancestrais, então não será agora que revelará-se. Batem na porta, jogo o celular na cama e vou abri-la - que foi Denis? - perguntei entre a porta.
- O tio está chamando para jantar - Denis já estava com seu pijama e eu pensava que era apenas eu que tivesse a capacidade da "pressa" - já desço - fecho a porta novamente - o que ele tem com o espaço? Praticamente tudo do Denis é com estampas do espaço, que loucura - desenrolo-me da toalha e visto minha calça moletom preta e pego minha camiseta cinza. Sigo pelo corredor em passos calmos, chegando na sala pego todos jantando sem mim - pensei que era para jantarmos todos juntos - pego um prato no armário.
- Aqui não é creche - a expressão no rosto de Ben era relativamente raivosa.

- Eu sei - sento-me na mesa sem conseguir olhar para Ben que me encara como seu eu fosse uma presa fácil - tá boa a comida - disfarço e decido comer na sala. Depois de jantar pulo para um sono cheio de sonhos ou pesadelos. Quando brigamos e usamos nossos poderes, espera, acho que nunca teve um dia que brigamos e não usamos nossos poderes, então esquece, mas quando isso ocorre nosso pai nos castiga fazendo-nos sonhar com a pior coisa que existe seja ela qual for. Espero que ele tenha piedade desta vez.

[...]

Acordei com dores na nuca, tentei esquece-las e fui até o banheiro e o mais engraçado foi que a casa estava totalmente em silêncio. Escovo meus dentes, ouço a porta do banheiro abrir-se - sai fora James - olho para trás e não o vejo. Uma música toca sem parar. Ah, odeio essa música, quanto mais eu pensava no quanto a odeio mais ela aumentava. Que droga! Retiro-me do banheiro e grito sem  parar após ver milhares de gatos em cima da cama - gatos, tenho medo de gatos - grito e grito sem parar e eles apenas me olhavam - acorda, acorda - os gatos falavam periódicamente. - Sam? - abro os olhos novamente e levo mais um susto com Cameron me olhando rindo, como sempre - quer matar-me de susto? - passo as mãos nos olhos. Percorro rapidamente os olhos na porta e me enfureço - Cameron? - passo a mão na boca controlando a raiva.
- Sim? - sua voz estava calma de ante áquela situação que para mim é "praticamente" o fim.

- Você arrombou minha porta? E a deixou em pedaços?.

- Não a deixei em pedaços, apenas a partir no meio e...

- CAMERON! - grito - agora ficarei sem porta seu imbecil. Você sabe que essa porta é muito importante, agora todos podem frequentar meu quarto quando bem entender. Gostou?.
Odeio deixar a porta aberta ou até mesmo destrancada. Não tenho nada a esconder no quarto mas, sei lá, não gosto. - Falei várias vezes para você Cameron, não consegue fazer nada sem sua força? - levanto da cama e o encaro.

- Sam, você estava gritando, então pensei que sei lá, alguém tivesse entrado no seu quarto e...

- Chega, não precisa continuar, já entendi, ficarei sem porta.

- Só faze..

-Chega já disse!.

- Tá bom - ele torce o lábio - mas poderiamos...

- Poderiamos nada - o interrompo - isso vai ficar aí para você ver e todos os dias saber que não precisa em todas as coisas ultilizar sua força. Hulk branco - dou de ombros e sigo para o banheiro batendo a porta com força.

- Cuidado para não ficar sem a porta do banheiro também.

- Calaboca, Cameron! - grito do banheiro.
Não lembro-me o dia que Cameron não usou seu poder da força, ele quebrou a costela de seu cachorro ao abraça-lo. Cameron ficou arrasado e pensativo nada falava, meu pai teve que leva-lô para um psicólogo, mas por fim ele ficou bem e parece nem lembrar-se mais.
Apresso o banho e retiro-me correndo pois meu despertador tocou avisando que estou atrasado para algum compromisso que nesse caso é a escola - já vou, já vou - desligo-o e pego minhas roupas e a visto em menos de um minuto. "É, falo de Cameron, mas sou igual", pensei gesticulando negativamente com a cabeça após ver o estado da minha porta.
- Olá, olá - apareci rapidamente sentado no sofá fazendo todos na sala levar um leve susto

- Avise quando for aparecer evaporando - James morde seu pão com queijo.

- Não mesmo, perde a graça - sorrio de canto levantando do sofá e seguindo para a cozinha. Pego o pão e ao invés de pasta de amendoim era queijo - Ben, não influêncie todos da casa - meu tom foi irônico.

- Que? - ele pergunta tirando a cara do livro que lia profundamente.

- Nada, esquece - sorrio fazendo o pão. Na minha primeira mordida o pai chega nos apressando e impedindo-me de dar uma segunda mordida naquele pão que parecia saber que isso iria acontecer e resolveu ficar gostoso - Calma, pai - coloco minha mochila nas costas - só preciso peg...pegar meu headphone - digo com dificuldade, tive que enfiar o pão inteiro na boca. Pego-os e uso meu poder colocando eu e meu pai dentro do carro na mesma hora que voltei do quarto.
- Obrigado - olhou-me pelo retrovisor.

