História Heróis das quatro províncias - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Drama, Super Poderes
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Palavras 3.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Finalmente terminei o segundo capítulo e acho que ficou bom, espero que gostem.

Capítulo 2 - Antes de tudo


  Era tarde de uma quarta-feira, em um bar muito famoso na cidade, um homem estava sentado, bebendo uma cerveja, ele acabara de sair do trabalho e fora direto para o bar, encontrava-se debruçado sobre o balcão, seus cabelos castanhos escondiam o seu rosto, a televisão pendurada na parede passava informações sobre uma possível reunião do governo mundial, porém ninguém prestava atenção naquilo, mas a TV ainda estava ligada. O homem então levantou-se, pôs a mão no bolso e puxou a carteira.

 -Não vai querer mais uma, Thomas? -disse o balconista puxando outra garrafa e colocando sobre o balcão.

 -Uma garrafa já foi o suficiente, minha esposa não iria gostar se chegasse bêbado em casa.

  Thomas então foi em direção à saída, mas antes de abrir a porta, escutou:"O governo especulou ter tomado uma medida eficaz para acabar com os conflitos que assolam a sociedade", o homem então esboçou um sorriso debochado:

 -Já é a décima vez que dizem isso.

  A volta para casa foi mais normal do que deveria, não viu nenhuma briga e nem assaltos durante o percurso, chegando em casa Thomas foi recebido por sua mulher e por seu filho que logo após dar-lhe um abraço, foi para o quarto brincar com seu brinquedos.

 -Saiu cedo do trabalho hoje?

 -A reunião foi cancelada, então vim direto para casa. -disse o homem enquanto desmanchava o nó da gravata. -Você viu o que estão dizendo na TV?

 -Não.

 -O governo de novo diz que encontrou um meio de resolver os conflitos, da última vez eles só colocaram mais câmeras nas ruas e mesmo assim só prenderam duas pessoas na cidade.

 -Dê um crédito à eles, você sabe o quanto é difícil resolver um problema tão grave. -disse a mulher com um xícara de café na mão. -Aqui está seu café.

 -Obrigado Eliza.

  Após terminar o café Thomas foi para o quarto do seu filho, depois de muito tempo brincando, o garoto decidiu mostrar lhe uma coisa, o menino então estendeu a mão e algumas fagulhas começaram a brotar, Thomas ficou impressionado, nunca imaginou que seu filho James teria um poder tão impressionante , igual o de Eliza, mas era de se esperar que ele fosse um digno afinal, o garoto era filho de dois dignos. Não demorou muito para que a mãe do garoto também chegasse ao quarto a tempo de ver as fagulhas, aquela noite foi de comemoração, pois ter um filho digno era como um presente divino para qualquer um, mesmo que já fosse esperado.

