História Herois e Vilões - Capítulo 1


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Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Essa historia é para quem gosta de super heróis, romance, e mistérios. É importante dizer que a historia é um crossover. Os personagens principais são originais, porem, eles tem uma relação com personagens conhecidos como o homem de ferro, por exemplo. Espero que gostem.

Capítulo 1 - A Chegada


Fanfic / Fanfiction Herois e Vilões - Capítulo 1 - A Chegada


Havia uma linda cidade, com seus altos prédios que brilhavam uma luz azul, incrivelmente escura, entrando em contraste com a noite. Os seus carros rápidos corriam em alta velocidade. Aquela cidade parecia nunca ficar parada, mas ela tinha um lado silencioso, principalmente perto da floresta, onde não se via muitas pessoas. Tecnocity. A cidade mais tecnológica do mundo. Todos a procuravam por sua variedade tecnológica, e sua curiosidade sobre a cidade, que chamava a atenção. Ela atraia muitos turistas, isso era comum. Por isso, era bom manter uma certa vigilância, para garantir a segurança da cidade. Tecnocity era um local difícil de ser sozinho, por o seu numero de pessoas. Mas isso não quer dizer necessariamente que não se sinta sozinho. E nada melhor do que descansar depois de uma patrulha. Ao menos foi o que o patrulheiro pensou, se encostando em uma pedra fria.
A noite por alguma razão parecia mais escura, a temperatura estava mais fria que o normal, mas aquilo não o incomodou. Ele não se incomodava com o frio há muito tempo, e aquilo era um alivio. Ele sentiu o vento balançar seus cabelos castanhos escuros, e suspirou. Tudo estava tranquilo até ouvir alguém caminhar. Era alguém que não devia estar ali, ele sabia disso. Ele se afastou um pouco e se escondeu atrás da arvore para observar melhor. Ele viu uma mulher alta, magra, branca, de cabelos negros longos e ondulados, com um vestido preto caminhando lentamente.  Seus lábios avermelhados entravam em contraste com sua pele. O patrulheiro achou estranho e se aproximou dela, que caminhava distraída.
- Senhorita, eu posso ajudar? - Perguntou o patrulheiro
A mulher se virou para encara-lo. E ele se surpreendeu. Ela era linda, porem, seus olhos castanhos eram frios.
- Não. Obrigada. - Respondeu friamente
- Tem certeza? O que faz andando por aqui sozinha? Não sabia que é perigoso? - Continuou o patrulheiro
- Eu sei me cuidar. - Ela se virou e começou a caminhar
- Mesmo assim, senhorita. Você não deveria estar aqui. Por favor, deixe-me leva-la para um lugar seguro. - Insistiu o patrulheiro
A mulher parou de caminhar. Ela se virou novamente e se aproximou daquele homem um tanto que insistente. Aquilo havia a irritado. O patrulheiro, alto, moreno, de porte atlético, e sua pele morena avermelhada, e olhos escuros a observaram enquanto ela caminhava desfilando na sua direção.
- Fique fora do meu caminho.
O patrulheiro que estava calmo, ficou com uma expressão seria. A mulher não se intimidou e adentrou a mata. O patrulheiro ficou inerte, tentando entender a reação daquela mulher. E ele sabia que ela era nova na cidade, pelas rondas que ele fazia. Ele aproximou a mão do bolso da jaqueta de couro e pegou um celular negro e discou rapidamente para um numero.
- Acho que temos problemas. - Disse o patrulheiro ao telefone
O patrulheiro então entrou na mata para ir atrás da mulher. Ela não podia ter ido tão longe. Mas ele não a achou. Aquilo foi suspeito, ele pesou.