- De nada
Paramos uma esquina antes da escola e Denis foi o primeiro a retirar-se, logo em seguida todos saiem, eu sai por último.
- Tomem cuidado e nada de deixar visível seus poderes - Serj parecia sério.

- Sim, pai - destravo a porta novamente e gesticulo com a mão para ele seguir. Caminhei por uns 3 minutos e meus irmãos pelo visto já estavam lá. Subo os pequenos degraus que continha na grande porta do local e para meu espanto não tinha mais ninguém nos corredores. Olho para todos os lados e não se via ninguém - acho que não fará mal eu usar meu poder, não tem ninguém olhando - sussurro, pensativo. Quando estava pronto para agir, o faxineiro chega gritando, levei um susto enorme. "Ele viu algo? Como?", pensei virando lentamente para trás - oi?.
- Você sujou o chão, não aguento mais voltar aqui para fazer a mesma coisa - fez uma careta engraçada.

- Desculpa

- Porque está rindo?.

- Nada...

- Não era para você está na sala de aula?.

- É mesmo... Tchal tiozinho - corro ouvindo ele berrar algo, mas não consegui entender. Meus tênis fez um barulho agudo no momento que freei os pés em frente a porta da sala.
- Sr. Solomon - um par de olhos verdes aparecem na porta - de novo atrasado.

- Minha linda professora, tive que passar no banheiro antes, releva né? - faço cara de cachorro abandonado.

- Ok, só desta vez - sorriu abrindo a porta por completo.
Todos regularam-me quando entrei na sala, e não liguei sentei e peguei 4 chicletes enfiando na boca um de cada vez. Tive que ficar estudando para fazer a prova depois do intervalo, mas mesmo assim saí para comer - como foram na prova? - sentei-me na mesa onde meus irmãos estavam.
- De boa e você? - Ben pergunta.

- Cheguei atrasado terei que fazer depois do intervalo, então não me esperem - pego o suco da mão de Cameron que parece nem perceber - o que houve com ele? - pergunto e todos dizem não saber - Cameron, Cameron - estalo os dedos em frente ao seu rosto.
- Hum?

- Que foi cara? - olho para ele que não tira os olhos da colher.

- Raiva isso é o que houve.

- Aqueles caras te bateram de novo? Cameron, já lhe disse para dar uma lição neles com sua força, mas não me ouve, para quebrar minha porta você usou - pego o sanduíche que Denis ia comer e o vejo me olhar enfurecido - estou com fome.
   - Não é nada disso

- Então o que é? - digo, mastigando.

- Estou suspenso das aulas de basquete.

- Oé, porque? - olhamos para ele esperando a resposta.

- Quando fui jogar a bola na cesta... Joguei com muita força e...

- O chão rachou - Denis completou sua frase. Cameron assentiu lentamente.

- O técnico de basquete disse que não sirvo e que não farei falta - entortou a colher com os dedos - não ligo para aquele idiota -  levantou-se e logo em seguida o sinal toca.
- Depois falamos com ele - Ben diz levantando do banco junto com Denis. O estranho, foi não ver James com eles, deve ter ficado com alguma garota ou até mesmo professora, James é louco.
    Corro para sala e minha sorte foi que não havia ninguém na mesma, sento-me e espero a professora.

~11:45 da manhã~

Termino minha prova com um arquejo final - pronto - entrego para ela e logo depois sou liberado.
- Não se atrase mais - ela guarda umas anotações.

- Se eu pudesse usar meus...

- Seus?

- Nada, esquece.

- Está usando drogas? - perguntou fazendo-me estupefar

- Quê? - arregalo os olhos - não, nunca.

- Não sei, você anda meio cansado e com muitas olheiras, sou sua professora e me preocupo.

- Eu sei e agradeço, mas não estou usando drogas, e nunca usarei

- Assim espero, agora pode ir - pousou os cotovelos sobre a mesa e sorriu

-Tcha...tchau - gaguejo por estar perplexo com sua pergunta
Minha professora exagerou, eu com drogas? Nunca.
Corro para o banheiro, doido para ir para casa e do jeito mais rápido. Chegando lá, tive que esperar um gordinho usá-lo e demorou, passou pela minha cabeça se estava bem, perguntei e ele falou que estava pensando na vida. - Não podia pensar na sua casa? - cruzo os braços, impaciente.

- Já pensei, obrigado - disse saindo dali

- Que maluco - sussurrei. Retirou-se e finalmente pude desaparecer de lá em um piscar de olhos.


Notas Finais


Ebaaa chegou até aqui, galera, para vós não confundirem-se, Sam chama Serj de pai, mas na verdade é tio heheheheheh vejo-te no próximo capítulo.

Beijinhosss da Gates


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