  Na manhã seguinte o homem acordou e seguiu sua rotina normalmente, tomou banho, comeu um sanduíche, foi para o trabalho, enfrentou o mesmo engarrafamento de sempre e finalmente chegou ao seu destino, era tudo muito monótono na vida de Thomas, mas ele amava, quando criança ao brincar com seus amigos o pequeno Tom, como era chamado em sua infância, descobriu que tinha poderes. O garoto estava jogando bola com  seus amigos, quando a bola foi parar no meio da rua, Tom correu para tentar pegá-la, foi então que um carro em alta velocidade atingiu o menino, mas algo estranho aconteceu Thomas não sofreu nenhum arranhão, muito pelo contrário, o carro foi completamente amassado enquanto o garoto estava parado com a bola em seus braços, seus amigos estavam boquiabertos com o ocorrido não podiam acreditar que o Tom ainda estava vivo, desde que isso aconteceu Thomas se perguntava se conseguiria ter uma vida normal, mesmo sendo um digno, por isso ele gostava tanto de ter um rotina normal. No trabalho tudo correu normalmente, Thomas havia saído para o seu horário de almoço, quando viu a matéria escrita no jornal diário:"Governo toma a maior decisão do século, começa hoje o projeto chamado de A Grande Divisão", assim que Thomas acabou de ler o jornal, um exército dobrou a esquina e apareceu na rua levando milhares de pessoas, a imagem era chocante, muitos estavam sendo arrastados como animais, era repugnante ver que o governo não se importava com ninguém, crianças, velhos e mulheres grávidas estavam sendo arrastados pela rua, tirados de suas casas e separados de suas famílias. Thomas estava paralisado com tamanho descaso, porém quase de imediato algo passou pela sua cabeça, o que pode estar acontecendo com sua esposa e seu filho, o homem desesperado começou a correr em direção a sua casa passando por carros, casas e estabelecimentos destruídos, como alguém poderia imaginar que o governo tomaria uma decisão tão cruel alegando que era para o bem de todos. Ao chegar em casa Thomas caiu de joelhos no chão,  acabara de ter a pior visão de sua vida, o apartamento onde morava estava em chamas, não havia ninguém, sua família já tinha sido levada mesmo não tendo nada a ver com o que estava acontecendo, as lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto, tudo que passava na sua cabeça era "por quê? ", "como o ser humano consegue ser tão cruel com os seus semelhantes?", essas eram perguntas que perfuravam o seu cérebro.

  O homem calmo, gentil e pacífico, tinha morrido. O sentimento de felicidade e paz que Thomas sentiu durante toda a sua vida foi destruído assim que foi lhe tirado o que mais o importava, a sua família, a única coisa que ele podia sentir agora era ódio, as lágrimas de tristeza se transformaram em gritos de raiva que ecoavam em todo o quarteirão, os olhos verdes que encantaram sua amada Eliza, agora não passavam de olhos vazios, não havia mais sentido continuar seguindo a monotonia, afinal ela também não existia mais, se havia algo que Thomas mais queria, era acabar com quem o tinha feito sofrer. Ele levantou e enxugou o rosto, o som das chamas foi interrompido por passos que vinham do fim da rua, os passos eram de quatro guardas que estavam ali para verificar se restava alguém que não tinha sido capturado, Thomas então foi na direção dos guardas, ao verem que ainda restava alguém os guardas pararam, estavam surpresos já que a maioria das pessoas estavam correndo deles, já esse estava diretamente para eles, quando o homem se aproximou um pouco mais os quatro puderam ver que algo estava errado com ele, seu rosto era vazio e amedrontador.

 -Parado aí! -disse um dos guardas apontando a arma para Thomas.

  A ordem do guarda foi ignorada mesmo com uma arma apontada para o homem, ao perceber que ele não iria parar os guardas abriram fogo, os tiros atingiram o alvo, mas ele continuava andando na direção dos guardas, as balas não perfuraram o corpo do homem, era como se elas fossem inofensivas, tentaram atirar mais um vez, porém assim como antes, não surtiu efeito algum, Thomas estava cada vez mas perto.  Quando conseguiu alcançar os guardas, ele segurou um pelo pescoço e o ergueu, olhou no fundo do seus olhos e disse friamente:

 -Morra... - disse Thomas quebrando o pescoço do guarda logo em seguida.

  O medo tomou conta dos outros três, o desespero era evidente, eles estavam em choque, afinal como poderiam combater alguém cujo as balas são inúteis. Thomas rapidamente largou o corpo do guarda no chão e foi na direção de outro acertando um soco no rosto fazendo o alvo cair, os que restavam começaram a correr, mas foi uma decisão inútil, ao perceber que não poderia alcança-los, o homem pegou a arma do guarda morto, colocou o pé no rosto do guarda que estava caído e começou a atirar, matando todos os outros que tinham tentado escapa, e por fim atirou na cabeça do guarda caído. Depois do que havia feito, Thomas foi em uma loja abandonada, pegou um extintor de incêndio e foi em direção ao seu apartamento disposto a apagar o fogo na esperança de que tivesse sobrado alguma coisa, porém ao subir as escadas e chegar no andar onde morava viu o corpo deu uma mulher e de um garoto, estavam irreconhecíveis, mas ele sabia que aquela era a sua família, as lágrimas mais uma vez caíram, era muito pior do que ele tinha imaginado, sua esposa e seu filho não tinham sida capturados mais sim mortos no incêndio causado pelo caos semeado pelos guardas, o homem deixou sua cidade para trás destruído por dentro, sabendo que nunca veria novamente as pessoas que ele mais amava.