Horas mais tarde, o homem já havia cansado de procurar pela mulher que andava suspeitamente pela floresta. Então, caminhou até um bar famoso de Tecnocity. Esse bar era bem arejado, com atendentes amigáveis e vivia cheio. O patrulheiro acenou para um homem de camisa branca que bebia uma cerveja sentado em uma mesa. Ele se aproximou e puxou uma cadeira.
- E então, o que aconteceu? - Perguntou o homem
- Não sei, Ted. Eu realmente não sei.
- Não deve ser nada demais. Quero dizer, você ve uma mulher estranha andando perto da floresta. Talvez seja coisa da sua cabeça. Andou vendo filme de terror de novo? Porque eu sei cara como eles podem ser pesados. - Ted deu um gole na cerveja
- Não vi nenhum filme de terror, Ted! Eu sei o que eu vi! - Exaltou o homem
- Vai com calma, cara. Não estou duvidando de você. É que com o nosso trabalho, pode ser estressante.
- Se eu estou dizendo que.. Não pode ser. - O patrulheiro olhou para trás
- O que? - Perguntou Ted
- Aquela é a mulher que eu vi. - Apontou o patrulheiro para a mulher sorrindo na bancada do bar conversando com o atendente
- Ela é linda.
- Ela é suspeita. Acho melhor falar com ela. - Disse o patrulheiro
- E falar o que? Qual sua desculpa para caminhar no meio da floresta a noite? Isso não é proibido, Tay.
- Eu sei que não é. Eu só.. Eu sinto que tem algo estranho nisso tudo.
- Você não consegue evitar não é? Vai levar um fora de novo. Sua curiosidade ainda vai te pegar.
- Vamos ver.
O patrulheiro se levantou e caminhou até a mulher que conversava e ria com o atendente. Ela parou de sorrir assim que o viu.
- Olá.
- Você de novo?
- Não. Sou outro. Não está vendo?
- Humm.. Que bonitinho. O que você quer?
- Queria te fazer umas perguntas.
- Não estou com saco.
- Não ligo. - O patrulheiro se sentou ao lado dela e ela revirou os olhos
- Eu ligo, então..
- Por que caminhava a noite na floresta?
- Hummm.. Por que? Isso é proibido?
Ted que observava de longe gritou um "eu avisei". O patrulheiro não se importou e continuou:
- Não. Não é proibido, mas é sem duvidas estranho uma mulher andar sozinha no meio da mata.
- Você tem ideia do quão machista isso é? Só por que sou mulher não posso andar sozinha?
- Você interpretou mal as palavras, não foi isso que eu quis dizer.
- Eu não me importo com o que você quis dizer. Eu não te mandei ficar fora do meu caminho?
- Eu não sou bom em seguir ordens.
- Então irá se arrepender.
 - É uma ameaça? - Questionou ele
- Não. Um aviso. Agora, com licença.
- Qual seu nome?
- Não te interessa.
- Ah, então tudo bem não te interessa. Eu te vejo por perto. - Disse irônico
A mulher se levantou, revirando os olhos e saiu do bar. O patrulheiro a observava serio. Se aproximou de Ted que tentava segurar o riso, e se despediu dele, saindo do bar. Ele subiu em cima da sua moto vermelha e dirigiu até um prédio na zona norte de Tecnocity. A porta automaticamente se abriu, com vários equipamentos tecnológicos de ultima geração. Um homem com uma roupa branca e preta se aproximou dele.
- Dr. Onde estava?
- Fui fazer uma patrulha, Manley.
- O senhor é mesmo um patrulheiro. - Sorriu Manley
- Não sou velho, não precisa do senhor. Sou só um cara que zela pela segurança.
- Isso é verdade, Dr.
- Embora, nas minhas patrulhas, achei uma mulher estranha.
- Ela é suspeita?
- É. Ted não acreditou em mim. Mas não importa. Eu irei descobrir o que ela estava fazendo lá.
O patrulheiro apertou as mãos e toda a luz tecnológica da casa se ascendeu.
- Só não deixem que descubram quem o senhor é.
- Não irão descobrir, Manley, o patrulheiro está a salvo.

- Não se esqueça, o senhor foi treinado pelo o próprio homem de ferro.

- Eu não me esqueci. Não irei decepciona-lo.


O patrulheiro observou a cidade pela janela.
 



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