  Thomas não sabia para onde ir, ele apenas andava sem rumo carregando uma mochila com alguns suprimentos, que não demoraram muito para acabar, depois de dias andando, algo chamou sua atenção, do lado esquerdo da pista havia floresta onde um homem loiro estava correndo de alguns soldados, ele carregava uma bolsa que aparentemente tinha comida. Quando o homem parecia estar sendo alcançado um muro de gelo surgiu bem atrás dele, bloqueando os soldados e fazendo com que escapasse em segurança, assim que o homem cruzou a pista uma mulher apareceu, seus cabelos eram brancos mas ela não era velha, ela tinha uma pele branca, sua aparência gélida e carregava uma mochila aparentemente vazia. O homem loiro e a mulher gélida seguiram o caminho juntos, Thomas estava aliviado ao saber que não era o único que tinha conseguido escapar, já que não tinha rumo resolveu seguir as duas pessoas que ele havia visto, mas depois de um tempo sua presença foi notada, não pelos dois que ele estava seguindo e sim por uma terceira pessoa a qual ele não fazia ideia de que existia.

 -Quem é você? -disse o homem misterioso aterrissando na frente de Thomas.

 -Sou apenas mais um que assim como você, conseguiu escapar.

  Os outros dois que estavam na frente logo perceberam que havia um desconhecido ali.

 -Algum problema aí John ? -disse a mulher com aparência gélida enquanto se aproximava, junto com o outro homem.

 -Ele estava seguindo vocês, é só mais um que conseguiu fugir.

 -Acho que deveríamos levá-lo conosco. -disse o homem que carregava a bolsa cheia.

 -Concordo, me chamo Katherine, esses aqui são John e Jim, eles são irmãos.

-Sou Thomas.

 -Oi! -disse Jim dando um leve aceno.

 -Estamos indo para um acampamento que temos aqui perto, acabamos de pegar alguns suprimentos. -disse Katherine com um sorriso estampado em seu rosto.

 -Quais são os seus poderes?

 -Eu consigo criar gelo, o John voa, e o Jim, bem, ele é o Jim.

 -Ele não é um digno?

 -Não, mas eu sou bem ágil. -disse Jim com um tom sério.

   As apresentações foram breves, afinal não podiam perder tempo, o mundo não era mais o mesmo, estava em faze de mudança. Depois de algumas horas andando eles  finalmente conseguiram avistar um hospital abandonado, Thomas olhou tentando achar mais alguém, porém não havia ninguém lá dentro, eram apenas eles naquele local,  seguiram rumo ao hospital quando foram surpreendidos por oito pessoas mascaradas que apareceram assim que eles se aproximaram da entrada, porém assim que os oito apareceram, Katherine fez um sinal e eles logo abriram caminho.

 -Quem eram eles? -perguntou Thomas.

 -Eles não, ele.

  Thomas ficou sem entender e olhou com uma cara de confuso para Katherine.

 -Aquele é Michael, ele pode criar clones de si mesmo, não funcionam em batalha, mas intimida quem tentar se aproximar.

 -Esses clones dele estão mais para hologramas. -disse Jim rindo.

  Ao entrar no hospital, tudo estava vazio, as esperanças que Thomas tinha de que iria encontrar um grupo grande de pessoas se esvaiu, só haviam eles. Assim que chegaram Jim logo pôs a bolsa no chão e começou a tirar tudo que havia conseguido no saque, eram as mais variadas coisas, desde comida à roupas, os outros logo se juntaram e ajudaram a separar por categoria, depois de um certo tempo John acendeu as luzes do hospital, pois já estava anoitecendo.

 -Tem eletricidade!? - perguntou Thomas com espanto

 -Claro, isso não é um apocalipse zumbi. -disse John enquanto ria de Thomas.

 Todos riram, mas Thomas ainda estava sério, por todos os lugares que ele passou as luzes nunca estavam acesas, o que mais uma vez o fez pensar que eram os únicos à conseguirem escapar dos militares, Katherine ligou a televisão e sentou em uma das cadeiras do hospital, John olhou ainda sorrindo e disse:

 -O que me surpreende é que as emissoras ainda funcionam, mesmo depois de tudo isso.

  O noticiário estava passando como de costume naquele horário, mas algo chamou a atenção de todos, segundo o jornalista, um grupo de pessoas seriam transportadas naquela noite e coincidentemente o caminhão iria passar próximo ao hospital onde o pequeno grupo estava, John logo sugeriu tentar libertar as pessoas afinal o governo não tinha dignos do seu lado, e soldados não poderiam pará-los, tudo que estavam fazendo foi deixado de lado e a preparação para o resgate teve inicio. Após acabarem de se preparar, repassaram o plano e saíram, assim que passaram pela porta um homem negro de cabelo baixo e com um cavanhaque se aproximou do grupo.

 -Aí está você Michael! -disse Jim com um sorriso no rosto.

 -Para onde estão indo?

 -Vamos libertar algumas pessoas.

 -Por que não me disseram antes?

-Pensávamos que estava patrulhando.

  Todos ficaram nas posições combinadas, John estava voando, Jim estava escondido no meio de um arbusto com a arma de um soldado que conseguiu durante o saque, Thomas esperava o momento de se jogar na frente do caminhão, Michael não sabia ao certo o que fazer afinal não estava durante o planejamento e Katherine estava pronta para fazer os espinhos de gelo que iriam furar os pneus do caminhão. O veículo estava se aproximando da cidade quando os pneus foram furados, Thomas não perdeu tempo e se jogou na frente do caminhão, parando o totalmente, assim que um dos soldados saiu para tentar prendê-lo, foi atingido por Jim, Michael apareceu junto com dez clones ao redor do caminhão, intimidando os outros soldados que estavam dentro do caminhão, porém um guarda atirou contra um dos clones e viu que a bala tinha atravessado como se nada estivesse ali, convencido de que os clones não podiam machucá-lo, ele saiu do caminhão pronto para atirar em todos os clones até encontrar o verdadeiro, porém ao sair foi surpreendido com um soco dado por John que havia descido com toda a velocidade, a força foi suficiente para arremessar o soldado para longe, logo todos os guardas se renderam e o grupo finalmente havia conseguido libertar as pessoas que estavam sendo transportadas.

  Com o sucesso no resgate da noite passada Thomas e os outros não conseguiram só novos aliados, mas também haviam conseguido prisioneiros e novos equipamentos.  Todos estavam felizes pelo que conseguiram, porém Thomas ainda continuava com o rosto sério e emburrado de sempre, as coisas que ele havia passado não permitiam que ele ficasse feliz, a imagem de sua esposa e seu filho carbonizados perduravam em seus pesadelos, nada era como antes, ele havia mudado sentia como se não houvesse nada nem ninguém que o deixaria feliz. Thomas acabara de acordar quando Katherine o chamou para ir com ela buscar água. O hospital que antes estava vazio agora estava cheio de pessoas sentadas, conversando e andando, elas pareciam estar felizes afinal estavam finalmente livres das áreas preparadas pelo governo para prendê-los, Thomas e Katherine seguiram rumo à um lago onde poderiam encher as garrafas que estavam levando em suas mochilas.

 -Você não falou nada sobre seu passado desde que chegou. -disse Katherine quebrando o silêncio da caminhada.

 -Nem vocês falaram sobre os seus passados.

 -Certo, então você fala primeiro e depois digo o que houve comigo.

-Eu vivia normalmente em uma cidade, trabalhava em um emprego comum e tinha uma família, até que... -Thomas calou-se durante um tempo enquanto olhava para o chão. -até que eles chegaram -continuou Thomas -, levaram todos...e tiraram minha família de mim.

 -Comigo também foi assim também, eles levaram minha mãe e o meu irmão, nós morávamos juntos, falei para a minha mãe que depois de 29 anos morando com ela, eu finalmente iria morar sozinha, então saí para procurar uma casa que estivesse à venda, foi então que tudo aconteceu, quando voltei eles haviam sido levados.

 -No meu caso foi diferente. -disse Thomas com um olhar vazio.

 -Como assim?

 -Quando cheguei em casa ela não estava vazia - Katherine o olhou confusa -,eles estavam mortos.

 O silêncio mais uma vez tomou conta do ambiente, Katherine não falou nada, não que ela na quisesse, na verdade ela não sabia o que falar, a expressão triste de Thomas perdurou durante o resto do trajeto. Quando chegaram no lago, encheram as garrafas e sentaram para descansar, o som dos pássaros na floresta  acalmava os dois, depois de um tempo resolveram voltar para o acampamento.

 -Como você conheceu John, Jim e Michael? -perguntou Thomas.

 -Eu estava andando sozinha, tentando achar abrigo, até que John e Jim apareceram, eles estavam com alguns suprimentos e me convidaram para juntar-me a eles, como não sabia se existiam mais pessoas livres e eles pareciam bem legais, resolvi me juntar a eles, algum tempo depois encontramos Michael.

-Já que isso não é um apocalipse zumbi, como não tem água encanada?

 -Aparentemente o abastecimento de água foi cortado, apenas as áreas dominadas pelo governo ainda são abastecidas.

  Assim que chegaram colocaram as mochilas no chão e dividiram as garrafas entre as pessoas, tudo parecia bem, mas Jim estava inquieto, algo em seu rosto mostrava que ele não se sentia bem, Thomas se aproximou, sentou ao lado de Jim e logo perguntou:

-O que houve?

-É o John.

-O que tem ele?

-Ele já devia ter voltado, era a vez dele patrulhar a área . -disse Jim enquanto não parava de olhar a porta.

-Vamos atrás dele, vou chamas os outros.

  Thomas avisou aos outros que logo se arrumaram e foram procurar pelo John, todos estavam indo pelo percurso que o rapaz teria feito durante a patrulha, estavam atentos a qualquer pista sobre seu paradeiro. Depois de uma longa caminhada eles finalmente encontraram algo, era a camisa do John, estava rasgada presa na árvore de uma floresta,  Katherine tentou chegar mais perto, porém antes que conseguisse foi atingida por uma rede de captura, logo em seguida soldados apareceram, dessa vez pareciam mais preparados, suas armas eram capazes de parar tanto Thomas como sua equipe, antes que Thomas pudesse tentar qualquer coisa ouvi-se a voz de Michael dizendo:

 -Seu maldito, como pode fazer isso!?

 O olhar de Thomas foi em direção a Michael, ele mal podia acreditar no que estava vendo, Jim havia colocado uma algema em seu amigo, o rosto de Jim expressava satisfação, um sorriso cínico estampava seu rosto. Os punhos de Thomas cerraram, a raiva o dominou, mas antes que pudesse ir na direção de John, foi alvejado pelos soldados, as balas prenderam no seu corpo e automaticamente soltaram uma corda que se prendeu ao chão, Thomas, Katherine e Michael haviam sido capturados.


Notas Finais


Não sei quando vou postar o próximo, mas vou tentar ser o mais breve possível, obrigado por lerem.


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